sábado, janeiro 24, 2009

Como Battisti matou o açougueiro

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Em carta aos brasileiros, italiano conta como Battisti matou seu pai açougueiro.

 

Frio, Battisti se deliciava com o "sangue jorrando" de suas vítimas.

 

Lino, o açougueiro: vítima de crime comum

Atualmente aos 46 anos de idade, Adriano Sabbadin tinha 17   quando o terrorista Cesare Battisati e seu bando invadiram o açougue de seu pai, Lino Sabbadin, e o mataram. Indignado com a proteção do governo Lula ao assassino, concedendo-lhe asilo político, Sabbadin fez publicar no jornal Corriere del Veneto uma carta aberta aos brasileiros.. A tradução é do jornalista Giulio Sanmartini:

 

"Vivo em uma pequena cidade na província de Veneza.. Escrevo a todos os brasileiros, pois hoje me sinto profundamente ferido pela decisão de vosso ministro da Justiça de considerar Cesare Battisti um refugiado político. Há 30 anos ele assassinou meu pai. Não quero vingança, mas uma justiça que não chega. Quem é Battisti: ele começou na política dentro do cárcere, detido que estava por crimes comuns, aí conheceu o terrorista de extrema esquerda, Arrigo Cavallina.

A primeira vítima dos Proletários Armados para o Comunismo – PAC, foi o suboficial da guarda carcerária Antonio Santoro. Quando este sai de casa para o trabalho, Battisti lhe atira nas costas (6/6/1978). Retornando ao seu grupo ele conta excitado à sua companheira os efeitos de ver "alguém jorrando sangue". Depois de uma série de assaltos o grupo resolver centrar contra aos agentes da "contra-revolução", isto é, comerciantes que haviam reagido contra assaltos comuns.

Inicialmente pensou-se em somente feri-los, mas a vontade de mostrar a própria força a outros grupos de terroristas de esquerda, convence o PAC que é necessário fazer ver que se é capaz de matar. Chegaram a nosso açougue pelas 4 e meia da tarde. Meu pai, ajudado por minha mãe, atendia a algum cliente, eu estava nos fundos falando ao telefone, quando ouvi os tiros de pistola que ribombavam nos meus ouvidos. Apavorado, corri para nossa casa que ficava no andar superior, depois de longuíssimos minutos vi homens que saiam num carro em disparada. Quando cheguei ao açougue, vi minha mãe com o avental branco todo ensangüentado e meu pai no chão dentro de uma poça de sangue. A ambulância chegou rapidamente, mas nada pôde fazer.

Nos processos, seja a perícia e o testemunho de um arrependido, fez ver que Battisti tinha dado, sem piedade, os tiros mortais em meu pai. Battisti esteve sempre presente no grupo armado, colocando à disposição sua experiência de bandido e ficou conhecido por sua determinação em matar, jamais hesitando em fazê-lo.

Por todos estes crimes Battisti cumpriu somente um ano da cadeia, enquanto minha vida ficou completamente destruída. Me vi aos 17 anos como o chefe de família e um vazio que com o tempo só fez aumentar. Não pode existir paz sem justiça e a minha família justiça, não a teve.

Não consigo entender o que levou vosso ministro da Justiça e classificar Battisti como um refugiado político, declarando que na Itália existem aparatos ilegais de repressão ligados a Máfia e a CIA (Central Intelligence Agency), por isso não pode conceder a extradição, o fato me parece uma folia e mais que isso, ofensivo à nossa democracia.

Peço que façam um apelo ao vosso presidente para que reveja essa decisão.

Adriano Sabbadin"


3 comentários:

Nacionalista disse...

Realmente é uma absurdo!
Dá status de refugiado Político ao uma assassino cruel comunista.
É o Governo Lula, sempre apoiando Ditadores comunista e assassinos.
Isto é uma vergonha para o Brasil!

ALBERTO FIGUEIREDO disse...

Meu caro Adriano Sabbadin uno-me a ti na dor, curvo-me de vergonha nesse momento por ser brasileiro.
Apenas uma coisa.
PAC- Proletários Armados para o Comunismo
PAC - Programa de Aceleração do Crescimento do governo brasileiro.
Battisti começou na política dentro do cárcere, detido que estava por crimes comuns, aí conheceu o terrorista de extrema esquerda, Arrigo Cavallina.
Aqui todos começaram juntos todos os ladrões, assassinos, terroristas que hoje mandam nesse país, sem duvidas não é a vontade da maioria do povo brasileiro ter mais este safado entre nos.
Mais voce sabe. Existe honra até entre porcos.

Sonia Bernardina disse...

Sr. Adriano, eu gostaria de ter certeza que o Sr. vai ler nossas respostas. A maior parte de nós brasileiros está com muita raiva e vergonha dos atos deste ministro e deste atual presidente bem como de toda sua "turma". Eles são todos filhos desta malfadada esquerda, que sob este engodo - ser de esquerda - cometem os maiores absurdos, desvarios, pilantragens e crimes também. Especialmente contra a democracia. O modelo e ídolo deles ainda é Fidel Castro. São todos farinha de um mesmo saco, não aceite mesmo Sr., mas compreenda que esta não é a vontade da maioria do povo brasileiro.
Por mim e por familia peço-lhe desculpas, lamentamos profundamente.