terça-feira, julho 11, 2006

Casagrande denuncia a Revolução Comunista Silenciosa

Esta revolução silenciosa é financiada pelo Estado Brasileiro, eleito democraticamente para defender o país.
Diego Casagrande denuncia a faceta mais cruel desta revolução: A doutrinação ideológica de nossas crianças. Leiam este trecho:

Blog do Diego - Editado por Diego Casagrande
"Recebi de Bagé, interior do Rio Grande do Sul, o livro “Geografia”, obrigatório na 5ª série do primeiro grau no Colégio Salesiano Nossa Senhora Auxiliadora. Os autores são Antonio Aparecido e Hugo Montenegro. O Auxiliadora é uma escola tradicional na região, que fica em frente à praça central da cidade e onde muita gente boa se esforça para manter os filhos buscando uma educação de qualidade. Através desse livro, as crianças aprendem que propriedades grandes são de “alguns” e que assentamentos e pequenas propriedades familiares “são de todos”. Aprendem que “trabalhar livre, sem patrão” é “benefício de toda a comunidade”. Aprendem que assentamentos são “uma forma de organização mais solidária... do que nas grandes propriedades rurais”. E também aprendem a ler um enorme texto de... adivinhe quem? João Pedro Stédile, o líder do criminoso MST que há pouco tempo sugeriu o assassinato dos produtores rurais brasileiros. O mesmo líder que incentiva a invasão, destruição e o roubo do que aos outros pertence. Ele relata como funciona o movimento e se embriaga em palavras ao descrever que “meninos e meninas, a nova geração de assentados... formam filas na frente da escola, cantam o hino do Movimento dos Sem-Terra e assistem ao hasteamento da bandeira do MST”. Essa é a revolução silenciosa a que me refiro, que faz um texto lixo dentro de um livro lixo parar na mesa de crianças, cujas consciências em formação deveriam ser respeitadas. Nada mais totalitário. Nada mais antidemocrático. Serviria direitinho em uma escola de inspiração nazi-fascista."

Olavo de Carvalho, que já denunciava esta "revolução" há quinze anos,  descreve nossa época como uma época em que o consenso coletivo é ditado pelo ambiente revolucionário onde vivemos.

"O consenso, de fato, é menos limitante e escravizador para a consciência individual nas épocas de tradicionalismo do que nas de renovação, porque o consenso tradicional se apresenta declaradamente como uma força conservadora, fácil de identificar e criticar, ao passo que o consenso renovador ou revolucionário funciona como um Ersatz, um sucedâneo do autêntico pensamento filosófico, oferecendo aos homens, em lugar da vida intelectual, as modas intelectuais que os desviam de todo esforço pessoal. Nossa época é tão canalha que não apenas confunde maliciosamente a busca da verdade com o esforço de renovação social, fazendo da adesão a certas modas políticas a conditio sine qua non da vida intelectual, mas houve até mesmo um sujeito tido como filósofo, Antonio Gramsci, que chegou a propor formalmente a redução de toda vida intelectual à moda intelectual, à produção coletiva da ideologia revolucionária." (Olavo - "Pensamento e Atualidades em Aristóteles - primeira aula")

5 comentários:

Anônimo disse...

Bom dia!

Sr. Jornalista,

Não é interessante o fato do Sr. Diego Casagrande, mesmo tendo recebido a resposta da Rede Salesiana de Escolas para seu artigo “Revolução Silenciosa” no dia 26/07, não ter dado o direito de resposta?

Por uma imprensa livre, comprometida com a verdade e a ética, enviamos nossa resposta diretamente a você. Acreditamos no seu bom senso em apurar melhor os fatos, buscar outras fontes e, se preciso for, contar com o nosso singelo apoio para lhe fornecer outros subsídios.

Cordialmente,

Assessoria de Imprensa
Poliana Braga
(31) 21031250




CARTA DA REDE SALESIANA DE ESCOLAS À IMPRENSA

26 de julho de 2006.

Foi com tristeza e indignação que a Rede Salesiana de Escolas recebeu no início desta semana um link do blog do jornalista Diego Casagrande (http://www.blogdodiego.com.br/#13339), enviado por uma de nossas unidades, o Colégio Nossa Senhora Auxiliadora de Bagé-RS. O artigo ‘A revolução silenciosa’, publicado em 17 de julho de 2006, desrespeita a história e a tradição salesiana no segmento de ensino, agride o trabalho de professores autores da academia nacional, desmerece o projeto da Rede Salesiana de Escolas (RSE) - que reúne hoje 109 escolas no País -, entre tantos outros desagravos inconseqüentes e desnecessários.

Sabemos que em ano eleitoral os ânimos se afloram e a necessidade de encontrar ‘culpados’ torna-se quase uma tendência. Contudo, entendemos que a melhor forma de se construir uma sociedade mais justa, solidária e democrática é promovendo a integração e não a desarticulação. O denuncismo, sem a necessária apuração, deve ser evitado.

A escola salesiana, por missão e posicionamento estratégico, é um espaço aberto ao diálogo. Nosso objetivo é fornecer razões de vida e de esperança às novas gerações, através da formação de cidadãos críticos e atuantes, com base nos valores cristãos.

Sobre as críticas feitas ao livro de Geografia da 5ª série, lamentamos o desconhecimento do jornalista sobre o projeto da RSE. Seria oportuno que ele soubesse da proposta interdisciplinar de todas as matérias e, também, que cada coleção é formada por mais de um volume, sendo que o último de Geografia (3º ano) ainda está em produção.

Como a própria carta de abertura do livro destaca, o objetivo do material didático é apoiar os educandos na superação dos desafios do século XXI, entre eles a arte de “aprender a conviver, participando dos grupos de que faz parte, reconhecendo e aceitando as diferenças, convivendo pacificamente com os outros e exercendo a cidadania, como personagem atuante na História de seu País e do mundo.”.


Para refletir

• O livro não faz apologia do movimento dos sem terra. Trata o assentamento como mais uma forma de organização solidária do trabalho, ao lado de outros exemplos como as comunidades do Vale do Jequitinhonha (MG), que sequer foram mencionados;

• Entendemos que todo conhecimento é historicamente produzido e comporta diferentes pontos de vista sobre o mundo em que vivemos. Por isso, nos recusamos a transpor para o nosso material didático uma visão de ciência como verdade absoluta, pretensamente objetiva e neutra;

• Faz parte da proposta a compreensão das diferenças e as semelhanças contidas no espaço geográfico, reconhecendo que a construção desse espaço é resultante da interação de múltiplas e variadas culturas, povos e etnias. Perceber essas diferentes culturas como distintas, em suas representações com o espaço, possibilita aos alunos a valorização das diferenças socioculturais marcantes na sociedade brasileira e mundial;

• Investimos em procedimentos de pesquisa escolar para evidenciar a diversidade de experiências locais e propiciar a intervenção no espaço de vivência dos alunos;

• A equipe de autores da área de Ciências Humanas da RSE definiu uma seleção de conteúdos em torno de um princípio norteador - a dignidade da pessoa humana e o supremo valor da vida - e dos seguintes eixos, a partir dos quais se definiram as escolhas acerca dos conteúdos específicos: identidade, diversidade, cidadania, humanismo e transcendência;

• Todo o material didático da Rede Salesiana de Escolas, o que inclui o livro citado, estão de acordo com as leis brasileiras: Declaração de Direitos;
Constituição Federal, LDBN/96 e os Parâmetros Curriculares Nacionais.


Citações do livro de Geografia da 5ª série da Rede Salesiana de Escolas

"Até agora, estudamos vários aspectos da vida nas cidades e no campo. Você pode estar se perguntando: para que estudar tudo isso? As razões são muitas: ampliarmos nossos conhecimentos geográficos de espaços rurais e urbanos, aprendermos a refletir sobre as mudanças que neles estão acontecendo ... Tudo isso para que possamos participar com mais informações e idéias de discussões sobre as mudanças nos lugares em que moramos. Em outras palavras, ver de maneira crítica o que acontece ao nosso redor e participar dos debates sobre políticas públicas, tornando-nos cidadãos ativos em nossas comunidades." (p. 63)

"Através dos exemplos das transformações no Rio de Janeiro e no Pantanal Mato-grossense, tentamos mostrar a você que o campo e as cidades estão passando por modificações relacionadas ao uso de novas tecnologias nas indústrias, no comércio e nos serviços. Percebemos que essas mudanças têm trazido tanto benefícios quanto problemas para a humanidade. Nós podemos e devemos interferir nas decisões públicas e privadas que transformam as cidades e o campo. Uma das maneiras é participar de organizações que visam a preservar áreas históricas das cidades [...] e regiões naturais [...]. Outra forma é escolher candidatos a cargos públicos que pensem de maneira semelhante sobre o uso de nossos espaços urbanos e rurais. Assim, estudando Geografia, você aprenderá informações e construirá idéias que o ajudarão a ser um eleitor crítico e um cidadão ativo." (p 76)

"Muitas vezes, pensamos que as fotos de livros, revistas e jornais mostram o que realmente aconteceu. Nós consideramos que elas revelam o que o fotógrafo e/ou o diagramador quis destacar num acontecimento. [...]. Assim, as fotos trazem uma versão dos fatos, não os fatos reais. Você já tinha pensado nisso? As imagens estão cada vez mais presentes nos meios de comunicação, razão para que aprendamos a compreendê-las. Pensamos ser importante observar e analisar uma foto tal qual fazemos com um texto escrito. Podemos concordar, discordar ou concordar parcialmente com as idéias que ela transmite." (Pg. 114)



Assessoria de Comunicação e Marketing – Poliana Braga
(31) 2103 1250 – mktrse@salesiano.br

Poliana Braga disse...

Não é interessante o fato do Sr. Diego Casagrande, mesmo tendo recebido a resposta da Rede Salesiana de Escolas para seu artigo “Revolução Silenciosa”, não ter dado o direito de resposta?

Por uma imprensa livre, comprometida com a verdade e a ética, enviamos nossa resposta diretamente a você.


CARTA DA REDE SALESIANA DE ESCOLAS À IMPRENSA

26 de julho de 2006.

Foi com tristeza e indignação que a Rede Salesiana de Escolas recebeu no início desta semana um link do blog do jornalista Diego Casagrande (http://www.blogdodiego.com.br/#13339), enviado por uma de nossas unidades, o Colégio Nossa Senhora Auxiliadora de Bagé-RS. O artigo ‘A revolução silenciosa’, publicado em 17 de julho de 2006, desrespeita a história e a tradição salesiana no segmento de ensino, agride o trabalho de professores autores da academia nacional, desmerece o projeto da Rede Salesiana de Escolas (RSE) - que reúne hoje 109 escolas no País -, entre tantos outros desagravos inconseqüentes e desnecessários.

Sabemos que em ano eleitoral os ânimos se afloram e a necessidade de encontrar ‘culpados’ torna-se quase uma tendência. Contudo, entendemos que a melhor forma de se construir uma sociedade mais justa, solidária e democrática é promovendo a integração e não a desarticulação. O denuncismo, sem a necessária apuração, deve ser evitado.

A escola salesiana, por missão e posicionamento estratégico, é um espaço aberto ao diálogo. Nosso objetivo é fornecer razões de vida e de esperança às novas gerações, através da formação de cidadãos críticos e atuantes, com base nos valores cristãos.

Sobre as críticas feitas ao livro de Geografia da 5ª série, lamentamos o desconhecimento do jornalista sobre o projeto da RSE. Seria oportuno que ele soubesse da proposta interdisciplinar de todas as matérias e, também, que cada coleção é formada por mais de um volume, sendo que o último de Geografia (3º ano) ainda está em produção.

Como a própria carta de abertura do livro destaca, o objetivo do material didático é apoiar os educandos na superação dos desafios do século XXI, entre eles a arte de “aprender a conviver, participando dos grupos de que faz parte, reconhecendo e aceitando as diferenças, convivendo pacificamente com os outros e exercendo a cidadania, como personagem atuante na História de seu País e do mundo.”.


Para refletir

• O livro não faz apologia do movimento dos sem terra. Trata o assentamento como mais uma forma de organização solidária do trabalho, ao lado de outros exemplos como as comunidades do Vale do Jequitinhonha (MG), que sequer foram mencionados;

• Entendemos que todo conhecimento é historicamente produzido e comporta diferentes pontos de vista sobre o mundo em que vivemos. Por isso, nos recusamos a transpor para o nosso material didático uma visão de ciência como verdade absoluta, pretensamente objetiva e neutra;

• Faz parte da proposta a compreensão das diferenças e as semelhanças contidas no espaço geográfico, reconhecendo que a construção desse espaço é resultante da interação de múltiplas e variadas culturas, povos e etnias. Perceber essas diferentes culturas como distintas, em suas representações com o espaço, possibilita aos alunos a valorização das diferenças socioculturais marcantes na sociedade brasileira e mundial;

• Investimos em procedimentos de pesquisa escolar para evidenciar a diversidade de experiências locais e propiciar a intervenção no espaço de vivência dos alunos;

• A equipe de autores da área de Ciências Humanas da RSE definiu uma seleção de conteúdos em torno de um princípio norteador - a dignidade da pessoa humana e o supremo valor da vida - e dos seguintes eixos, a partir dos quais se definiram as escolhas acerca dos conteúdos específicos: identidade, diversidade, cidadania, humanismo e transcendência;

• Todo o material didático da Rede Salesiana de Escolas, o que inclui o livro citado, está de acordo com as leis brasileiras: Declaração de Direitos;
Constituição Federal, LDBN/96 e os Parâmetros Curriculares Nacionais.


Citações do livro de Geografia da 5ª série da Rede Salesiana de Escolas

"Até agora, estudamos vários aspectos da vida nas cidades e no campo. Você pode estar se perguntando: para que estudar tudo isso? As razões são muitas: ampliarmos nossos conhecimentos geográficos de espaços rurais e urbanos, aprendermos a refletir sobre as mudanças que neles estão acontecendo ... Tudo isso para que possamos participar com mais informações e idéias de discussões sobre as mudanças nos lugares em que moramos. Em outras palavras, ver de maneira crítica o que acontece ao nosso redor e participar dos debates sobre políticas públicas, tornando-nos cidadãos ativos em nossas comunidades." (p. 63)

"Através dos exemplos das transformações no Rio de Janeiro e no Pantanal Mato-grossense, tentamos mostrar a você que o campo e as cidades estão passando por modificações relacionadas ao uso de novas tecnologias nas indústrias, no comércio e nos serviços. Percebemos que essas mudanças têm trazido tanto benefícios quanto problemas para a humanidade. Nós podemos e devemos interferir nas decisões públicas e privadas que transformam as cidades e o campo. Uma das maneiras é participar de organizações que visam a preservar áreas históricas das cidades [...] e regiões naturais [...]. Outra forma é escolher candidatos a cargos públicos que pensem de maneira semelhante sobre o uso de nossos espaços urbanos e rurais. Assim, estudando Geografia, você aprenderá informações e construirá idéias que o ajudarão a ser um eleitor crítico e um cidadão ativo." (p 76)

"Muitas vezes, pensamos que as fotos de livros, revistas e jornais mostram o que realmente aconteceu. Nós consideramos que elas revelam o que o fotógrafo e/ou o diagramador quis destacar num acontecimento. [...]. Assim, as fotos trazem uma versão dos fatos, não os fatos reais. Você já tinha pensado nisso? As imagens estão cada vez mais presentes nos meios de comunicação, razão para que aprendamos a compreendê-las. Pensamos ser importante observar e analisar uma foto tal qual fazemos com um texto escrito. Podemos concordar, discordar ou concordar parcialmente com as idéias que ela transmite." (Pg. 114)

Cláudio Peixoto disse...

O "esclarecimento" da RSE é um primor de malícia e manipulação.

Mas é bem claro num ponto: o uso de crianças e pré-adolescentes como massa de manobra política tornou-se realidade.

Anônimo disse...

Poliana, sua resposta está hilária!!! Caia na real, e largue mão de ser uma idiota útil àqueles que querem pisar na sua cabeça, moça.

LA, eles não sabem o que dizem.


Max Gillian.

Anônimo disse...

MST como organização solidária de trabalho????????????
Hahahahahahaha