sexta-feira, agosto 29, 2003

Decep��o

"Despreparo atinge a ECT
A nomea��o de desqualificados, que gerou a crise no Instituto Nacional do C�ncer (Inca), virou regra no governo Lula. A Empresa de Correios e Tel�grafos, por exemplo, ignorou a exig�ncia legal de curso superior e experi�ncia gerencial m�nima de cinco anos para que funcion�rios assumam cargos de diretor regional, diretor regional adjunto e coordenador regional. ....

Que os esquerdistas s�o p�ssimos administradores j� se sabia.
O problema � que Airton Dipp - presidente dos Correios e respons�vel pela bagun�a - � da minha terra, Passo Fundo. E n�o encontro nenhum outro nome que n�o seja da turminha do Lula como refer�ncia da minha terra...
Que decep��o!
Ser� que s� saem pol�ticos desqualificados como Dipp e Beto Albuquerque de l�

terça-feira, agosto 26, 2003

Defini��es Precisas

Somente de um intelectual de calibre de um Olavo de Carvalho poderia sair uma defini��o t�o clara e crua da real motiva��o dos "revolucion�rios" em geral.

Posso acrescentar que o sentimento de "revolta" da inveja do pseudo-intelectual n�o se transforma somente em ira "revolucion�ria", n�o.
Antes se transforma em "pendor" art�stico ou intelectual: pintar um quadro, escrever um livro. Pode at� come�ar com coisas mais comezinhas como escrever um blog.

Quero dizer que este � meu caso!
Eu, o invejoso dos verdadeiros intelectuais, estou querendo me passar por um deles.
J� leio os mesmos livros.
N�o pela busca do conhecimento, mas para me mostrar t�o inteclectual e letrado quanto os verdadeiros.
Dos princ�pios mais profundos e b�sicos da filosofia e hist�ria j� aprendi o que basta para dar um verniz "inteligente" aos meus coment�rios.
Pode-se dizer que sou um verdadeiro impostor.
Talvez minha emula��o de erudi��o fique t�o perfeita algum dia que - ao inv�s de enganar voc�s todos - possa simplesmente enganar a mim mesmo.
Ser� que serei realmente original ent�o?

Agora, se isto n�o der certo, s� me tornando um radical para ser ouvido...

Como estou na primeira fase, por favor, n�o se preocupem...Mas leiam o meu blog!!!
Indefini��es

Os leitores(???!!!) - eles existem? - do meu blog devem achar estranho que ultimamente os posts neste blog acabam se repetindo no blog do �carus (right-junior.blogspot.com), sendo que eu havia sinalizado que neste blog eu previlegiaria os assuntos pessoais, enquanto que no outro os demais.

Acontece que eu n�o sei mais qual � o limite. Tudo � pessoal e p�blico ao mesmo tempo, pois - como sabem os meus leitores - que meus assuntos "pessoais" n�o passam pelo formato "di�rio eletr�nico" de muitos blogs (aqueles que come�am com "Querido Di�rio..."). Na verdade, s�o meus coment�rios sobre o que leio, assisto, escuto. Nesta vis�o "opini�tica" tudo � pessoal e p�blico. Sem maiores defini��es.
� por isso que estou postando nos dois....
Outra raz�o � que estou sem tempo para trabalhar de modo mais customizado em cada um deles.
Estou postando sem filtro - como aqueles maravilhosos cigarros de minha adolesc�ncia.

segunda-feira, agosto 25, 2003

As Causas da Pirataria
O Giovanni Macdonald coloca uma quest�o sobre os piratas muito relevante, que tem todo o meu apoio: realmente, somente em pa�ses como o Brasil, com uma carga excruciante de impostos o neg�cio da pirataria � t�o atrativo e lucrativo....
As pessoas est�o cansadas de pagar sempre a mais. Muitas vezes nem sabem que o que onera o seu bolso s�o os impostos.
Com a infla��o alta isto n�o era vis�vel.
E como o lucro da ind�stria est� entre 1 a 3%, o restante s�o impostos...


sexta-feira, agosto 22, 2003

Os anos 80 e a ditadura...

Eestou escrevendo este post para dar a minha visão sobre os fatos.

Tenho lido em blogs como o Se Liga declarações de arrependimento sobre, por exemplo o Brock ("ter ouvido e até gostado de uma música - 'Até quando esperar' / Plebe Rude - com um refrão esfericamente imbecil como este, faz parte da minha lista de vergonhas passadas...") e opiniões sobre "como eram bons os tempos da ditadura" do meu companheiro de blog, o
Icarus que me fizeram cometer este post "elucidativo".

A minha opinião é de que, bem, ambos estão parcialmente corretos.

Concordo que num primeiro momento a revolução 64 atingiu o seu objetivo, que foi de colocar o Brasil novamente no eixo da paz, ordem e do desenvolvimento. Depois do sucesso inicial e de ganhar corações e mentes até pelo menos o final do Governo Médici, o respaldo popular a favor do movimento começou a enfraquecer - assim como a qualidade dos governos militares - culminando 20 anos depois no movimento das Diretas já e o tão esperado fim da ditadura.

O por que disto tem suas razões, vou enumerá-las:

- A revolução foi "envergonhada": com o ímpeto de impedir a propagação das idéias "comunistas" o governo usou da censura de forma pesada, eliminando o debate político. O estrago foi o de não mostrar ao país os fatos reais acerca do movimento de 64 e o perigo que o país enfrentou em suas instituições democráticas. Falar de política no Brasil virou tabu. Toda uma geração - como a minha - cresceu sem saber nada sobre estes fatos, como se o governo tivesse vergonha de seus atos. Isto fez com que as versões dos derrotados - na maior parte mentiras deslavadas acerca da luta pela "democracia" dos heróicos esquerdistas - mas na prática a única existente, começasse a se tornar a realidade. No começo isto não "colou" muito , mas na medida que o modelo econômico fazia água e a insatisfação da população crescia estas estórias começaram a virar realidade.

-Foi longa demais: Vinte e um anos sem votar para presidente ã tempo demais! A sociedade brasileira já tinha amadurecido e estava preparada para voltar ao controle do país muito mais cedo. Se isto tivesse acontecido, poderíamos ter um governo civil de direita - nesta época o discurso de esquerda ainda não tinha dominado o ambiente - que pudesse corrigir o rumo do modelo, que já fazia água seria o ideal).

-O viés paternalista : A ditadura militar tinha de fazer o seu dever de casa que era transmitir às gerações mais novas - como a minha - seus reais motivos. Ao invés disso se lançou numa prática censora da mídia que, com o intuito inicial de impedir a propagação de idéias subversivas, ao longo do percurso perdeu o foco e passou a pautar e tutelar a sociedade brasileira na defesa da moral de dos bons costumes. Isto acontecia através da censura a todas as manifestações artística/midiáticas como música, cinema, imprensa e televisão.
Se foi branda, pode se dizer que sim, mas teve episódios tão ridículos e desnecessários que sã ativaram a sociedade contra ela, como o caso do "Laranja Mecânica" (filme de 74 que sã assisti com abomináveis "bolinhas pretas" nos idos de 1979) e do Sítio do Pica-pau Amarelo! Isto mesmo O programa infantil teve uma cena de Zilka Salaberry (que interpretava a Dona Benta) cortada pela censura pois sua personagem parecia PENSAR algo inadequado...

- Modelo equivocado:Hoje se fala tanto nos conceitos de clássicos de direita conservadora e liberal que até parece que o movimento de 64 se pautou por elas. Isto ã uma uma falácia
No início sim, com Castelo Branco e Bulhões/Roberto Campos na economia a rota da ortodoxia foi seguida e bem implementada. Com a criação da correção monetária tivemos outro sucesso inicial em combater a inflação Outro acerto fenomenal foi o de investimentos em infra-estrutura, com projetos visionários bem-sucedidos (Itaipu, melhoria da malha rodoviária comunicações) e também mal sucedidos (Transamaònica, Angra I,II,III).
O problema ã que no coração de um regime de direita batia um coração de esquerda. O modelo estatizaste adotado pelos militares sã encontraria paralelo em países comunistas como a própria União Soviética
O fato que a estatização e as grandes obras criaram um passivo enorme, que começava a pressionar novamente a chama da inflação
Não nos livramos da revolução socialista iminente em 64 para cair nisso. Não merecíamos Parece que no calor da batalha, os militares trocaram o script com os revolucionários de esquerda...
Outro sintoma esquerdista foi o afastamento diplomático do Brasil com o Estados Unidos.
Na diplomacia externa, por exemplo, durante todo o governo militar o Brasil ficou no grupo dos países "não-alinhados" -grupo de países "neutros" durante a guerra fria, isto ã, que não pendiam nem para os EUA nem para a URSS. Isto na fachada, pois na verdade o grupo era uma manipulação da União Soviética para minar o grau de influência dos EUA na ONU.
Soma-se a isso o acordo nuclear Brasil- Alemanha, que quebrou um protocolo de intenções com o governo americano e temos um retrato de um regime bem anti-americano. Isto tudo com um governo republicano na Casa Branca. A coisa então piorou com a eleição de Jimmy Carter em 1976 (desculpa algum eventual erro nas datas mas estou escrevendo de cabeça..).
O anti-americanismo de nosso exército ã marcante até hoje: ao invés de se preocupar com a invasão da Amazônia pelos narco-traficantes das FARC, boa parte da caserna prefere acreditar em estórias da carochinha sobre a tomada da Amazônia pelos EUA...
- Modelo econômico II: Perdemos uma grande chance de fazer de se fazer uma bela reforma do estado. Poderíamos ter nos livrado da Era Vargas neste período Se fizéssemos como o Chile que privatizou e modernizou sua economia durante ao mandato Pinochet teríamos chegado ã estabilidade mais cedo. A falta de uma revisão do modelo fez com que a inflação voltasse a pressionar, chegando em 1980 ã casa dos insuportáveis 100% ao ano. A decadência do regime era evidente. Começando em grande estilo com Castelo Branco, agora tínhamos que agüentar um Figueiredo resmungando sobre preferir o cheiro dos cavalos ao cheiro do povo.

-Terror/Tortura: Sim houve tortura sim. Em 1975 ficou evidente no assassinato do repórter Herzog (admitido pelo próprio presidente Geisel em entrevista ). E com outra tortura e assassinato do operário Manuel Fiel Filho, em 17 de janeiro de 1976. Havia algo de podre nos porões do regime Geisel: o governo perdeu controle sobre sua facção anti-terror. Os excessos aconteceram. Houve também terror de direita no período sim. Bem menor do que o implantado nos 60 pelos revolucionários de esquerda mas que existiu, existiu como os casos RioCentro (81) e a explosão na OAB em (80).

Com tudo isto era realmente muito legal poder cantar - finalmente - em 1985 com o fim da ditadura versos como "Com tanta riqueza por aí aonde está cadê sua fração?" . Não precisávamos mais de metáforas para dizer ou falar de política novamente.
Não me envergonho de ter apreciado - e ainda gosto - da Plebe Rude. Hoje este discurso ã uma piada e sã vale como "recuerdo" desta época O nome do disco "O Concreto Já Rachou" era uma ironia com Brasília e o regime pois já estávamos fartos da tal ditadura e queríamos - e tínhamos o direito a isso - de volta os destinos do país Principalmente eu com meus 21 aninhos, louco para votar para presidente!!!

Para finalizar: Sã se vai para a frente, gente. Não consigo encarar o regime de 64 como um modelo a seguir. Apesar de concordar com o fato de a inflação ter sido baixa (parcialmente certo), a violência praticamente não existir e que o país se desenvolveu, a receita Keynesiana desandou logo ã frente - como toda receita Keynesiana - pois não ã o governo que deve bancar o desenvolvimento do país, ã a iniciativa privada. Novamente o mesmo erro foi cometido e uma grande chance foi perdida.
Resumo: Não temos modelos a seguir... O Brasil ainda é uma página em branco em termos de sucesso econômico duradouro...

terça-feira, agosto 19, 2003

A Onda do Flash Mob e Software Livre

Li na ZH de hoje sobre a estr�ia em territ�rio nacional da nova mania mundial: O "flash-mob", que � um encontro - melhor dizendo um "happening" - agendado entre desconhecidos pela internet para fazer algo inusitado em algum lugar.
Em S�o Paulo foi a vez do pessoal tirar os sapatos e matar baratas virtuais em plena Avenida Paulista.

O que quero chamar a aten��o � que no meio do evento apareceram algumas pessoas com cartazes de "protesto" inacredit�veis como "contra burgu�s - baixe MP3".(!!!???).
Depois fui saber que o "protesto" veio do editor da revista Geek.

J� temos o tecno-comunismo!!!

S� no Brasil � mesmo para coisas t�o d�spares quanto comunismo e tecnologia andarem de m�os dadas. � um sintoma s�rio este em que at� iniciativas como o software livre - que � um elemento a mais dentro do mercado da TI - vira um instrumento de luta contra o pr�prio capitalismo, sendo o capitalismo o �nico sistema que produz as condi��es ideais para estas iniciativas, uma vez que premia o emprendedorismo, a criatividade e a competi��o. � incr�vel usar isto como arma contra o sistema.
Outra coisa not�vel � que apesar de ser criado na Europa, o Linux s� come�ou sua escalada mundial quando companhias americanas como a red hat entraram no jogo e no mercado. Infelizmente at� para seus planos de "domina��o mundial" dependem dos yankees...
Ora, bolas v�o reclamar para Fidel Castro...
Ali�s tem algum produto de software livre produzido em pa�ses como Cuba?
Que pergunta idiota... Nem software � livre em Cuba...


segunda-feira, agosto 18, 2003

Steven Spielberg errou a m�o...
Assisti neste fim-de-semana ao filme "Prenda-me se for capaz", e com ele pude chegar � conclus�o que a fase mais criativa do SP ficou no passado.
Ou apenas a sua atual fase deixa muito a desejar.

Este "Prenda-me..." � um filme decepcionante: como aventura gato-e-rato n�o tem supresas e � muito longa. Falta ritmo tamb�m. Parece que o cineasta desaprendeu a fazer filmes leves que N�o tenham efeitos especiais envolvidos.

O elenco tamb�m n�o foi dos melhores: quando o ator combina - Tom Hanks - o roteiro n�o ajuda, com pouca profundidade no personagem. Ao contr�rio do p�ssimo Leonardo di Caprio, um ator sofr�vel vivendo um protagonista muito aqu�m do que deveria. Algu�m do porte de um Tobey Maguire daria muito melhor conta do recado.

Resumo: dos tr�s �ltimos filmes do diretor s� se salva "A.I. - Intelig�ncia Artificial"...

Uma pena, mas todos os cineastas t�m o seu auge e tamb�m decad�ncia. Espero que no caso de SP seja apenas uma fase ruim...

sexta-feira, agosto 15, 2003

Nostalgia New Wave


Hoje vi um comercial do desenho "BOB ESPONJA" no Cartoon Network que me levou aos de volta � 1980... A trilha do desenho era "Rock Lobster" dos B-52's.
O LP eu ainda tenho em casa e � um cl�ssico!

A� eu me lembrei de tantas bandas legais que eu curtia na �poca como:
- Pretenders
- Devo
- The Jags - mais por "(I've got your number) Written on the Back of My Hand"
- The Knack ("My Sharona")..
- Ramones
- Blondie ("Eat to the Beat" foi o primeiro disco New Wave que eu comprei na vida em 1979).
Para mim estes ainda s�o cl�ssicos indispens�veis...

quinta-feira, agosto 14, 2003

Estatuto das armas

Resposta do senador Zambiasi , sobre seu voto favor�vel ao estatuto (ali�s todos os senadores ga�chos votaram a favor) quando a maioria da popula��o ga�cha est� contra o projeto:

"Prezado Luis Assump��o,
Eu sempre prezei pela seguran�a e integridade da fam�lia brasileira.
Respeito seu posicionamento e destaco, que somente o desarmamento n�o ser�
suficiente para minimizar o n�mero de v�timas da viol�ncia brasileira. �
preciso conscientizar a popula��o.
Ressalto ao senhor que defendi o Estatuto do Desarmamento, aqui no Congresso
Nacional, principalmente pelo fato de a proposta prever e autorizar a posse
de arma na resid�ncia do cidad�o, para que ele possa proteger sua fam�lia e
sua propriedade.
N�o ficaremos vulner�veis ao crime organizado.
Outra informa��o: o Estatuto venceu apenas uma etapa do processo legislativo
ao ser aprovado pelo Senado Federal. A proposta ainda seguir� para
aprecia��o da C�mara dos Deputados, onde, certamente, receber� novas
altera��es � sua viabilidade.
Ademais, no endere�o www.zambiasi.com.br no
link "discursos", est�o minhas manifesta��es na discuss�o da mat�ria e na
defesa de emenda de minha autoria que foi rejeitada pelo relator Sen.C�sar
Borges. A minha p�gina na internet � atualizada diariamente e � um dos
instrumentos de presta��o de contas aos meus eleitores, quanto � minha
atua��o parlamentar.
Agrade�o, fraternalmente, sua contribui��o e espero que o senhor continue
acompanhando e colaborando com o meu trabalho parlamentar.
Um forte abra�o,
Senador Sergio Zambiasi. "

Se algu�m pude me mostrar onde o tal estatuto possa "prever e autorizar a posse
de arma na resid�ncia do cidad�o" ... A� eu fico a favor.
Assim como me convencer de que a criminalidade que assusta a sociedade brasileira � aquela que acontece em brigas de b�bados nas sa�das de bail�es no interior do Brasil ...
Ora Senador...


quarta-feira, agosto 13, 2003

Novidades

A partir de agora tamb�m participarei do blog do Right-Junior. S� falta a autoriza��o para entrar no blog funcionar...
Mas aviso aos milhares de um ou dois leitores deste blog que este espa�o continuar� na ativa.
Agora com um perfil mais de di�rio eletr�nico...

Aguardem!

quinta-feira, julho 31, 2003

Bobagens - como transferir dados entre um desktop e um notebook sem disquete,CD, nem e-mail

Esta eu contei no trabalho --e ningu�m acreditou:

H� alguns anos atr�s estava eu preparando uma apresenta��o para um "prospect" em meu desktop (porque odeio usar notebook). Madrugada a dentro a apresenta��o ficou pronta e percebi que ela estava bem gordinha.. Tudo bem, vou salvar em alguns disquetes e transferir para o notebook.
O que eu n�o contava era que o drive de disquetes do notebook tinha dado pau e n�o tinha como eu transferir para o meu arquivo. Pensei em internet, mas na �poca demorar muiiiito tempo para enviar e baixar qualquer mensagem maior do que 3 Mb.

Pensei numa coisa: usar o cabo do telefone para unir os dos computadores, de modo a transferir automaticamente o arquivo de um para outro. Perfeito!!!
O que eu n�o contava era que o discador do windows s� funcinava com o sinal de tom de linha. N�o tinha jeito de ele discar sem sinal de tom... Teste configura��o daqui e dali e nada at� que tive outra id�ia: liguei meu aparelho de telefone em paralelo com a liga��o com meu micro e no instante que ativei o discador no micro A , peguei o fone e "simulei" o sinal de tom com a boca ---p��������� ! Pronto! O discador "discou" e enviou sinal para o notebook que respondeu e come�ou a transfer�ncia do arquivo.... Sem maiores problemas..
Isto salvou o meu dia!!!

Quem � o "deus de neon" que criamos ?

"And the people bow and pray to the neon god they made" - Paul Simon

Aquele Deus da b�blia, onipresente e onisciente, que guiava toda a manifesta��o humana durante s�culos teve a sua divindade questionada e destronada no s�culo XX.
Naquele s�culo, por influ�ncia de algumas doutrinas do s�culo anterior - principalmente o manifesto socialista - e o progresso industrial revelado pela revolu��o industrial, o velho Deus foi trocado por um novo deus, um "Cristo escanhoado" segundo os modernistas de 1922: a ci�ncia.
O progresso cient�fico prometia uma era de prosperidade e lazer para todos. O trabalho pesado cada vez mais relegado �s classes menos abastadas - que nem por isso eram socialmente est�ticas, isto �, de alguma maneira todos usufruiam os benef�cios, mas n�o na mesma propor��o. As promessas do para�so celestial foram trocadas pelo para�so tecnol�gico onde o homem criava o seu universo paralelo, simulando ser deus de seu pequeno mundo. Neste pequeno mundo n�o existia a necessidade daquele Deus todo-poderoso, pois o homem criaria tudo o que seria necess�rio para sua felicidade. O deus de "neon" da modernidade era o pr�prio c�rebro humano e sua religi�o a racionalidade, onde n�o havia espa�o para anacronismos como "f�" e "devo��o" .

O reinado do deus da modernidade cient�fica prevaleceu at� a segunda metade do s�culo XX, de onde emergiu a nova divindade: o socialismo hippie.
Chamo de socialismo hippie a jun��o de dois movimentos sociais: o movimento hippie dos anos 60, que foi a nega��o de toda a era "moderna" at� ent�o, por creditar a ela toda a perda dos verdadeiros valores humanos. Como contraponto � sociedade "repressiva" e "massificante"este movimento pregava uma vida simples e comunit�ria, o uso da criatividade, o sexo livre (a "nova moral") e o uso das drogas como elemento libertador.
Nesta ocasi�o foi declarada a morte do deus da modernidade: ele n�o conseguiu libertar o homem de seus grilh�es seculares (trabalho, dinheiro) acrescentando mais algumas voltas no "torniquete" (bombas at�micas, energia nuclear, polui��o).
O que o movimento hippie queria era apenas a nega��o do modelo e abertura a novas realidades. Sua efemeridade foi tanta que em 1970 o movimento era considerado extinto ("o sonho acabou").
Mas n�o acabou. Congelado no tempo, hibernou at� que seus ideais se juntassem ao socialismo reformista que ganhou forma ap�s a derrocada do regime sovi�tico em 1989.
Os anos 90 foram de gesta��o desta nova estrutura de poder - o novo deus socialista - onde cada detalhe foi minuciosamente preparado para permitir sua entroniza��o barulhenta no novo s�culo (durante as manifesta��es de Seattle em 1999).
O poder do deus socialista hoje se manifesta em praticamente todas as frentes e parece ter apenas um inimigo: a democracia capitalista ocidental.
Os ex�rcitos desse deus ocupam todo o espa�o poss�vel, n�o admitindo outra devo��o de seus s�ditos.
Apesar de tudo sua atua��o � mais sutil do que se poderia se supor, escolhendo palavras de ordem que identificam e atraem multid�es (�tica, igualdade, "justi�a social"). Sua pr�tica parece muito correta tamb�m, ocupados em reformar a alma do homem , extirpando-lhe os preconceitos milenares (politicamente correto).
O que se sabe por�m � que suas boas inten��es s�o apenas farisa�smos em que se troca a integridade pessoal pelo mero exibicionismo expl�cito de sinais de corre��o social.
Assim a luta continua, pois apesar de distante dos homens, o verdadeiro Deus - inspirador em �ltima inst�ncia dos valores b�sicos que proporcionaram o advento da sociedade humana - continua a inspirar a a��es de milh�es de pessoas ao redor do mundo.
E aqui estou eu como um rep�rter privilegiado desta guerra santa. E eu a denuncio todos os dias neste espa�o mas devo confessar que ainda tor�o pelo dia em que "f�" seja a palavra mais adequada para retratar minha rela��o com Deus....

Nao Mande Flores � cova do inimigo ....

Do site do Jornalista Pol�bio Braga:
"O sr. Jos� Eduardo Soares, secret�rio nacional de Seguran�a P�blica, mandou uma coroa de flores ao vel�rio do traficante Marcinho VP, enterrado ter�a-feira no Rio, depois de assassinado e enfiado numa lata de lixo. Tratava-se de um lixo humano. O sr. Soares, subordinado do ministro da Justi�a, M�rcio Thomaz Bastos, fez com seu ato um deboche a todos os brasileiros que t�m diariamente suas fam�lias desestruturadas e s�o tamb�m torturados e seq�estrados pelos bar�es que usam e traficam drogas".

N�o tenho palavras... Como � que gente assim pode estar autorizada a nos defender da criminalidade? Parece que estamos numa �poca em que nada � o que parece. Aqui em Porto Alegre a prefeitura mant�m um programa para aux�lio aos meninos de rua que n�o tem por objetivo tir�-los da rua...
Tudo o que � s�lido desmancha no ar.... Isto tem um refer�ncia clara ao "duplipensar" Orwelliano: finge-se que vai numa dire��o mas na verdade o objetivo � outro.
A hist�ria destes 7 meses de governo Lula � exatamente esta: o marketing do governo � numa dire��o enquanto os movimentos sociais que - n�o se pode negar - � o outro lado do PT vai exatamente para o outro lado.
Tudo muito calculado....
O PT preenche hoje TODOS os espa�os do espectro polit�co. Se o governo Lula n�o der certo a alternativa ser� sempre mais � esquerda - cada vez mais para dentro da radicalidade petista.

segunda-feira, julho 28, 2003

Apoio ao right-junior ....

Hoje li o post do right-junior falando da poss�vel morte de seu blog por inani��o...

Sei que � dif�cil para gente "normal" como eu tentar manter um espa�o como este atualizado e interessante para os leitores.

Eu por exemplo, fa�o no hor�rio do almo�o da empresa, ou em qualquer madrugada p�s-jornada empresa/casa.

� dif�cil. Eu tenho postado de forma irregular. Alguns dias mando at� 2 blogs ao mesmo tempo fico semanas sem dar nenhum pio.

Mas tamb�m quero dar um redirecionamento ao meu blog.
Acho que estou prestando aten��o demais ao sentido "vejam o que a m�dia "normal" est� escondendo de voc� ..." (que na minha opini�o pode ser feito com mais propriedade em sites como
midia sem mascara).
� claro que um dos objetivos que n�o vou me furtar � a busca da verdade. Pelo menos da minha verdade ou da minha maneira de entender as coisas. Todos os fatos e eventos que ajudem nesta busca/descoberta ser�o relatados aqui...

Mas tamb�m quero dar uma fei��o um pouco mais pessoal a este relato (solit�rio, acho eu pois n�o sei - e n�o quero saber - se algu�m al�m de mim l� estas p�ginas...).

A minha mensagem para os bloggeiros desanimados ou decepcionados com sua falta de visibilidade �: N�o desanimem...
Principalmente voc� , meu amigo right-junior, por que uma das raz�es de eu estar escrevendo hoje neste espa�o foi a experi�ncia "do it yourself" que seu blog me mostrou. Ele me inspirou a fazer o mesmo, numa �poca em que me senti muito sozinho com os meus pensamentos....

N�o desanime!!!

terça-feira, julho 22, 2003

Avalia��o de Lula na imprensa

O site Primeira Leitura faz uma an�lise mais sombria dos 7 meses de Lula, principalmente pela vis�o do estado democr�tico de direito, a pr�tica Petista de governar e a liberdade de imprensa...

Leiam um trecho:

"O gatilho no campo havia sido desarmado pelo ex-ministro Raul Jungmann. A MP 2.027, que coibia invas�es, indispondo terras invadidas para a reforma agr�ria e criando um cadastro de invasores, que iam para o fim da fila na ordem dos candidatos a lotes, jamais foi aplicada no governo Lula. Os antiintelectuais da m�dia, que se abst�m de ler tanto obras de refer�ncia sobre seu of�cio quanto as medidas legais, nunca se deram conta de que a MP tanto desagradava ao MST quanto aos propriet�rios que se locupletavam da ind�stria da desapropria��o, anexa � ind�stria da invas�o. Sem-terra, no pa�s, h� muito tempo � um sem-trabalho. No entanto, o MST ainda � tratado como parte de uma inexistente quest�o agr�ria no pa�s pela imprensa dos tontons maCUTs".

DDT e a Mal?ria

O site http://www.accesstoenergy.com/view/ate/s41p1357.htm apresenta uma mat�ria relevante em sua newsletter, que traduzo a seguir...

Leitores de "Access to Energy" t�m repetidamente, durante toda a d�cada passada, sido alertados de uma terr�vel e tr�gica circunst�ncia:

Em algum lugar da terra, em m�dia a cada 12 segundos, uma crian�a morre por causa da mal�ria- uma doen�a que poderia ser eliminada com o uso do DDT. A Nacional Academia de Ci�ncias dos Estados Unidos estima que o DDT tenha salvado a vida de 500 milh�es de pessoas antes que fosse banido. A descoberta do DDT rendeu ao seu inventor um pr�mio Nobel.

Ent�o veio "Silent Spring" (a Primavera Silenciosa) � um livro cheio de mentiras delibaradas e bravatas que propagaram um medo injustific�vel ao DDT. O movimento ambiental embrion�rio acolheu estas mentiras para a primeira de suas grandes campanhas. Esta acampanha coincidiu com a cria��o da EPA (United States Environmental Protection Agency). A EPA estava na busca de um grande assunto para se promover. A EPA estudou o assunto e em seu pr�prio relat�rio informou que o DDT era inofensivo ao meio ambiente, era uma subst�ncia com muitos efeitos ben�ficos e que n�o deveria ser proibida.

Infelizmente, a pol�tica prevaleceu, o DDT foi proibido, e o governo norte americano espalhou esta proibi��o pelo mundo, amarrando-a a toda sorte de programas internacionais.

O resultado: Mal�ria, que estava bem encaminhada para o controle total e a erradia��o agora aflige 250 milh�es de adultos e mata por volta de 3 milh�es de crian�as ao ano. Somente a mortalidade infantil faz da proibi��o do DDT o ato mais vil de genoc�dio tecnol�gico que o mundo jamais conheceu. � o segundo maior ato de genoc�dio da hist�ria - somente ultrapassado pelo reinado do terror sob o comunismo na China..

Muitos ambientalistas t�m falado abertamente disso como "medida de controle de popula��o" (!!???). O Wall Street Journal tem uma linguagem mais direta, referindo-se a isso como se fosse dado aos homens brancos (ecologistas ) o direito de escolher a elimina��o de beb�s negros, mulatos e amarelos.

Sim e as mortes continuam, dia ap�s dia.

Governo Lula - 6 meses depois....

O objetivo hoje � fazer uma avalia��o dos primeiros seis meses do PT na Presid�ncia do Brasil.

Devo confessar que os meus medos mais profundos, de que toda aquela cantilena da campanha, de convers�o ao reformismo social-democrata e abandono dos ideiais socialistas mais puros e revolucion�rios fossem apenas marketing de campanha e que o PT no governo seguiria � risca seu programa partid�rio marxista at� agora n�o se concretizaram.

Este � o lado bom. Pelo lado ruim tamb�m n�o temos elementos para dizer que isto n�o ir� acontecer.

Os primeiros 6 meses de Lula tem se revelado absolutamente esquizrofr�nico na condu��o do pa�s. Ao mesmo tempo que mant�m a pol�tica econ�mica de rigorismo fiscal (sufocante) de FHC, recebe os revolucion�rios do MST com festa no planalto. Quer avan�ar numa reforma da previd�ncia mais ousada que nem FHC poderia prever, mas n�o deixa de apoiar regimes como o Cubano e Venezuelano...

Acho totalmente corretas as avalia��es feitas pelo Primeira Leitura de que este governo se parece muito com a gest�o de J�nio Quadros e Jo�o Goulart: na realidade n�o se sabe qual a dire��o que ele ainda tomar�.
Lula tem se revelado um gestor um tanto d�bio, mantendo em seus postos gente efetivamente incompetente, simplesmente por seus compromissos de campanha.

Se tem na realidade um cadinho de v�rios elementos: pol�tica de equil�brio fiscal, aceno aos movimentos sociais (heran�a do velho PT), anti-americanismo na pol�tica externa, populismo e demagogia assistencialista (Fome Zero), formando um governo "Frankestein".

Que Deus nos ajude (perdoe-me Diogo Mainardi, mas existem ocasi�es que s� Deus - com mai�sculo mesmo - pode ajudar..)

terça-feira, julho 15, 2003

Ex-Inspetor de armas da ONU acusa Bush em novo livro
Scott Ritter - ex-inspetor de armas da ONU, lan�ou um livro , acusando Bush de atacar ilegalmente o Iraque e clamando por umm "mudan�a de regime" nos Estados Unidos nas pr�ximas elei��es.

Coment�rio: Gozado , ele foi inspetor de 1991 a 1998 , ano em que o Iraque foi atacado pelos Estados Unidos, ordenado pelo ent�o presidente Bill Clinton. O motivo daquele ataque era o mesmo que motivou a guerra deste ano: a recusa Iraquiana em cooperar com o programa de inspe��o de armas da ONU (resolu��o 1441 de 1991) . O qu� o ataque de 1998 tem de diferente da guerra de 2003? Apenas o fato de Clinton ser democrate e Bush ser republicano. Clinton n�o � citado tamb�m como respons�vel por um ataque "ilegal" ao Iraque...
Este cara quer somente aten��o da m�dia e influenciar o clima para as pr�ximas elei��es. Um democrata "enrustido"...
N�o d� para emganar ningu�m. Somente a m�dia brasileira, �vida por qualquer anti-bushismo leviano...

sábado, julho 05, 2003

MAIS SOBRE A CAMPANHA DE DESARMAMENTO

O ? M?dia Sem Mascara traz um artigo legal sobre a campanha de proibi??o das armas... Leiam um trecho:

"A Alemanha estabeleceu o desarmamento civil em 1938. De 1939 ? 1945, 6 milh?es de judeus e outras 'minorias' desarmadas foram executadas. Vale lembrar o discurso oco de Hitler na ocasi?o, que cai como uma luva para as ONGs pseudo-pacifistas como Viva Rio e Sou da Paz: 'Este ano entrar? para hist?ria. Pela primeira vez, uma na??o civilizada possui controle total de suas armas. Nossas ruas estar?o mais seguras e nossa pol?cia mais eficiente. O mundo seguir? nossa lideran?a rumo ao futuro'."

segunda-feira, junho 30, 2003

P�ROLAS DA SE��O 'ERRAMOS' DA FOLHA DE S. PAULO

Recebi por e-mail.
Se o "maior" jornal do Brasil comete erros t�o crassos, imagine os outros....

" A peste pneum�nica � transmitida por got�culas de saliva, diferentemente do que informou o texto publicado na p�g. 2-10, no dia 24/09. " (28.set.94) O texto afirmava que a doen�a era transmitida por filhotes de perdiz. Quem editou o texto procurou um sin�nimo para perdigoto, que pode significar tanto salpico de saliva como filhote de perdiz.

" Texto de capa do caderno Ilustrada da edi��o de anteontem grafou incorretamente no primeiro par�grafo a palavra ortografia (saiu hortografia). " (25.fev.95)

" Diferentemente do que foi publicado � p�g. 9-2 (Im�veis) de 6/8, na reportagem ' Publicit�rio opta por sala ' limpa " , o nome correto do instrumento � piano de cauda. " (12.ago.95) Houve troca de cauda por calda.

" Saiu grafado incorretamente na edi��o de ontem o plural de fuzil-metralhadora. O certo � fuzis-metralhadoras, e n�o fuz�veis-metralhadoras, como foi publicado na p�g. 1-14 de Brasil. " (13.set.91)

" A reportagem ' Presidente ter� faixa nova na posse ' , publicada anteontem, na p�g. 1-11 (Brasil), refere-se incorretamente � ef�gie da Rep�blica como esfinge da Rep�blica. " (8.dez.98)

" O autor de ' Dom Quixote de La Mancha ' � Miguel de Cervantes, e n�o Manoel, como saiu publicado no texto ' Dom Quixote ' vira ' nordestino na Globo ' , � p�gina 5 do TV Folha da edi��o de anteontem. " (19.out.99)

" Diferentemente do que foi publicado na se��o de necrologia, caderno S�o Paulo, nos dias 24/6 (p�g. 3-6) e 25/6 (p�g. 3-8), n�o houve missa de Ricardo Bacanhim Pereira. Ele est� vivo. " (27.jun.97)

" Diferentemente do que foi publicado em 29/11, na p�g. 5-7 (Folhinha), o tatu n�o nasce de um ovo. Ele � um mam�fero placent�rio, que se desenvolve na barriga de sua m�e. " (6.dez.97)

" O quadro da edi��o de 9/1 de ' Ci�ncia ' , referente � reportagem ' Viagra para mulher ' , � p�g. 25 do caderno Mais!, indica erroneamente a vagina no local do �nus. No mesmo quadro, o test�culo est� incorretamente indicado no local do escroto. " (14.mar.00)

" O nome do maestro Eleazar de Carvalho saiu grafado errado na edi��o de ontem � p�g. 1-9 do caderno Brasil. " (5.jul.94) (Saiu sem o v)

" Por erro de digita��o, foi grafado po�o cartesiano, em vez de artesiano, na p�gina 3-1 de s�bado �ltimo. " (16.fev.94)

" Diferentemente do que foi publicado � p�gina 2-9 de 29 de maio, na reportagem ' Estrutura pol�tica do Brasil � um desastre ' , a regi�o da Calif�rnia, nos Estados Unidos, onde se concentram as ind�strias de computadores � conhecida como Vale do Sil�cio. " (18.jun.94) Em ingl�s, Silicon Valley. Saiu publicado " Vale do Silicone " .

" O m�sico Carlos Santana � guatemalteco, e n�o mexicano, como informou reportagem � p�g. 4-3 (Ilustrada) de ontem. " (12.mar.96)...

... " Diferentemente do que informou ontem esta se��o, o m�sico Carlos Santana � mesmo mexicano e n�o guatemalteco. " (13.mar.96)

" Diferentemente do que foi publicado na edi��o de ontem (S�o Paulo), a rodovia que passa pela cidade de Praia Grande chama-se Pedro Taques, e n�o Pedro T�xi. " (20.nov.99)

" Diferentemente do que foi publicado � p�g. 1-14 (Brasil) da edi��o de 19/3, a Segunda Guerra Mundial come�ou em 1939, os EUA entraram na guerra em 1941, a Guerra dos Seis Dias foi em 1967, o presidente Richard Nixon (EUA) renunciou em 1974, Margaret Thatcher assumiu o poder no Reino Unido em 1979, o Muro de Berlim caiu em 1989, e o Iraque invadiu o Kuait em 1990. " (27.set.95)

" A capital da Hungria � Budapeste, e n�o Bucareste (capital da Rom�nia), como informou texto publicado � p�g. 1-12 (Mundo) de ontem. " (2.abr.96)

" Texto � p�g. 4-4 (Esporte) de ontem informou incorretamente que a cidade de Santa Cruz de la Sierra, na Bol�via, fica no litoral. " (7.abr.00) A Bol�via n�o tem litoral.