domingo, abril 29, 2012
"Por que não ficaram no exílio"?
Se alguém acredita na propaganda oficial de "pacificação" das favelas, ou qualquer outro engodo sobre a situação real do Brasil, basta ir ao you tube e ver a coleção de vídeos horrendos, de crimes cometidos em frente às câmeras..
Traficantes, assassinos, ladrões, bandidos e criminosos de todos os tipos agem livremente no Brasil sob a proteção de entidades e leis orwellianas como "direitos humanos", "estatuto da criança e do adolescente", "progressão de pena" e tantos outros artifícios legais criados nos Brasil pós-1985.
Hoje o Brasil é um covil de criminosos de todos os tipos, a começar pela presidência da República, ocupada há quase dez anos pelo Foro de São Paulo.
Ante a esta evidência tenho de me render a um comentário enviado a um dos infindáveis vídeos do you tube que retratam estes crimes:
"Por que não ficaram no exílio"?
terça-feira, abril 10, 2012
Mais sobre a o ativismo-idiotismo útil no Clube Militar
Esta professora é uma militante que acha que em democracia só há um lado. O dela. "Postura radical"???
Traduzindo: se você não concorda com a opinião de alguém é seu direito xingar e cuspir na cada do cidadão. A proporcionalidade democrática da ação-reação é claríssima..
Talvez se fossem fuzilados no ato, ou trucidados e empalados em estacas no passeio público, seria uma lição ainda melhor e "educativa" sobre democracia...
Protesto no Rio reflete pressão sobre Comissão da Verdade : Versão Impressa - Política - Estadao.com.br: Para a professora do Departamento de Sociologia e Política da PUC-Rio Maria Celina d'Araujo, a mobilização contra a comemoração reflete a postura radical de parte dos militares da reserva contra a Comissão da Verdade
Alger Hiss, o espião comunista no coração do governo Roosevelt.
Foi o governo aos quais os comunistas tiveram mais influência, pois haviam vários funcionários próximos a FDR que eram espiões soviéticos e tinham a missão também de influenciar as decisões do governo de modo favorável às demandas comunistas...
O mais famoso, sem dúvida foi Alger Hiss.
O WND avisa de um novo livro jogando mais luzes sobre esta personagem fundamental na história da espionagem no século XX.
E muitos vem me falar da "toda poderosa CIA", como se comandasse ao mundo inteiro. Conversa, este papel sempre foi de fato e de direito da KGB e sua nova cara FSB.
Finally, the truth about Soviet spy Alger Hiss: Former U.S. State Department official Alger Hiss was the darling of the Franklin Roosevelt Democrats and the architect of the United Nations.
That he was also a Soviet spy remains one of the most well-guarded secrets of the 20th century.
sábado, março 31, 2012
1964: O Ano Que Nunca Terminou
A "anistia ampla, geral e irrestrita" instituída em 1979, que propiciou a prescrição de todos os crimes cometidos durante a luta armada e repressão (1963-1976) no Brasil, parece ter os dias contados.
Se fosse um "passsar a limpo" todos os crimes cometidos por ambos os lados, de modo claro e sem "filtros", até que não seria má ideia.
O país, desde o fim da ditadura em 1985, não tem feito outra coisa do que reverenciar falsos heróis (os "Roques Santeiros" da "luta pela liberdade") e satanizar aos que enfrentaram a radicalização e mantiveram o país funcionando.
Não iludam-se: os "heróis" não queriam liberdade mas sim a implantação de uma nova e grande Cuba.
É notável como ao longo do processo de redemocratização, ao invés de fazer o país seguir em frente, manteve-o numa fixação ao regime militar como se fosse a causa de todos os males do país.
É notável como o tecido social brasileiro nos anos pós-1985 tem sido rompido com as demandas mais absurdas e artificiais jamais pensadas: são "sem-terrra" contra os "com terra" (como se o país não fosse grande o bastante para acomodar a todos); "negros" contra "brancos" (criamos o racismo institucional onde ele não existia); índios contra brancos; bandidos contra cidadãos (com vantagem para os primeiros).
Todos estes assuntos e "frentes" de batalha parecem ter sido fabricados seguindo o manual de Yuri Besmenov de como corromper uma nação. Neste ano de 2012, depois de três décadas de corrupção, o país está em estado de ebulição.
Mas claro que o tema "ditadura" é a peça de resistência desta receita de fabricação do ativismo fake. Em 1992 já tinha criado o fenômeno dos "caras pintadas": que foram adolescentes lobotomizados pela Globo ("Anos Rebeldes") e foram às ruas praticar o que viram na TV.
Agora, com a onda mundial dos ativistas fakebook ("ocupem wall street") , não poderia ser diferente.
Não é diferente, mas assusta, pois esta militância jovem e descerebrada (militante e em geral "manifestantes" são apenas marionetes estupidificados) parecem mais comissários do povo.
Em outros países são apenas freaks, mas aqui são a demonstração do avanço da estupidificação esquerdista, por isso assusta.
Dois acontecimentos me chamaram a atenção:
Jovens de um tal organização militante resolveram pichar de militares aposentados apontando-os como "torturadores".
Uma palestra sobre a Revolução de 1964 foi alvo de mais ativistas descerebrados (cortesia do cavaleiro do templo).
Minha conclusão é de que esta massa de ativistas nada conhece sobre a história brasileira.
Aqui abaixo alguns links sobre o assunto, ainda é tempo de aprender algo.
Brasil: uma nação que salvou-se a si mesma
Derrubando a história oficial de 1964
Vítimas do terrorismo no Brasil
Sugiro aos "ativistas" que, antes de cometer asneiras como essa, leiam um pouco mais.
quinta-feira, março 08, 2012
Aborto & Eutanásia Instantâneos no Brasil
"Nesta segunda feira, dia 5 de março, o Senado está
preparando, através da Comissão de Reforma do Código Penal, a
legalização do aborto e da eutanásia no Brasil, cumprindo uma
agenda, proposta pela Senadora Marta Suplicy, de fazer com que a
legalização do aborto, através do Congresso, se tornasse um fato
consumado antes das próximas eleições de 2014.
Esta agenda está agora tornando-se possível pela indicação de
alguns juristas, abertamente a favor do aborto, como integrantes da
Comissão de Reforma do Código Penal. Entre eles está o
professor Luiz Flávio Gomes, membro da Comissão, o qual, além
do aborto, é também conhecido promotor da eutanásia passiva e
ativa, e do suicídio assistido."
sábado, janeiro 21, 2012
O Caráter Oculto da "Revolução Científica" segundo Umberto Eco
"Tornava-se para mim cada vez mais difícil separar o mundo da magia daquele que hoje chamamos o universo da precisão. Encontrava personagens que eu havia estudado na escola como sendo portadores da luz matemática e física em meio às trevas da superstição, e descobria agora que haviam trabalhado com um pé na Cabala e outro no laboratório. Estava relendo talvez a história inteira através dos olhos dos nossos diabólicos? Mas depois encontrava textos insuspeitos que me diziam como os físicos positivistas mal saídos das universidades andaram a freqüentar sessões mediúnicas e cenáculos astrológicos. e como Isaac Newton havia chegado à lei da gravitação universal porque acreditava na existência de forças ocultas (recordava-me de suas explorações no terreno da cosmologia rosacruciana).
Fizera da incredulidade um pricípio cientíico, mas agora tinha de desconfiar até dos mestres que me haviam ensinado a me tornar incrédulo".
Umberto Eco - "O Pêndulo de Foucault"
sábado, dezembro 10, 2011
sábado, dezembro 03, 2011
Novas Igrejas Desconstrucionistas
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| Nova Basílica Fátima |
A "nova" basílica parece um coliseu anódino onde , se não fosse pelo crucifixo (que também é difícil de perceber), nada levaria a concluir que ali há um templo de oração, uma "casa de Deus"..
Esta é a nova tendência da moderna arquitetura que, já não contente em enfeiar / desumanizar todos os espaços urbanos, com suas caixas sem sentido nem estética, volta-se para destruir a última fronteira: os templos religiosos, mais particularmente os católicos.
O novíssimo exemplo desta sandice, que enterra milhões de euros (aqui em Portgal), é a nova igreja do Restelo, também conhecida como "Igreja-caravela".
Ainda não está completa. Ao final ficará assim:
Ainda há dezenas de outros exemplos, espalhados pelo país...
No artigo anterior falei sobre o suicídio cristão, este parece mais um capítulo.. Até os sinais externos -- como a marca indelével que a arquitetura sacra deixou nas cidades ao longo de milênios, sendo mesmo as maiores atrações destes locais (Paris - Notre Dame, por exemplo) -- parece que sucumbiram à auto-negação cristã.
Não basta tolerar seus inimigos ao ponto de render-se à eles, mas eliminar os próprios traços externos de sua própria fé. Ou fazer uma paródia do que foram, durante séculos, exemplares de devoção e desapego ao terreno..
sexta-feira, dezembro 02, 2011
Tolerância Cristã ou Suicídio?

Muçulmanos rezam em frente ao Duomo, em Milão; João Paulo II beija o Corão (Maio de 1999 Vaticano).
O movimento de Islamização da Europa, para ser melhor entendido, tem de ser observado pelas suas partes constituintes que, ao meu ver, mesclam valores tradicionais e fundantes da fé cristã com outros que foram cuidadosamente plantados para mesmo explorará-las, tornando-as mesmo cavalos de tróia desta invasão.
Dividi estes elementos em passivos, circunstânciais/históricos e ativos.
Elementos passivos:
São os valores tradicionais da fé cristã. Destaco a tolerância e o amor ao próximo, especialmente as palavras de Jesus em "dar a outra face ao inimigo".
Mas é claro que eles são utilizados como pano de fundo. Ao tempo de Jesus estes novos valores serviram para mostrar que o Reino de Deus estava ao alcance de todos que ouvissem Suas palavras e que a maior fortaleza que os cristãos poderiam mostrar aos seus inimigos era escolher a morte à renegar seus valores.
Ora, isto é o contrário do que acontece hoje em dia, em que a tolerância não é usada para dar acesso a todos sobre as "boas novas" mas sim refrear os cristãos em divulgar estas boas novas.
Mas esta nova percepção não teria lugar se não fosse a ajuda dos outros elementos.
Elementos circustânciais / históricos:
Classifico-os assim pois a sua origem, apesar de ser rastreável ao longo dos séculos (principalmente depois da Reforma protestante culminando com a Revolução Francesa) não tem um ator único. Refiro-me ao
Revisionismo histórico I (anticlerical): que deu origem aos inúmeros "complexos de culpa" da Igreja Católica, especialmente , neste caso às Cruzadas e a "ocupação" de Jerusalém.
Revisionismo histórico II (a vitimização dos muçulmanos): Ao mesmo tempo que se reforça a "culpa" dos cristãos, se cria uma vitimização dos muçulmanos. Sim, apesar deles mesmo terem dominado todo o sul da Europa durante séculos, reintroduzindo a escravidão entre outras coisas, são tratados como vítimas do cristianismo.
Elementos ativos:
Concílio Vaticano II: A "nova igreja", moderna, se incorpora ao mundo. Ao incorporar-se, começa a fazer "parte do mundo", exatamente o contrário do que JC havia pregado. O quanto isso se deve à influência comunista nas fundações do concílio tem de ser ainda completamente esclarecidas, mas é inegável que, depois de mais 5 décadas tentando acabar com o seu maior inimigo, o catolicismo, o comunismo compreendeu que só poderia ganhar a batalha por invadir a Igreja por dentro.
Ecumenismo: É um dos filhotes do concílio, mas deve ser examinado de modo especial, pois apesar de parecer uma resposta ao "complexo de culpa" histórico é, em si mesmo, uma confissão de que a fé católica - e cristã por extensão - é uma commodity como qualquer outra no mundo das religiões. Não há qualquer razão para alguém ser cristão, a não ser históricas e culturais. Todas as religiões ao fim e ao cabo tem o mesmo "fim". O beijo de João Paulo II ao Corão pode ser atribuído diretamente a este motivo.
Jihadismo: Concomitante às forças que levaram ao Concílio II, no mundo muçulmano desenvolveu-se uma corrente ultra radical que pregava a leitura do Corão em termos absolutos (ou reais - não sei em que extensão o Al-Corão é baseado na matança para estabelecer a "verdade" ou se isso é uma explicação não verdadeira).
O uso dos elementos anteriores pelos ex-comunistas: Aqui está o acendimento do rastilho de pólvora. Historicamente o ano de 1979 poderia ser definido como o ano da inauguração do uso dos regimes islâmicos radicais pelos soviéticos. Havia é claro a OLP. A OLP foi criada pela KGB. Um falso movimento, com um falso líder (Lula é outro criado da mesma forma, assim como Obama), mas a OLP não tinha o poder que os Ayatolás tinham, que unia o poder secular recém conquistado com a liderança religiosa inconteste. Pois bem, o ano de 1979 foi o ano que a KGB roubou o movimento islâmico dos muçulmanos. Isso quer dizer que, neste ano, os "estudantes iranianos" -- afogados em propaganda marxista soviética, como descrito em detalhes no "KGB and the Soviet Disinformation" Ladislav Bittman -- resolveram começar a sua "ação direta", invadindo a embaixada americana en Teerã. O Khomeini foi arrastado a ser líder de uma "revolução" a qual não era a que ele primeiramente se propunha.. A partir daí é história.
A conclusão é que os comunistas estão usando agora os muçulmanos para acabar com a sociedade ocidental e com ela o seu pior inimigo: a Igreja Católica.
Para a destruição completa, não basta destruí-la por dentro, até por que, estes movimentos como ecumenismo, Concílio II e tudo mais seriam contra-atacados dentro da Igreja, como estão sendo neste momento. O objetivo é enfraquecer a Igreja por dentro, mas não destruí-la.
Querem uma Igreja amigável, ou pelo menos "inimiga" do seu maior inimigo: O capitalismo, os Estados Unidos e seus aliados..
Estão conseguindo...
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quinta-feira, dezembro 01, 2011
Mulheres protestam em Cuba
segunda-feira, novembro 28, 2011
Off topic: soundcloud
Não, não abandonei o blog, como muitos gostariam...
Como estamos em época de natal (e faz um friozinho por aqui) resolvi dar um presente aos leitores do "nadando"...
Aqui vai o link para o meu perfil público no soundcloud e algumas versões de alguns clássicos (outros nem tanto) que gravei como hobby...
Abs..
http://soundcloud.com/luis-afonso
terça-feira, setembro 06, 2011
"A dúvida de Descartes"
O suporte central deste novo mundo lógico-racional foi a dedução ("Cogito ergo sum") de Descartes, a partir de seu exercício de dúvida metódica. Apresento o texto abaixo, retirado da coleção "Grandes Pensadores" sobre o tema, onde o autor faz algumas análises pertinentes sobre o tal processo da dúvida metódica.
A dúvida de Descartes (luisafonso): "Antes de mais , é evidente que o processo de dúvida metódica evolui sob a supervisão da faculdade racional. Contudo, Descartes afirma que “rejeita” como falsos todos os raciocínios que antes tinha tomado por demonstrações.
Ora, não parece lógico limitar a rejeição unicamente aos próprios raciocínios. Os raciocínios não aparecem sozinhos e são, pelo contrário, o produto da razão humana. E, se os raciocínios foram erróneos, isso é por que o seu emissor, a razão, não pode ser considerada como uma instância absolutamente fiável. Mas, nesse caso, como poderemos confiar nela para o resto do processo?"
quinta-feira, agosto 11, 2011
Liberais-Conservadores no Brasil
Já escrevi alguns artigos tentando desvendar esta entidade, sendo o último "Conservadores ... No Brasil?", em 2008. De lá para cá, algumas percepções e principalmente, algumas leituras me proporcionaram uma visão com mais profundidade e perspectiva do que escrevi em 2008 e que gostaria de compartilhar com meus leitores.
Primeiro um resumo: o liberal-conservador é um ente político-cultural com os pés fincados na tradição (no Brasil seriam o respeito à uma hieraquia de valores que vão do cristianismo e a responsabilidade individual em oposição aos valores coletivistas, com especial ojeriza a processos revolucionários) e com a cabeça econômica voltada aos modelos liberais da Escola de Salamanca, Adam Smith a Mises e Hayek. Muitos alegam que esta criatura nunca existiu em solo nacional, sendo apenas uma fracassada tentativa de tropicalizar o conservadorismo Made in USA.
Estes mesmos críticos "nacionalistas" não conseguem perceber que as teorias revolucionárias é que foram implantadas à força em solo nacional, não o conservadorismo e muito menos o liberalismo econômico.
Nos últimos meses li dois livros que ajudaram-me a refinar esta percepção. Com o primeiro, "1822" de Laurentino Gomes, percebi que os personagens que circundam os acontecimentos relativos à Independência do Brasil não tinham nada a dever aos tão admirados "pais fundadores" dos Estados Unidos, principalmente Dom Pedro I e o "patrono da Independência" José Bonifácio de Andrada e Silva; Com o segundo, "Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil" de Leandro Narloch, obtive uma comprovação de que o pensamento liberal-conservador é de fato a base da formação do Brasil, por isso mesmo é anterior a qualquer modelo revolucionário importado desde então, seja pela influência da Revolução Francesa seja os ideais comunistas e socialistas que a sucederam. No livro de Narloch há um capítulo chamado "Elogio à Monarquia" que abaixo reproduzo alguns trechos luminares.
Elogio à Monarquia (luisafonso):
"Entre 1822 e 1831, todos os ministros brasileiros que tinham educação superior haviam estudado em Portugal – 72% deles em Coimbra" (..)
"O iluminismo propagado em Coimbra era mais comedido e cauteloso. Os estudantes liam Adam Smith, pai do liberalismo econômico, e Edmund Burke, o pai do conservadorismo britânico – os dois autores foram traduzidos para o português por José da Silva Lisboa, o visconde de Cairu. Cairu foi o homem que aconselhou D. João VI, quando este chegou à Bahia, a abrir os portos às nações amigas." (..)
"O visconde de Uruguai, que foi deputado, senador, ministro e conselheiro de D. Pedro II, acreditava que era preciso “empregar todos os meios para salvar o país do espírito revolucionário, porque este produz a anarquia e a anarquia destrói, mata a liberdade, a qual somente pode prosperar com a ordem”. (..)
"Criou-se assim um ambiente em que era deselegante e infantil pregar revoluções e reformas radicais. Havia um consenso, mesmo entre os políticos brasileiros de grupos inimigos, que mudanças, se necessárias, deveriam passar por um processo lento e gradual, sem sobressaltos e traumas, garantindo liberdades individuais. “Buscavam mudanças inovadoras, mas ao mesmo tempo queriam conservar o espírito das antigas estruturas econômico-sociais”, explica a historiadora Lúcia Barros Pereira das Neves no livro Corcundas e Constitucionais, outro clássico daquela época.5 No meio do caminho entre as reformas e a necessidade de manter a tradição, esses políticos são chamados hoje de liberais-conservadores." (..)"Desse ponto de vista, a monarquia teve para o século 19 o mesmo papel de ditadura militar no século 20: evitar que baixarias ideológicas instaurassem o caos entre os cidadãos."
Por este trecho percebe-se que o liberal-conservador sim é que é um perfil tradicional na política nacional, mas que foi embaçado pelos aventureiros, revolucionários que adentraram à história do país a partir da proclamação da República.
De um certo modo, ao entrar na "República", abandonamos o modo político verdadeiramente republicano para nos dedicar a selvagens experiências mais o menos revolucionárias, num processo crescente que teve, de tempos em tempos, apenas intervalos de redução em sua velocidade.
É hora, mais do que nunca, dos liberais-conservadores, voltarem ao seu lugar de direito na vida política nacional, lugar que foi lhes tirado ja há muito tempo.
quarta-feira, agosto 03, 2011
O correção política é doença do esquerdismo crônico
Comentário:
Esta visão de que a sociedade brasileira tem uma "dívida" para com a população negra é algo que não posso concordar. Pensar que os "erros" de mais de 300 anos atrás tem de ser compensados nos dias de hoje é um absurdo. Se todos os povos que ao longo da história escravizaram a outros povos tivessem de compensar retroativamente seus escravos, não tinha de como identificar de forma unívoca os senhores dos escravos, pois estes papéis trocaram ao longo do tempo. Senhores num dia, escravos nos outros. Há dados comprovados que havia escravidão entre tribos africanas e que até mesmo os portugueses aprenderam com eles a prática do uso de escravos como moeda de troca. Ou seja, identificar somente aos negros como eternas vítimas da escravidão é esquecer um passado mais longíquo, onde os negros representam somente a sua última camada.
Outro pressuposto é que a população negra no Brasil nunca se misturou, que os negros ou pardos são de descendência exclusiva africana. Isto é outra falácia. Brancos, negros e índios sempre se misturaram no Brasil. Sendo esta "mistura" motivo de críticas e vereditos definitivos de países europeus setentrionais (e segregacionistas por definição) que viam nisso a causa de todos nossos males. Pois essa miscigenação também torna as supostas "vítimas" como parte dos "culpados" também.
Um estudo, com o título de "Brasileiros são mais europeus do que se imaginava", mostra dados "chocantes" como este:
"O trabalho revelou que, em todas as regiões, a ancestralidade europeia é dominante, com percentuais que variam de 60,6% no Nordeste a 77,7% no Sul. Mesmo as pessoas que se denominam negras pelos critérios do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apresentam, na verdade, uma alta ancestralidade europeia. Para se ter uma ideia, na Bahia, os negros tem 53,9% de raízes europeias. Na análise dos especialistas envolvidos no trabalho, a "europeização" do Brasil se deu a partir do fim do século XIX, com o fim do tráfico negreiro e da escravidão e o início do fluxo migratório de aproximadamente 6 milhões de trabalhadores europeus."Resumo: todos, inclusive os negros, são mais europeus do que africanos e portanto "escravizadores".
Outra coisa a notar é que esta mentalidade de danos e reparações ancestrais tem um componente segregacionista e racista por definição. Pois no mundo perfeito dos racistas do "bem" nem negros, nem brancos, nem índios não deveriam nunca terem se "misturado". Só desta maneira é que a "compensação" seria perfeita, pois isolaria o "mal" (a influência branca) de ter "corrompido" a "raça" negra.
No fundo o que pregam estas políticas de compensação é a institucionalização do geto, da segregação "reparadora".
A origem do corretismo político é uma a redução simplificadora, geralmente de esquerda, em identificar vítimas e vilões na história. No caso do Brasil, não só o branco europeu (português) mas a própria miscigenação nacional são identificadas como "más".
Se Gilberto Freyre estivesse vivo, reviraria-se no túmulo, pois foi com a sua obra é que os brasileiros começaram a ver a miscigenação como algo bom, diferentemente da visão da Europa setentrional que pregava exatamente o contrário.
Parece que no fundo o politicamente correto quer é retornar a esta visão deturpada de preconceituosa.
segunda-feira, agosto 01, 2011
Desafiando a Nomenklatura Científica: A Árvore da Vida de Darwin já era!!!
terça-feira, junho 07, 2011
Série: Livros Inesquecíveis - "E O Homem Conquistou a Lua" (1970)
Vou iniciar minhas memórias...Afinal quase aos 47 tenho de começar pois se demorar mais já não vou lembrar mesmo...
Para iniciar a minha série, vou voltar bem ao passado. Deve ser por volta de 1971.
Naquele ano, recebi de aniversário de minha irmã Celsa, um livro chamado "E o Homem Conquistou a Lua".
É um livro-reportagem sobre a Apolo 11, que em 1969 pousou na Lua.
Lembro de ter visto, naquele ano, em TV preto e branco as reportagens na TV Piratini (hoje RBS TV) sobre a aventura.
Mas nada se comparou à experiência de ler/ver o "E o Homem..". Pela primeira vez vi imagens em cores do passeio lunar.
Mas o que ficou na minha mente até hoje foi o assombro de ver uma foto da Terra do espaço em que se podia ver nitidamente os contornos dos continentes...
Nos livros da escola as imagens da Terra eram sempre de um globo azulado cheio de nuvens. Nada poderia ser visto abaixo disso. Eu olhava os mapas no meu "mapa mundi" escolar e ficava me perguntando como é que sabiam que os continentes eram daquela forma se nunca havia visto nada que comprovasse tudo aquilo.
Foi então que ao folhear o livro, vi, com surpresa e assombro, que a África e a América Latina eram exatamente como no meu pequeno "atlas" escolar.

Impressionaram-me também a solidão daqueles homens (Aldrin,Collins, Aldrin) naquelas desérticas crateras empoiradas e sem vida, estando tão perto - com a Terra a fazer as vezes de "lua" alternativa.
A intuição da raça humana como algo único apresentava-se, nestas imagens, com um certeza quase absoluta.
Depois disso meu interesse em geografia, viagens espaciais e é claro, ficção científica aumentaram... Foi por causa deste livro que depois encontrei-me com Verne e H.G. Wells..
Obrigado mana!!!
segunda-feira, junho 06, 2011
Eleições em Portugal: Lições para o Brasil!
O que tem de interessante é que sua campanha - segundo a imprensa - foi cheia de equívocos e "tiros no pé" - conforme listado abaixo pelo Blasfêmias.
Os tiros no pé de Passos Coelho « BLASFÉMIAS
Passos Coelho ganhou as eleições depois de:
- ter defendido uma revisão constitucional radical
- ter imposto ao PSD um cabeça de lista por Lisboa vindo da sua esquerda
- ter dito que não haveria ministério da cultura
-ter dito que não haveria um ministro em exclusivo para a agricultura
- ter dito que aplicaria o programa da troika
- ter criticado Pacheco Pereira em plena campanha eleitoral
- ter dito que a lei do aborto poderia ser revista
Ao mesmo tempo, a campanha do Partido Socialista (PS) era decantada pela mesma mídia como "vencedora" e sem falhas...
Qual a lição para o Brasil? Deixem de ser seduzidos pela comunicação social achando que o que ela "aprova" é o que os eleitores querem.
Há muito que a imprensa é motivada ideologicamente. Vocês, políticos brasileiros, venderam a alma à mídia, apenas para serem "bem citados" por ela, tanto nos jornais como na televisão, quando na verdade estavam desviando-se completamente do que o povo brasileiro necessita.
Abandonem o Politicamente Correto e deixem esta mídia a falar sozinha. Cada vez menos votantes lêem os seus jornais, vêem os seus noticiosos. Voltem ao povo..
Mas acho que estou falando para as paredes, pois afinal, politiqueiros puxa-sacos de jornalistas não merecem um pingo de consideração, pelo contrário.
terça-feira, maio 03, 2011
segunda-feira, maio 02, 2011
Obama: Um Morto Muito Louco

Un muerto de 'photoshop' | elmundo.es
Depois da certidão de nascimento falsa, temos um morto tão falso quanto isso...



