terça-feira, março 16, 2010

Glauco: A Tragédia do Ayahusca+Maconha, ou "Daime"

A pasmaceira politicamente correta que se abateu sobre a imprensa nacional no caso da morte do cartunista Glauco chega a ser repugnante.
Em nenhum momento explicitam o tipo de substância que era ingerido nos rituais desta seita "cristã".
"Céu de Maria" não é cristã de maneira alguma. Só se me provem que algum católico ficou maluco após a sagrada comunhão e saiu por aí matando algum padre.
Outra coisa, que o Azevedo revela é que esta dissisência do Daime usava uma mistura da Daime e Maconha.

Glauco seguia uma vertente do Santo Daime que nasceu nos anos 70 a partir de uma dissidência fundada por Sebastião Mota de Melo. A doutrina original era uma mistura de cristianismo, espiritismo e práticas xamânicas. As cerimônias são marcadas por hinos e pelo uso de ayahuasca, chá feito com duas plantas amazônicas, uma das quais tem efeito alucinógeno. Diz a história oral que o criador do Santo Daime, Raimundo Irineu Serra (1892-1971), conhecera o ayuhasca pelas mãos de um xamã peruano. Sebastião acrescentou à essa mistura o uso ritual da maconha.


Outra notícia interessante:

Na quinta-feira passada, antes de sair de casa em direção a Osasco, Carlos Eduardo Sundfeld Nunes ouviu hinos daimistas, tomou banho e se vestiu com a roupa que usava para ir à igreja Céu de Maria. Essas são as últimas lembranças que Carlos Nunes Filho, 72, avô do acusado, tem do neto.

Ouviu hinos, vestiu-se com a roupa do culto e tomou "algo".. O que será?

Parece que o Daime tem uma corrente de proteção. Como muitos descolados e artistas frequentam esta e outra seitas que tem o daime como protagonista, a coisa toda virou uma espécie de "cientologia cabocla". Mas nem assim... Nos EUA Tom Cruise e sua seita são massacrados impiedosamente pela mídia.
Aqui, silêncio total sobre as práticas -- na minha opinião semi-criminosas -- desta seita.

Seitas como esta descrevem bem o processo de que, quando as pessoas tiram o verdadeiro Deus de suas vidas, não é por que não acreditam em nada, mas pelo contrário, podem acreditar em tudo. Transformam Tomas Green Norton e Daime em verdadeiros "deuses"..

De certa forma, fica claro que esta tragédia anunciada poderia ser evitada.




sexta-feira, março 05, 2010

O Homem-Massa em Estado Terminal

Pensando bem, chamar de "homem" seria algo descabido. Melhor definição seria "os cachorrinhos do Pavlov"... Hum, acho que ainda não. No máximo, o rabo do cachorro do Pavlov. Quando este saliva adoidado (por que ouve "tecnologia" mas compreende "imperalismo ianque") , o rabo abana, automaticamente, como consequencia.
Nem há mais que comentar.

É o retrato acabado de uma geração que cresceu, mimada e alimentada a todinho para servir, no máximo, de mostruário ambulante de "camisetas Che" made In China e suporte ambulante para cartazes e faixas com slogans marxistas do século 19.
Neo-ludistas? Seria um elogio a estes tipos..


Jornalista Polibio Braga: Estudantes anarcoprimitivistas são contra a criação do Parque Tecnológico da Ufrgs
Estudantes anarcoprimitivistas são contra a criação do Parque Tecnológico da Ufrgs
Sem outra alternativa, estudantes neo-luddistas anarcoprimitivistas, ligados à vanguarda do atraso gaúcha, cercaram a reitoria e impediram a reunião do Conselho Universitário da Ufrgs, Porto Alegre.

. Nesta sexta-feira iria a voto a criação do Parque Tecnológico.

. A vanguarda do atraso estudantil, derrotada na última eleição para o DCE, não quer saber de Parque Tecnológico, considerada uma obra dos demônios capitalistas.

. Em 1811, quando começou a revoluçãoindustrial na Inglaterra, o Luddismo avançou sob a liderança de Ned Ludd, destruindo máquinas, sempre sob a bandeira da oposição ao desenvolvimento industrial e tecnológico.




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Do site do Nivaldo Cordeiro: A CANDIDATURA DE MÁRIO DE OLIVEIRA

É a grande novidade da campanha deste ano.
Aqui, a coluna na íntegra, do meu amigo Nivaldo Cordeiro, que entrevistou a "novidade": Mário de Oliveira, pré-candidato do "PTdoB" - isso mesmo PT do B.

A CANDIDATURA DE MÁRIO DE OLIVEIRA

03 de março de 2010



Quando tive notícia da candidatura de Mário de Oliveira Filho, do obscuro PT do B, a minha primeira impressão foi a de que poderíamos estar diante de um aventureiro, nos mesmos termos em que Collor de Mello foi um aventureiro, um demagogo. O Brasil está diante de uma falsa escolha entre um esquerdista e outro, como tem sido a tônica dos últimos pleitos presidenciais, então seria natural o surgimento de nome oportunista para apelar ao eleitorado que não se sente representado por esses nomes. Um partido denominado PT do B provocou-me risos, pois chega a ser caricatural.

Eu faço parte de uma lista de discussão de tendência majoritariamente conservadora. Alguém trouxe o nome do candidato, que foi objeto de uma longa matéria na revista Isto É, que sublinhou frases de um discurso não esquerdista. Despertou o interesse imediato de todos. Como moro em São Paulo me dispus a fazer uma entrevista com o candidato (ver conteúdo disponibilizado no YouTube: PARTE 1, PARTE 2, PARTE 3, PARTE 4).

Mário de Oliveira é um homem mulato, com pele escura, sereno, gestos simples, modos refinados. Recebeu-me no seu escritório no Itaim Bibi, ocasião em que travamos uma longa e esclarecedora conversa, antes de eu ligar o gravador. É um homem de origem humilde que se fez sozinho, pelo mérito. Formou-se inicialmente em operário qualificado (torneiro mecânico), graduou-se em Engenharia e, depois dos quarenta anos, em Direito, atividade em que atualmente milita. Foi executivo principal (CEO) de grandes empresas, tendo nessa posição viajado o mundo. Morou no Quênia na condição de administrador de empresas. Morou na França, onde também estudou.

Quando ouvi esses fatos percebi que estava diante de um homem singular, que se propôs à candidatura movido por razões patrióticas elevadas e por saber que poderia ser bem sucedido. Tem plena consciência de suas limitações, mas sabe que tem chance, em face das oportunidades de comunicações que as novas mídias, especialmente a Internet, podem trazer. Esta entrevista é um exemplo desse poder, eficiente para quebrar o bloqueio dos grandes meios de comunicação.

Como eu, Mário de Oliveira entende que faltava um candidato do campo de centro-direita, que levante a bandeira em que liberais, conservadores, patriotas, pessoas incomodadas com o império do esquerdismo em nosso país, que se prolonga por décadas, possam se ver representadas.

A entrevista transcorreu sem qualquer pré-condição e o candidato não fugiu de nenhuma das minhas perguntas. Como você verá, meu caro leitor, foi direto nas respostas, sem titubeio. Mário de Oliveira Filho discorreu com tranqüilidade e sinceridade sobre todos os temas propostos. O que disse muito me agradou. Acho que, com isso, meus amigos conservadores e eu estamos prestando um serviço público relevante de mostrar um fato novidadeiro na nossa política. A candidatura de Mario de Oliveira Filho pode ser mais do que uma aventura quixotesca contra tudo que está aí; ela pode falar ao coração dos brasileiros e tornar-se viável.

Entrei naquela sala para entrevistá-lo com a decisão tomada de votar em branco nas próximas eleições. Mudei. Agora vou votar em "preto", vou votar em Mário de Oliveira Filho.

sexta-feira, fevereiro 19, 2010

Mais Sobre Liberais e Regimes Autoritários

No post anterior
acabei dando por terminada a questão do apoio de proeminentes liberais como Hayek ao Chile, mas percebi que o "furo é mais embaixo".

Encontrei uma citação, ao contrário, isto é, o mesmo Hayek que achava "um erro" intervir de forma autorirária, é descrito em Milton Friedman and the Economics of Empire:The Road from Serfdom by GREG GRANDIN nestes termos:

"Friedrich von Hayek, the Austrian émigré and University of Chicago professor whose 1944 Road to Serfdom dared to suggest that state planning would produce not "freedom and prosperity" but "bondage and misery, " visited Pinochet's Chile a number of times. He was so impressed that he held a meeting of his famed Société Mont Pélérin there. He even recommended Chile to Thatcher as a model to complete her free-market revolution. The Prime Minister, at the nadir of Chile's 1982 financial collapse, agreed that Chile represented a "remarkable success" but believed that Britain's "democratic institutions and the need for a high degree of consent" make "some of the measures" taken by Pinochet "quite unacceptable."

Like Friedman, Hayek glimpsed in Pinochet the avatar of true freedom, who would rule as a dictator only for a "transitional period, " only as long as needed to reverse decades of state regulation. "My personal preference, " he told a Chilean interviewer, "leans toward a liberal dictatorship rather than toward a democratic government devoid of liberalism." In a letter to the London Times he defended the junta, reporting that he had "not been able to find a single person even in much maligned Chile who did not agree that personal freedom was much greater under Pinochet than it had been under Allende." Of course, the thousands executed and tens of thousands tortured by Pinochet's regime weren't talking.



Fica claro que Hayek, mudava de opinião conforme os ventos e o pendor de quem o defende...

JMM: Hayek sobre o Liberalismo e Autoritarismo

Uma citação do José Manuel Moreira, sobre  Hayek, no que refere-se ao apoio de muitos liberais a regimes autoritários, como o caso de Chile e o Pinochet.

Vejam que o primeiro trecho fala de que em "teoria", "ele (Hayek) poderia admitir haver um regime autoritário e liberal". No segundo, falando especificamente sobre o caso do Chile (em 1986), diz que apoiar algo assim é "um erro".

Durma-se com um barulho desses!


José Manuel Moreira sobre artigo de São José Almeida « O Insurgente

(...)
Para Hayek (não “Hayeck”) a Liberdade é só uma: o que se pode (e deve) distinguir é entre a forma de escolher os governantes (regimes autoritários e regimes democráticos) e os limites ao poder de quem governa (liberalismo e totalitarismo). Por isso, em teoria, ele poderia admitir haver um regime autoritário e liberal (assim como um regime democrático e totalitário), mas o que nunca poderia era defender haver liberdade económica absoluta (ou liberdade política absoluta). Esta é uma afirmação absolutamente errada.
(..)
Uma das poucas vezes em que, por insistência do entrevistador, se pronunciou – ainda que indirectamente – sobre a ditadura de Pinochet, foi numa entrevista em Madrid (em 1986). A pergunta era sobre o facto de muitas ditaduras serem frequentemente apoiadas por aqueles que se declaram a favor da economia de mercado. Hayek respondeu:

“Sim, é verdade. Às vezes as pessoas perdem a paciência e as esperanças, porque têm uma capacidade bastante escassa, e se alguém insiste em levar as suas ideias à prática, é provável que caia na tentação de autorizar algum génio… Mas é um erro, creio que devemos resignar-nos diante do facto de que há metas que não podem ser alcançadas através do controlo deliberado dos seres humanos.”




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Liberalismo e Mercantilismo

Do professor José Manuel Moreira, de quem recebi seu ótimo livro sobre Ética, aqui um trecho de um texto de há algum tempo (1997?) sobre neoliberalismo, mercantilismo e economia de mercado.

O "tom optimista" a que se refere é a motivação do congresso português frente ao livre comércio (é claro, há época que o artigo foi escrito - hoje é o inverso, infelizmente).

Destaquei a parte em que concordo efusivamente com as palavras do professor.

José Manuel Moreira - Introdução, em: 'Ética Empresarial e Económica'
Apesar deste tom optimista talvez valha a pena lembrar o nosso atraso nesta matéria. Um atraso, por certo, menos visível entre a nata empresarial, como o mostra a alta qualidade das intervenções produzidas pelos oradores portugueses neste domínio, mas manifesto entre a maioria de nós, vítimas de uma cultura hostil aos valores do mercado e às virtudes da livre empresa.

Uma dessas manifestações - comum ao mundo latino, mas sempre surpreendente - tem a ver com a abusiva confusão entre mercantilismo e economia de mercado. Uma confusão alheia ao mundo anglo-saxónico onde o capitalismo nasce precisamente do combate à arbitrariedade do sistema mercantilista. Um sistema que privilegia a aliança (quase sempre promíscua) entre o poder económico (produtores) e o poder político (governantes) baseada na troca de favores. Uma economia de interesses que mina tanto o Estado como a economia de mercado, como logo viu Adam Smith, o que o levou a combater o mercantilismo com base em razões tanto morais como económicas. E com tanto êxito que permitiu uma melhoria sem precedentes do destino da humanidade. Não se deve, por isso, esquecer que a supremacia inglesa, a sua revolução industrial, é inseparável dos princípios do liberalismo clássico e dos exigentes valores morais (a que muitos chamam puritanos) que o suportam.

Infelizmente ainda continua a ser vulgar denominar-se neoliberalismo ao que se deveria chamar neomercantilismo. Resta talvez a consolação de entre nós o preconceito antiliberal e o antagonismo contra o capitalismo como sistema não terem ido tão longe como na América, onde o abismo entre a América anglo-saxónica e a América latina, como bem nota o distinto pensador guatemalteco Manuel F. Ayau, é notório:

"Nos Estados Unidos, o federalismo significou a descentralização do poder e o livre comércio entre os estados da União Americana e o resultado foi o maior e mais duradouro mercado comum da história moderna.

Pelo contrário, o mercantilismo floresceu na América Latina sob a errada designação de capitalismo. Como corolário (desta atitude - a que não é alheia a Igreja Católica na América Latina, apesar dos notáveis esforços de João Paulo II) a maioria esmagadora de pessoas continua mergulhada na pobreza." (in: "No hay que llamar capitalistas a los mercantilistas", publicação do CEES, Junho 1996).




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quinta-feira, fevereiro 18, 2010

Considerações Sobre o Conceito de Política em Aristóteles

Este breve resumo me parece suficiente para definir não só o que é "política", como para definir também a visão de Estado, Polis ou, de uma maneira geral, "ordem", para o Estagirita

Já adianto que é muito diferente da defesa do estatismo.

O ser humano, por natureza, não é totalmente independente ("individualista") ou totalmente dependente de outros ("comunitário"). É nesta eterna tensão entre o indivíduo e o grupo que a história humana reside.

De minha parte, admito, não há precedência do individual sobre o coletivo. Apesar de o ser humano aparecer primeiro do que a forma de ordenação do Estado, todo o ser humano nasce individual e coletivo ao mesmo tempo. Fomos "feitos" para conviver em grupo. O homem é portanto individual e coletivo, tudo a mesmo tempo agora.

Considero que isto é frisado no trecho "O homem que não necessita de viver em sociedade, ou é um Deus ou uma Besta.". Perfeito.

Mas qual seria a sociedade na qual os homens têm necessidade de viver? Ao meu ver cada sociedade - que é um sub-produto fundamental e alienável à própria existência humana - tem qualidades e defeitos que são consequências naturais das qualidades e defeitos dos seres humanos que a formam.

Então o conceito de Polis aristotélico pode ser traduzido por : cidade, sociedade, Estado. E a "ordem"? Por ordem entendo todas as regras implícitas ou explícitas que nos mantém e nos "ordena" dentro de um determinado grupo social.

Mas o que antecede à Polis? Ainda sim, o indivíduo. Há de haver um indivíduo (dois, para ser mais exato!) para que haja coletivo. O teor que determinada ordenação grupal, formal ou não, terá irá depender do conjunto de qualidades dos indivíduos que a compõe.

Mas Adam Smith não demonstra, por outro lado, que uma ordem, mesmo baseada em princípios não "bons" (como o lucro, a cobiça), pode gerar o "bem"? Este é o caso da "mão invisível".

Ou seja, a ordenação , em si mesma, teria poderes de gerar o bem...

Correto. Mas isso nega as afirmações anteriores?

(...to be continued....)



O Conceito de Política em Aristóteles
O CONCEITO DE POLÍTICA EM ARISTÓTELES
Aristóteles começou a escrever suas teorias políticas quando foi preceptor de Alexandre, “O Grande”. Para Aristóteles a Política é a ciência mais suprema, a qual as outras ciências estão subordinadas e da qual todas as demais se servem numa cidade. A tarefa da Política é investigar qual a melhor forma de governo e instituições capazes de garantir a felicidade coletiva. Segundo Aristóteles, a pouca experiência da vida torna o estudo da Política supérfluo para os jovens, por regras imprudentes, que só seguem suas paixões. Embora não tenha proposto um modelo de Estado como seu mestre Platão, Aristóteles foi o primeiro grande sistematizador das coisas públicas. Diferentemente de Platão, Aristóteles faz uma filosofia prática e não ideal e de especulação como seu mestre. O Estado, para Aristóteles, constitui a expressão mais feliz da comunidade em seu vínculo com a natureza. Segundo Aristóteles, assim como é impossível conceber a mão sem o corpo, é impossível conceber o indivíduo sem o Estado. O homem é um animal social e político por natureza. E, se o homem é um animal político, significa que tem necessidade natural de conviver em sociedade, de promover o bem comum e a felicidade. A polis grega encarnada na figura do Estado é uma necessidade humana. O homem que não necessita de viver em sociedade, ou é um Deus ou uma Besta. Para Aristóteles, toda cidade é uma forma de associação e toda associação se estabelece tendo como finalidade algum bem. A comunidade política forma-se de forma natural pela própria tendência que as pessoas têm de se agruparem. E ninguém pode ter garantido seu próprio bem sem a família e sem alguma forma de governo. Para Aristóteles os indivíduos não se associam somente para viver, mas para viver bem. Dos agrupamentos das famílias forma-se as aldeias, do agrupamento das aldeias forma a cidade, cuja finalidade é a virtude dos seus cidadãos para o bem comum. A cidade aristotélica deve ser composta por diversas classes, mas quem entrará na categoria de cidadãos livres que podem ser virtuosos são somente três classes superiores: os guerreiros, os magistrados e os sacerdotes. Aristóteles aceita a escravidão e considera a mesma desejável para os que são escravos por natureza. Estes são os incapazes de governar a si mesmo, e, portanto, devem serem governados. Segundo Aristóteles, um cidadão é alguém politicamente ativo e participante da coisa pública. Segundo Aristóteles, sem um mínimo de ócio não se pode ser cidadão.Assim, o escravo ou um artesão não se encontra suficientemente livre e com tempo para exercer a cidadania e alcançar a virtude, a qual é incompatível com uma vida mecânica. E os escravos devem trabalhar para o sustento dos cidadãos livres e virtuosos. Aristóteles contesta o comunismo de bens, mulheres e crianças proposto por Platão. Segundo ele, quanto mais comum for uma coisa menos se cuida dela.




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domingo, fevereiro 14, 2010

Maomé, Deuteronômio 18 e os "Versos Satânicos"

Este artigo, que encontrei em minhas andanças na net, revela-se muito proveitoso para todos aqueles que, após conhecer um pouco do Islã, ficaram curiosos em saber "o quê" de verdadade havia na auto-proclamação de Maomé ser um "profeta de Deus" e na dos muçulmanos, de que a aparição de Maomé foi prevista na própria Bíblia.



As Conclusões Deuteronômicas
Com todas essas coisas sendo levada em conta, a única conclusão racional que podemos tirar de toda a evidência histórica é que Mohamed, num momento de fraqueza, caiu em tentação e ativamente promoveu o politeísmo ao entregar uma revelação de Satanás. (...) Os Muçulmanos, então, podem não ter uma boa resposta às Conclusões Deuteronômicas.  Por essa razão não podemos deixar uma conclusão inevitável: Mohamed foi um falso profeta.

Já que as Conclusões Deuteronômicas são sadias (i.e. logicamente válidas com premissas verdadeiras), qualquer pesquisador honesto terá de admitir que Mohamed foi um falso profeta. Apresentar estes argumentos a um Muçulmano pode ser iluminador. Se uma Muçulmano examinar os argumentos cuidadosamente, inspecionando as premissas e o peso da evidência, e então rejeitar a conclusão se um argumento que refute, só podemos assumir que tal pessoa está menos interessada na verdade e mais interessada no conforto oriundo de uma fé cega na qual ele se enveredou. Conquanto minha experiência me leve a crer que a maioria dos Muçulmanos é dessa estirpe, minha experiência também tem demonstrado que há Muçulmanos no mundo que estão ativamente dedicados a aprender a verdade sobre Deus. A primeira verdade que os Muçulmanos devem aprender é que seu profeta Mohamed não foi de forma alguma um profeta. A segunda coisa é que seu profeta Jesus é muito mais do que um profeta. (Mas eu deixarei este assunto para outro ensaio.)


terça-feira, fevereiro 09, 2010

Venezuela: Confirmado o Fim da Democracia

Este artigo está em espanhol. Não tenho tempo de traduzi-lo, portanto usem a tradução do google para esta página.
Foi-me passada por uma amiga diretamente da Venezuela (LuisaEloisa).



La llegada de Ramiro Valdez a Venezuela marca el fin de la Democracia y confirma que Hugo Chávez ha trabajado para entregarle el país al comunismo cubano.

www.Patriciapoleo.com

El anuncio que hiciera Hugo Chávez el pasado martes acerca de la llegada a Venezuela del cubano Ramiro Valdez, para cumplir misiones de Gobierno, no es más que la consumación del arrebatón final.

La presencia de Ramiro Valdez en Venezuela, confirma que Hugo Chávez y quienes lo han acompañado durante 11 años de gobierno, han estado trabajando todo el tiempo en la entrega de la nación a la secta comunista del Caribe, que siempre intentó apoderarse del país, pero que también siempre se encontraba con fuertes muros democráticos…hasta ahora, pues.

En 11 años de Gobierno de Hugo Chávez, el resumen de la gestión es un país donde se han alzado pocas voces para alertar y enfrentarse a la entrega criminal del país, voces inaudibles por cierto para una mayoría que estaba solo pendiente de meterle mano a lo suyo. Por un lado, está el noble y humilde pueblo que aferrado a su eterna esperanza de un futuro mejor alzaba sus manos para pedir y recibir lo que les ha sido negado a través de los años. Del otro lado, una aberrante explosión de oportunismo, ambición y poder desató una pandemia de ego que significó la destrucción de dignidad, principios y valores esenciales de vida y sana convivencia. Desde ese momento, la vida de los ciudadanos pasó a un segundo plano sin ninguna importancia.

La llegada del Comandante cubano Ramiro Valdez, marca la entrada triunfal de los bárbaros a Venezuela. No hay nada que hacer, por ahora. Se ha consumado la traición a la patria. Venezuela fue tomada por una fuerza invasora sin disparar ni un tiro, pues los ciudadanos que han debido defenderla estaban muy ocupados en recoger billetes del piso unos y otros, de llenar las bóvedas forjadas con el botín saqueado. El resumen es que los ciudadanos no hemos sabido defender a Venezuela, no hemos respetado el futuro de nuestros hijos y nietos y los líderes virtuales y mediáticos se mantienen indiferentes ante la afrenta de traición a la patria cometida por quien juró defenderla.

Parece que para el país entero es insignificante que un militar portando uniforme de opresión, llegue al país a dirigir y disponer de los bienes y riqueza que por mandato popular le fuera entregado para su mejor cuido y administració n, y además se los ceda a la secta comunista cubana. Para esa dirigencia parece que la presencia y entrada triunfal de la bota invasora cubana no tiene mayor significación frente al reto que ellos tienen de convertirse en diputados el próximo 26 de septiembre. Porque no entienden que no hay septiembre sin luz; con una PDVSA a punto de colapsar; no hay septiembre con una deuda pública a punto de insolventar; no hay septiembre sin pueblo; no hay septiembre sin instituciones; no hay septiembre sin Constitución; no hay septiembre con una Fuerza Armada rendida ante el invasor.

La entrada de Ramiro Valdez uniformado a Caracas es el fin de nuestra democracia.

Tan sencillo como eso.

Pero claro que Venezuela no es Cuba. El virus del "bochinche" del que hablaba Francisco de Miranda, terminará explotándoles en la cara. Es el mismo virus que provoca la viveza criolla; el Caracas-Magallanes; la ganancia fácil y rápida; los carnavales; Semana Santa; la parrillita; las cervecitas; la inundación de centros comerciales cuando suben el dólar; la ropa de marca y de moda; el bonche; los viajes; el carro de lujo; las bailoterapias populares. Este virus del "bochinche", suele hacer su máxima aparición cuando es sometido.

La explosión de la crisis eléctrica; la de PDVSA que está por reventar y la insolvencia del pago de endeudamiento que se ve clarito venir, serán la espoleta que reviente la granada del "bochinche". Estas tres crisis cambiarán el curso de los acontecimientos. Pues la comida que llena las ollas de los comedores populares para entretener a los humildes; la beca que paga a las madres solteras del barrio y las otras migajas que inventan para cegar a los que menos tienen, se acabarán con la crisis. En ese momento, al pueblo se le saldrá el bochinche que lleva por dentro para transformarse en furia popular.

Nota: Esta columna ha sido escrita después de un round de reflexiones con varios exilados no sólo de éste Gobierno, sino de quienes tuvieron que abandonar el país por la dictadura perejimenizta.



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segunda-feira, fevereiro 08, 2010

Entrevista de Olavo de Carvalho: "O PT já Nasceu Corrompido"

Trecho da entrevista (clique no link abaixo para a entrevista completa):

O PT já nasceu corrompido
o prestígio do PT cresceu pelo discurso de combate à corrupção, mas a máquina de corrupção do partido já estava sendo montada enquanto isso acontecia. Tanto que foi organizado um serviço de inteligência privado do PT, que ficou conhecido como PTPol. A coisa foi denunciada pelo governador Esperidião Amin (Santa Catarina), mas nada se investigou depois. Em 1993, quando houve aquela famosa CPI da Corrupção, a máquina já estava montada, já fazia três anos que o PT fundara o Foro de São Paulo, associando-se a organizações de traficantes e seqüestradores como as Farc (Força Armadas Revolucionárias da Colômbia) e o Mir chileno ao mesmo tempo em que, em público, pregava a moral e os bons costumes. Todo aquele combate aparentemente moralista era para encobrir o esquema. O PT foi o partido que mais enganou a população, pois ele já nasceu corrompido. Em segundo lugar, a decadência moral dos partidos acompanha a decadência geral do Brasil, que se aprofundou muito nos últimos 20 anos.




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sexta-feira, janeiro 22, 2010

"As Três Soluções" Belo Texto do Martim Vasques da Cunha

As três soluções | Dicta & Contradicta
"(..) Quando uma sociedade se descola propositadamente da realidade, toda a sua cultura se torna um instrumento de poder. E quando as pessoas pensam somente dentro de uma lógica de poder, é apenas um passo para uma guerra civil. Contudo, essa guerra civil não acontecerá de modo apocalíptico; é a destruição das instituições por dentro, como o cupim que come a madeira, para depois atingir a população numa letargia sem precendentes, da qual ninguém sabe mais de onde vem o mal que a aflige. A guerra civil se dará entre as famílias, entre os amigos, entre as pessoas mais queridas. E o fato de que, para destruir a sua vida, você não precisa mais de ter um inimigo e sim somente um bom amigo – eis a grande novidade do totalitarismo do século XXI.
(...)
Logo na sua abertura, Steinhardt, que foi preso pela Securitate (a KGB romena), fala sobre as três soluções que dão certo para o homem que tenta se manter íntegro em qualquer ambiente de espírito totalitário (e, por qualquer ambiente, entenda-se cultural, espiritual, político, social, etc.):

- A primeira é inspirada em Alexander Solzhenitsyn, o autor de Arquipélago Gulag: a partir do momento em que você for preso, depois de ter atravessado o interrogatório de uma Gestapo, de uma KGB ou de uma Securitate, decida-se pela seguinte resolução – você é um homem morto. Se decidir isso, nada mais tem importância; podem torturá-lo, xingá-lo, incitar seus amigos e parentes à traição, nada disso lhe atingirá. Porque, afinal de contas, você morreu para o mundo.

- A segunda é inspirada em um romance chamado As alturas ocas, de Alexander Zinoviev, a partir de um personagem apelidado de O Rebelde. Consiste na decisão pela total inaptidão em relação ao sistema. Você se finge de louco – aliás, torna-se o próprio bobo da corte; assim, pode gritar aos quatro cantos sobre as mazelas da sociedade que ninguém o escutará porque, afinal de contas, sempre será considerado pelos outros como um pinel de marca maior.

- A terceira é inspirada em episódios das vidas de Winston Churchill e de Vladimir Bukowski. Churchill afirmava que, mesmo com o pressentimento de uma guerra terrível, sentia-se rejuvenescido como se tivesse vinte anos; Bukowski não podia esperar pelo momento de ser chamado pela KGB e enfim ser interrogado porque queria entrar na sala “como um tanque de guerra” e gritar a todos a verdade sobre a Rússia. Esta é a decisão do “retroceder nunca, render-se jamais”; a de que é melhor quebrar do que vergar; a do sujeito que encontra suas forças mesmo quando o combate parece estar completamente perdido.

Steinhardt afirma que essas três soluções dão certo em termos práticos e ninguém lhe disse o contrário. São atitudes essencialmente a-políticas, mas, se realizadas com uma certa retidão, podem provocar terremotos consideráveis na política de nosso país. Afinal de contas, o totalitarismo que reina no Brasil é o da estupidez humana. Logo, por que ter medo?

E aí, leitor? Agora sou eu que lhe faço a pergunta: Qual é a solução que você prefere?"

Comentário:

Instintivamente, uso as três. Prefiro "quebrar" do que dobrar ao vento.

Em relação ao Brasil, o país está se tornando cada vez mais uma grande tribo, ou melhor, um formigueiro.

Lembro que nos anos 50 havia uma campanha que dizia "Ou o Brasil acaba com a saúva ou a saúva acaba com o Brasil".

Tornamo-nos todos saúvas e acabamos com o Brasil, transformado em um grande formigueiro de apatia e negação da realidade. Tudo para viver "bem" nesta comunidade.

Algo como uma civilização pré-colombiana qualquer assombrada pelos deuses da chuva, do trovão e de Antonio Gramsci.






quarta-feira, janeiro 20, 2010

Haiti, Lisboa: Terremotos e Religião

Haiti, Lisboa: Terremotos e Religião.


Sim, eu tinha que falar do grande terremoto no Haiti. Um terremoto que fez, do país mais pobre das Américas, piorar ainda mais.

A perda de vidas, ainda mais numa país já imerso no caos e na violência, é algo que nos choca frontalmente. Nos faz pensar que “justiça” poderia haver em fazer sofrer ainda mais centenas de milhares de inocentes .que têm sofrido há muito no pequeno país do Caribe. Esta é a pergunta que fica no ar, em meio a perplexidade e o luto mundiais.


Um comentário chamou-me a atenção. Não, não foi Chávez, afirmando que o terremoto foi culpa dos Estados Unidos, não. Foi do Cônsul Geral do Haiti em São Paulo que declarou que “ a tragédia pode ter ocorrido por causa da religião praticada por boa parte dos haitianos, descendentes de africanos. O vodu é uma delas”.


As reações a este comentário foram, na maioria, de protesto. Mas houve também quem concordou com a afirmação.

Eu, particularmente, concordo que a religião africana em geral, incluindo o vodu, tais como outras religiões pagãs, tem o resultado de escravizar às pessoas, por lhes negar o livre-arbítrio (pois afinal tudo acontece por resultado de forças “espirituais”). A consequência disto é o estado de torpor nas quais vivem estas populações e que é o que lhes direciona à pobreza e à mendicância.

Um ambiente como este explica a pobreza e o caos do país, mas não a ocorrência de terremotos.


Será que Deus escolhe os locais nos quais tragédias como essa ocorrem com base na religião que determinada população atende? Tais casos são a demonstração da Ira de Deus?


Há aproximadamente 2 séculos esta mesma pergunta era incessantemente indagada, por ocasião do Grande Terremoto de Lisboa.


No livro “Earthquakes in Human History”, Jell Zellingade Boer & Donald Theodore Sanders tentam desvendar a longa cadeia de efeitos das disrupções sísmicas. O grande terremoto que em 1755 dizimou a cidade de Lisboa tem papel central na obra, principalmente por causa do ambiente cultural e religioso da época.

Portugal era um dos países mais católicos do mundo, além de ser uma das primeiras potências mundiais modernas. O terremoto aconteceu no dia de Todos os Santos (1 de Novembro), um feriado em Portugal. Dia em que todos estavam a rezar nas igrejas. O terremoto aconteceu ao meio-dia, quando a maior parte da população estava em casa, preparando o almoço.

A cidade, após os tremores que destruíram boa parte das casas e muitas igrejas, sepultando seus crentes, ainda passou por incêndios tenebrosos, causados pelos fogões rudimentares a cozer o almoço e, para finalizar, um tsunami que arrasou o porto no Tejo, causando mais vítimas dentre aquelas que conseguiram safarem-se das anteriores.

Como poderia uma tragédia daquela extensão ter acontecido em Portugal? Deus não poderia ter deixado isso acontecer, era o que diziam.

Por causa deste acontecimento muitos pensadores, especialmente Voltaire, começaram a duvidar do otimismo filosófico reinante – disseminado por Leibniz e Rousseau – que propunha em resumo que Deus é bom, por conseguinte a providência Divina irá fazer com que tudo dê certo ao final. Mesmo que não saibamos quando algo aconteça, ao final tudo será bom. Na obra “ Candida”, Voltaire perguntava “se este é o melhor mundo possível, o que será dos outros?”


O terremoto ainda serviu para diminuir o poder da Igreja Católica em Portugal, pois o rei José I nomeou com poderes quase absolutos a Sebastião José de Carvalho e Mello, o Marques de Pombal, para reconstruir a cidade. Pombal, um liberal radical, começou por acabar com a poderosa Companhia de Jesus e pôs a Igreja Católica sob o poder do Estado.

A origem desta ação foi a resistência dos Jesuítas em colaborar com os esforços de reconstrução. Para eles e para a Igreja Católica, a Ira de Deus foi causada pelos pecados das pessoas, então os sobreviventes deveriam dedicar-se à oração e a remissão dos pecados, não à reconstrução. “Os clérigos também sugeriram a auto-imolação e a Inquisição condenou muitas pessoas à fogueira em cerimônias conhecidas como 'autos-de-fé'”, cita o livro.


Deus odiava a Lisboa ? Deus odiava ao Haiti? A resposta a estas duas perguntas é não. Ninguém que lhe seja fiel será preservado à morte, nem o contrário, quem lhe dá as costas será morto como “vingança”. Deus não satisfaz-se à visão da morte de inocentes. Deus apenas tem deixado a humanidade trilhar o seu caminho, desde o Jardim do Éden, quando arrogou-se, pelo poder de persuasão de Satanás, a ser “como um deus, sabendo o que é certo e o que é errado”.


Quanto aos terremotos, é um acontecimento natural. O fato de acontecer no Haiti, como aconteceu em Lisboa, só prova que “o tempo e o imprevisto sobrevêm a todos” (Eclesiastes 9:11). Assim como milhares de cristãos foram jogados aos leões em Roma e isto não diminui a fé dos primeiros cristãos, não são acontecimentos como este no Haiti que devem servir de motivo para diminuir nossa fé e nossa crença.


Em termos humanos, nem sempre tudo dará certo ou terá um final “bom”. Em termos divinos, sim, mas isso não quer dizer que compreendamos as Suas ações, imediatamente.


O que nos resta? Ajudar aos sobreviventes, mesmo em oração.







terça-feira, janeiro 19, 2010

“Bom trabalho, Israel!”

Belo artigo, revelador da natureza do Estado de Israel. Onde estão Irã, Rússia, China, etc numa hora como esta? No final somente e sempre as duas "piores" nações do mundo é que solidarizam nas tragédias como esta: E.U.A e Israel.

"Bom trabalho, Israel!"

http://www.artision.com/blog/?p=412

O Estado de Israel, mantendo a sua tradição humanitária, enviou para o Haiti uma missão de socorro que encheu dois aviões Boeing 747 (Jumbo). Homens e mulheres da Magen David Adom (o equivalente à Cruz Vermelha israelense) e da polícia israelense desembarcaram no aeroporto de Porto Príncipe logo após a tragédia e ali perto montaram aquilo que já está sendo chamado de "o Rolls Royce dos hospitais de campanha".

A comparação com a famosa marca britânica de automóveis de luxo não é exagerada. Embora dezenas de outros países também tenham enviado equipes de ajuda, apenas Israel montou e vem mantendo um hospital capaz de atender com conforto e segurança aos feridos com mais gravidade – alguns deles em estado terminal.

Neste momento, a central de ajuda israelense no Haiti conta com 220 voluntários, sendo 40 médicos e 25 enfermeiras e paramédicos. A unidade possui uma farmácia completa; uma ala pediátrica; um departamento de radiologia de alta tecnologia; uma Unidade de Terapia Intensiva completa, e ainda uma sala de emergência; duas salas de cirurgia; uma maternidade e um departamento de medicina interna.

As equipes israelenses trabalham em conjunto com as missões internacionais, auxiliando também no resgate de sobreviventes soterrados nos escombros. Os voluntários de Israel aproveitam o know how adquirido em décadas de conflitos militares para salvar as vidas inocentes dos milhares de haitianos vítimas de uma das maiores tragédias naturais de todos os tempos.

Esta não é a primeira vez que Israel auxilia no resgate de vítimas de acidentes naturais. Em setembro de 1985, após um terremoto no México, as equipes de Israel operaram durante 16 dias, salvando 55 pessoas das ruínas. Outro terremoto atingiu a Armênia em dezembro de 1988. Lá, a Magen David Adom trabalhou por 12 dias, salvando inúmeras vidas.

Na década seguinte, Israel auxiliou as vítimas dos atentados terroristas em Buenos Aires (1992 e 1994) e no Quênia (1998). Em 1999, após um terremoto que atingiu a Turquia e a Grécia, foram enviadas duas equipes de resgate e construído um hospital de campanha. A delegação de Israel resgatou 12 sobreviventes e 140 vítimas. O hospital atendeu 1200 pacientes, efetuou 40 cirurgias e a equipe ajudou 15 mães a dar a luz. Por fim, em 2004, Israel auxiliou no resgaste das vítimas de um carro-bomba que atingiu um hotel no Egito.

A presença de Israel no Haiti demonstra a natureza humana da sociedade criada pelo projeto sionista.

Como estão cantando nas ruas de Porto Príncipe, "Israel, good job!": Bom trabalho, Israel!


Olha quanta gente foi ver Lula o filho do Brasil


Recebido por mail. Obrigado ao Marcelo Prudente.


__._,_.___

segunda-feira, janeiro 18, 2010

Avatar: Evitar

Depois de alguma resistência (interna) fui assistir a mais uma extravagância do senhor James Cameron. Não que eu não goste Cameron, mas depois (e incluindo) Titanic, parece que Cameron descobriu o filão do melodrama e não mais o largou.

Avatar é uma historinha tirada de qualquer filme sobre a "Conquista do Oeste" com toneladas de glacê (efeitos especiais) adicionada a uma mensagem ecológica. Na realidade mais "eco" do que "lógica". O filme é uma ode infantil à nova religião mundial: o neo-paganismo ecológico.

Neste novo universo, Deus não existe. Foi algo criado pelos pérfidos "homens brancos" para desviar a humanidade dos seus verdadeiros deuses: as amigas plantinhas, os companheiros animaizinhos, o irmão-sol e a irmã-lua. O papel da humanidade neste novo universo é simplesmente co-existir em "harmonia" com os outros elementos. Para isso, deve renunciar ao progresso científico e tecnológico, vivendo em comunidades de nível neandertal (o o que se imagina que fossem).

É claro que não estou afirmando aqui que o mundo como nós o conhecemos - com seus inúmeros problemas, dentre os quais o ecológico - seja o ideal, mas é o único que podemos conceber preservando as maiores conquistas da humanidade: o livre-arbítrio e a razão.

H.G. Wells em seu "Time Machine" nos fala de um tempo futuro onde a humanidade é dividida em duas sub-raças: os morlocks, detentores da tecnologia, com aparência nada humana e que alimentavam-se dos belos e jovens elois, que, por sua vez, tinham a inteligência de um esquilo. Os primeiros dominavam as máquinas subterrâneas e os segundos viviam num mundo falsamente paradisíaco, onde eram tratados como gado para servir de alimento aos primeiros.

No filme de Cameron, os morlocks somos nós, a sociedade ocidental capitalista que precisa acabar com os habitantes do planeta Pandora para continuar existindo. Misture a isso um romance tipo "Pocahontas" e pronto: eis Avatar.

Já deixamos de acreditar que a mãe-natureza é uma divindade há muitos séculos; Que os astros e matéria tem sentimentos desde a Idade Média, quando a física aristotélica foi abandonada para dar lugar ao conceito de transcendência. Deus está acima da criação. Por causa da transcendência é que a ciência pode florescer. As religiões pagãs continuam a acreditar no contrário: Deus está contido na criação. Este conceito é a imanência.

Cameron, além de muitos outros cineastas atuais, defende a volta ao imanente, onde a natureza é uma espécie de deidade e tem de ser não só preservada, mas adorada. Sim, acredito que a natureza tem de ser preservada, na medida do possível, mas acima de tudo isso está a preservação da raça humana.

É claro que há outras relações que se pode destacar, como uma influência rousseana do "bom selvagem", que por sua vez foi cria da Utopia de Thomas Moore e que foi concebida à luz da descoberta do "Novo Mundo".

Mas tudo isso é demais para um filme com resultados tão opostos aos recursos empregados. Neste ponto Cameron pode ser até tachado de hipocrisia: vai forrar a carteira com mais e mais dólares oriundos de um sistema de produção que ele adora desprezar em sua obra.

Por outro lado, como filme e mesmo comparando aos "efeitos 3D" deste Avatar, prefiro mil vezes o fantástico "Beowulf" do Zemeckis.

quarta-feira, dezembro 23, 2009

Nossa Senhora Aparece no Egito

Dezembro de 2009. Estes vídeos explodiram no you tube.
Aconteceu (li relatos que ainda nesta semana- 22-12-09 - as aparições continuam) no Cairo, na Igreja Ortodoxa (Copta) de Warraq.
Nossa Senhora aparece flutuando sobre a igreja. Os vídeos não são muito nítidos mas tem incrível semelhança com outra aparição famosa no Egito, Cairo (Zeitoun), 1968.

Para lembrar: a primeira aparição mariana que se tem notícia foi em Saragoça, Espanha, onde falam que Nossa Senhora apareceu ao Apóstolo Tiago sobre um pilar, avisando-o que estava doente e que chamava-os para um último encontro em Jerusalém. No local foi erguida uma Basílica, em honra a Nossa Senhora do Pilar.

As mais famosas aparições até o momento são Lourdes e Fátima.

Abaixo, a aparição de 11-12-09.
YouTube - Appearance of the Virgin Mary in Warraq egypt 11/12/2009





E aqui, a aparição de 1968
YouTube - Appearance of the Virgin Mary in Zeitoun Egypt 1968






sábado, novembro 28, 2009

UNIÃO DAS FAMÍLIAS PORTUGUESAS

Outra indicação muito boa.

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Ex.º Senhor, aqui lhe envio o endereço do blogue da União das Famílias
Portuguesas.


http://www.uniaodasfamiliasportuguesas.blogspot.com/

LUSITÂNIA EXPRESSO

Recebi esta indicação por email.
O blog é muito bom e recomendo.

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Ex.º Senhor, aqui lhe envio o endereço do blogue da Lusitânia Expresso.

http://maislusitania.blogspot.com/


Cumprimentos

 

quinta-feira, novembro 26, 2009

Copenhagen: ONU Lança as Bases do Governo Mundial


A conferência sobre mudança climática, promovida pela ONU, que terá lugar em Copenhagen em dezembro, parece que tem um propósito único: o de criar acordos que possibilitem a este organismo "governar o mundo".
Muito se tem falado sobre o entusiastas do governo mundial e suas ações, mas parece que a sua materialização de fato se dará neste evento.
O site World Net Daily publicou hoje mais alguns desenvolvimentos sobre o tema. O trecho abaixo é revelador.

WND threatens U.N. with suit over Copenhagen coverage
Last weekend, the first president of the European Union, Herman Van Rompuy affirmed in a speech captured by the BBC his belief that "2009 is the first year of global governance with the establishment of the G20 in the middle of the financial crisis. The climate conference in Copenhagen is another step toward the global management of our planet."

Lord Christopher Monckton, a former science adviser to British Prime Minister Margaret Thatcher, asserts the real purpose of the United Nations Climate Change Conference in Copenhagen Dec. 7-18 is to use concern over "global warming" as a pretext to lay the foundation for a one-world government.

O momento é este.
Durante anos tentou-se lançar as bases do governo mundial de muitas formas, mas parece que a falácia em torno do "Aquecimento Global",e o medo dela proveniente, sedimentou o terreno para permitir completar a jornada.
Ou seja, o "aquecimento global" foi tão somente o pretexto perfeito para obter o "aceite" dos países que não aderiram nas vezes anteriores.
O "Protocolo de Kyoto", a tentativa anterior, falhou por ter George W. Bush na presidência dos Estados Unidos. Problema que, com Obama, não existe. Pois Obama é mesmo apenas um marionete destas mesmas forças.

O interessante é notar que a tal convenção, com tudo a favor, só tem uma ameaça: as repercussões em torno do vazamento de e-mails de cientistas britânicos em que se comprova suas táticas de induzir e falsear dados sobre o aquecimento global mesmo que os dados dos últimos anos demonstrem o contrário: que o planeta está esfriando.

Alguém poderia perguntar o por quê de cientistas rasgarem suas reputações para criar um monstrengo como esse. Mas o fato é que o temor do "aquecimento global" foi largamente aumentado para exatamente dar condições ao governo mundial, presidido pela ONU, de existir.

Parece que enfim, o resultado desta convenção é parir o tal monstro. Acordos serão assinados. Acordos que cederão largas porções da soberania de diversos países à ONU.

Ainda, segundo a reportagem:

"Monckton warned that President Obama supports the idea and is ready to sign on the dotted line.

"Your president will sign it," he said. "Most of the Third World countries will sign it, because they think they're going to get money out of it. Most of the left-wing regimes from the European Union will rubber-stamp it. Virtually nobody won't sign it. I read that treaty and what it says is this: that a world government is going to be created. The word 'government' actually appears as the first of three purposes of the new entity."

Enfim, o monstro será gerado em dezembro.
O que acontecerá depois?
Não esperem muita coisa boa para quem, como eu, ainda acredita nos "livres": livre-arbítrio, livre-mercado, ou mesmo na liberdade religiosa.

Prevejo que a profecia bíblica que diz que "somente quem tem a marca da besta terá liberdade para o comércio" (além de outros) será brevemente cumprida. A Besta, meus amigos, afinal está prestes a controlar a Terra.

quinta-feira, novembro 12, 2009

Sucesso em Portugal: "Amália Hoje"

"Amália Hoje" é um projeto que reúne um time de jovens músicos relendo a obra de Amália Rodrigues nestes dez anos de sua morte.
A versão de "Gaivota" é muito boa. A cantora chama-se Sónia Tavares.
YouTube - Hoje . Amália Hoje . Gaivota . Videoclip oficial

sábado, outubro 31, 2009

Alice Viera, Erico Verissimo e Saramago : Das "Aventuras de Tibicuera" à Bíblia.

Esta semana, ouvindo o rádio do carro, deparo-me com um programa de entrevistas.
A entrevistada, que eu não conhecia, era a escritora portuguesa Alice Vieira. Escritora dedicada a literatura jovem.
Falava de sua carreira e de suas influências.
O que me encantou foi seu sublime amor por um escritor brasileiro: Erico Verissimo.
Ela conta que a sua vontade de ser escritora nasceu das leituras - e muitas, pois só foi sentar em bancos escolares aos dez anos (e tem gente que é contra o home-schooling) - dos livros do escritor gaúcho.
Na entrevista recorda como "As Aventuras de Tibicuera" criou, em sua mente, um novo universo. Ela conta como, mesmo não sabendo o que era uma taba (a que, erroneamente refere-se como uma "esteira") nem "tupinambá", deixou-se levar pelo universo de Verissimo.
Falou emocionada também de "Clarisse", o romance que, finalmente, a levou a definir sua vocação.
Abaixo, um texto de sua autoria. Um trecho de "Carta para Clarisse" onde ressente-se de nunca ter encontrado pessoalmente o homem de sua vida.

"Acho que nunca te agradeci devidamente tudo o que fizeste por mim. Nem a ti nem a quem te deu vida e palavras: o escritor brasileiro Érico Veríssimo, no tempo em que do Brasil nos chegava a grande literatura e não as telenovelas.
Acho que nunca te agradeci não apenas o teres-me ajudado a sobreviver a uma infância complicada e solitária, mas sobretudo o teres ensinado a todos os que te conheceram que, bem lá no fundo, a adolescência é sempre igual - seja nos anos quarenta, seja no ano dois mil. Pode o exterior mudar, podem usar gangas rasgadas, tatuagens nos braços, mangas até aos joelhos, calças a cair pelas pernas abaixo, pérolas no umbigo, cabelos às madeixas roxas e verdes, piercings na língua, vocabulário cabalístico, telemóvel colado à orelha - lá por dentro têm os mesmos medos, as mesmas inseguranças, as mesmas angústias, os mesmos (incofessavelmente românticos) sonhos.
O pior de tudo é que hoje ninguém te encontra em Portugal. "Clarissa"?, espantam-se os editores, "está esgotado há uma data de anos e ninguém edita agora." Socorro-me de amigos brasileiros, de algumas idas ao Brasil, e lá vou trazendo alguns exemplares (no Brasil há edições lindíssimas com a tua história). Mas tenho muita pena que tenhas desaparecido das nossas vidas, sobretudo neste momento complicado em que, tenho a certeza, irias fazer muito bem aos meus amigos mais novos.
Se eu mandasse, tu serias leitura obrigatória nas escolas.
E tenho cá uma fé de que muita coisa seria diferente.
Volta depressa! Fazes muita falta."


Infelizmente, cara Alice, no Brasil de hoje, há Verissimos demais (o filho) e Verissimos de menos (o pai).
E como faz falta um intelectual digno do adjetivo.

Devo confessar que mesmo sendo brasileiro nunca dei a devida importância a ele. Para um jovem como eu, nos anos 70, ler as obras de Verissimo ("O Tempo e o Vento" e pouco mais do que isso) eram somente tema de casa. Quando despertei para a literatura, a brasileira foi deixada meio de lado. Descobri-me mesmo com Hermann Hesse e Dostoievski..

De qualquer maneira. a entrevista emocionou-me. E o texto acima demostra bem o que se passa com o Brasil de hoje: se houve um tempo em que exportávamos cultura hoje, infelizmente, somos exportadores de telenovelas, axé music e PCC (primeiro comando da capital) para Portugal.

De quebra, lembrando Erico nestes tempos de Saramago (Sal-Amargo?),um blogger português citou uma entrevista do grande escritor, certeira:

"Esta evocação também me trouxe à memória uma entrevista que este escritor, autor de "Olhai os Lírios do Campo", concedeu a Igrejas Caeiro, numa rádio que não posso precisar. À pergunta do entrevistador, sobre qual era o seu livro de mesa-de-cabeceira, Erico Veríssimo respondeu que era a Bíblia.
- É crente? - questionou Igrejas Caeiro.
- Não.
- Como assim?
- É que ainda não encontrei nenhum código de vida superior à Bíblia! - respondeu o escritor."


Ah, que saudades do Brasil..






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quinta-feira, outubro 29, 2009

É o fim...

Julio Severo: O gari, o preso e o ladrão
Desempregados com diploma universitário se inscrevem para emprego de gari, de 486,10 mensais. Enquanto isso, assassinos presos recebem do governo um “auxílio-reclusão” de 752,12 mensais




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quinta-feira, outubro 01, 2009

Artigo de Alejandro Peña Esclusa, no site de Heitor de Paola

Heitor De Paola
Saiu o gênio da garrafa!

Alejandro Peña Esclusa

Presidente de UNOAMÉRICA

Após 90 dias de crise regional, desatada pela destituição constitucional do ex-presidente Manuel Zelaya, muitos dos governos começam a se arrepender de seu comportamento inicial frente ao ocorrido em Honduras.

Desde o princípio assumiram uma posição parcializada, de apoio irrestrito a Zelaya, em que pese numerosas violações constitucionais em que o deposto mandatário havia incorrido. Se apressaram a afirmar que tinha havido um “golpe militar”, embora as Forças Armadas tivessem atuado por ordem do Congresso e da Corte Suprema de Justiça.

Os governos da ALBA procederam a intervir flagrantemente nos assuntos internos de Honduras, ameaçando inclusive em auspiciar uma invasão armada. Como a ALBA fracassou, a OEA – e particularmente Insulza – quis impor sua vontade aos hondurenhos, sem sequer escutar as outras partes em conflito. Dado que a OEA não conseguiu seus objetivos, então se propôs a mediação de Arias, sob fortes pressões do Departamento de Estado para restituir Zelaya. Quando esta estratégia tampouco funcionou, a ONU tomou a batuta e prometeu graves sanções ao povo hondurenho. Por último, Lula tirou sua máscara de moderado, avalizando a volta clandestina de Zelaya e proporcionando-lhe meios para que auspiciasse uma guerra civil.

A crise hondurenha fez com que os encarregados da segurança mundial esquecessem suas prioridades: pouco importava que, graças à ALBA, avançasse o fundamentalismo islâmico na região que os computadores de Raúl Reyes documentassem os vínculos de Chávez com as FARC que se fechassem os meios de comunicação na Venezuela e que valises repletas de petrodólares fossem usadas para modificar o tabuleiro político regional. A única coisa importante era a volta de Zelaya.

Os povos latino-americanos observaram atônitos como se conformou um bando dos poderosos contra um pequeno país centro-americano, enquanto os governos da ALBA pisoteiam todos os dias as constituições de seus respectivos países.

Como conseqüência de tanta injustiça, um sentimento generalizado de indignação começou a se propagar em toda a América Latina. Centenas de artigos circularam criticando o duplo discurso da OEA. Os estudantes venezuelanos escolheram a sede da OEA em Caracas para fazer uma greve de fome. Setores políticos no Brasil condenaram que sua embaixada em Tegucigalpa se convertesse em um quartel para promover a violência. Um candidato presidencial boliviano viajou a Washington para pedir que a Comissão Interamericana de Direitos Humanos se ocupasse em cumprir com sua função, em lugar de cair em cima de Honduras. A Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos se levantou contra o Departamento de Estado e declarou que a sucessão de Zelaya foi constitucional. Em resumo, saiu o gênio da garrafa!

Agora que a hipocrisia dos organismos multilaterais ficou a descoberto agora que se evidenciou o controle de Chávez sobre a OEA agora que os povos estão reagindo frente a tanta injustiça, alguns governos estão preocupados. Sua arrogância e sua intransigência estão se rachando e por isso tratam infrutuosamente de colocar o gênio na garrafa de novo.

Sem levar em conta o que ocorra no futuro, já nada será igual. O valente testemunho do povo hondurenho servirá de inspiração para que as vítimas do Foro de São Paulo se animem a defender seus direitos e a libertar-se da tirania. Sem dúvida, os latino-americanos temos muito o que agradecer aos hondurenhos.

Tradução: Graça Salgueiro

OS MOVIMENTOS CONSERVADORES, DITOS DE DIREITA, COMEÇAM A INCOMODAR OS GLOBALISTAS (E LIBERAIS AMERICANOS). A IMPORTÂNCIA CRESCENTE DE UNOAMÉRICA FOI RECONHECIDA PELO BRASIL DE FATO, ÓRGÃO LIGADO AO PT (LEIA Organização de Extrema-Direita Ronda o Brasil). O INSTITUTO MILLENIUM, FOI ATACADO COMO REDUTO DE CONSERVADORES (LEIA Instituto Millenium, catalisador de ideias conservadoras). NOS ESTADOS UNIDOS UM DOS MAIORES PORTA-VOZES DO LIBERALISMO, LEIA-SE ESQUERDA GLOBALISTA, THOMAS FRIEDMAN DO New York Times, ATACOU DURAMENTE OS CONSERVADORES (LEIA Para onde 'nós' fomos?).

TUDO ISTO TEM RELAÇÃO COM A 'CRISE HONDURENHA', COM O BELÍSSIMO EXEMPLO DE UMA DITADURA QUE DERRUBOU UM PRESIDENTE DEMOCRATICAMENTE ELEITO E RESISTE HÁ TRÊS MESES AO MAIOR ASSÉDIO DA HISTÓRIA PELA 'COMUNIDADE INTERNACIONAL'! HONDURAS ESTÁ DOMINADA POR UMA TEMÍVEL DITADURA QUE SE OPÕE ÀS PRÁTICAS DEMOCRÁTICAS DE CONTROLE ABSOLUTO PELAS MAIORIAS:

A DITADURA DA LEI!


quinta-feira, setembro 24, 2009

Manifesto Público da Colônia Brasileira em San Pedro Sula - Honduras


fonte: mail

Manifesto Público

Nós, brasileiros (as) que formamos com os nossos familiares residentes a colônia brasileira de San Pedro Sula, Honduras, à comunidade nacional e internacional, fazemos saber:

1) Que lamentamos e nos envergonhamos profundamente pela atitude do nosso ministro das Relações Exteriores Celso Amorim, ao permitir a presença do Sr. Manuel Zelaya, na sede da Embaixada do Brasil em Tegucigalpa.

2) Que rejeitamos enfáticamente todas as ações unilaterais do Itamarati que marcaram um retrocesso nas relações diplomáticas entre o Brasil e o  digno povo e atual governo de Honduras.

3) Protestamos veementemente por todas as ações não diplomáticas que estão causando, não só que o Brasil seja impedido de cumprir a sua liderança para a resolução pacífica do conflito interno em Honduras, mas também coloca em risco a representação diplomática direta, a nós brasileiros residentes em Honduras , a os funcionários da embaixada, aso vizinhos da embaixada e aos cidadãos de outros países que realizam procedimentos comuns na nossa embaixada, porque eles armaram um escudo humano em torno da figura do Sr. Zelaya, que infelizmente foi "hospedada" pelo Itamarati em nossa Embaixada em Tegucigalpa.

4) Que repudiamos veementemente o apoio do governo brasileiro à agenda de Chávez contra este pais , humilde, que nos abriú as suas portas para fazer bons negócios em um clima que até ontem era de paz , onde vemos os nossos filhos crescer com dignidade e em fraterna convivência com os hondurenhos.

5) Que fazemos diretamente responsável ao governo brasileiro pelas eventuais consequências negativas, pelas represálias ou ataques em nossas vidas, empresas, residências e propriedades que possam acontecer como resultado desse abuso de poder sem precedentes na política externa do Brasil.

6) Exigimos que tomem medidas correctivas mais breve possível para o Sr. Zelaya não continuar usando nossa embaixada para atos de sedição e chamando à insurgência.

7) Que finalmente pedimos ao governo do Brasil que respeite e se apegue aos mais elementares princípios da neutralidade, não injerência e de cooperação para a resolução de conflitos internos desta nobre Honduras, nação que só quer se desenvolver em Paz, Ordem e Progresso.

Pon tu Nombres:

Cristina Aguiar Moraes de Castillo

Rigoberto Castillo Rodríguez

Aline Castillo Aguiar

Aliane Castillo Aguiar

 Si están de acuerdo reenvíenlo a sus familiares, amigos, conocidos y a la embajada de Brasil con la siguiente dirección: embajada@brasilhonduras.org


sexta-feira, setembro 04, 2009

O Anúncio Tsunami / Torres Gêmeas

Uma agência de publicidade brasileira resolveu fazer gracinhas comparando o atentado ao WTC com o Tsunami da Indonésia. Tudo para dizer que um Tsunami é muito mais devastador do que um ataque terrorista.
Como se pudéssemos escolher entre tratar a primeira ou a segunda ameaça.
A reação das famílias das vítimas do atentado foi imediata.

Ah, a campanha era para a WWF.
YouTube - 9/11 ddb [WWF] commercial




No Más Chavez

Hoje e amanhã sãos os dias agendados para o grande protesto mundial contra Hugo Chávez.
O "nadando" apoia esta e outras iniciativas contra o comunismo-fascismo na América Latina.



terça-feira, setembro 01, 2009

Sobrevivi!

Depois de um mês no Brasil, voltei.
Esclarecendo que o título aí em cima refere-se não somente à H1N1, vulgo "Gripe Suína", como verão a seguir.
Bem, vamos a isso:

Gripe Suína:
Saí do Porto, pt com temperatura de 26 graus. Na escala em São Paulo, estavam 13 graus. Desço do avião e o aeroporto de Guarulhos parecia um laboratório de pesquisas genéticas: todo mundo de máscara. Todos os trabalhadores do aeroporto estavam de máscara.
Na entrada, uma nova burocracia, mas agora dedicada a rastrear os destinos das pessoas e um "controle" epidemiológico ( um português que retornava à terrinha contou-me, já depois da meu retorno, que o breve exame consistia em duas perguntas: "tens febre?" e "está sentido-se bem?")
Finalmente chego à Porto Alegre: 2 graus.
Na minha chegada soube que a situação em Passo Fundo, onde mora minha mãe era péssima: o estado do Rio Grande do Sul era naquele momento (final de julho) o estado com o maior número de mortes provocadas pelo vírus e Passo Fundo era a cidade com o maior número de óbitos do país.
Mesmo assim, fui. Aluguei um carro (aluguel de Uno Mille 1.0 "pelado" no Brasil sai mais caro que alugar um Seat Ibiza em Portugal), peguei minha filha e outra mana e nos tocamos para Passo Fundo. Passei uma semana por lá praticamente trancado na casa de minha mãe. Lá o frio era pior. E a ameaça também. Li que o vírus da gripe pode sobreviver até 14 horas em temperaturas abaixo de 5 graus.
Prevejo o que pode acontecer no inverno europeu..
Os casos em Passo Fundo eram de uma morte diária pela doença. Para prevenirmos, ninguém saía e, quando saía, na volta passava por uma bateria sanitária de desinfecção com álcool -gel (que sumiu das farmácias).
E o Tamiflu?
Para quem não sabe, o governo brasileiro aumentou muito o potencial mortífero da doença por ter tomado duas medidas equivocadas, mas completamente coerentes no contexto de medicina socializada (fascista?):
- Proibiu a venda em farmácias, monopolizando a distribuição.
- Baixou orientações para que somente fosse dado o medicamento aos casos "comprovados" e aos casos de risco.

Isso praticamente deu atestado de morte à dezenas de pessoas, pois os resultados dos exames saíam somente depois de 15 dias.
A coisa foi piorando até que começaram a falecer médicos e enfermeiros.
Neste momento a classe médica revoltou-se.

O Hospital São Vicente, em Passo Fundo, finalmente - contrariando as orientações federal e estadual - começou a ministrar o tamiflu para TODOS OS SUSPEITOS DA DOENÇA. A partir daí os casos mortais praticamente pararam.

A revolta do Hospital São Vicente foi seguida por médicos e hospitais do Rio de Janeiro e em outros pontos do país. Houve ameaças dos governos estadual e em nível federal em intervir nos hospitais recalcitrantes, mas depois de alguns dias, ficou claro que a direção era a correta. Em meados de agosto o governo capitulou e deixou que os médicos dos plantões decidissem. Graças a Deus.

Esta é amostra muito realista do que é conceito de medicina socializada: é onde o médico é apenas um "trabalhador em saúde", que está lá para obedecer a regras pré-determinadas pela burocracia estatal. Esta "medicina", vendida como panacéia tanto no Brasil como nos Estados Unidos, onde o debate sobre a reforma do sistema de saúde está incendiando o país (além dos incêndios reais), tem como espinha dorsal a eliminação da relação médico-paciente. O que valem são normas e procedimentos de atendimento definidos centralmente.

Aguardem os próximos capítulos desta saga.

Preços:

O Brasil está muito caro, minha gente. Espantei-me com os preços, principalmente da alimentação. Paga-se caro e come-se pouco.
Não é fácil entender um país que tem recursos naturais quase ilimitados, em que a publicidade estatal da Petrobrás gaba-se por ser a única empresa no mundo que está "explorando o petróleo do pré-sal", em que os alimentos e a gasolina são mais caros até que em Portugal.
Roupas: idem. Aqui em Portugal estão, na maioria das vezes, mais baratas.
Sem falar em eletrônicos, é lógico.
O povo brasileiro parece aqueles trabalhadores das Pirâmides do Egito, trabalha, trabalha, trabalha e no final mal consegue comer e vestir-se. Tudo para a glória do Faraó Lula da Silva e seus "programas sociais", que, segundo o "Jornal Nacional" em alguma edição de agosto, já custou 80 Bilhões, sendo que o aumento do bolsa famíla irá custar mais 1,1 Bi aos cofres públicos (quer dizer, do bolso de todo o brasileiro).

Criminalidade:
Continua aumentando. Lógico. Nada é feito para coibí-la, que é retirar os criminosos do convívio da sociedade. Por quê? Por que não há presídios em número suficiente. Então tá resolvido: um juiz no RS deliberou que, como não há espaços nos presídios, os presos por delitos mais leves deveriam ir para prisões semi-abertas.
Quando o judiciário começa a legislar e ninguém mais denuncia isto, é sinal de que realmente estamos no caos. Mas alguém poderia perguntar o que poderia ser feito já que não há presídios.. A resposta não é simples, mas o que judiciário deve impor é a lei, e não interpretá-la ao seu bel prazer. O judiciário muitas vezes obriga o governo pagar precatórios, por exemplo, mesmo que não haja fundos suficientes.
Imagino que manter criminosos atrás das grades seja algo muito mais impactante para a segurança pública do que o pagamento de precatórios. O judiciário pode obrigar o executivo a tomar iniciativas para minimizar o problema. Este é o seu papel, e não o de recriar leis.
Se o judiciário não respeita as leis do país, quem o fará?

Coisas Boas:
Afinal, nem só coisas negativas havia. Também positivas, que listo abaixo:
- Minha mãe está bem de saúde
- O restante da família também.
- Minha filha está linda.
- Matei a saudade de comer churrasco caseiro.

quinta-feira, agosto 27, 2009

Dois Verdadeiros Heróis Nacionais: Será Que Terão o Tratamento Que Merecem?

via-email:
O site da Verdade Sufocada traz à tona uma história que, acho , não será publicada em nenhum jornal brasileiro.

A verdade sufocada - A história que a esquerda não quer que o Brasil conheça. - 27/08 - OSSADAS LOCALIZADAS
27/08 - OSSADAS LOCALIZADAS

Por ALLAN P. SCOTT - Ex Correspondente de Guerra - Um Garimpeiro da História
Foram localizadas e identificadas duas ossadas de vítimas da Guerrilha do Araguaia. O Ministério da Defesa e o Ministério da Justiça estão de parabéns.Os méritos todos são do Ministro Vannuchi da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, que persistiu na sua cruzada pela busca da verdade histórica. Num cemitério de Manaus foi localizado o túmulo do Sargento do Exército MÁRIO ABRAHIM DA SILVA, e num cemitério de Belém também foi encontrado o túmulo do Cabo do Exército ODILO CRUZ ROSA.

Texto completo

Pelas perfurações nas ossadas,constatou-se que os dois jovens foram atingidos à queima-roupa, provavelmente em cruéis emboscadas, sem meios de defesa, sendo assassinados friamente.

Abrindo os ARQUIVOS DA DITADURA, verificamos que o jovem

Cabo ROSA servia em Belém e fora deslocado para a região do Araguaia, onde iria, cumprindo o seu dever, defender o solo brasileiro que estava ameaçado por uma agressão de origem estrangeira. Barbaramente assassinado, foi a primeira vítima daquele episódio histórico.

Segundo também os ARQUIVOS DA DITADURA, o jovem Sargento ABRAHIM era de Manaus, que em operações de defesa interna foi covardemente assassinado a sangue-frio, por terroristas apátridas que desestabilizavam a paz na região de Xambioá.

Esperamos que as autoridades constituídas agilizem os processos para que as famílias desses dois HERÓIS sejam indenizadas e recebam as pensões especiais que têm direito, por ISONOMIA àqueles outros casos já reconhecidos pela justiça.

(25 de Agosto de 2009)




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segunda-feira, agosto 03, 2009

No Brasil


Na foto: Rio Guaíba, Porto Alegre-rs, Brasil
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sexta-feira, julho 24, 2009

Chico Buarque é uma fraude

DIOGO MAINARDI - Edna O’Brien diz que “Tchico” Buarque é uma fraude « | Blog | Reinaldo Azevedo | Política, governo, PT, imprensa, cultura | VEJA.com
Edna O’Brien conheceu “Chico” uma semana atrás, na Flip, em Paraty. Depois de participar de um debate, ela foi arrastada a um encontro entre Chico Buarque e Milton Hatoum. O que ela afirmou, assim que conseguiu escapar do encontro? Que Chico Buarque era uma fraude. O que ela afirmou em seguida, durante o jantar? Que se espantou com a empáfia e com o desconhecimento literário dos dois autores.


quarta-feira, julho 22, 2009

Embaixador Queniano Admite que Obama Nasceu no Quênia.

O programa "The Mike In The Morning"  na radio WRIF , Detroit,  Michigan, chamou a embaixada do Quênia e falou com o embaixador para os Estados Unidos, Peter Orego, que admitiu que este é um fato conhecido de que Barack Obama nasceu no Quênia, e que há planos para construir um memorial no local do seu nascimento.

Toda a entrevista pode ser ouvida aqui.








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terça-feira, julho 21, 2009

Solidariedade e Economia: O Ponto de Descolamento

No jornal da minha cidade, "Passo Fundo", um colunista, professor e "ativista de direitos humanos" publicou estre trecho em sua coluna.

Jornal O Nacional
Muitos perderam a noção de pertença à humanidade e não cultivam mais valores solidários. São moldados pela ideologia dominante que sugere que "a cada um é concedido conforme o seu empenho, o seu esforço, o seu talento." Logo, a conclusão de que pobres são pobres porque assim o desejam. Ou que a condição de pobreza é resultado da falta de esforços e de vontade de cada um e cada uma. Outros desejam "enquadrar" os excluídos a partir de dados e estudos estatísticos, supondo que todos respondem do mesmo modo, mesmo nas diferentes adversidades e peculiaridades de vida de cada um.



Comentário:
Concordo com o mérito pessoal. As pessoas que venceram na vida o fizeram por esforço pessoal. E sim, há muitas pessoas pobres que estão nesta situação por quet tiveram as oportunidades mas não as aproveitaram, por vários motivos. Não interessa os motivos.
É uma lástima que existam pobres na sociedade. Em qualquer sociedade. Mas o fato é que sempre vão existir. Se "pobre" é uma palavra nova, sempre houve uma classe inferior, em todas as sociedades humanas.
Há como reverter?
Sim, mas não tem nada a ver com ajuda governamental.
Este é o ponto. O que o senhor "ativista de direitos humanos" quer é uma super-estrutura (ONU) que obrigue às pessoas a serem solidárias.
Isto sim é uma injustiça ainda maior.
Pois existem pessoas que não querem ajudar, enquanto há outras que querem.
Assim como existem pessoas que querem sair de sua condição de pobreza - apenas pecisam de um empurrão (ensinar a pescar) - e outras que preferem ser pobres à  um trabalho árduo.
A ajuda governamental -- confisco -- dada aos pobres acaba sendo uma motivação am mais para aqueles que não querem trabalho.

O pior erro, ao final, é mesmo descombinar a palavra "solidariedade" à qualquer princípio moral.

 

The Real Business of Chávez-Zelaya

This is the real business of Chávez and Zelaya.
The link is in spanish.

This is not a surprise, at least for all that have read a book called "Red Cocaine"

h/t: Luisa

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Aqui está o verdadeiro negócio de Chávez e Zelaya.
O link é em castelhano.

Não é surpreendente, pelo menos para aqueles que já leram o livro "Red Cocaine"

dica: Luisa


segunda-feira, julho 20, 2009

Gripe Suína no Brasil: Pânico?

No final desemana, vou ao Brasil. Ontem minha irmã, que mora em Passo Fundo-RS avisou-me que não irá viajar para me encontrar em Porto Alegre.
Tudo por causa da Gripe Suína.

Passo Fundo foi onde o primeiro caso de morte por gripe aconteceu no Brasil e, parece, onde as coisas precipitaram-se fortemente desde então.

Espero que corra tudo bem.

O Jornal local "O Nacional" estampa:

Passo Fundo registra o maior número de mortes

sso Fundo, que registrou o primeiro óbito causado pela Gripe A no país, confirmou ontem mais duas mortes e agora contabiliza o maior número de casos em todo o país. No Rio Grande do Sul foram sete óbitos pela doença e no Brasil 11 vítimas. Ontem, em coletiva de imprensa, o prefeito municipal, Airton Dipp e o Secretário Municipal da Saúde, Alberi Grando, comunicaram o resultado de mais quatro exames. Um exame negativou, porém três confirmaram a presença do vírus. Uma mulher passa bem, foi medicada e já voltou as atividades normais. Porém dois homens, de 30 e 42 anos, que não viajaram para outros países e nem mantiveram contato com pessoas que se ausentaram do país, tiveram a confirmação da doença e vieram a falecer nos últimos dias.
Segundo Grando, o número de óbitos no município ainda está dentro da proporção de letalidade do mundo, porém é possível que este quadro possa se reverter nos próximos dias pois não existem
“Dentro do contexto nacional, é perfeitamente normal, mas o município de Passo Fundo está adotando algumas medidas que se fazem necessárias, disse o Prefeito”.

Atualização (20-07)
Jornal O Nacional :Morre mais uma pessoa com suspeita de gripe em Passo Fundo




quarta-feira, julho 15, 2009

A Farsa da "Hegemonia" Neo-Liberal

O típico discursinho de militante do PSOL ou do PSTU ou do PCdoB cai ante uma simples "fact checking".
A tal "hegemonia" no final não passa de algo parecido com "Hegel-Monia"
Leia o post abaixo.


Bisbilhotagem: A "hegemonia" neo-liberal
Fiz uma comparação da quantidade de livros/referência de autores marxistas (ou esquerdistas) e não marxistas no site da Biblioteca:

Adam Smith: 8 referências
Karl Marx: 66 referências

Olavo de Carvalho: 1 referência
Antônio Gramsci: 33 referências

Friedrich Hayek: 1 referência
Lênin: 36 referências

Aristóteles: 38 referências
Paulo Freire: 100 referências

Milton Friedman: 5 referências
Emir Sader: 15 referências

"O Manual do Perfeito Idiota Latino-Americano": 0 exemplares
"As veias abertas da América Latina": 10 exemplares

Paulo Ferreira da Cunha: 0 referências
Boaventura Sousa Santos: 7 referências

José Guilherme Merquior: 7 referências (0 para o livro dele sobre Foucault)
Michel Foucault: 36 referências

Roberto Campos: 4 livros
Celso Furtado: 31 referências

Paul Johnson: 0 referências
Eric Hobsbawm: 14 referências

George Orwell: 4 referências
Bertolt Brecht: 10 referências

Raymond Aron: 5 referências
Florestan Fernandes: 28 referências

Julián Marías: 6 referências
Marilena Chauí: 26 referências

Editora Instituto Liberal: 0 referências
Editora Paz e Terra: 234 referências

Vêem a completa distorção? A literatura filomarxista é francamente majoritária na Universidade e vem gente reclamar de "hegemonia neoliberal"!


O Homem Foi à Lua!

40 anos da Apollo 11 - NOTÍCIAS - Astrônomo desmente mitos de que homem não teria ido à Lua
Astrônomo desmente mitos de que homem não teria ido à Lua

Bandeira americana está amassada e não tremula.
Veja o que é verdade e o que é mentira sobre a missão da Apollo 11.

Globo.com: Brasileiros em Portugal - Mais 37% Em 2008

FSegundo esta notícia do Globo, os brasileiros aqui são 106.961. Eu incluo-me nesta estatística.

G1 > Mundo - NOTÍCIAS - Número de imigrantes brasileiros em Portugal aumentou 37% em 2008
Número de imigrantes brasileiros em Portugal aumentou 37% em 2008

Há 106.961 brasileiros no país, diz governo português.
Segundo país com mais imigrantes em Portugal é a Ucrânia.



Isso é bom? Para quem?

Os brasileiros vivendo aqui em Portugal, em geral, comportam-se de duas maneiras:

a) Querem fazer de Portugal um segundo "Brasil", trazendo tudo o que podem de lá, seja a família, amigos, comidas, música e tudo mais. Por outro lado, não gostam quase nada de Portugal: detestam o sotaque, a música, a comida, a forma de tratamento pessoal, etc. Provavelmente uma faceta é reação à outra.
b) Não querem saber nada do Brasil. Vieram à Europa para esquecer do país natal. Quanto menos "Brasil", melhor. Estes, por sua vez, têm (perdão, mas continuo a escrever na graphia antiga) a propensão à diminuir o que é feito no Brasil na comparação com Portugal.

Os (a) são, no geral, pessoas que vieram como ilegais para fazer trabalhos manuais.
Os (b) são profissionais formados que vieram exercer a sua profissão por aqui.

Em qual grupo eu me encontro?

Bem, estou no meio.
Não acho que tudo o que vem do Brasil uma "maravilha" só por ter sido feito no Brasil (não gosto de Ivete Sangalo! Nem de

segunda-feira, julho 13, 2009

Público.pt: Violência entre Homossexuais é maior..

Obrigado ao leitor "LG", do blog do Julio Severo, que indicou este link via comentário.

PUBLICO.PT - Violência entre casais homossexuais é maior do que nos heterossexuais
Conclui estudo da Universidade do Minho
Violência entre casais homossexuais é maior do que nos heterossexuais
12.07.2009 - 01h11 Ana Cristina Pereira
Apesar de invisível, a violência nas relações homossexuais é “tendencialmente mais elevada”. Esta é a ideia-chave de um estudo que acaba de ser feito na Universidade do Minho (UM): 39,1 por cento dos participantes admitiram ter adoptado algum comportamento violento e 37,7 revelaram ter sido vítimas de, pelo menos, um acto abusivo no ano anterior.

“A amostra é pequena e específica”, ressalva Carla Machado, co-autora com Laura Gil Costa e Rute Antunes. Responderam ao inquérito 151 indivíduos dos 15 aos 60 anos ligados a associações de defesa dos direitos dos homossexuais – 37,7 por cento eram estudantes, 19,9 exerciam profissões intelectuais e científicas, e as pessoas “mais escolarizadas tendem a identificar como violentos comportamentos banalizados pelas menos escolarizadas”.

Analisando o que cada um admite já ter praticado, a violência psicológica é mais frequente (30,5) do que a física (24,5). Analisando o que cada um diz já ter sofrido, a tendência mantém-se: 35,1 por cento foram vítimas de, pelo menos, um acto de violência emocional e 24,5 de uma agressão física no último ano.

O mais comum é insultar, difamar, humilhar, partir ou danificar objectos de propósito ou deitar a comida no chão para assustar, gritar ou ameaçar, dar uma bofetada. Foi encontrada uma forma específica de abuso: o “outing” ou ameaça de “outing” (revelação indesejada da orientação sexual do parceiro se este tentar acabar a relação). O que pode causar “perda de emprego, abandono de familiares e amigos ou da custódia de um filho”.

Igual a outros países

Estes resultados vão ao encontro das taxas encontradas noutros países. A tendência para maior violência é clara: numa investigação sobre violência conjugal heterossexual, que teve por base 2391 famílias, 22,2 por cento dos sujeitos assumiram-se como vítimas e 26,22 por cento como agressores.

A professora da UM diz que a violência entre casais do mesmo sexo tem sido “negada ou ocultada” pela comunidade homossexual, já que reforça estereótipos negativos, e pelos investigadores da área, já que interroga o pressuposto feminista de que a violência é filha da desigualdade de género. As questões de género “são relativas”, já que estão “associadas a diferenças de poder e as diferenças de poder ocorrem independentemente do género”, advoga.

Como nas relações heterossexuais, “a vítima sente-se isolada, vulnerável, presa à relação”. Prende-a o amor. Prende-a o factor financeiro quando a relação implica rendimentos, negócios, aquisições conjuntas. Há, porém, uma “importante diferença”: o preconceito.

Teia de silêncio

Diversos mitos ajudam a construir uma teia de silêncio. A sociedade tende a encarar as “relações homossexuais como igualitárias”, “imunes à violência íntima”. E a acreditar na suposta “facilidade (emocional e financeira) que a vítima teria em abandonar a relação”. Como se as suas relações fossem “meramente sexuais”.

Múltiplos estudos sugerem que os homossexuais são “profundamente discriminados em diversos sectores da sociedade”. Na família, no acesso a trabalho e morada, no emprego, na escola, na polícia, no exército e noutras instituições. Podem “sentir que estão sós contra o mundo – e esse sentimento pode alimentar a relação, mas também torná-la mais tensa”, explica.

A homofobia pode gerar “baixa auto-estima ou sentimento de inadequação sexual, que o sujeito procura compensar através da subjugação do parceiro”. Também pode “funcionar como um legitimador da violência sofrida, uma vez que o indivíduo acredita que é merecedor ou até mesmo culpado da violência”.

As vítimas homossexuais têm em regra menos apoio. Por vezes, os familiares nem sabem que elas têm uma relação íntima. Revelar a violência também pode ser encarado como uma forma de reforçar a imagem negativa que a família tem da homossexualidade. As vítimas chegam a preferir “manter um relacionamento íntimo violento a permitir comentários do tipo: 'Eu bem te avisei.’”

E os serviços? Não há casas abrigo para homens. E Carla Machado questiona-se sobre a sensibilidade que terá quem trabalha em casas abrigo destinadas a mulheres e crianças para lidar com lésbicas vítimas de violência doméstica.

“A prevalência alerta-nos para a necessidade de maximizarmos a visibilidade deste fenómeno”, conclui o artigo científico, que foi há uns dias para publicação numa revista científica. “Num contexto social preconceituoso, sem campanhas de informação adequadas ou serviços específicos, muitas vítimas de violência íntima não são sequer capazes de reconhecer as suas relações como abusivas”.

As investigadoras julgam importante criar serviços ou, pelo menos, alargar os já existentes aos homossexuais. Acham que “o maior desafio face à violência nas relações homossexuais continua a ser a cegueira inerente à homofobia”.