segunda-feira, abril 19, 2010

Presidente da Polônia foi assassinado pela FSB (ex-Kgb)

Lech Kaczynski - World Economic Forum Annual M...Image by World Economic Forum via Flickr

Conforme eu havia suspeitado (aqui, do meu blog em inglês); Confome J. R. Nyquist havia desconfiado também, fica cada vez mais claro que o presidente Lech Kaczynki e toda cúpula do governo polonês foram assassinados em um atentado perpetrado pela FSB (ex-KGB).

Eu havia dito que era muito útil ao governo russo que um governo claramente anti-comunista (que já havia rompido com Lech Walesa por descobrir as estranhas relações deste com o Partido Comunista -- leia Golytsin, por favor -- ), conservador (ou seja, contra casamento gay e toda a política cor-de-rosa de nossos tempos, além de católico), cético das decisões da União Européia (aborto, etc..), desaparecesse do mapa político da Europa.
De uma só vez a sua morte facilita a que todas estas outras frentes de ataque possam agir livremente.
No caso da Rússia, dá condições de uma "segunda invasão" russa, colocando lá um governo pró-Rússia.

Pois agora, a versão divulgada pelo governo russo, de que o piloto insistiu em aterrissar, mesmo sob condições adversas, está sendo contestada. O Estadão, jornal brasileiro reproduz esta versão:
Segundo a investigação preliminar, não houve falha técnica no avião. As conversas registradas pelas caixas-pretas indicariam ainda que o piloto teria tomado decisões equivocadas na aproximação da aeronave da pista militar de Smolensk.

"O piloto foi informado das condições meteorológicas complicadas, mas tomou a decisão de aterrissar", afirmou o chefe do Comitê de Investigação, o promotor russo Alexandre Bastrykine.

Graças ao "Once Upon a Time in The West" descobri que a Bielo-Russia contesta esta versão. A Segundo a mídia local (via google translate), que reproduzo abaixo, esclarece:

Bielo-Rússia Nega a Versão Russa da Morte de Kaczynski

10/04/2010 15:39 10/04/2010 15:39

Belarus negou declarações da Rússia sobre a morte do Presidente da Polónia. O representante do Ministério da Bielo-Rússia dos Transportes e Comunicações disse aos jornalistas que "nunca a tripulação do avião fez qualquer pedido para o lado da Bielo-Rússia a respeito de uma" aterragem e de trânsito durante a passagem de aeronaves com Lech Kaczynski a bordo no espaço aéreo de Belarus "comentários foram feitos, o avião estava voando a uma altura adequada e de acordo com rota estabelecida "

Antes disso, a Administração do Smolensk região da Rússia, Andrei EVSEENKO disse que o avião com Lech Kaczynski foi "tentar pousar três ou quatro vezes em condições de neblina pesada", e que "um controlador de tráfego aéreo oferecido a tripulação de terras em Minsk, mas a tripulação decidiu desembarcar no aeroporto de Smolensk ".


Infelizmente, apesar das acusações de paranóia anti-comunista para comigo e muitos outros que acreditam - baseado em Golitsyn - que o fim do comunismo foi um golpe teatral premeditado, parece estas conclusões se confirmam. Mais uma. Quando o mundo livre vai prestar atenção ao aviso feito por Anatolyi Golitstyn nos seus livros "New Lies For Old" e "Perestroika Deception", quando já foi provado que suas previsões foram certeiras em mais de 94% dos casos?.










Powered by ScribeFire.

Reblog this post [with Zemanta]

sábado, abril 17, 2010

Artigo de João César da Neves no Diário de Notícias

O economista liberal-conservador português, João César da Neves, sobre os ataques à Igreja.

Crucifica-o! - João Cesar das Neves
Crucifica-o!

por JOÃO CÉSAR DAS NEVES

Como Nero, os jornais hoje querem convencer-nos de que os padres comem criancinhas

Apedofilia é um crime horrendo. Pior se o criminoso for educador. Mais ainda se for clérigo. A prioridade em casos tão graves é prevenção, socorro às vítimas e punição exemplar. A Igreja Católica tem de ter regras muito claras para estes casos, e vigilância atenta e severa. E tem.

Então porquê o debate? Ele mistura dois crimes diferentes. As acusações de pedofilia vêm a par de outro crime, muito menos grave mas mais vasto, de difamação contra a Igreja.

Sabemos tratar-se de difamação porque os sintomas tradicionais são evidentes. Primeiro as acusações não se dirigem aos verdadeiros culpados. Quem realmente se ataca são, não pedófilos, mas o Papa, cardeais e bispos. Discute-se, não psicologia infantil, mas política eclesiástica.

Em segundo lugar utiliza-se um truque estatístico clássico. Tomam-se 50 anos, em todo o mundo e acumulam-se todos os casos encontrados. Desta forma demonstra-se o que se quiser; este é o método das provas "científicas" invocadas por horóscopos, charlatães e milagreiros. Empilham-se situações muito antigas e muito diferentes que, juntas, ninguém perde tempo a considerar com atenção. Conta só a imagem global. A imaginação faz o resto. Nunca se questiona a agregação de casos díspares ou a razão de surgirem todos de repente agora.

O terceiro sintoma é não se usarem os indicadores adequados: percentagens. Que peso dos criminosos no total dos sacerdotes? Muito mais importante, qual a percentagem destes casos no total dos abusos? Se o que nos preocupa são as crianças, este dado é decisivo. Os poucos estudos sociológicos sérios mostram que «no mesmo período em que uma centena de sacerdotes católicos eram condenados por abusos sexuais de menores, o número de professores de educação física e de treinadores de equipas desportivas (...) considerados culpados do mesmo delito nos tribunais americanos atingia os seis mil. (...) Dois terços dos abusos sexuais a menores não são feitos por estranhos (...) mas por membros da família» (www.cesnur.org/2010/mi_preti_pedofili.html). E omitem-se factos incómodos, como «80% dos pedófilos são homossexuais» (idem).

Descuidadas nos dados, as notícias fervilham de comentários e interpretações. Muitas antecedidas de frases como «até há quem pense…», o que permite colocar a seguir o que se quiser, pois há sempre quem pense o mais abstruso. Espanta que jornais respeitáveis entrem nestas práticas. Práticas cuja finalidade fica clara ao ler-se a conclusão invariável: «perda de autoridade moral da Igreja». Mas a autoridade da Igreja vem de outro lado. E que autoridade moral tem o jornal para dizer isto? O contexto é a guerra cultural. Parecendo combater a pedofilia, visa-se a promoção do aborto, eutanásia, divórcio, promiscuidade.

A prática é tradicional. Assim se criou há séculos o mito da Igreja sanguinária nas cruzadas e Inquisição. Tirando os casos do contexto, relacionando épocas diferentes e empolando os números, gerou-se a lenda do terror inquisitorial em que hoje ainda até muitos católicos acreditam. Não importa que os processos fossem rigorosos e transparentes, as condenações uma ínfima minoria dos casos julgados e pouquíssimas face às execuções civis, numa épocas de pena capital habitual. Julgadas em contexto cultural muito diferente, essas informações distorcidas e parciais criaram uma das maiores falsificações da História.

Nada disto anula os terríveis pecados cometidos, quer nos atropelos da Inquisição, quer nos indiscutíveis casos de padres pedófilos. Cada injustiça inquisitorial, como cada abuso de menor, é horrível e exige atenção e punição exemplar. Por isso Papa e bispos pedem desculpa e impõem responsabilidades.

Mas o que temos agora é outra injustiça, a de tentar degradar toda uma classe respeitável e, por arrastamento, a maior denominação religiosa do mundo, com acusações apressadas e distorcidas. Como Nero, os jornais hoje querem convencer-nos que os padres comem criancinhas. Como há 2000 anos, esta Páscoa é celebrada ao som do grito «crucifica-o, crucifica-o!»

naohaalmocosgratis@fcee.ucp.pt


quinta-feira, abril 15, 2010

O conceito Estético Na Cultura Brasileira - Uma Análise



No outspeak desta semana, Olavo de Carvalho fala de um autor,
Mário Vieira de Mello, que em "O Problema do Estetismo no Brasil" (1963) - há mais de quarenta anos - identificou um problema-chave em nosso desenvolvimento civilizacional: O estetismo.

Na internet, encontrei um resumo desta obra. Em sua leitura, principalmente, nos "sintomas" do estetismo nós, brasileiros, temos um raio-x de nossa miséria intelectual.

Também responde de maneira certeira à indagação sobre o motivo de um debate tão relevante ter sido silenciado desde os anos 80. Coincidentemente, durante o período de "redemocratização" do país.
Claro, a guinada à esquerda e a ascenção do politicamente correto no país, fizeram a análise de Mario parecer "reacionária".
O silêncio (dos inocentes?) só foi quebrado oficialmente em 1996 com a publicação do "Imbecil Coletivo".
Abaixo reproduzo o texto de Sergio Pereira da Silva (grifos meus).

Por quem e por que foi silenciado o debate sobre o estetismo, na cultura brasileira?
"Mas, afinal, o que é o estetismo?

Algumas coisas nos vêem à mente para caracterizá-lo: seria fazer para inglês ver; seria o grande empenho retórico no ponto de partida dos projetos e perda desse empenho ao longo do mesmo, até culminar o tempo do projeto, sem que os objetivos tenham sido alcançados; seria um grande empenho na aparência (primeira capa) dos trabalhos e fragilidade ou superficialidade no conteúdo e extensão dos mesmos; seria excessiva ornamentação nos projetos de estudo, de ensino e improviso na sua implementação; seria leitura superficial e panfletária, assim como ausência de aprofundamento nas questões polêmicas, sejam políticas, culturais ou científicas, em função da crença de que a ornamentação do enfoque (o fazer-de-conta-que-se-faz) e intenção alardeada, bastam; seria a presença física em sala de aula, ou através da assintura no trabalho em grupo, como condição suficiente (ornamentação) e legitimadora da aprovação no curso, na disciplina; seria ainda o cristalizado “ethos” de que a intenção é suficiente e de que a não conclusão dos empenhos é devido às determinações, quase sempre macro e, portanto, alheias à força de vontade do indivíduo etc..


Esse estetismo não aparece somente nas práticas discentes. Para cada ação do discente há uma correlação estimulante nas práticas docentes e conivência dos gestores da educação. É, portanto, um fenômeno cultural, não há culpados individualizados no ponto de chegada desse fenômeno cultural. Como fenômeno cultural, não há uma consciente intencionalidade que organiza e implementa essas posturas e atitudes.

De onde vem esse estetismo? Regis de Morais (Cultura Brasileira e Educação,2002); Mário Vieira de Mello(O conceito de uma Educação da Cultura1980 e Desenvolvimetno e Cultura – O problema do Estetismo no Brasil,1986) culpam os portugueses, sua colonização de exploração e sua superficial acolha do estetismo renascentista italiano. Os portugueses teriam se apropriado do estetismo via França, não beberam direto das fontes italianas. Além disso, são famosas a incompetência e superficialidade lusitanas na compreensão e apropriação da densa filosofia européia.

Para estes autores, nossos primeiros acadêmicos, na “República dos Bacharéis”, foram os juristas, formados em Portugal, inclusive estes juristas eram responsáveis pelas primeiras aulas de Filosofia no Brasil. Ora, com o brilho retórico e espetaculoso, que tem sido o timbre das escolas e grupos jurisconsultos no Brasil, não é de se admirar que nossos primeiros professores universitários trouxeram, de Portugal, os germes do estetismo no interior de suas boas intenções formativas. Para esses juristas, o belo antecedia em valor moral ao verdadeiro, o empolgante ao idôneo, o brilho à seriedade, a complacência ao rigor. O conceito de estética de Mello e Morais é inspirado em Kierkegaard, filósofo dinamarquês e difere da versão nietzschiana correspondente.


Essa cultura educacional estetizante, segundo Morais e Mello, recebeu o reforço de uma emergente nação sem consistentes bases éticas. Esses autores acusam o catolicismo brasileiro de fragilidade ética enquanto os protestantes de outras colônias eram mais rigorosos nesse quesito. De fato, são famosas as diferenças entre a ética protestante e a católica no que diz respeito ao modo de lidar com as coisas desse mundo, com os valores de conduta, com a interferência nos desafios cotidianos de subsistência, de produção, de colonizar para construir uma nova pátria (em vez de explorar e pilhar a colônia em proveito da “Metrópóle”), dentre outros desafios imanentes.

Desse modo, nosso Brasil “ocidental”, rescém-emancipado de Portugal, nasceu num contexto imoral, habituado a exemplos de pilhagem, superficialidade, descontinuidade e fragilidade nos projetos sociais. Nasceu sem raízes fincadas nos mananciais éticos forjados pelas grandes e seculares culturas européias. De lá prá cá, modismos e descontinuidade se alternam e somos cada vez mais espetaculosos, histriônicos e superficiais. Nosso empenho e rigor tem fôlego curto porque o espetáculo da nossa retórica já nos satisfaz; nossa catarse, numa cultura estetizante, já basta por si só.


A argumentação desses autores não pode ser resumida nessas breves linhas sem que contradigamos ou superficializemos suas idéias, mas o essencial é isso: não somos sérios, somos superficiais em quase tudo que fazemos e o motivo é nossa colonização cultural, sem a vontade/intenção do colonizador de projetos a longo prazo, sem consistência ética na cultura de exploração desse colonizador.

Pôxa!! Que banho de pessimismo desses autores em relação à nossa brasilidade! É quase uma difamação. Difícil é afirmar que eles não têm alguma razão no que dizem e, mais difícil ainda, é ignorar ou negar que, nos trabalhos acadêmicos e científicos e demais atividades na universidade, agimos tal qual descrevem.


Inspirados nesses autores, concluímos que carecemos de um “choque cultural”, uma espécie de quimioterapia cultural, porque seria algo arrojado, com danos colaterais, mas imprescindível. Nos mais diversos espaços sociais: família, igreja, sindicato, escola, universidade, nas ruas, nos shopping centers, na tv, no rádio, na internet etc.., precisamos fazer a catequese ética dos cidadãos. Mostrar, com exemplos concretos, que precisamos mais ser éticos do que estéticos, na perspectiva que foi descrita.


Finalmente, cabe indagar: por que esse debate relevante e pertinente, da década de sessenta e setenta foi calado, ignorado nas décadas de oitenta e noventa do século passado?
Uma resposta provável e plausível é a de que o marxismo emergente, nos debates acadêmicos na segunda metade do século XX, profundamente estetizante na sua versão brasileira, aliado ao poder do catolicismo na vertente tradicional tanto quanto na “Teologia da Libertação”, também impregnado de práticas estetizantes, estigmatizaram as análises de Mello (em quem se inspira Morais especificamente nesse tema) como sendo “moralistas e reacionárias” e lograram o êxito político de expulsá-las do debate cultural, pedagógico e político hegemônicos. Qualquer que seja a resposta à pergunda que intitula esse breve texto, urge recuperarmos esse debate como mais uma perspectiva a contribuir na compreensão da nossa brasilidade e sua implementação nas práticas educacionais."


Prof. Sérgio Pereira da Silva - UFG- Catalão









Powered by ScribeFire.

Reblog this post [with Zemanta]

Desinformação Contra a Igreja: As Declarações de Bertone...

Ontem, publiquei um post sobre os casos de pedofilia na Igreja Católica e a desproporção da cobertura da imprensa, se comparar com casos em outras áreas.
Um amigo enviou-em uma notícia do UOL com a manchete abaixo.

Vaticano contesta declarações de Bertone sobre homossexualidade - 14/04/2010 - EFE

Alguém poderia imaginar, pelo título, que a Igreja condenou as declarações de Bertone por associar homossexualismo e pedofilia. Nada disso.

No terceiro capítulo da reportagem, a real notícia aparece:
"Em comunicado divulgado nesta quarta-feira, o porta-voz da Santa Sé, Federico Lombardi, disse que as declarações de Bertone se referiam ao problema dos abusos por parte dos sacerdotes na Igreja "e não à população em geral".

Isso lá é "contestar"?. Tudo bem que no dicionário, um dos sentidos pode ser "confirmar", mas no uso corrente do português, "contestar" tem a ver com "contradizer, opor-se".

Parece que o UOL escolheu a dedo o verbo para causar desinfomração. Por comparação, cito abaixo, a mesma notícia em um site português.

Vaticano esclarece: "Padres gays" são responsáveis pela maioria dos abusos

"Depois da polémica, o esclarecimento: o que o cardeal Tarcisio Bertone queria dizer na segunda-feira, quando ligou a pedofilia à homossexualidade, era que, "no seio da Igreja Católica" - e não entre a sociedade em geral -, a maioria dos casos de abusos sexuais são cometidos por padres gays. A prová-lo está um estudo interno feito pela Congregação para a Doutrina da Fé e ontem revelado pela Igreja Católica, que indica que "apenas cerca de 10% dos casos de abusos são actos de pedofilia; os restantes 90% revelam a atracção entre adultos e adolescentes". Desses, "60% envolvem indivíduos do mesmo sexo e 30% são de carácter heterossexual", informou o Vaticano numa nota divulgada pelo porta-voz Federico Lombardi."

As duas notícias são auto-excludentes.
O título da brasileira "Vaticano contesta", com a real -  "Vaticano esclarece" - já define as diferenças, mas achei que era apenas no título. Não, o conteúdo é completamente diferente.

Na notícia do UOL, todos os dados estatísticos são cortados e somente uma ou duas frases do original são mostradas, ao mesmo tempo "analistas" são convidados a opinar, não sobre a notícia original, mas sobre a versão que o UOL criou. Somente desta forma - não tendo acesso ao conteúdo original - que é possível conceber que os tais "analistas" possam ter afirmado esta estúpida "com essas palavras, segundo os analistas, a Santa Sé "se distancia" da afirmação por seu "número dois".

O pior é saber que muita gente inteligente, baseia-se nestas "notícias" para construir suas opiniões.



Reblog this post [with Zemanta]


Powered by ScribeFire.

quarta-feira, abril 14, 2010

Desinformação e Influência Vendida como Notícia: Movimentos "Católicos" Pedem o Fim do Celibato

Dedico este artigo a todos os meus amigos empenhados em resistir contra a nova ordem mundial, especialmente contra o movimento gayzista, como Julio Severo & Olavo de Carvalho.

Um exemplo, aqui em Portugal.

A reportagem a seguir, de autoria de Ana Bela Ferreira é um primor. O título da matéria é "Movimentos católicos pedem fim do celibato".
Pelo seu título imagina-se movimentos católicos típicos - aqueles já enraizados e tradicionais dentro da Igreja, como famílias, associações de caridade et caterva - é que estão pedindo o fim do celibato, por acreditarem (mesmo erroneamente ) que o "celibato" seja a causa dos casos de pedofilia.

Ao ler a reportagem no entanto, deparamo-nos, logo em seguida com a frase : "O grupo de homossexuais católicos Novos Rumos e o Movimento Nós Somos Igreja pedem o fim do celibato dos padres".

Então é o seguinte, se um grupo de pedófilos gays auto-entitular-se como "católico" e pedir o fim da proibição de manter relações sexuais com jovens, teremos uma notícia com a manchete "Católicos Pedem a Liberalização da Pedofilia"??

É de rir.
Ainda mais sabendo que a "notícia" é uma pretensa refutação de uma afirmação do Cardeal Bertone - completamente verdadeira - que reproduzo : "Demonstraram muitos sociólogos, muitos psiquiatras, que não há uma relação entre celibato e pedofilia, mas muitos outros demonstraram, e disseram-mo recentemente, que há uma relação entre homossexualidade e pedofilia". É claro, nada do que os pregadores da destruição da Igreja engolem.

A associação entre pedofilia e homossexualismo é notória. Não é o celibato que faz um pedófilo convicto. O celibato, junto com a moral verdadeiramente cristã, podem impedir mais casos. E não o contrário.
Para os que não acreditam que homossexuais possam ser pedófilos, aqui um relato chocante, mostrando que o maior ativista homossexual brasileiro, Luiz Mott, é também um apologista da pedofilia:

No artigo O Ativismo Pedófilo do Professor Luiz Mott, podemos ler:

"Descobri que os pedófilos identificam a si mesmos como "homens que amam meninos". À repulsa que experimentamos diante de tal idéia, eles chamam depreciativamente de 'pânico moral' ou de 'histeria da opinião pública'.

O desembargador Luiz Mott descreve com detalhes chocantes a verdadeira natureza desse "amor" que domina a mente perversa dos pedófilos.
"


Mott conta aspectos também de sua transformação de seminarista em homossexual assumido:

"Como sentia atração homoerótica ... fui vendo como o cristianismo era intolerante, repressor e equivocado em relação a isso. Neste sentido, o materialismo histórico poderia ... resolver as minhas angústias existenciais".

"Com o tempo deixei de acreditar em Deus". "Portanto, deixei de ter qualquer tipo de consciência pesada, no que refere a essa forma de relação".

Mott ainda escreveu um artigo apologista da pedofilia "Meu Moleque Ideal" (já indisponível na net depois de denúnicia) onde descaradamente declarava:"
Adoraria encontrar um moleque maior de idade, mas aparentando 15-16 anos".


Olavo de Carvalho também comentou outro aspecto terrível: como o movimento gay é encorajado à práticas pedófilas no artigo Cem Anos de Pedofilia do qual reproduzo um trecho:

"A pretexto de combater a discriminação, representantes do movimento gay são autorizados a ensinar nas escolas infantis os benefícios da prática homossexual. Quem quer que se oponha a eles é estigmatizado, perseguido, demitido. Num livro elogiado por J. Elders, ex-ministro da Saúde dos EUA (surgeon general — aquele mesmo que faz advertências apocalípticas contra os cigarros), a jornalista Judith Levine afirma que os pedófilos são inofensivos e que a relação sexual de um menino com um sacerdote pode ser até uma coisa benéfica. Perigosos mesmo, diz Levine, são os pais, que projetam “seus medos e seu próprio desejo de carne infantil no mítico molestador de crianças”.


Estes mesmos psicólogos que acusam a Igreja, são os mesmos que dão declarações como esta e que tentam salvar a pele de um Roman Polanski ou mesmo de um Danny o Vermelho (Daniel Conh Bendit, famoso por suas memórias pedófilas). Como se pode entender?

Como diz o colunista português Henrique Raposo:
"Para os media, há duas pedofilias: a pedofilia não muito grave, cometida por gente boazinha como Roman Polanski ou por malta (pessoal) do Maio de 68 (Cohn Bendit). E depois há a pedofilia mesmo má, a dos padres."



Com isso demonstro que realmente o movimento homossexual tem uma forte vertente de pedofilia, apoiada por muitos "educadores" e outros engenheiros sociais. Resta saber se os casos de pedofilia são mais numerosos dentro da Igreja Católica do que em outros grupos sociais.

Estranho, para já, a falta de comparações percentuais entre os casos de pedofilia na Igreja Católica e de outros grupos sociais.
Aliás, não estranho. Como Olavo de Carvalho já comentou em seus programas, se viessem ao público, ficaria claro que a maior parte dos casos envolvem, não a Igreja, mas outra instituição muito mais prosaica: a escola, este santuário sagrado da políticas de experimentação relativista do nosso tempo.
Pois é na escola onde nossos filhos sofrerão os maiores riscos de assédio sexual, seja na relação aluno-professor como na de funcionários de escola e alunos.

Como exemplo, cito um estudo da American Associatin of University Women (EUA) com 2064 estudantes da 8ª a 11ª série:
  • 83% das meninas já foram assediadas sexualmente
  • 78% dos meninos já foram assediados sexualmente
  • 38% dos estudantes foram assediados sexualmente por professores ou funcionários da escola
  • 36% dos funcionários de escola foram assediados sexualmente por estudantes
  • 42% dos professores ou funcionários de escola já foram mutuamente assediados sexualmente.
Você confiaria o seu filho à uma instituição na qual o seu filho / filha fatalmente será assediado sexualmente, para dizer o mínimo?

O caso do apologista pedófilo Luiz Motta é emblemático, pois foi seminarista e tornou-se homossexual assumido ( não por consequência de ser seminarista, mas apesar disso) , faz apologia do amor de homens e meninos e é professor.

Você deixaria o seu filho nas mãos desta pessoa?

Então, o caso da Igreja, é exceção e não regra. E é usado pela mídia, ao lado de outros relativistas ateus, para atacar a Igreja num de seus dogmas principais.
Eu mesmo sou contra o celibato, mas a Igreja é livre para pode exigí-lo. Quem não gosta, vá para outra igreja protestante, por exemplo, nas quais não há este dogma. O celibato é uma regra a cumprir-se a quem verdadeiramente queira seguir a vocação.

Eu me pergunto por que há tantos pedófilos entrando na Igreja, sabendo destas regras "opressivas" ? Para mim só há uma explicação: para que casos como estes apareçam e sirvam para desmoralizar ainda mais a Igreja Católica, a única das instituições religiosas que se dispôs a enfrentar comunistas e socialistas. Veja o artigo sobre os anti-padres.

Concluíndo, se psicólogos, jornalistas, e outros grupos, querem o bem de nossas crianças e sabendo que a escola é o lugar onde há mais casos, poderiam começar por ali.

Fica claro que a escola virou um antro de iniciação sexual precoce. Por que transformou-se em campo de provas de políticas relativistas, tais como sexo seguro, distribuição de camisinhas, além do palavreado sexualmente estimulante.
Ora, se conteúdos como este não estimulam a precoce sexualidade das crianças, não sei o que não poderia. Onde andam as aulas de moral e cívica e religião?
Devo dizer que estas "aulas" é que jogam as crianças sobre temas que elas não conseguem defender-se. É muito fácil um adulto (professor ou funcionário) aproveitar-se da situação e a posição para assediar estas crianças e adolescentes.
Mas é isso o que acontece: quanto mais transformam as escolas em quase casas de tolerância, mais acusam a Igreja de o sê-lo. O esforço concertado para desacreditar a Igreja é bem maior do que o de informar ao público.
Em resumo: outra peça de propaganda lamentável.



Powered by ScribeFire.

Reblog this post [with Zemanta]

terça-feira, abril 13, 2010

O Estranho Caso da Vingança dos Elefantes "Cristãos"

Para que ouviu esta notícia, num dos programas do Olavo, aqui vai a fonte.

India: ELEPHANTS ATTACK IN ORISSA EXACTLY AFTER ONE YEAR OF PERSECUTIONS

ELEFANTES ATACAM EM ORISSA UM ANO APÓS AS PERSEGUIÇÕES

Em julho de 2008, uma severa perseguição aos cristãos eclodiram no estado indiano de Orissa. A velha freira de 22 anos foi queimado até a morte quando multidões enfurecidas incendiado um orfanato na vila no distrito de Khuntpali Barhgarh, uma outra freira foi estuprada em Kandhamal, mobs atacado igrejas, veículos incendiados, casas de cristãos, destruídos, e Padre Thomas Chellen, diretor do centro de pastoral que foi destruída com uma bomba, escapou por pouco depois que uma multidão hindu quase pôs fogo. O resultado final viu mais de 500 cristãos mortos, e milhares de feridos e desabrigados após suas casas foram reduzidas a cinzas. Recentemente, um caso estranho e dramático ocorreu em Orissa, que tem muita gente falando e pensando.

Nos últimos meses, as manadas de elefantes selvagens começaram a tempestade aldeias que abrigam algumas das piores perseguidores dos cristãos durante os problemas. Em um vilarejo, onde em Agosto de um ano atrás, os cristãos tiveram que correr para salvar suas vidas, enquanto suas casas foram sendo destruídas pelos manifestantes, uma manada de elefantes emergiu da selva circundante exatamente um ano depois, em julho de 2009, ao mesmo tempo do dia do ataque.

Estes elefantes atacaram uma máquina de trituradores de propriedade de um dos principais líderes do movimento de perseguição. Eles, então, passou a destruir sua casa e fazendas.

Centenas de moradores foram forçados a se abrigar em campos, no estado indiano de Orissa, após repetidos ataques por uma manada de elefantes.

Sete pessoas foram mortas e vários outros ficaram feridos em ataques perpetrados por uma manada de elefantes 12-13 sobre o passado poucas semanas no distrito de Kandhamal.

Mais de 2.500 pessoas que vivem em 45 vilarejos foram afetados pelos ataques, chefe do distrito, Krishen Kumar disse.

É, no entanto, claro porque esta manada de elefantes migraram do santuário Lakheri em um bairro vizinho. Ele disse que o rebanho havia viajado cerca de 300 km em Kandhamal, e ainda entrou em uma vila no distrito. oficiais dos animais selvagens estavam acampados no local dos ataques e tentar descobrir por que os elefantes tinham saído do seu santuário. Os moradores dizem que os elefantes atacam as suas áreas em rebanhos, causando destruição maciça.

Ganhando impulso, eles invadiram outras casas não-cristãs, demolindo jardins e recordando, a casa de seus perseguidores, deixando intocados os lares cristãos.

Estes ataques se espalharam estranho, e de acordo com um relatório, os elefantes já destruíram mais de 700 casas em 30 aldeias e mataram cinco pessoas. Ninguém nesta área tem visto ou sequer imaginado a aparência original de uma manada de elefantes selvagens, tais como isso. Os elefantes não são elefantes normais, eles parecem estar em uma missão.

Normalmente, os pequenos elefantes invadem a cidade em primeiro lugar, aparece o levantamento da comunidade. Eles, então, reunir o maior rebanho e maior elefante logo a seguir e começar o trabalho feito.

O parceiro de ministério na Índia, afirmou: "Nós pensamos que poderia ter algo a ver com a vingar o sangue dos mártires. Na verdade, o temor de Deus caiu sobre o povo local, que tem marcado estes elefantes" elefantes cristã ".

Com pouca ajuda vinda da administração, os moradores tomaram a bloqueios de estradas. "Os elefantes destruíram plantações e casas selecionadas. Mas os funcionários também expressar o desamparo." Não há habitat permanente dos elefantes em Sundargarh. Eles vêm de Bihar, Jharkhand e Chhattisgarh, onde os seus habitats encolheram. Mas não está claro como e por que esses elefantes atingiu Orissa.




Powered by ScribeFire.

Reblog this post [with Zemanta]

domingo, abril 11, 2010

O Estado Brasileiro Não Quer Que os Pais Educem Seus Filhos

Em 2009, li um livro, chamado "O Século de Fátima", de João César das Neves, em que relembrava o quão o Estado Brasileiro foi criado à luz do positivismo ("Ordem e Progresso")  e o quanto isso ainda significa em termos atuais.
Ou seja, o positivismo define-se como um dos criadores do fascismo, em sua vertente de que o Estado deveria ser o promotor do progresso social.
Mesmo à força. Temos de ser progressistas mesmo que não o queiramos.
Esta notícia, divulgada pelo site do Julio Severo, mostra muito bem, que o Brasil continua firme na sua rota em direção ao totalitarismo "de face humana".

Notícias Pró-Família: Casal brasileiro recebe condenação criminal por educar filhos em casa
Notícias Pró-Família

LifeSiteNews em português - a sua fonte de notícias de vida humana, família e cultura

Casal brasileiro recebe condenação criminal por educar filhos em casa
Veredicto dado apesar de que os filhos passaram em provas de admissão para faculdade de direito — com as idades de 13 e 14

Matthew Cullinan Hoffman, correspondente na América Latina

MINAS GERAIS, Brasil, 26 de março de 2010 (Notícias Pró-Família) — Apesar do fato de que seus filhos passaram difíceis provas impostas pelo governo, e até se mostraram qualificados para a faculdade de direito com as idades de 13 e 14, Cleber Nunes e sua esposa Bernadeth, que educam os filhos em casa, levaram uma bofetada de multas equivalentes a um total de 3.200 por recusarem submeter seus filhos ao sistema escolar brasileiro.

Contudo, Nunes disse para LifeSiteNews.com (LSN) que ele não tem intenção de pagar a multa, embora diga que poderia ter de passar de 15 a 30 dias na cadeia se não pagar.

Embora a educação escolar em casa seja comum em muitos países, inclusive nos Estados Unidos, e esteja associada a níveis mais elevados de realização acadêmica, é completamente proibida no Brasil, onde o governo se tornou cada vez mais intrusivo em recentes décadas depois do estabelecimento de um regime socialista na década de 1990.

Desde que Nunes começou a educar em casa seus dois filhos mais velhos há quatro anos, sua família vem sendo submetida a freqüentes ameaças de multas, prisão e perda de custódia. No entanto, ele vem resistindo com firmeza e seu caso ganhou atenção nacional.

O veredicto de culpado no caso criminal contra Nunes, que vem depois de dois veredictos negativos num caso civil paralelo que terminou há um ano, foi dado apesar do fato de que David e Jonatas Nunes haviam passado uma difícil bateria de provas impostas pelo tribunal criminal.

“Eles haviam pedido que os meninos fizessem as provas para avaliar o nível de conhecimento deles, e também testes psicológicos para avaliar a saúde mental deles”, Nunes disse para LifeSiteNews (LSN). “Parece que o único resultado válido que eles esperavam era o fracasso dos meninos”.

As provas impostas pelo tribunal nos filhos de Nunes foram tão difíceis que uma das professoras que as haviam elaborado confessou que ela mesma não conseguiria passá-las. Contudo, David e Jonatas Nunes passaram nos exames por diferenças de cinco e oito pontos percentuais.

Apesar do desempenho de seus filhos, porém, o governo de novo deu decisão contra Nunes, desta vez em tribunal criminal, e ordenou uma multa. A quantia total em multas que Nunes está devendo como conseqüência das decisões contra ele se acumularam em mais de $3,200 em dólares americanos.

“Se eles impõem provas significa que se deve considerar duas possibilidades. Eles poderiam estar sofrendo de abandono intelectual ou não”, Nunes disse para LSN. “Em outras palavras, eles estavam tentando provar que [meus filhos] eram vítimas. Mas eles foram aprovados. Mesmo assim, o governo continuou dizendo que somos criminosos”.

Nunes diz que apesar de seu sucesso, o juiz decidiu contra ele por causa de seu estilo de educação escolar em casa, no qual os filhos dirigem seu próprio aprendizado, enquanto Nunes supervisiona o processo.

“O juiz disse que deixamos nossos filhos aprendendo sozinhos”, disse Nunes. “Ele reconheceu que eles passaram no exame de admissão da universidade e nas provas, mas ele disse que foi por causa dos próprios esforços deles”, acrescentou ele, chamando isso uma “piada”.

“Eles querem assumir o controle deles, de suas mentes”.

Nunes diz que decidiu não recorrer da decisão, pois o Supremo Tribunal Federal já recusou ouvir o apelo de seu caso civil. Embora ele tenha pago a multa de sua esposa para poupá-la da prisão, ele diz que não pagará sua própria multa.

“A coisa natural é recorrer, mas não confio nos juízes do Brasil”, Nunes disse para LSN. “Eles já mostraram quem são e o que querem. Eles não estão interessados em proteger nossas crianças… Eles querem assumir o controle delas, de suas mentes, eles as querem fora de casa”.

Embora tenha recusado acatar as decisões contra si, Nunes atualmente não enfrenta mais dificuldades legais devido à educação escolar de David e Jonatas, pois eles estão agora além da idade de escolarização compulsória.

Contudo, sua filha logo poderá ser submetida à escolarização compulsória no Brasil. Ela logo fará quatro anos, idade em que a escolarização compulsória começa no Brasil.

Informações de contato:

Cleber Nunes pode ser contatado em: cleber@andradenunes.org

Cobertura anterior de LifeSiteNews:

Confronto contra a educação escolar em casa: crianças deverão ser testadas por tribunal em batalha sobre os direitos educacionais dos pais

http://juliosevero.blogspot.com/2008/08/confronto-contra-educao-escolar-em-casa.html

Shock: Brazilian Homeschooling Parents Face Arrest Even after Early-Teen Sons Pass Law School Exams

Family appeals case to Brazilian Supreme Court

http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/apr/09040112.html

Apesar de evidência de sucesso, tribunal condena família que educa filhos em casa

http://juliosevero.blogspot.com/2008/12/apesar-de-evidncia-de-sucesso-tribunal.html

Adolescentes que estudam em casa alcançam vitória surpresa em confronto com o governo

http://juliosevero.blogspot.com/2008/09/adolescentes-que-estudam-em-casa.html

Casal que ensina em casa poderá ser preso se seus filhos falharem em duros testes governamentais

http://juliosevero.blogspot.com/2008/08/casal-que-ensina-em-casa-poder-ser.html

Confronto contra a educação escolar em casa: crianças deverão ser testadas por tribunal em batalha sobre os direitos educacionais dos pais

http://juliosevero.blogspot.com/2008/08/confronto-contra-educao-escolar-em-casa.html

Governo brasileiro entra com ações criminais contra família que educa em casa e ameaça tomar os filhos

http://juliosevero.blogspot.com/2008/03/governo-brasileiro-entra-com-aes.html

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/mar/10032601.html


quinta-feira, abril 08, 2010

Eis um típico Anti-Padre: José Comblin

Lendo a entrevista de José Comblin, nota-se a inversão satânica de sua missão.
E nela, a própria subversão da Igreja Católica.
Um padre que fugiu da "falta de fé" da Europa, hoje tece loas à Lula, Chávez e Evo Morales.
Uma "evolução" e tanto.
Mas não acredito que ele tenha sido "modificado", ou seja, levado ao comunismo no Brasil. A sua missão dentro da Igreja era realmente esta.

E o pior é que o último grande Papa, Pio XII, achava que estava ajudando a combater o mal do comunismo com gente como Comblin... Ledo engano.

Este indivíduo tem todas as características de ser um "anti-padre".

Leia, abaixo um trecho da entrevista ao site adital.


Adital - Entrevista com José Comblin: Uma vida na América Latina a serviço da libertação
José Comblin é teólogo. Participou do primeiro grupo da Teologia da Libertação. Esteve na raiz das equipes de formação de seminaristas no campo em Pernambuco e na Paraíba (1969), do seminário rural de Talca, no Chile (1978) e, depois, na Paraíba, em Serra Redonda (1981). Estas iniciativas deram origem à chamada Teologia da enxada. Além disso, esteve na origem da criação dos Missionários do Campo (1981), das Missionárias do Meio Popular (1986), dos Missionários formados em Juazeiro da Bahia (1989), na Paraíba (1994) e em Tocantins (1997). É autor de inúmeros livros, dentre eles A ideologia da segurança nacional: o poder militar na América Latina (Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1978). O IHU acaba de publicar o Cadernos Teologia Pública nº 36, intitulado Conferência Episcopal de Medellín: 40 anos depois, com a conferência que ele proferiu no evento.


Como o senhor veio para o Brasil?

José Comblin - Eu vim a pedido do Papa Pio XII, que tinha um temor tremendo do comunismo. Ele fez um apelo, na década de 1950, a todos os episcopados do mundo para mandar sacerdotes à América Latina com o intuito de salvar o continente do comunismo, porque estava convencido de que este ia invadir toda a América Latina. Aí, então, todas as dioceses foram avisadas pelos seus respectivos bispos de que o Papa tinha pedido isso. O meu bispo deu a entender que não gostava muito da idéia, mas, já que era um pedido do Papa, se houvesse algum candidato ele iria examinar. Aí me apresentei porque já estava cansado de ficar lá (na Bélgica) e procurava uma oportunidade para sair do país. Quase todos que saíram de lá para lutar contra o comunismo viraram comunistas (risos). Porque, chegando aqui, logo se viu que quem tinha preocupação social era visto como comunista. Então, foi isso. Havia muitos "comunistas" e por isso havia a impressão de que o país iria se transformar. Agora, comunista mesmo, do partido...

(...)
O que acontece na América Latina são sinais positivos, porque a influência que os Estados Unidos têm sobre ela não conseguiu derrubar Chávez e Correa."




Powered by ScribeFire.

Reblog this post [with Zemanta]

quarta-feira, abril 07, 2010

Um Caso Real de Tortura e Assassinato Durante a Guerrilha do Araguaia


Image via Wikipedia
Leia o relato no link abaixo para saber da verdade sobre a Guerrilha do Araguaia, um movimento liberticida patrocinado pelo líder do PCdoB - João Amazonas - mais um agente comunista infliltrado, além de covarde. Mandou centenas de jovens para o meio do mato 'sem lenço nem dcumento' mas nunca teve a hombridade de juntar-se a eles. Mas eles não eram 'escoteiros inocentes', como costumam ser homenageados. Eles eram capazes de atos como este..

PANACÉIA POLÍTICA: A Guerrilha do Araguaia, por um participante de bem.
'Cortaram primeiro uma orelha, na frente da família, no pátio da casa do Antônio Pereira; cortaram a segunda orelha; o rapaz urrava de dor; a mãe desmaiou. Eles continuaram, cortaram os dedos, as mãos, e no final deram a facada que matou João Pereira. (...) Pois bem. Eles fizeram isso porque o rapaz nos acompanhou durante 6 horas, para servir de exemplo aos outros moradores, (..)
Foi o crime mais hediondo de que eu soube. Nem na Guerra da Coréia e na do Vietnã fizeram isso'.




Reblog this post [with Zemanta]

João Paulo Coutinho pisa na bola

Charles Darwin (1809-1882)Image via Wikipedia

Em geral, gosto dos artigos de João Paulo Coutinho, mas não deste.
Coutinho usa-o para distanciar Darwin do 'Darwinismo Social', que foi a mãe da eugenia, algo que encantou os materialistas de fins do século 19 e do século 20, entre eles os comunistas e claro, Hitler.
Coutinho chama o 'Dawininismo Social' de descendente bastardo de Darwin.
Tolinho. Se lesse outros trechos 'Descent of Man' que usa para provar o seu ponto, encontraria a justificativa para a legítima paternidade de Darwin a seus pretensos 'bastardos'.

Leia em detalhe esta justificativa em meu post de 2004, intitulado 'Darwin - o autor intelectual dos crimes do comunismo e do nazismo'



Reblog this post [with Zemanta]

Artigo Publicado no MSM

segunda-feira, abril 05, 2010

Relembrando 1964

No longínquo ano de 2001, Olavo de Carvalho (na revista época) lançava o desafio:
Sugestão aos colegas: Por que ninguém entrevista Ladislav Bittman, o ex-espião tcheco que sabe tudo sobre 1964?

Ao apelo de Olavo, nenhum expoente da grandiosa "imprensa nacional"ousou responder. Em 2005 já não havia jornalismo de verdade no país, o que havia no lugar eram militantes sem escrúpulos em vender ideologia como "fatos".

Olavo mesmo já havia feito um grande favor à história nacional ao traduzir alguns trechos do livro "The KGB and the Soviet Disinformation", que mostravam - peremptoriamente- como a influência dos Estados Unidos foi forjada no Brasil dos anos 60 através de operações de desinformação da KGB e da Stb (agência checa) através de uma operação falsa chamada "Thomas Mann", no artigo "Derrubando a História Oficial de 1964" (página guardada).

Naquela ocasião, eu resolvi "topar" o desafio de Olavo: Encontrar Bittman e saber mais a respeito.

Minha missão cristalizou-se nos dois artigos que escrevi para o Mídia Sem Máscara em 2005, que agora voltaram on-line no "arquivo".

Volto ao assunto agora, cinco anos depois(!!!) por dois motivos:
- Relembrar um pouco o espírito que tornou possível o movimento contra-revolucionário de 31-03-1964.
- Trazer à tona verdades sempre bem escondidas pela massificação da versão esquerdista (e falsa) dos acontecimentos dos anos sessenta.

O terceiro motivo é para continuar onde parei naquela ocasião.

Pelos dois artigos aqui relacionados, nascidos pela troca de e-mails com o agente antes conhecido como Ladislav Bittman (agora conhecido como Lawrence Martin-Bittman), soubemos que o bloco soviético (KGB e o Sbt- serviço Tcheco) financiava um jornal conhecido como "conservador e nacionalista" para espalhar falsas notícias sobre supostas operações secretas norte-americanas no solo brasileiro.
O nome deste veículo era "O Semanário".

Pois bem, o que falta revelar era quem estava por trás do "Semanário", pois estas pessoas receberam dinheiro de Moscou para mentir descaradamente.

Alguns nomes podem ser percebidos, pelo menos indiretamente. Conforme um artigo de Luiz Moniz Bandeira, "Em meados de 1962, da tribuna da Câmara Federal, o deputado José Joffily, do partido Social-Democrático (PSD), denunciou a “penetration” e, no princípio de 1963, o jornalista José Frejat, através de O Semanário, revelou que mais de 5.000 militares norte-americanos, “fantasiados de civis”, desenvolviam, no Nordeste, intenso trabalho de espionagem e desagregação do Brasil, para dividir o território nacional."
Ora, a tal notícia encaixa perfeitamente com o que Bittman atestava em "Deception Game"

“O serviço de inteligência tcheco tinha canais jornalísticos qualificados à sua disposição na América Latina. Ele influenciava ideologicamente e financeiramente muitos jornais no Uruguai e no México, e mesmo possuía seu próprio jornal político no Brasil até abril de 1964. Mas, tradicionalmente, a desinformação estava associada em ampla medida a técnicas de falsificação. De 1960 a 1963, o departamento territorial latino-americano da inteligência tcheca tentou escapar dessa tradição, estabelecendo uma organização legal de dimensões continentais que arcaria com a tarefa das atividades políticas e propagandísticas anti-americanas. A essa operação, so b o nome de fachada Druzba (“companheirismo”), tanto a inteligência tcheca quanto a soviética atribuíam significação especial, de vez que o seu sucesso significaria uma substancial elevação de nível das atividades de propaganda e desinformação soviéticas na América Latina e, conseqüentemente, maior restrição da influência americana. A propaganda produzida pelas organizações legais existentes deveria sobrepujar as anteriores cartas anônimas estereotipadas e documentos forjados. Moscou deveria fornecer apenas as diretivas políticas básicas e a necessária ajuda financeira, enquanto as ações individualizadas de política e propaganda anti-americana estariam sob a jurisdição das organizações mesmas.
Pois então, seriam José Joffily e José Frejat, agentes a soldo de Moscou???

Isto é díficil de "provar" mas podemos ter pistas.
José Joffily é o nome mais citado, nas páginas da internet e mesmo em artigos de história do Brasil quando o assunto é a "influência" dos Estados Unidos no "golpe" de 1964. Tudo por causa de seu pronunciamento referido acima, onde Joffily "denunciou" a penetração de americanos no Brasil. Ou seja, o tal Joffily simplesmente leu um script forjado pelos soviéticos. E vira "herói". Depois Joffily foi cassado pela regime militar.
Mas não se pode dizer ao certo se ele conhecia o script ou foi um mero idiota útil no processo.

Já para o outro citado, José Frejat, tal adjetivo não pode ser dado. Como redator-chefe do Semanário, não tinha como não saber de toda operação e o "funding" dado pelos soviéticos. A carreira de Frejat foi forjada pelo movimento estudantil, mas foi como redator do Semanário (e a sua divulgação de propaganda soviética) é que a carreira dele teve impulso.
O "Semanário" é, inclusive, citado como fonte fidedigna para a história do Brasil. Frejat foi ainda membro do MDB e depois, na fase de redemocratização, ajudou a fundar o PDT e é, até hoje, uma referência da esquerda.

Pronto, mais uma vez, fizemos o trabalho que a imprensa deveria fazer.
Agora, poderiam, com cinco anos de atraso, completar o serviço???


Artigos relacionados









Powered by ScribeFire.
Reblog this post [with Zemanta]

terça-feira, março 30, 2010

Lula Review: Cuba

Em 2006, em artigo sobre Lula em sua campanha pela re-eleição, Armando Valladares trazia à tona o assunto Cuba.
Veja abaixo o link.
O mais impressionante é que a negação a comentar sobre Cuba foi vista no Brasil mais como um sinal de seu apego sentimental-nostálgico pela "luta" de Castro, não um sinal de que ela ainda aliava-se aos mesmos ideais...

E depois diziam que Lula "havia mudado".. Como existem otários neste mundo.
Já existiam quando Lenin promoveu o seu NEP, agora parecem ainda piores..




Nadando contra a Maré... Vermelha: Brasil: debate eleitoral, política exterior e "inferno" cubano
"O jornal brasileiro "Folha de São Paulo" enviou aos candidatos presidenciais um questionário com seis perguntas sobre Cuba comunista. Em sua edição de 6 de agosto pp., esse jornal informou que o presidente Lula, que aspira a reeleição, negou-se a responder por sugestão dos coordenadores de sua campanha. Explica-se que este tenha sido aconselhado a optar pelo silêncio, mesmo quando não se justifique. Com efeito, o delicado tema de quase cinqüenta anos de ditadura, opressão e crimes comunistas, e de atual asfixia de 11 milhões de cubanos indefesos, exigiria incômodas definições do Sr. Lula que poderiam abalar, ao menos em parte, o enigmático, amnésico e anestésico torpor, carente de princípios e ideologias, que parece dominar o debate eleitoral brasileiro no que se refere à política exterior.




Powered by ScribeFire.

Considerações sobre Pedofilia e Igreja Católica

Este post no Blasfémias, que o "nortadas" salientou é bem pertinente.

Só faltou umazinha:

No caso da Igreja Católica, nenhum pedófilo, alegado ou não, é "homossexual". Parece que, mesmo podendo haver  casos de abusos de adultos para com crianças ou adolescentes do mesmo sexo, tudo é "pedofilia" nunca "homossexualismo". Até por que - como todos sabem - homossexualismo é algo tão inocente como o celibato.


Blasfêmias: Novidades
A discussão à volta das acusações pedofilia na Igreja Católica causou uma inversão de valores entre pessoas habitualmente muito sérias e recatadas. Assim:
1. Deixou de haver presunção de inocência. Qualquer acusação contra um padre, um bispo, a Igreja ou o Papa é tida como verdadeira até prova em contrário. Misturam-se assim meras acusações e suspeitas com casos provados em tribunal. O valor da prova criminal é desvalorizado. Relatórios de autoridades independentes valem mais que a prova em tribunal. E assim acumulam-se casos que reforçam a crença de que a Igreja Católica é um antro de pedófilos e amigos de pedófilos.
2. As generalizações voltaram ser aceitáveis. Voltou a ser possível pegar em casos particulares de um determinado grupo e dizer que essas são características do grupo.
3. A atribuição de responsabilidade voltou a ser uma coisa simples. Por exemplo, basta a acusação de que o Papa teve conhecimento de casos de pedofilia para se responsabilizar o Papa e para se dizer que o Papa atravessa um momento difícil. Não é preciso saber se o Papa teve “conhecimento oficial” ou “conhecimento informal” ou se o teve através de “conversas privadas”. Também parece não interessar se os documentos em que se baseiam as informações estavam sob um qualquer segredo judicial ou profissional.
4. As crianças voltaram a não mentir. Há uns anos atrás discussão sobre casos de pedofilia girava à volta da mentira das crianças. Não faltavam pedopsiquiatras a garantir que as crianças mentem nem exemplos de casos em que as acusações tinham sido inventadas por crianças mentirosas.
5. Deixaram de existir “alegados”. Há uns anos atrás não havia vítima de pedofilia, pedófilo e caso de pedofilia que não fosse alegado. A alegada vítima tinha alegadamente sido violada pelo alegado pedófilo. Os alegados desapareceram e passamos a viver no mundo das certezas cristalinas.




Powered by ScribeFire.

Olavo de Carvalho na "The New American"

O site "The New American" publicou uma entrevista com Olavo de Carvalho.
From New American: Olavo de Carvalho on Communism in Latin America

Tradução do Google, aqui





Powered by ScribeFire.

segunda-feira, março 29, 2010

Leia Esta: "Cristo era gay" ...

O nível da nulidade do pensamento "politicamente correto" faz-me rir. O problema é dar notoriedade a algo tão  ridículo.
Deus então não criou definição sexual para as pessoas? Quando criou macho e fêmea e orientou-os a "crescer e multiplicar", era para o quê? Aprender matemática?

O mais hilário é usar como justificativa a opinião do "especialista-no-assunto" Elton John, que como músico popular era até razoável (vocês já notaram como a criatividade musical do autor decresceu na inversa proporcionalidade a seu ativismo gay?), mas como "formador de opinião"  é algo bizarro.
Seria o mesmo caso de ouvir um pedófilo a dizer que Jesus era um deles por ter dito "vinde a mim as criancinhas!".


"Acredito que Cristo era gay" - JN
Deus criou pessoas e para elas não definiu orientação sexual. Portanto, todas devem poder casar-se, se assim o desejarem, diz a teóloga feminista Myra Poole que acredita na homossexualidade de Cristo.

Em entrevista à agência Lusa, por ocasião de uma conferência em Lisboa, para a qual foi convidada pelo grupo português do movimento internacional Nós Somos Igreja, a católica inglesa vinca: "Se as pessoas são homossexuais, é porque Deus as fez assim, está certo. Quem sou eu para dizer que Deus fez toda a gente heterossexual? Deus pode fazer o que quiser."

"Concordo com [o músico] Elton John. Penso que Cristo era gay. Porque era da natureza de Cristo escolher aquilo que seria mais difícil quando se tornou humano. E ser gay é, para um homem, uma das orientações mais difíceis de assumir", explica Myra Poole, conhecida pelas críticas ao Papado e à hierarquia eclesiástica.




Powered by ScribeFire.

Brasil X Portugal

Toda a vez que ouço histórias de brasileiros que não se adaptam em Portugal e desejam voltar, o motivo maior é a alegada "antipatia" dos portugueses, comparada com o "calor" e a simpatia dos brasileiros.

Talvez eu esteja sendo um pouco crítico mas sempre achei o excessos efusivos do nosso povo não uma característica inerente, mas uma espécie de fuga a qualquer coisa se cheire um pouco a instrospecção.

A introspecção em si mesma não é boa ou ruim mas é o caminho obrigatório a todos que desejem chegar a um melhor autoconhecimento. E no Brasil de hoje, onde tudo é féerico, isso é heresia. Em resumo, a simpatia e amistosidade dos brasileiros, representam muito mais um traço de primitivismo tribal do que realmente algo genuíno. Observei este mesmo comportamento nos meus amigos indianos, por exemplo. Acho que tem a mesma raiz.

Devo novamente esclarecer um ponto. Não estou dizendo que estar de bom-humor não seja algo bom. Mas o seu bom-humor independe de outros. No meu caso é assim. E tenho especial prazer em ser mais eufórico nas minhas demonstrações de bom humor quando encontro alguém emburrado pela frente.
Mas a média dos brasileiros não. Se alguém faz cara feia de manhã na padaria, pronto. Levam esta mágoa para todo o resto do dia.

Desculpem a falta de solidariedade para com meus conterrâneos, mas vamos colocar as coisas às claras: tu deves procurar um ombro amigo, cumplicidade, palavras de apoio e compreensão no rol de teus verdadeiros amigos ou na tua família; Não do garçon (empregado de mesa) da padaria ou da balconista da loja de sapatos mais próxima. O que os brasileiros devem aprender é a deixar de viver em tribos - que são espécies de famílias aumentadas - para passar a viver em reais civilizações.

Reconheço, por outro lado, que na maior parte das vezes os portugueses são mesmo turrões e mal-humorados. Mas ao ver manchetes como esta, logo caio na real.




Powered by ScribeFire.

terça-feira, março 16, 2010

Glauco: A Tragédia do Ayahusca+Maconha, ou "Daime"

A pasmaceira politicamente correta que se abateu sobre a imprensa nacional no caso da morte do cartunista Glauco chega a ser repugnante.
Em nenhum momento explicitam o tipo de substância que era ingerido nos rituais desta seita "cristã".
"Céu de Maria" não é cristã de maneira alguma. Só se me provem que algum católico ficou maluco após a sagrada comunhão e saiu por aí matando algum padre.
Outra coisa, que o Azevedo revela é que esta dissisência do Daime usava uma mistura da Daime e Maconha.

Glauco seguia uma vertente do Santo Daime que nasceu nos anos 70 a partir de uma dissidência fundada por Sebastião Mota de Melo. A doutrina original era uma mistura de cristianismo, espiritismo e práticas xamânicas. As cerimônias são marcadas por hinos e pelo uso de ayahuasca, chá feito com duas plantas amazônicas, uma das quais tem efeito alucinógeno. Diz a história oral que o criador do Santo Daime, Raimundo Irineu Serra (1892-1971), conhecera o ayuhasca pelas mãos de um xamã peruano. Sebastião acrescentou à essa mistura o uso ritual da maconha.


Outra notícia interessante:

Na quinta-feira passada, antes de sair de casa em direção a Osasco, Carlos Eduardo Sundfeld Nunes ouviu hinos daimistas, tomou banho e se vestiu com a roupa que usava para ir à igreja Céu de Maria. Essas são as últimas lembranças que Carlos Nunes Filho, 72, avô do acusado, tem do neto.

Ouviu hinos, vestiu-se com a roupa do culto e tomou "algo".. O que será?

Parece que o Daime tem uma corrente de proteção. Como muitos descolados e artistas frequentam esta e outra seitas que tem o daime como protagonista, a coisa toda virou uma espécie de "cientologia cabocla". Mas nem assim... Nos EUA Tom Cruise e sua seita são massacrados impiedosamente pela mídia.
Aqui, silêncio total sobre as práticas -- na minha opinião semi-criminosas -- desta seita.

Seitas como esta descrevem bem o processo de que, quando as pessoas tiram o verdadeiro Deus de suas vidas, não é por que não acreditam em nada, mas pelo contrário, podem acreditar em tudo. Transformam Tomas Green Norton e Daime em verdadeiros "deuses"..

De certa forma, fica claro que esta tragédia anunciada poderia ser evitada.




sexta-feira, março 05, 2010

O Homem-Massa em Estado Terminal

Pensando bem, chamar de "homem" seria algo descabido. Melhor definição seria "os cachorrinhos do Pavlov"... Hum, acho que ainda não. No máximo, o rabo do cachorro do Pavlov. Quando este saliva adoidado (por que ouve "tecnologia" mas compreende "imperalismo ianque") , o rabo abana, automaticamente, como consequencia.
Nem há mais que comentar.

É o retrato acabado de uma geração que cresceu, mimada e alimentada a todinho para servir, no máximo, de mostruário ambulante de "camisetas Che" made In China e suporte ambulante para cartazes e faixas com slogans marxistas do século 19.
Neo-ludistas? Seria um elogio a estes tipos..


Jornalista Polibio Braga: Estudantes anarcoprimitivistas são contra a criação do Parque Tecnológico da Ufrgs
Estudantes anarcoprimitivistas são contra a criação do Parque Tecnológico da Ufrgs
Sem outra alternativa, estudantes neo-luddistas anarcoprimitivistas, ligados à vanguarda do atraso gaúcha, cercaram a reitoria e impediram a reunião do Conselho Universitário da Ufrgs, Porto Alegre.

. Nesta sexta-feira iria a voto a criação do Parque Tecnológico.

. A vanguarda do atraso estudantil, derrotada na última eleição para o DCE, não quer saber de Parque Tecnológico, considerada uma obra dos demônios capitalistas.

. Em 1811, quando começou a revoluçãoindustrial na Inglaterra, o Luddismo avançou sob a liderança de Ned Ludd, destruindo máquinas, sempre sob a bandeira da oposição ao desenvolvimento industrial e tecnológico.




Powered by ScribeFire.

Do site do Nivaldo Cordeiro: A CANDIDATURA DE MÁRIO DE OLIVEIRA

É a grande novidade da campanha deste ano.
Aqui, a coluna na íntegra, do meu amigo Nivaldo Cordeiro, que entrevistou a "novidade": Mário de Oliveira, pré-candidato do "PTdoB" - isso mesmo PT do B.

A CANDIDATURA DE MÁRIO DE OLIVEIRA

03 de março de 2010



Quando tive notícia da candidatura de Mário de Oliveira Filho, do obscuro PT do B, a minha primeira impressão foi a de que poderíamos estar diante de um aventureiro, nos mesmos termos em que Collor de Mello foi um aventureiro, um demagogo. O Brasil está diante de uma falsa escolha entre um esquerdista e outro, como tem sido a tônica dos últimos pleitos presidenciais, então seria natural o surgimento de nome oportunista para apelar ao eleitorado que não se sente representado por esses nomes. Um partido denominado PT do B provocou-me risos, pois chega a ser caricatural.

Eu faço parte de uma lista de discussão de tendência majoritariamente conservadora. Alguém trouxe o nome do candidato, que foi objeto de uma longa matéria na revista Isto É, que sublinhou frases de um discurso não esquerdista. Despertou o interesse imediato de todos. Como moro em São Paulo me dispus a fazer uma entrevista com o candidato (ver conteúdo disponibilizado no YouTube: PARTE 1, PARTE 2, PARTE 3, PARTE 4).

Mário de Oliveira é um homem mulato, com pele escura, sereno, gestos simples, modos refinados. Recebeu-me no seu escritório no Itaim Bibi, ocasião em que travamos uma longa e esclarecedora conversa, antes de eu ligar o gravador. É um homem de origem humilde que se fez sozinho, pelo mérito. Formou-se inicialmente em operário qualificado (torneiro mecânico), graduou-se em Engenharia e, depois dos quarenta anos, em Direito, atividade em que atualmente milita. Foi executivo principal (CEO) de grandes empresas, tendo nessa posição viajado o mundo. Morou no Quênia na condição de administrador de empresas. Morou na França, onde também estudou.

Quando ouvi esses fatos percebi que estava diante de um homem singular, que se propôs à candidatura movido por razões patrióticas elevadas e por saber que poderia ser bem sucedido. Tem plena consciência de suas limitações, mas sabe que tem chance, em face das oportunidades de comunicações que as novas mídias, especialmente a Internet, podem trazer. Esta entrevista é um exemplo desse poder, eficiente para quebrar o bloqueio dos grandes meios de comunicação.

Como eu, Mário de Oliveira entende que faltava um candidato do campo de centro-direita, que levante a bandeira em que liberais, conservadores, patriotas, pessoas incomodadas com o império do esquerdismo em nosso país, que se prolonga por décadas, possam se ver representadas.

A entrevista transcorreu sem qualquer pré-condição e o candidato não fugiu de nenhuma das minhas perguntas. Como você verá, meu caro leitor, foi direto nas respostas, sem titubeio. Mário de Oliveira Filho discorreu com tranqüilidade e sinceridade sobre todos os temas propostos. O que disse muito me agradou. Acho que, com isso, meus amigos conservadores e eu estamos prestando um serviço público relevante de mostrar um fato novidadeiro na nossa política. A candidatura de Mario de Oliveira Filho pode ser mais do que uma aventura quixotesca contra tudo que está aí; ela pode falar ao coração dos brasileiros e tornar-se viável.

Entrei naquela sala para entrevistá-lo com a decisão tomada de votar em branco nas próximas eleições. Mudei. Agora vou votar em "preto", vou votar em Mário de Oliveira Filho.