Como se pudéssemos escolher entre tratar a primeira ou a segunda ameaça.
A reação das famílias das vítimas do atentado foi imediata.
Ah, a campanha era para a WWF.
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27/08 - OSSADAS LOCALIZADAS
Por ALLAN P. SCOTT - Ex Correspondente de Guerra - Um Garimpeiro da História
Foram localizadas e identificadas duas ossadas de vítimas da Guerrilha do Araguaia. O Ministério da Defesa e o Ministério da Justiça estão de parabéns.Os méritos todos são do Ministro Vannuchi da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, que persistiu na sua cruzada pela busca da verdade histórica. Num cemitério de Manaus foi localizado o túmulo do Sargento do Exército MÁRIO ABRAHIM DA SILVA, e num cemitério de Belém também foi encontrado o túmulo do Cabo do Exército ODILO CRUZ ROSA.
Texto completo
Pelas perfurações nas ossadas,constatou-se que os dois jovens foram atingidos à queima-roupa, provavelmente em cruéis emboscadas, sem meios de defesa, sendo assassinados friamente.
Abrindo os ARQUIVOS DA DITADURA, verificamos que o jovem
Cabo ROSA servia em Belém e fora deslocado para a região do Araguaia, onde iria, cumprindo o seu dever, defender o solo brasileiro que estava ameaçado por uma agressão de origem estrangeira. Barbaramente assassinado, foi a primeira vítima daquele episódio histórico.
Segundo também os ARQUIVOS DA DITADURA, o jovem Sargento ABRAHIM era de Manaus, que em operações de defesa interna foi covardemente assassinado a sangue-frio, por terroristas apátridas que desestabilizavam a paz na região de Xambioá.
Esperamos que as autoridades constituídas agilizem os processos para que as famílias desses dois HERÓIS sejam indenizadas e recebam as pensões especiais que têm direito, por ISONOMIA àqueles outros casos já reconhecidos pela justiça.
(25 de Agosto de 2009)

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Edna O’Brien conheceu “Chico” uma semana atrás, na Flip, em Paraty. Depois de participar de um debate, ela foi arrastada a um encontro entre Chico Buarque e Milton Hatoum. O que ela afirmou, assim que conseguiu escapar do encontro? Que Chico Buarque era uma fraude. O que ela afirmou em seguida, durante o jantar? Que se espantou com a empáfia e com o desconhecimento literário dos dois autores.

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Muitos perderam a noção de pertença à humanidade e não cultivam mais valores solidários. São moldados pela ideologia dominante que sugere que "a cada um é concedido conforme o seu empenho, o seu esforço, o seu talento." Logo, a conclusão de que pobres são pobres porque assim o desejam. Ou que a condição de pobreza é resultado da falta de esforços e de vontade de cada um e cada uma. Outros desejam "enquadrar" os excluídos a partir de dados e estudos estatísticos, supondo que todos respondem do mesmo modo, mesmo nas diferentes adversidades e peculiaridades de vida de cada um.
Passo Fundo registra o maior número de mortes
sso Fundo, que registrou o primeiro óbito causado pela Gripe A no país, confirmou ontem mais duas mortes e agora contabiliza o maior número de casos em todo o país. No Rio Grande do Sul foram sete óbitos pela doença e no Brasil 11 vítimas. Ontem, em coletiva de imprensa, o prefeito municipal, Airton Dipp e o Secretário Municipal da Saúde, Alberi Grando, comunicaram o resultado de mais quatro exames. Um exame negativou, porém três confirmaram a presença do vírus. Uma mulher passa bem, foi medicada e já voltou as atividades normais. Porém dois homens, de 30 e 42 anos, que não viajaram para outros países e nem mantiveram contato com pessoas que se ausentaram do país, tiveram a confirmação da doença e vieram a falecer nos últimos dias.
Segundo Grando, o número de óbitos no município ainda está dentro da proporção de letalidade do mundo, porém é possível que este quadro possa se reverter nos próximos dias pois não existem
“Dentro do contexto nacional, é perfeitamente normal, mas o município de Passo Fundo está adotando algumas medidas que se fazem necessárias, disse o Prefeito”.
Fiz uma comparação da quantidade de livros/referência de autores marxistas (ou esquerdistas) e não marxistas no site da Biblioteca:
Adam Smith: 8 referências
Karl Marx: 66 referências
Olavo de Carvalho: 1 referência
Antônio Gramsci: 33 referências
Friedrich Hayek: 1 referência
Lênin: 36 referências
Aristóteles: 38 referências
Paulo Freire: 100 referências
Milton Friedman: 5 referências
Emir Sader: 15 referências
"O Manual do Perfeito Idiota Latino-Americano": 0 exemplares
"As veias abertas da América Latina": 10 exemplares
Paulo Ferreira da Cunha: 0 referências
Boaventura Sousa Santos: 7 referências
José Guilherme Merquior: 7 referências (0 para o livro dele sobre Foucault)
Michel Foucault: 36 referências
Roberto Campos: 4 livros
Celso Furtado: 31 referências
Paul Johnson: 0 referências
Eric Hobsbawm: 14 referências
George Orwell: 4 referências
Bertolt Brecht: 10 referências
Raymond Aron: 5 referências
Florestan Fernandes: 28 referências
Julián Marías: 6 referências
Marilena Chauí: 26 referências
Editora Instituto Liberal: 0 referências
Editora Paz e Terra: 234 referências
Vêem a completa distorção? A literatura filomarxista é francamente majoritária na Universidade e vem gente reclamar de "hegemonia neoliberal"!
Astrônomo desmente mitos de que homem não teria ido à Lua
Bandeira americana está amassada e não tremula.
Veja o que é verdade e o que é mentira sobre a missão da Apollo 11.
Número de imigrantes brasileiros em Portugal aumentou 37% em 2008
Há 106.961 brasileiros no país, diz governo português.
Segundo país com mais imigrantes em Portugal é a Ucrânia.
Conclui estudo da Universidade do Minho
Violência entre casais homossexuais é maior do que nos heterossexuais
12.07.2009 - 01h11 Ana Cristina Pereira
Apesar de invisível, a violência nas relações homossexuais é “tendencialmente mais elevada”. Esta é a ideia-chave de um estudo que acaba de ser feito na Universidade do Minho (UM): 39,1 por cento dos participantes admitiram ter adoptado algum comportamento violento e 37,7 revelaram ter sido vítimas de, pelo menos, um acto abusivo no ano anterior.
“A amostra é pequena e específica”, ressalva Carla Machado, co-autora com Laura Gil Costa e Rute Antunes. Responderam ao inquérito 151 indivíduos dos 15 aos 60 anos ligados a associações de defesa dos direitos dos homossexuais – 37,7 por cento eram estudantes, 19,9 exerciam profissões intelectuais e científicas, e as pessoas “mais escolarizadas tendem a identificar como violentos comportamentos banalizados pelas menos escolarizadas”.
Analisando o que cada um admite já ter praticado, a violência psicológica é mais frequente (30,5) do que a física (24,5). Analisando o que cada um diz já ter sofrido, a tendência mantém-se: 35,1 por cento foram vítimas de, pelo menos, um acto de violência emocional e 24,5 de uma agressão física no último ano.
O mais comum é insultar, difamar, humilhar, partir ou danificar objectos de propósito ou deitar a comida no chão para assustar, gritar ou ameaçar, dar uma bofetada. Foi encontrada uma forma específica de abuso: o “outing” ou ameaça de “outing” (revelação indesejada da orientação sexual do parceiro se este tentar acabar a relação). O que pode causar “perda de emprego, abandono de familiares e amigos ou da custódia de um filho”.
Igual a outros países
Estes resultados vão ao encontro das taxas encontradas noutros países. A tendência para maior violência é clara: numa investigação sobre violência conjugal heterossexual, que teve por base 2391 famílias, 22,2 por cento dos sujeitos assumiram-se como vítimas e 26,22 por cento como agressores.
A professora da UM diz que a violência entre casais do mesmo sexo tem sido “negada ou ocultada” pela comunidade homossexual, já que reforça estereótipos negativos, e pelos investigadores da área, já que interroga o pressuposto feminista de que a violência é filha da desigualdade de género. As questões de género “são relativas”, já que estão “associadas a diferenças de poder e as diferenças de poder ocorrem independentemente do género”, advoga.
Como nas relações heterossexuais, “a vítima sente-se isolada, vulnerável, presa à relação”. Prende-a o amor. Prende-a o factor financeiro quando a relação implica rendimentos, negócios, aquisições conjuntas. Há, porém, uma “importante diferença”: o preconceito.
Teia de silêncio
Diversos mitos ajudam a construir uma teia de silêncio. A sociedade tende a encarar as “relações homossexuais como igualitárias”, “imunes à violência íntima”. E a acreditar na suposta “facilidade (emocional e financeira) que a vítima teria em abandonar a relação”. Como se as suas relações fossem “meramente sexuais”.
Múltiplos estudos sugerem que os homossexuais são “profundamente discriminados em diversos sectores da sociedade”. Na família, no acesso a trabalho e morada, no emprego, na escola, na polícia, no exército e noutras instituições. Podem “sentir que estão sós contra o mundo – e esse sentimento pode alimentar a relação, mas também torná-la mais tensa”, explica.
A homofobia pode gerar “baixa auto-estima ou sentimento de inadequação sexual, que o sujeito procura compensar através da subjugação do parceiro”. Também pode “funcionar como um legitimador da violência sofrida, uma vez que o indivíduo acredita que é merecedor ou até mesmo culpado da violência”.
As vítimas homossexuais têm em regra menos apoio. Por vezes, os familiares nem sabem que elas têm uma relação íntima. Revelar a violência também pode ser encarado como uma forma de reforçar a imagem negativa que a família tem da homossexualidade. As vítimas chegam a preferir “manter um relacionamento íntimo violento a permitir comentários do tipo: 'Eu bem te avisei.’”
E os serviços? Não há casas abrigo para homens. E Carla Machado questiona-se sobre a sensibilidade que terá quem trabalha em casas abrigo destinadas a mulheres e crianças para lidar com lésbicas vítimas de violência doméstica.
“A prevalência alerta-nos para a necessidade de maximizarmos a visibilidade deste fenómeno”, conclui o artigo científico, que foi há uns dias para publicação numa revista científica. “Num contexto social preconceituoso, sem campanhas de informação adequadas ou serviços específicos, muitas vítimas de violência íntima não são sequer capazes de reconhecer as suas relações como abusivas”.
As investigadoras julgam importante criar serviços ou, pelo menos, alargar os já existentes aos homossexuais. Acham que “o maior desafio face à violência nas relações homossexuais continua a ser a cegueira inerente à homofobia”.
1 – Em 1990 o Governo Collor assumiu o governo com uma carga tributária de 30,50% do PIB, entregando o governo em 1992 com uma carga tributária de 25,85% do PIB. Redução de 15,24% em relação ao ano de 1990.
2 – Em 1992 o Governo Itamar Franco assumiu o governo com uma carga tributária de 25,85% do PIB, entregando o governo em 1994 com uma carga tributária de 29,46% do PIB. Aumento de 13,97% em relação ao ano de 1992.
3- Em 1995 o governo FHC assumiu o governo com uma carga tributária de 29.46% do PIB, entregando governo em 2002 com uma carga tributária de 31,86% do PIB. Aumento de 8,15% em relação ao ano de 1994.
4 – Em 2003 o governo Lula assumiu o governo com uma carga tributária de 31,86% do PIB, em 2008 a carga tributária aumentou para 35,80% do PIB. Aumento de 12,37% em relação ao ano de 2002.
5 – Do ano de 1992 até o ano de 2008 a carga tributária brasileira teve um aumento de 38,49%.
Kennedy: "Iremos apoiar os amigos, contra quaisquer inimigos de modo a assegurar a sobrevivência e a vitória da liberdade"
Obama: "Iremos apoiar os inimigos, contra quaisquer amigos, de modo a assegurar a sobrevivência e a vitória da tirania"
Cartazes: "Não interfiram no Irã"/ "Restaurem o ditador hondurenho"
"A doutrina Obama"
Isso prova que a Bíblia é sim um registro fidedigno.