Astrônomo desmente mitos de que homem não teria ido à Lua
Bandeira americana está amassada e não tremula.
Veja o que é verdade e o que é mentira sobre a missão da Apollo 11.
quarta-feira, julho 15, 2009
O Homem Foi à Lua!
Globo.com: Brasileiros em Portugal - Mais 37% Em 2008
G1 > Mundo - NOTÍCIAS - Número de imigrantes brasileiros em Portugal aumentou 37% em 2008
Número de imigrantes brasileiros em Portugal aumentou 37% em 2008
Há 106.961 brasileiros no país, diz governo português.
Segundo país com mais imigrantes em Portugal é a Ucrânia.
Isso é bom? Para quem?
Os brasileiros vivendo aqui em Portugal, em geral, comportam-se de duas maneiras:
a) Querem fazer de Portugal um segundo "Brasil", trazendo tudo o que podem de lá, seja a família, amigos, comidas, música e tudo mais. Por outro lado, não gostam quase nada de Portugal: detestam o sotaque, a música, a comida, a forma de tratamento pessoal, etc. Provavelmente uma faceta é reação à outra.
b) Não querem saber nada do Brasil. Vieram à Europa para esquecer do país natal. Quanto menos "Brasil", melhor. Estes, por sua vez, têm (perdão, mas continuo a escrever na graphia antiga) a propensão à diminuir o que é feito no Brasil na comparação com Portugal.
Os (a) são, no geral, pessoas que vieram como ilegais para fazer trabalhos manuais.
Os (b) são profissionais formados que vieram exercer a sua profissão por aqui.
Em qual grupo eu me encontro?
Bem, estou no meio.
Não acho que tudo o que vem do Brasil uma "maravilha" só por ter sido feito no Brasil (não gosto de Ivete Sangalo! Nem de
segunda-feira, julho 13, 2009
Público.pt: Violência entre Homossexuais é maior..
PUBLICO.PT - Violência entre casais homossexuais é maior do que nos heterossexuais
Conclui estudo da Universidade do Minho
Violência entre casais homossexuais é maior do que nos heterossexuais
12.07.2009 - 01h11 Ana Cristina Pereira
Apesar de invisível, a violência nas relações homossexuais é “tendencialmente mais elevada”. Esta é a ideia-chave de um estudo que acaba de ser feito na Universidade do Minho (UM): 39,1 por cento dos participantes admitiram ter adoptado algum comportamento violento e 37,7 revelaram ter sido vítimas de, pelo menos, um acto abusivo no ano anterior.
“A amostra é pequena e específica”, ressalva Carla Machado, co-autora com Laura Gil Costa e Rute Antunes. Responderam ao inquérito 151 indivíduos dos 15 aos 60 anos ligados a associações de defesa dos direitos dos homossexuais – 37,7 por cento eram estudantes, 19,9 exerciam profissões intelectuais e científicas, e as pessoas “mais escolarizadas tendem a identificar como violentos comportamentos banalizados pelas menos escolarizadas”.
Analisando o que cada um admite já ter praticado, a violência psicológica é mais frequente (30,5) do que a física (24,5). Analisando o que cada um diz já ter sofrido, a tendência mantém-se: 35,1 por cento foram vítimas de, pelo menos, um acto de violência emocional e 24,5 de uma agressão física no último ano.
O mais comum é insultar, difamar, humilhar, partir ou danificar objectos de propósito ou deitar a comida no chão para assustar, gritar ou ameaçar, dar uma bofetada. Foi encontrada uma forma específica de abuso: o “outing” ou ameaça de “outing” (revelação indesejada da orientação sexual do parceiro se este tentar acabar a relação). O que pode causar “perda de emprego, abandono de familiares e amigos ou da custódia de um filho”.
Igual a outros países
Estes resultados vão ao encontro das taxas encontradas noutros países. A tendência para maior violência é clara: numa investigação sobre violência conjugal heterossexual, que teve por base 2391 famílias, 22,2 por cento dos sujeitos assumiram-se como vítimas e 26,22 por cento como agressores.
A professora da UM diz que a violência entre casais do mesmo sexo tem sido “negada ou ocultada” pela comunidade homossexual, já que reforça estereótipos negativos, e pelos investigadores da área, já que interroga o pressuposto feminista de que a violência é filha da desigualdade de género. As questões de género “são relativas”, já que estão “associadas a diferenças de poder e as diferenças de poder ocorrem independentemente do género”, advoga.
Como nas relações heterossexuais, “a vítima sente-se isolada, vulnerável, presa à relação”. Prende-a o amor. Prende-a o factor financeiro quando a relação implica rendimentos, negócios, aquisições conjuntas. Há, porém, uma “importante diferença”: o preconceito.
Teia de silêncio
Diversos mitos ajudam a construir uma teia de silêncio. A sociedade tende a encarar as “relações homossexuais como igualitárias”, “imunes à violência íntima”. E a acreditar na suposta “facilidade (emocional e financeira) que a vítima teria em abandonar a relação”. Como se as suas relações fossem “meramente sexuais”.
Múltiplos estudos sugerem que os homossexuais são “profundamente discriminados em diversos sectores da sociedade”. Na família, no acesso a trabalho e morada, no emprego, na escola, na polícia, no exército e noutras instituições. Podem “sentir que estão sós contra o mundo – e esse sentimento pode alimentar a relação, mas também torná-la mais tensa”, explica.
A homofobia pode gerar “baixa auto-estima ou sentimento de inadequação sexual, que o sujeito procura compensar através da subjugação do parceiro”. Também pode “funcionar como um legitimador da violência sofrida, uma vez que o indivíduo acredita que é merecedor ou até mesmo culpado da violência”.
As vítimas homossexuais têm em regra menos apoio. Por vezes, os familiares nem sabem que elas têm uma relação íntima. Revelar a violência também pode ser encarado como uma forma de reforçar a imagem negativa que a família tem da homossexualidade. As vítimas chegam a preferir “manter um relacionamento íntimo violento a permitir comentários do tipo: 'Eu bem te avisei.’”
E os serviços? Não há casas abrigo para homens. E Carla Machado questiona-se sobre a sensibilidade que terá quem trabalha em casas abrigo destinadas a mulheres e crianças para lidar com lésbicas vítimas de violência doméstica.
“A prevalência alerta-nos para a necessidade de maximizarmos a visibilidade deste fenómeno”, conclui o artigo científico, que foi há uns dias para publicação numa revista científica. “Num contexto social preconceituoso, sem campanhas de informação adequadas ou serviços específicos, muitas vítimas de violência íntima não são sequer capazes de reconhecer as suas relações como abusivas”.
As investigadoras julgam importante criar serviços ou, pelo menos, alargar os já existentes aos homossexuais. Acham que “o maior desafio face à violência nas relações homossexuais continua a ser a cegueira inerente à homofobia”.
quinta-feira, julho 09, 2009
Políbio Braga: Nos 6 Anos de Lula, Impostos Aumentaram 12,37%
1 – Em 1990 o Governo Collor assumiu o governo com uma carga tributária de 30,50% do PIB, entregando o governo em 1992 com uma carga tributária de 25,85% do PIB. Redução de 15,24% em relação ao ano de 1990.
2 – Em 1992 o Governo Itamar Franco assumiu o governo com uma carga tributária de 25,85% do PIB, entregando o governo em 1994 com uma carga tributária de 29,46% do PIB. Aumento de 13,97% em relação ao ano de 1992.
3- Em 1995 o governo FHC assumiu o governo com uma carga tributária de 29.46% do PIB, entregando governo em 2002 com uma carga tributária de 31,86% do PIB. Aumento de 8,15% em relação ao ano de 1994.
4 – Em 2003 o governo Lula assumiu o governo com uma carga tributária de 31,86% do PIB, em 2008 a carga tributária aumentou para 35,80% do PIB. Aumento de 12,37% em relação ao ano de 2002.
5 – Do ano de 1992 até o ano de 2008 a carga tributária brasileira teve um aumento de 38,49%.
sábado, julho 04, 2009
45 anos hoje
Pelo menos faço aniversário na data certa: 4 de julho.
Meu Primeiro LP de Rock
Fiquei surpreso quando cheguei em casa e botei o disco para tocar. Fui pego. Esta é minha faixa favorita. Acabei de encontrar no you tube.
É do album eat to the beat de 1979.
YouTube - Blondie - Accidents never happen
quinta-feira, julho 02, 2009
A Doutrina Obama
Kennedy: "Iremos apoiar os amigos, contra quaisquer inimigos de modo a assegurar a sobrevivência e a vitória da liberdade"
Obama: "Iremos apoiar os inimigos, contra quaisquer amigos, de modo a assegurar a sobrevivência e a vitória da tirania"
Cartazes: "Não interfiram no Irã"/ "Restaurem o ditador hondurenho"
"A doutrina Obama"
quarta-feira, julho 01, 2009
Cristianismo, só hoje, por que amanhã acaba
A entrevista dada pelo meu amigo Julio Severo ao "cristianismo hoje" é uma aberração.
Não pelas respostas de Severo, sempre diretas e didáticas no sentido de explicar o compromisso do governo Lula em apoiar o movimento homossexual "sobre todas as coisas" (mesmo em detrimento da família), mas pelo comentário nada sutil do editor da "cristianismo", que parecia mais interessado em dizer ao mundo como ele e sua turminha moderninha, "de hoje", não tem nada a ver com "Don Quixotes" como Severo.
A "Cristianismo" ao invés de defender um irmão que sofre perseguição, prefere debochar dele. Lamentável.
segunda-feira, junho 29, 2009
Rio Citado Apenas Na Bíblia é Encontrado
Isso prova que a Bíblia é sim um registro fidedigno.
A Esperança de Honduras
LA ESPERANZA DE HONDURAS
Por Alfredo M. Cepero.
Como um cidadão comprometido com a liberdade do meu país tem experimentado um intenso e transbordando alegria este domingo 28 jun. De hecho, la primera en el ámbito político para los soldados de la libertad de Cuba y los apasionados de la democracia en América en este, por otra parte, nefasto año del 2009. Na verdade, o primeiro na arena política, para os soldados da liberdade de Cuba, e que ama a democracia na América nesta, aliás, desastroso ano de 2009. El ejemplo de la conducta cívica, valiente y mesurada de las instituciones jurídicas, políticas y militares hondureñas constituye un faro de esperanza para los pueblos americanos. O exemplo de conduta civil, coragem e medir as instituições jurídicas, políticas e militares hondurenhos é um farol de esperança para os povos americano. Pueblos asediados por un totalitarismo voraz que tiene su centro estratégico en La Habana, su banco de financiamiento en Caracas y sus tentáculos en los bolsillos de todos los miserables que venden a sus pueblos a cambio de petróleo venezolano. Pessoas cercada por um voraz totalitarismo que tem o seu centro estratégico, em Havana, o financiamento bancário, em Caracas e os seus tentáculos em todos os bolsões de miséria que vendem para o seu povo em troca de petróleo venezuelano.
Comencemos por dejar bien claro que lo ocurrido en Tegucigalpa no fue un golpe de estado como dirán los acólitos de Castro y los asalariados de Chávez. Iniciado por tornar claro que o que aconteceu em Tegucigalpa não foi um golpe de Estado como o acolytes informe de Castro e Chávez empregados. El esplendoroso acontecimiento en la tierra heroica de Francisco Morazán no fue un golpe de estado sino un aldabonazo en defensa de la constitución y un acto de supremo patriotismo. O evento grandioso na terra de heróico Francisco Morazán não foi um golpe de Estado, mas uma ressalva em defesa da Constituição e um ato supremo de patriotismo. Ya era hora de que los militares en nuestra América revuelta y depauperada entendieran que las armas no son para amedrentar hermanos sino para defender la constitución y proteger el Estado de Derecho. Era tempo para a revolta militar em nossa América e depauperada compreender que as armas não são destinadas a assustar irmão, mas para defender e proteger a Constituição do Estado de Direito. Que, por otra parte, no deben prestar atención a los demagogos que los quieren encerrar en sus cuarteles sino enfrentarlos con las armas en la mano cuando el golpe de estado viene disfrazado de ideología política y diatriba populista. Que, aliás, não devem pagar a atenção para os demagogos que deseja bloquear em suas casernas, mas enfrentá-los com armas na mão quando o próximo golpe de estado dissimulado como uma ideologia política e populista diatribe. Ese es el golpe de estado con el que se alzaron con el poder los Castro y los Chávez, al igual que pretenden hacerlo sus compinches en Bolivia, Ecuador y Nicaragua. Este é o golpe de Estado que teve com o poder de Chávez e Castro, como seus amigos a intenção de fazer na Bolívia, Equador e Nicarágua. Los hondureños dijeron ¡Basta ya! Hondurenhos disse Chega disso! y no pasarán. e não passar.
Para entender mejor la situación pasemos revista a lo ocurrido en los últimos cuatro años en ese pedazo de América que se llama Honduras. Para compreender melhor a situação vamos analisar o que aconteceu nos últimos quatro anos a esta parte da América que é chamado de Honduras. Una nación que ocupa un territorio del tamaño de Cuba y tiene una población de poco más de siete millones de habitantes donde más de la mitad subsisten por debajo del nivel de pobreza. Uma nação que ocupa uma área do tamanho de Cuba, e tem uma população de pouco mais de sete milhões de habitantes onde mais de metade permanecem abaixo do limiar de pobreza. El 27 de noviembre del 2005, Manuel Zelaya fue electo presidente como candidato del conservador Partido Liberal. Em 27 de novembro de 2005, Manuel Zelaya foi eleito presidente como candidato do conservador Partido Liberal. A mediados de su mandato se va a Caracas y, como Judas, traiciona a los liberales hondureños y se vende, en este caso, por treinta barriles de petróleo. No meio do seu mandato é para Caracas e, como Judas trai hondurenho liberais e vendidos, neste caso, trinta de barris de petróleo. Un año mas tarde, y una vez demostrada su habilidad para la traición, es uno de los pocos mandatarios latinoamericanos a quien se le concede una entrevista privada con Fidel Castro. Um ano mais tarde, e uma vez comprovada a sua capacidade de traição, é um dos poucos líderes latino-americanos que foram concedidos uma reunião privada com Fidel Castro. De allí salió inoculado del virus perverso que lo llevó a aferrarse al poder absoluto aún a costa de violar su juramento de defender la soberanía de Honduras, preservar la democracia y trabajar por la felicidad de su pueblo. De lá veio o vírus inoculado o mal que o levou a agarrar-se o poder absoluto, mesmo à custa de violar seu juramento de defender a soberania de Honduras, para preservar a democracia e trabalhar para a felicidade do seu povo.
Esa fue precisamente la causa de su destitución como mandatario y la razón por la cual los militares hondureños—conminados por el Poder Judicial y avalados por el Poder Legislativo—procedieron a restaurar el ritmo constitucional con su separación expedita e incruenta de una presidencia que había mancillado con su traición. Essa era justamente a causa de sua demissão como presidente e por isso que o militar hondurenho-ordenados pelo Poder Judiciário e aprovados pelo Legislativo, prosseguiu para restaurar o ritmo com os seus constitucional da separação incruenta expedita e uma Presidência que tinham manchado com a sua traição. Porque nada menos que de "traición a la patria" cataloga el Artículo 2 de la Constitución Hondureña de 1982 aquellos actos de "suplantación de la soberanía popular y la usurpación de los poderes constitutivos". Porque nada mais nada menos que "traição à pátria" catalogados artigo 2 º da Constituição de 1982 hondurenho actos de representação da soberania popular e da usurpação do poder constituinte ".
Por otra parte, en su orden de arresto los tribunales de justicia especificaron que: "La presencia de fuerzas extrañas, bajo la autorización del presidente, representa una violación de la soberanía nacional." Além disso, no intuito de prender o tribunal especificado que "A presença de forças estrangeiras, sob a sanção do presidente, representa uma violação da soberania nacional." Se referían a la presencia de agentes nicaragüenses y venezolanos en suelo hondureño con la misión de asistir en el referendo que unilateralmente, y sin consultar al Tribunal Nacional de Elecciones, había convocado Manuel Zelaya. Relacionados à presença da Nicarágua e Honduras solo venezuelanos na tarefa de auxiliar no referendo, que unilateralmente, sem consultar o Tribunal Nacional Eleitoral tinha convocado Manuel Zelaya. Esto último en violación flagrante del Artículo 51 de la Constitución Hondureña. Este último, em flagrante violação do artigo 51 da Constituição hondurenha.
Los militares por su parte estaban obligados a actuar por la propia constitución que hemos citado, la cual, en su Artículo 3, estipula: "Nadie debe obediencia a un gobierno usurpador ni a quienes asuman funciones ….usando medios o procedimientos que quebranten o desconozcan lo que esta constitución y las leyes establecen." Os soldados, por sua vez, foram obrigados a agir pela própria Constituição que citou, que em seu artigo 3 º dispõe: "Ninguém deve obediência a um usurpador governo ou para assumir essas funções .... Usando meios ou procedimentos que violem ou desconhecido que esta Constituição e as leis. " También actuaron en total concordancia con la Constitución los magistrados que, en cumplimiento de su Artículo 242, designaron al Presidente del Congreso, Roberto Micheletti, como presidente provisional, en sustitución del depuesto Manuel Zelaya. Ele também atuou em plena conformidade com a Constituição, os juízes, nos termos do artigo 242, designados pelo Presidente do Congresso Nacional, Roberto Micheletti, como presidente interino, substituindo o deposto Manuel Zelaya.
Queda pues demostrado que las instituciones jurídicas, políticas y militares hondureñas actuaron conforme a derecho, que la Constitución fue aplicada y que el Estado de Derecho fue preservado. É, portanto, demonstrado que as instituições jurídicas, políticas e militares hondurenho actuou de acordo com a lei, a Constituição foi aplicado e que a regra de lei foi preservado. Los ganadores fueron el pueblo de Honduras y quienes trabajamos por la restauración de una democracia al mismo tiempo representativa y participativa en América. Os vencedores foram os cidadãos de Honduras, e aqueles que trabalham para a restauração da democracia, ao mesmo tempo, uma representativa e participativa na América. Los perdedores fueron Manuel Zelaya y sus mentores y aliados diabólicos, histéricos y tiránicos que integran esa mafia despreciable a la que llaman ALBA. Os perdedores foram Manuel Zelaya e os seus mentores e aliados mal, tirânicos e histérica multidão que compõem este desprezível para chamar ALBA.
Sin embargo, los patriotas hondureños confrontan una asechanza que se desplaza en los vientos que soplan desde Washington. No entanto, patriotas confrontar um hondurenho ciladas que se move no ventos de Washington. En la que fuera hasta hace poco bastión de la lucha por la democracia en Irak, un presidente Obama y su Secretaria de Estado, Hillary Clinton, se empeñan en apaciguar a los enemigos de la libertad y de la convivencia civilizada con frases y acciones ambiguas y dubitativas. Em que até recentemente era um bastião da luta pela democracia no Iraque, um Presidente Obama e seu Secretário de Estado, Hillary Clinton, estão ocupados apaziguar os inimigos da liberdade e da convivência civilizada com frases ambíguas e acções hesitante. La prueba ya la tenemos en las declaraciones de la Secretaria de Estado ante el conflicto hondureño cuando dijo: "Las acciones tomadas contra el Presidente Mel Zelaya violan los preceptos de la Carta Democrática Interamericana y deben ser condenadas por todos." As provas que temos, e nas declarações do Secretário de Estado para o conflito em Honduras, quando ele disse: "As ações tomadas contra o Presidente Zelaya Mel violar os preceitos da Carta Democrática e deve ser condenada por todos." Todo parece indicar que, como los cubanos en el último medio siglo y los venezolanos en años recientes, los hondureños parecen condenados a tener que defender a solas su vocación por la democracia y su derecho a la libertad. Parece que, como os cubanos, no último meio século e, nos últimos anos, venezuelanos, hondurenhos parecem condenados a ter de defender a sua própria vocação para a democracia ea liberdade.
hat tip: uma amiga
O Acordo Secreto do Brasil com o Irã
Sim, Brasil e Irã tem um acordo secreto.
Ouso a dizer que deve ser do mesmo tipo que o Brasil tinha com o Iraque para confundir os inspetores internacionais.
Agora está explicada a quase visita de Ahmajinehad em maio, bem como o desrespeito total às vítimas inocentes do regime iraniano por Lula da Silva, alegando tratar simplesmente de "brigas de torcida de futebol".
Assim caminha o Foro de São Paulo. E ninguém faz absolutamente nada.
O Brasil, com certeza, parece ter o maior número de covardes travestidos de parlamentares. Com algumas exceções, é claro.
ISTOÉ - Independente

O acordo secreto do Brasil com o Irã
Itamaraty ajuda Ahmadinejad a burlar as sanções impostas pelos Estados Unidos e pelo Conselho de Segurança da ONU
Claudio Dantas Sequeira
No dia 2 de abril, em Londres, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva apertava a mão de Barack Obama, prometia US$ 10 bilhões ao FMI e ouvia que ele "é o cara", sob os holofotes da mídia internacional, a diplomacia brasileira negociava em Brasília uma forma de ajudar o governo de Mahmoud Ahmadinejad a burlar as sanções americanas contra o regime iraniano. As linhas mestras de um acordo entre Brasil e Irã, que seria assinado durante a visita de Ahmadinejad em maio que acabou adiada, foram delineadas uma semana antes num encontro a portas fechadas no Itamaraty, no dia 25 de março. ISTOÉ obteve a ata da reunião em que o chanceler Celso Amorim e seu colega iraniano Manoucherch Mottaki, acompanhados de assessores, protagonizaram uma cena capaz de abalar as relações entre o Brasil e os Estados Unidos. À revelia das sanções dos EUA e das advertências do Conselho de Segurança da ONU, contrário às transações com instituições financeiras iranianas, Amorim e Mottaki firmaram os termos de uma ampla cooperação entre os sistemas bancários brasileiro e iraniano. O que deixou o ex-chanceler Luiz Felipe Lampreia de cabelos em pé: "Não se pode ignorar uma recomendação do Conselho de Segurança da ONU. Essa negociação com o Irã é como uma pescaria em águas turvas."
O Itamaraty, no entanto, não está nem aí. E em sua ênfase atual nas boas relações com o mundo árabe abriu negociações com o Export Development Bank of Iran (EDBI), que entrou para a "black list" (lista negra) do Departamento do Tesouro americano no final de 2008, ao lado de suas subsidiárias, a corretora EDBI Stock Brokerage Company, a empresa de câmbio EDBI Exchange Company, sediadas em Teerã, e o Banco Internacional de Desarollo, com sede em Caracas, na Venezuela. Além de congelar os ativos dessas empresas em território dos EUA, as sanções proíbem cidadãos americanos de negociar com elas. Não se aplicam, portanto, aos brasileiros. Mas, na opinião de diplomatas e especialistas ouvidos por ISTOÉ, ao furar a barreira o Brasil põe em xeque a política externa dos Estados Unidos.
PARCEIROS Ahmadinejad cancelou visita ao Brasil, mas Lula manteve a negociação
Amorim tem defendido abertamente a equidistância e o pragmatismo nas relações internacionais. Mas o fato de o Itamaraty ter mantido silêncio sobre as negociações com o Irã não corresponde ao histórico da diplomacia brasileira, que normalmente trombeteia qualquer acordo ou negócio com outros países.
"Esse gesto vai levantar agora muitas suspeitas. Por que o Brasil está fazendo isso?", questiona o analista iraniano Meir Javedanfar, autor de um livro sobre o governo Ahmadinejad e especialista no programa nuclear de seu país. Javedanfar prevê mais tensões na relação do governo Lula com Israel, que protestou contra a visita de Ahmadinejad, e também atritos com o Departamento de Estado americano. Para o exchanceler Lampreia, a diplomacia brasileira se arrisca desnecessariamente. "Agora, que se tornou público, o acordo certamente vai incomodar", diz ele. E vai mesmo, especialmente quando autoridades econômicas e diplomáticas americanas conhecerem o conteúdo das medidas negociadas entre o Itamaraty e o EBDI. O acordo prevê mecanismos financeiros para facilitar a exportação e a importação de bens e serviços, incluindo operações de reexportação para terceiros países (o que permite ao Irã escapar do embargo por uma triangulação comercial), a criação de joint ventures, a abertura de bancos iranianos no Brasil e a assinatura de um acordo entre os bancos centrais para troca de informações sobre o sistema financeiro.
No documento bilateral, as autoridades também falam da "necessidade de buscar meios para superar os prin cipais obstáculos" que impedem os negócios entre os dois países. Na prática, significa ajudar Teerã a obter crédito e garantias bancárias para investimento, que escassearam nos ban cos europeus e americanos com a imposição das sanções. Aos olhos dos serviços de inteligência, por exemplo, as iniciativas de cooperação não passam de artimanhas para ajudar o Irã a contornar as sanções e avançar no seu programa nuclear.
Se essa avaliação beira a paranoia, sendo sucessivamente refutada por Teerã, o fato é que negociar com um banco de desenvolvimento que está na "lista negra" americana não é a melhor forma de pavimentar o caminho para as especiarias do Oriente. "Trata-se de um gesto equivocado do presidente Lula. Há várias formas de se estabelecer parcerias que intensifiquem o comércio bilateral", diz Javedanfar. Um exemplo é o que tem feito a China, que vendeu ao Irã US$ 10 bilhões, entre 2007 e 2008. Foi seguida de perto pela Alemanha (US$ 7 bilhões) e os Emirados Árabes Unidos (US$ 6,6 bilhões). No mesmo período, o Brasil conseguiu US$ 2,2 bilhões. O volume de comércio desses países prova que há maneiras menos explosivas de se estimular as exportações.
"O problema não é econômico, mas político", alerta o brasileiro Salvador GhelfiRaza, professor do Centro de Estudos Hemisféricos de Defesa, um braço acadêmico do Pentágono.
"Ter o direito de fazer um acordo não quer dizer que seja legítimo fazê-lo. Está claro que o governo Lula fez uma opção ideológica", afirma Raza. Ele ressalta que o Export Development Bank of Iran tem financiado diversos projetos em Cuba, El Salvador,
Equador, Bolívia e até montou uma sociedade com a Venezuela: o chamado Banco Internacional de Desarollo, com sede em Caracas. Recentemente, os presidentes Mahmoud Ahmadinejad e Hugo Chávez anunciaram investimento de US$ 200 milhões para projetos econômicos, industriais e de extração mineral conjuntos. Mas a meta do capital conjunto é de US$ 1,2 bilhão.
"Negociar com Ahmadinejad é o mesmo que negociar com Adolf Hitler.
Ele prega o fim do Estado de Israel e o extermínio dos judeus", diz o analista israelense Raphael Israeli, professor da Universidade Hebraica de Jerusalém. Para ele, a via de comércio aberta pelo governo Lula tem um custo alto, "o de vidas humanas". Israeli se refere às ações de repressão contra os manifestantes que foram às ruas de Teerã para questionar o resultado da eleição que reconduziu Ahmadinejad ao poder, e que terminaram na morte de duas dezenas de pessoas. Mais ponderado, Raza diz que o Brasil trai a sua história ao apoiar um regime opressor que é contra a democracia. "Não acho o Irã um bicho-papão, mas acho que a estrutura Ele prega o fim do Estado de Israel e o extermínio dos judeus", diz o analista israelense Raphael Israeli, professor da Universidade Hebraica de Jerusalém. Para ele, a via de comércio aberta pelo governo Lula tem um custo alto, "o de vidas humanas". Israeli se refere às ações de repressão contra os manifestantes que foram às ruas de Teerã para questionar o resultado da eleição que reconduziu Ahmadinejad ao poder, e que terminaram na morte de duas dezenas de pessoas. Mais ponderado, Raza diz que o Brasil trai a sua história ao apoiar um regime opressor que é contra a democracia. "Não acho o Irã um bicho-papão, mas acho que a estrutura
O chefe da Divisão de Programas de Promoção à Exportação do Itamaraty, Rodrigo de Azevedo, que assinou o acordo com o EBDI, rebate as críticas e diz que o Brasil não vai abrir mão do direito soberano de negociar com quem quer que seja. O governo, segundo ele, não está preocupado se o acordo com o Irã vai afetar as relações com os Estados Unidos. "Nosso ponto de vista é comercial, não político. Além disso, há uma demanda dos empresários brasileiros para negociar com o Irã", garante Azevedo. A única concessão que o Brasil admite fazer, segundo ele, é manter-se afinado com as resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas em relação à energia nuclear. O resto é comércio.
Golpe em Honduras
Um dia, foi convidado por Chavez para visitar a Venezuela.
Voltou transformado. Diziam que eram os petrodólares de "ajuda" prometida. A transformação deu-se por completo quando começou a fazer viagens constantes à Cuba para beijar a mão de Fidel.
A partir daí, traiu seus antigos ideais e começou a trabalhar ativamente para ser, como seus modelos (ambos presidentes eleitos indefinidamente) "democrático e popular". Tentou várias vezes modificar a constituição para eleger-se perpetuamente.
Não conseguiu.
Até que resolveu criar unilateralmente um arremedo de "plebiscito" - à revelia do parlamento - em que o "povo" deveria dizer se não sua reeleição eterna.
Pediu uma ajudinha ao velho amigo Chavez e centenas de "olheiros" bolivarianos entraram no país para "garantir" o processo democrático.
O parlamento, ante a este abuso, solicitou ao exército a normalidade democrática e institucional novamente.
O presidente foi expulso e o poder foi entregue ao vice.
Foi este golpe que estava para acontecer em Honduras.
Mas não tente ler as manchetes dos jornais. A diferença entre o mundo real e o que é comentado na mídia é enorme vejam os exemplos.
Como nos tempos da Guerra Fria (Rodrigo Lopes) | Rodrigo Lopes
"Chavista ou não, autoritário ou não, nada justifica o rompimento dos pilares institucionais de um país."
[Perguntinha básica: os pilares institucionais deste mesmo país não estavam sendo rompidos pelo presidente? Como "chavista ou não"? Como se chavista significasse ser apenas adepto de inter ou grêmio. Nada disso. Chavista significa muito mais. Significa ser adepto do Foro de São Paulo com o propósito de acabar com a democracia na AL até que somente a sua casca, seca e sem vida sirva para dar respaldo a "presidentes" eternos. Se um repórter não conhece o que realmente uma investigação... Qualquer bocó com uma conexão internet pode deduzir a verdade. Qualquer. O que é feito no Brasil é um arremedo tão idiota de jornalismo que só me resta mesmo aplaudir a negação da regulamentação desta profissão no Brasil.]Irã condena golpe de Estado em Honduras
EUA e quase todos os países latino-americanos pediram o imediato retorno da democracia
[O Irã condena Honduras??? É para todos esquecerem-se de Neda? Ahmajinehad? Pára com isso. Não cola. "Condena" golpe mas mata inocentes a tiro. Que perfeito exemplo de hipocrisia. E o quê o Irã tem a ver com a América Latina? Tudo. As relações entre Foro de São Paulo, Irã, China e Rússia são evidentes. Agem em grupo, coordenados. Por que será quer Lula e Ahma condenaram prontamente o que aconteceu em Honduras? Ora, para defender Chávez e o Foro.]Lula diz que é inaceitável golpe militar na América Latina
Presidente propôs ainda o isolamento político de Honduras até que Manuel Zelaya volte ao cargo
[Lula, que achou que a morte de centenas no Irã não foi nada, agora propõe "isolamento" de Honduras. Risível. O que fez o presidente do Brasil com relação ao Irã? ]
Gripe Suína no Brasil
Parece que a gripe suína, depois da primeira passagem quase incólume, volta agora com força total.
A reação do secretário de saúde do RS é que parece incoerente. É correto dizer que a gripe é exógena, afinal a vítima a adquiriu em viagem pela Argentina. Mas pode tornar-se endógena pelo simples fato de que Vanderlei pode ter infectado a muitos outros em suas andanças pelo estado. Não garantias. O facto da primeira vítima ter sido infectada fora do Brasil não diminui o risco interno. Pelo contrário. Aumenta.
A seguir, a entrevista do secretário da saúde.
Após primeira morte pela gripe A no RS, Terra pede que população não se desespere | Saúde
Por fim, Osmar Terra solicitou mais uma vez que a população não se desespere. Solicitou até mesmo que não há necessidade de estocar máscaras ou andar diariamente com as mesmas. Segundo Terra, as máscaras não são 100% eficazes para não contrair a doença.
— Não adianta andar com a máscara na rua ou em ambientes com mais pessoas. Não vai ser isso que mudará o curso da doença. O fato é que a máscara inibe gotículas que ficam no ar por espirro ou por fala e essas gotículas possuem vírus — explicou.
[Não se pode compreender estas duas frases: elas são contraditórias. Ou não se anda com a máscara por que ela não é eficaz, ou deve-se andar pois a máscara "inibe gotículas que ficam no ar". ]
— A melhor mascara é a bico de pato. Não estou dizendo para todo mundo comprar máscara, não é isso. Volto a dizer: estamos lidando com uma gripe comum — concluiu.
[Gripe comum???? Esta desastrosa entrevista só serve mesmo +ara aumentar o pânico da população. Não há vítimas para gripe comum, meu caro secretário.]
Movimento Negro é Escravo da Petrobrás?
Defender uma empresa só por que ela oferece alguns trocados não me parece atitude digna à memória dos que lutaram contra a escravidão.
Acomodar-se à sua gaiola, mesmo dourada, não é sinal de liberdade. Vejam a prova abaixo
Movimento negro lança manifesto contra CPI da Petrobras -
Movimento negro lança manifesto contra CPI da Petrobras
28 de junho de 2009 • 10h52 • atualizado às 11h21
"O presidente do bloco afro Ilê Aiyê, Antônio Carlos dos Santos, o Vovô, também assinou o manifesto em defesa da Petrobras, que segundo ele deve ter seu papel social respeitado pela sociedade brasileira."Desde 2001, a Petrobras é parceira do Ilê e apoiou a construção da sede do bloco. É uma empresa com projetos sociais em todo o Brasil", disse. "A elite branca e racista desse País não tem interesse em permitir que esse trabalho continue a ser feito."
A repetição dos mesmos bordões já estão enraizados na mídia nacional. Pena que ninguém responde a isso. Quem cala, consente. Estas acusações de "elite branca racista" são apenas óbvias tentativas de mudar o foco. Generalizar é ser racista também.
Mais triste mesmo é mudança: da defesa intransigente da liberdade e do fim do preconceito contra os negroas, para uma posição miserável de defender o "patrão" - quem lhe paga. Isto pode ser caracterizado como escravidão auto-imposta. Muito pior do que a outra, terminada em 1888. Naquela, os escravos ainda tinham vontade de sair de seu estado de escravidão; Nesta, parece que não.
segunda-feira, junho 22, 2009
Obamis: Americanos Sabem dos Problemas de Elegibilidade do Obama
Parei por ali.
Perguntei sobre a questão da elegibilidade do Obama. Nada sabia a respeito. Mas disse que alguém não nascido nos EUA não poderia ser presidente. Como Obamis é presidente, logo, nasceu nos EUA.
Pensei com os meus botões: É parece que esta história ficou mesmo totalmente escondida dos eleitores nos Estados Unidos.
Contudo, acabo de encontrar esta pesquisa do World Net Daily que mostra o contrário.
Lembrei-me do Brasil, em que tudo que foge ao mainstream, é "teoria conspiratória" de algum maluco. Como somos mesmo bovinos. Alguém sugere a dúvida (no caso, foi o Olavo de Carvalho quem mais divulgou o que era debatido na campanha do ano passado nos EUA, especialmente dentre o meio conservador), a massa fica aterrorizada, mas vem algum "especialista" tranquilizar os incautos, a dizer que tudo não passa de paranóia pura.
Mas, graças a Deus, os americanos não são assim tão crédulos em seus meios de comunicação de massa - a maioria, esquerdista, como a ABC - "all Barack Company"- por exemplo.
Leia o link (em inglês) abaixo.
WorldNetDaily.com/Wenzel Strategies Poll Shocker! Most Americans know of Obama Eligibility Questions | wenzelstrategies
quinta-feira, junho 11, 2009
Conexão Romana e etc.
Conexão Romana
Não, não é nenhum novo filme.
É por que eu só agora – alguns meses após o último post – é que estou atualizando o blog.
Não. Não o abandonei: simplesmente não tive nenhum tempo livre para fazê-lo nos últimos meses.
Meus dias normais e fins-de-semana foram tomados por trabalho. A única coisa que fiz fora do trabalho foi ir à missa aos domingos – nem todos. Esta semana tirei – finalmente- alguns dias de folga e fui viajar. Estou escrevendo este post desde Roma, Itália.
A cidade é maravilhosa, tem um tom patinado – na verdade está precisando de pintura, mas até isso confere um charme especial a esta cidade milenar – e tem alguns dos monumentos mais impressionantes que conheci. Vamos concluir que Paris tem uma arquitetura soberba, enquanto que Roma tem as ruínas e as fontes mais esplendorosas.
Sem falar que, por causa da enorme influência da Igreja Católica, Roma tem uma dualidade sacra-profana dificilmente encontrável em outros lugares.
Em termos estéticos, acho-a mais atraente do que Paris. A confusão italiana confere uma aura pés-no-chão ao lugar: há mendigos, há imigrantes mas, ao contrário de Paris, muita simpatia. O povo italiano dá dez a zero em Paris e mesmo à Portugal. As pessoas são muito simpáticas.
Em Paris, costuma-se pensar que os garçons e todos os outros que atendem ao público são grosseiros e mal-educados (pelo menos para um brasileiro) por causa do excesso de turistas a lhe chatear a vida. Em Roma, nas mesmas condições, são simpáticos e atenciosos.
E em Portugal são mesmo birrentos.
Para ilustrar a matéria, uma foto minha no recanto que mais apreciei por aqui: a praça “rotonda”, ou a praça do Pantheon.
Rapidamente (foram três dias de passeio), fui ao Vaticano, conheci as tumbas dos papas, o museu do Vaticano (Sistina entre outras) e emocionei-me diante do sepulcro de São Pedro.
A única coisa que me irritou foi o aparato de segurança que envolveu a visita de Ahmuar-Al-Khadaffi hoje, aqui no centro de Roma. O que este terrorista veio fazer aqui? E pior: por que um governo democrático como o italiano (ainda mais com Berlusconi no poder) receberia um tirano como Khadaffi com tanta pompa e circustância?
Eleições Parlamento Europeu
Não poderia de citar uma coisa boa por aqui: os grandes vencedores das eleições ao parlamento europeu foram os partidos mais conservadores. Em Portugal, o PSD surpreendeu e deixou o primeiro-ministro socialista José Sócrates e seu PS comendo poeira. Teve ainda outra boa surpresa com o PP (mais à direita) elegendo dois deputados ao parlamento. Pena que a esquerda Gramsciana ganhou mais espaço, com o Bloco de Esquerda ( o Partido dos Trabalhadores, versão portuguesa) passando à frente do velho PCP. Exatamente como aconteceu no Brasil: a “nova” esquerda jogou o velho PC na “lata de lixo da história”. Se acontecer o mesmo que no Brasil, o velho PC só irá sobreviver em coligações – com o Bloco de Esquerda!.
Mas a opinião geral – dos “analistas” - é que por causa da crise econômica, as pessoas voltaram-se aos partidos mais nacionalistas e menos europeístas e àqueles que pregam medidas mais xenófobas.
Estranho: a crise – segundo os gurus do jornalismo econômico – foi gerada pelo “neo-liberalismo”: uma receita tipicamente de “direita”. Os eleitores, estranhamente, rejeitaram as políticas à esquerda para dar conta desta mesma crise e votaram nos “culpados” .
Cinema:
Menti. Minha única diversão foi ir ao cinema nestes últimos meses. Aqui, minha lista de filmes preferidos - ou nem tanto.
- Star Trek: Divertidíssimo. Mesmo para quem não é fã da série. Imperdível
- Terminator Salvation: Tri-bom,. Mesmo que as críticas e a bilheteria digam o contrário. E, estragando a surpresa, o filme tem mesmo a participação de Swcharzenegger.
- Anjos e Demônios: Deixe o cérebro em casa para desfrutar das correrias – sim, neste filme as coisas acontecem, bem diferente do “Código Da Vinci”- de Hanks pelos pontos turísticos de Roma. É melhor que o “código..”. Isso já é um grande elogio.
- Wolverine: Meia boca. O filme é fraquinho.
- Monster Vs Alien: Divertidíssimo. Vale a pena.
- Fast and Furious: Não perca tempo. Nem a reunião do elenco original salva o fiasco.
- Duplicity : Julia Roberts e Clive Owen. É muito bom.
quinta-feira, abril 02, 2009
Nadando recebeu o prêmo "31 de março"
Devo citar outros dez blogs que mereçam tal condecoração:
http://www.averdadesufocada.com
http://obicodegas.blogspot.com
http://vacaatolada.blogspot.com
http://angelodacia.blogspot.com
http://cavaleirodotemplo.blogspot.com
http://cavaleiroconde.blogspot.com
http://homemculto.wordpress.com/
LIBERTATUM: LIBERTATUM é condecorado com o prêmio "31 de Março"
LIBERTATUM é condecorado com o prêmio "31 de Março"
Concedido pelo blog Clausewitz, o prêmio 31 de Março comemora os 45 anos da vitoriosa contra-revolução de 31 de março de 1964, reconhecendo o trabalho de pessoas, instituições e sites/blogs que realizem um trabalho ativo contra a disseminação do movimento revolucionário socialista.
O que temos a dizer é que, mesmo sendo um prêmio relativamente informal, o que nos interessa mesmo é a sua essência, qual seja, o sincero reconhecimento, vindo de um amigo que também nos ombreia junto à maior de todas as batalhas de nossa história: o acerto de contas das idéias, com o desmascaramento do impostores e mistificadores, e a disseminação dos valores da liberdade individual e dignidade do ser humano. Clausewitz, por favor, receba os nossos sinceros agradecimentos.
A seguir, de acordo com as regras do prêmio, LIBERTATUM, fará o reconhecimento dos 10 seguintes sites/blogs, com a reiteração tácita dos que já foram agraciados:
* Anatoli Povist Liet
* Escola Sem Partido
* Ubiratan Iorio
* Partido Libertários
* Pela Legítima Defesa
* Sacralidade
* Nadando Contra a Maré Vermelha
* Instituto Liberdade
* Instituto Ludwig von Mises Brasil
* Austríaco

domingo, março 29, 2009
Horário de Verão em Portugal
Hoje começou o horário de verão em Por ugal. São 4h à frente do Brasil. Por conta disso, perdi o horário da missa na minha Igreja favorita em Portugal: o mosteiro de Leça do Balio, construído antes da fundação de Portugal. Vejam na foto. A missa vai ficar para o domingo de Ramos.
domingo, março 01, 2009
A Fórmula do Caos
Título: A Fórmula do Caos | 02-03-2009 |
URL: private:stream | 21:44:09 |
Luiz Alberto Moniz Bandeira, autor brasileiro, alcança sucesso em Portugal.
Hoje vi o seu livro " Fórmula para o Caos" em destaque em muitas livrarias aqui no Porto.
O livro foi lançado em novembro de 2008 no Brasil e agora está liderando as vendas em Portugal...
É uma pena que o melhor da produção brasileira tenha tão pouca representação aqui em Portugal.
Nada de Olavo de Carvalho, Denis Rosenfield. Uma pena.
Moniz Bandeira, aliás, foi o responsável por uma ação que demonstrou toda a sua fleuma "democrática": investiu judicialmente contra a publicação de uma resenha desfavorável a um de seus livros. Isto mesmo: a resenha publicada na falecida revista Primeira Leitura , assinada pelo Reinaldo Azevedo e o filósofo Roberto Romano da Silva, à propósito do livro anterior de Moniz "Formação do Império Americano: Da Guerra Contra a Espanha à Guerra do Iraque".
O texto, entitulado "A Formiga Que Marchava Contra o Império - Uma Fábula Hegeliana" atraiu a fúria de Moniz, quando foi publicada na revista e reproduzida no blog de Orlando Tambosi. Depois de uma ação judicial por "danos morais" e de uma infame "lei de imprensa" oriunda da ditaduta, tanto a revista quanto o blogger foram indiciados e condenados. Moniz ainda acusou-os de estarem à serviço da CIA.
O episódio revela muito sobre o caráter democrático de todos os combatentes ativos ou dissimulados pela "democracia" nos anos 60. Leia aqui toda a história, direto do blog do Tambosi.
Aliás, colocar a culpa em tudo o que se passou na América Latina - ditaduras, torturas, etc - ao dedo único da CIA e da mão dos EUA é uma simplificação que os autores esquerdistas não conseguem deixar de lado. Esquecem - ou fingem que esquecem - do que a URSS e Cuba promoveram na AL para desequilibrar governos ("lutas sociais" implantadas em laboratório) ou promovendo verdadeiros "Manchurian Candidates" (Allende, Jango) em governantes eleitos democraticamente eleitos através de práticas de influência e propaganda.
No Brasil, a mais famosa mentira foi a de atribuir aos EUA a operação para destituir João Goulart. Publiquei há três anos uma série de artigos neste blog ( Jogo de Intrigas I e II) que promoviam a verdade sobre este aspecto da anti-revolução de 1964, com base no depoimento factual de um ex-agente comunista, Ladislav Bittmann. Comparei a descrição de toda a operação, contida no livro "Deception Game" com o que Moniz declarava em outra de suas obras "O Governo João Goulart: As lutas sociais no Brasil (1961-1964)". Na comparação, Moniz passa a simples propagandista.
Parece-me que agora Moniz embarca em mais uma missão propagandística, um tanto que tardia: a de promover a data de 11 de setembro como homenagem a Salvador Allende, o presidente que os seguranças cubanos assassinaram para que não se rendesse às forças de Pinochet em La Moneda, 1973 ( segundo um outro livro que ninguém comenta), para sobrepor aos ataques à Torres Gêmeas em Nova Iorque.
Pelo que li das resenhas, no entanto, desta vez Moniz é mais comedido: coloca muito da culpa sobre Allende.
Mas vamos aos fatos: a deposição de Allende foi autorizada pelo congresso chileno, em agosto de 1973. O exército (Pinochet) apenas atendeu a uma resolução constitucional. É claro que houve excessos. Mas não haveria tais excessos se Allende não provocasse a reação. Leia aqui a íntegra da resolução de 22 de agosto de 1973 (en castellaño).
Ps.: Após publicar esta postagem recebi, via mail, uma interessante minibiografia do autor. Está claro que ele acredita ainda nas mesmíssimas coisas.
Luiz Alberto de Vianna Moniz Bandeira integrava os quadros da organização comunista Política Operária (POLOP), dissidência do PECEBÃO (Partido Comunista Brasileiro), criada por marxistas que buscavam uma posição intermediária entre a via pacífica, então preconizada pelo PCB e a violência armada permanente dos trotskistas.
Seus membros se autodenominavam como a esquerda independente. Já em abril de 1964, reunindo militantes intelectuais que haviam passado para a clandestinidade e núcleos de marinheiros e fuzileiros navais impregnados pelo marxismo, a POLOP procurou traçar as primeiras normas de um foco guerrilheiro.
Como a maioria dos intelectuais da Polop eram residentes na zona sul do Rio de Janeiro esta iniciativa revolucionária ficou conhecida como "A GUERRILHA DE COPACABANA", desarticulada em seu nascedouro pelos órgãos policias. Isso levou as esquerdas a repensarem suas estruturas operacionais destinadas a derrubada do regime, ao mesmo tempo em que, em autocrítica, revisaram o comportamento dos presos em interrogatórios. No planejamento da "GUERRILHA DE COPACABANA", MONIZ BANDEIRA FOI UM ELEMENTO DE PROA.
Alguns dados, contendo algumas deturpações, sobre o "GAJO" podem ser encontrados no endereço abaixo:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Luiz_Alberto_de_Vianna_Moniz_Bandeira
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sexta-feira, fevereiro 20, 2009
Fwd: Curso de Simbolismo e Cosmologia Tradicional em Porto Alegre - Luiz Gonzaga de Carvalho
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CURSO DE SIMBOLISMO E COSMOLOGIA TRADICIONAL
Nos últimos 600 anos, a distância entre ciência, filosofia e religião só tem aumentado. Isso se deve em grande medida à perda de um "modelo máximo" de síntese desses três campos do conhecimento, modelo esse que se tipifica principalmente nas ciências cosmológicas, cuja explicação científica dos fenômenos, estruturada em princípios filosóficos firmes, nasce da revelação religiosa e a ela reconduz, fornecendo um simbolismo que propicia a vitalidade espiritual da religião.
Quais eram os princípios em que se baseavam as antigas cosmologias? Por que eram elas dotadas desse caráter eminentemente sintético, que permitia que abarcassem em si desde os dados empíricos da vida cotidiana até os mais elevados axiomas da revelação religiosa? Por que esses conhecimentos foram primeiro depreciados e depois finalmente perdidos e substituídos pelas ciências modernas? Por que estas jamais serão capazes de cumprir o papel antes representado pelas ciências tradicionais?
Para responder a estas e a outras perguntas, o professor Luiz Gonzaga de Carvalho apresentará a palestra "Cosmologia e Simbolismo", que, aberta ao público em geral, servirá de introdução ao curso "Princípios de Simbolismo e Cosmologia Tradicional".
O curso, com duração prevista de um ano, pretende dar ao aluno uma idéia clara do lugar das ciências cosmológicas na cosmovisão medieval cristã e islâmica, traçando também um paralelo com outras tradições. Para alcançar-se esse objetivo, o assunto será dividido em três temas:
» Exposição dos princípios da filosofia natural por meio do estudo e definição de termos como: natureza e natural, causa, princípio, elemento, movimento, e outros, compreendidos à luz de teses tiradas das obras de S. Tomás de Aquino e Aristóteles, entre outros.
» Introdução às ciências simbólicas e descrição do simbolismo das diversas ciências cosmológicas: astrologia, alquimia, geometria, aritmética, música, feng shui ou geografia sagrada, e outras. Comparação das ciências de diversas tradições.
» Comparação entre a ciência tradicional e a ciência moderna — diferenças de objeto, método, qualidade, finalidade, função e princípios.
Informações sobre o curso:
Porto Alegre
Professor: Luiz Gonzaga de Carvalho
Início: 28/03/2009
Local: A definir
Horário: Sábados das 09:00 às 16:00
Datas: 28/MAR - 25/ABR - 30/MAI - 27/JUN - 25/JUL - 22/AGO - 19/SET - 17/OUT - 28/NOV - 12/DEZ



