sexta-feira, janeiro 30, 2009

O Novo Obama = O Velho Bush??

Dica: Reality is out there

sábado, janeiro 24, 2009

Como Battisti matou o açougueiro

Recebido por e-mail

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Em carta aos brasileiros, italiano conta como Battisti matou seu pai açougueiro.

 

Frio, Battisti se deliciava com o "sangue jorrando" de suas vítimas.

 

Lino, o açougueiro: vítima de crime comum

Atualmente aos 46 anos de idade, Adriano Sabbadin tinha 17   quando o terrorista Cesare Battisati e seu bando invadiram o açougue de seu pai, Lino Sabbadin, e o mataram. Indignado com a proteção do governo Lula ao assassino, concedendo-lhe asilo político, Sabbadin fez publicar no jornal Corriere del Veneto uma carta aberta aos brasileiros.. A tradução é do jornalista Giulio Sanmartini:

 

"Vivo em uma pequena cidade na província de Veneza.. Escrevo a todos os brasileiros, pois hoje me sinto profundamente ferido pela decisão de vosso ministro da Justiça de considerar Cesare Battisti um refugiado político. Há 30 anos ele assassinou meu pai. Não quero vingança, mas uma justiça que não chega. Quem é Battisti: ele começou na política dentro do cárcere, detido que estava por crimes comuns, aí conheceu o terrorista de extrema esquerda, Arrigo Cavallina.

A primeira vítima dos Proletários Armados para o Comunismo – PAC, foi o suboficial da guarda carcerária Antonio Santoro. Quando este sai de casa para o trabalho, Battisti lhe atira nas costas (6/6/1978). Retornando ao seu grupo ele conta excitado à sua companheira os efeitos de ver "alguém jorrando sangue". Depois de uma série de assaltos o grupo resolver centrar contra aos agentes da "contra-revolução", isto é, comerciantes que haviam reagido contra assaltos comuns.

Inicialmente pensou-se em somente feri-los, mas a vontade de mostrar a própria força a outros grupos de terroristas de esquerda, convence o PAC que é necessário fazer ver que se é capaz de matar. Chegaram a nosso açougue pelas 4 e meia da tarde. Meu pai, ajudado por minha mãe, atendia a algum cliente, eu estava nos fundos falando ao telefone, quando ouvi os tiros de pistola que ribombavam nos meus ouvidos. Apavorado, corri para nossa casa que ficava no andar superior, depois de longuíssimos minutos vi homens que saiam num carro em disparada. Quando cheguei ao açougue, vi minha mãe com o avental branco todo ensangüentado e meu pai no chão dentro de uma poça de sangue. A ambulância chegou rapidamente, mas nada pôde fazer.

Nos processos, seja a perícia e o testemunho de um arrependido, fez ver que Battisti tinha dado, sem piedade, os tiros mortais em meu pai. Battisti esteve sempre presente no grupo armado, colocando à disposição sua experiência de bandido e ficou conhecido por sua determinação em matar, jamais hesitando em fazê-lo.

Por todos estes crimes Battisti cumpriu somente um ano da cadeia, enquanto minha vida ficou completamente destruída. Me vi aos 17 anos como o chefe de família e um vazio que com o tempo só fez aumentar. Não pode existir paz sem justiça e a minha família justiça, não a teve.

Não consigo entender o que levou vosso ministro da Justiça e classificar Battisti como um refugiado político, declarando que na Itália existem aparatos ilegais de repressão ligados a Máfia e a CIA (Central Intelligence Agency), por isso não pode conceder a extradição, o fato me parece uma folia e mais que isso, ofensivo à nossa democracia.

Peço que façam um apelo ao vosso presidente para que reveja essa decisão.

Adriano Sabbadin"


A Verdade Sobre Gaza vem da Itália

O Jornal italiano "Corriere Dela Sera" parece ser o único grande jornal, mundo afora, não acometido de anti-semitismo juvenil travestido de imparcialidade. A receita? Simples: enviou um jornalista à Gaza para falar com os palestinos sobre o tema. O nome do herói: Lorenzo Cremonesi.
A matéria saiu no jornal mas, sintomáticamente, não teve NENHUMA repercussão na mídia portuguesa ou brasileira. Não há tradução ao português esta pérola.

No meu site em inglês postei um razoável tradução google para o inglês.

Em portugues, encontrei em comentários de leitores sobre notícias do mesmo tom "Israel-nazista".
Agradeço ao JN de Amadora ter comentado no site do público (pt) sobre esta repoprtagem.



PUBLICO.PT
Um jornalista italiano, Lorenzo Cremonesi, que esteve na Faixa de Gaza durante a operação militar israelita, publicou um artigo no jornal "Corriere della Sera" em que afirma que o número de mortos dos palestinianos foi duplicado, propositadamente, pelo Hamas. Ele citou um médico do hospital "Shifa" que disse "O número de vítimas não ultrapassa os 600, na sua maioria são jovens guerreiros do Hamas, com as idades de 17-23 anos, que foram enviados para a morte. É terrivel que no Ocidente continuem a repetir números errados". O médico lembrou que em 2002 teriam dito que os militares israelitas mataram em Jenin 1500 pessoas, mas depois souber-se que morreram 54, dos quais 45 eram combatentes. O jornalista italiano diz que muitos hospitais em Gaza estão vazios como, por exemplo, o "Hospital Europeu" em Rafiah. O jornalista conta as palavras de testemunhas que relataram que a Direcção do Hamas se fazia transportar em ambulâncias, como afirmavam os israelitas. Muitos habitantes queixavam-se de que os terroristas se mantinham perto da população civil e suas casas e a pedido de que se fossem embora para não haver inocentes como vitimas, eles respondiam com ameaças e acusações de traição.

sexta-feira, janeiro 23, 2009

Darwin Repaginado!

Nesta época, cheia de "revisionismos", o pai da Eugenia e do racismo oitocentista, Charles Dawrwin, não poderia ficar de fora.
O homem, autor em "Descent of Man", das bases do racismo científico, agora é "salvo" por idiotices como esta:

Ódio à escravidão moveu idéias de Darwin, diz livro - Abril.com
LONDRES (Reuters) - Um novo livro sobre Charles Darwin diz que um ódio passional à escravidão foi fundamental para que ele desenvolvesse a sua teoria da evolução. A teoria foi contra a suposição de muitos à época de que negros e brancos eram de diferentes espécies.

Bem, notícia como esta só poderia sair da Reuters.. Notória divulgadora de fotos manipuladas do conflito Israel-Palestinos, não poderia deixar a imagem do ídolo Darwin no chão.

Mesmo sendo Darwin contra a escravidão, não podemos nos ater à idéia atual, ligando imediatamente "escravidão" aos negros. Na história sempre houve escravidão, sendo boa parte de brancos x brancos. Darwin era contra esta escravidão: a entre "raças" com o mesmo nível evolutivo, pois isso não permitia ao mecanismo de evolução agir.

Mas esta posição anti-escravidão não estenderia-se aos negros. Darrwin acreditava serem os negros, os aborígenes australianos entre outros, inferiores, e, como tal, não merecedores de proteção. Pelo contrário, a eliminação (ou pelo menos da sua capacidade reprodutora) destes elos mais fracos tornariam as raças superiores mais fortes, melhorando sua carga genética.

Então não podemos unir imediatamente a posição contrária de Darwin à escravidão com anti-racismo. Pelo contrário.

Outro ponto a notar: foi a visão científica de Darwin a grande propulsora do racismo. Darwin n'"A Evolução das Espécies" e, principalmente no "The Descent of Man" criou as bases para a eugenia cientítica e, por tabela, dos campos de concentração. Ele sustentava nesse livro o fato de haver raças ainda não tão evoluídas como o branco ao redor do mundo e , posteriormente, todo o esforço das raças "superiores" em impedir a evolução de seguir o seu caminho (isto é: não os eliminando) resultaira em ameaças à sua própria sobrevivência como raça dominante.

Abaixo, reproduzo comentário do professor Enézio Almeida sobre o tema:


Embora Darwin se opusesse à
escravidão, ele acreditava piamente que o processo evolutivo
tinha criado raças superiores e inferiores. No seu livro The
Descent of Man ele manteve que o desenvolvimento intelectual humano era
produto da seleção natural e que ela tinha produzido
diferenças significantes nas faculdades mentais de “homens
de distintas raças” [Coitado do Watson, seguiu o
líder e se ferrou!] Vide The Descent of Man (1871), vol. I,
pp.109-110, 160, 201, 216.

Naquele livro, Darwin depreciou aos
negros, e destacou que a interrupção na história
evolutiva entre os macacos-antropóides e humanos caiu justamente
“entre o negro ou australiano, e o gorila”, dando a
entender que ele considerava os negros como sendo os humanos mais
parecidos com os macacos-antropóides. Ibid, p. 201.

terça-feira, janeiro 20, 2009

UnoAmerica : A Última Chance da América Latina (?)

Como participante do Farol de Democracia Representativa, fui convidado a participar em mais este esforço em não deixar a América Latina submergir: UnoAmerica.
O objetivo deste grupo é unir os democratas e conservadores da América Latina de forma a contrabalançar o peso e a influência do Foro de São Paulo e sua cria, a Unisur, na região.
Meus amigos Heitor de Paola e Graça Salgueiro são os representantes para o Brasil.
Fui convidado a participar e, claro, aceitei.
Em breve o logo do farol e da uniamerica serão parte fixa do blog.






DECLARAÇÃO FINAL DE UNOAMÉRICA - (2008-12-18)


O FAROL DA DEMOCRACIA REPRESENTATIVA É A PRIMEIRA ORGANIZAÇÃO BRASILEIRA FILIADA À UNOAMÉRICA



Nos dias 12, 13 e 14 de dezembro de 2008,
delegações de diversos países latino-americanos se reuniram na cidade
de Santa Fé de Bogotá, com o objetivo de conformar uma organização
capaz de defender a democracia e a liberdade em nosso continente que se
encontra sob ameaça.




O fracasso dos governos em resolver os
problemas de pobreza da região, em que pese ser o continente mais rico
do planeta, permitiu o crescimento e avanço do Foro de São Paulo,
organização que agrupa todos os movimentos de esquerda da América
Latina, inclusive as FARC colombianas.




O Foro de São Paulo se aproveita das
necessidades dos povos para manipular os mais pobres, prometendo
melhoras econômicas e justiça social. Porém, uma vez no poder, não
solucionam nenhum dos problemas cruciais dos nossos países, senão que
introduzem um modelo ideológico socialista que divide a sociedade, a
polariza em dois lados e provoca violência e anarquia.




Atualmente, há quatorze países
latino-americanos cujos governos pertencem ou estão vinculados ao Foro
de São Paulo e, embora tenham chegado ao poder pela via democrática,
muitos deles estão destruindo a democracia e restringindo as
liberdades, como é o caso de Hugo Chávez, Evo Morales, Rafael Correa,
Cristina de Kirchner e Daniel Ortega.




Para conseguir isso não recorrem ao
“paredón” de fuzilamento, como o fez em Cuba o principal mentor do Foro
de São Paulo, Fidel Castro, mas utilizam métodos mais modernos e
sofisticados, como as reformas constitucionais, os quais lhes permitem
controlar os poderes públicos e eternizar-se no poder, ante o olhar
complacente dos integrantes mais moderados do Foro como Lula da Silva
(co-fundador junto con Castro), Tabaré Vázquez e Michelle Bachelet.




O Foro de São Paulo tem um projeto
supranacional que não respeita fronteiras, nem soberanias nacionais.
Para alcançar seus fins, todos os seus integrantes intervêm
flagrantemente nos assuntos internos das demais nações, quer seja
financiando candidatos, enviando apetrechos militares, ou dirimindo
conflitos, valendo-se de organizações subsidiárias como a UNASUL,
enquanto que as forças democráticas da região atuam isoladamente,
limitando-se a seu próprio terreno.




Estas diferentes formas de atuação colocam
os democratas da América Latina em uma situação de franca desvantagem,
pois se vêem impossibilitados de fazer frente aos planos de expansão do
Foro de São Paulo.




O objetivo de UnoAmérica que decidimos
construir durante este Encontro, é proporcionar aos setores
democráticos da América Latina um mecanismo de intercâmbio de
informação, coordenação permanente e apoio mútuo, sem ferir – como
costumam nossos adversários – os princípios de soberania e
auto-determinação dos povos.




Adicionalmente, UnoAmérica se propôs a
elaborar e oferecer aos povos da América um programa de desenvolvimento
e industrialização que resolva os problemas de fundo da região,
particularmente o da pobreza, como verdadeiro antídoto ao totalitarismo.




A democracia e a liberdade se afiançarão em
nossos países na medida em que os cidadãos se libertem da escravidão da
pobreza e da ignorância. Não há nenhum motivo que impeça um continente
tão rico como o nosso, com idiomas similares e culturas quase
idênticas, a alcançar os níveis de desenvolvimento e industrialização
que alcançaram as nações do norte.




Convidamos todas as forças democráticas da
América Latina a se incorporar ativa e entusiasticamente a esta
iniciativa. Convidamos-lhes a construir um futuro maravilhoso, onde
prevaleça a liberdade, a justiça social, a solidariedade e a integração.




OS REPRESENTANTES PARA O BRASIL SÃO GRAÇA SALGUEIRO E HEITOR DE PAOLA




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segunda-feira, janeiro 19, 2009

Fotos do Obama são falsas!! :: Obama´s photos are fake!!

Obviamente, as fotos postadas sob o título Obama: Pronto para o trabalho são falsas...
Percebi isso mais tarde...
::
Obviously, the Obama´s photos posted here are fakes..
I didn´t realize it before publish them.

domingo, janeiro 18, 2009

Obama: Pronto para o trabalho..

Descoberta fotos muito fofas do Obama nos anos 70

Uncovered Photos of Obama's Secret Seventies Disco Funk Past

Estas fotos é para nenhum Gilberto Gil botar defeito.

Agora é que os EUA vão mesmo...




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sábado, janeiro 17, 2009

Uma pequena coleção de Foto-Fraudes em Gaza

Aqui, neste link é possível ver a analisar uma pequena amostra do tipo de jornalismo "engaj(n)ado", que invade os jornais, sobre Gaza.
Mere Rhetoric: Media Fauxtography Now In Full Swing

Aqui, um interessante comentário no Blasfemias sobre o tema..

“As regras da propraganda da extrema-esquerda:


- Fingir que o que se está a passar em Gaza não tem nada a ver com o Hamas.


- Fingir que o fanatismo islamista não tem relevância no que se está a passar.


- Associar qualquer condenação à defesa de Israel a islamofobia, militarismo e insensibilidade perante o sofrimento dos outros.


- Ocultar que os Israelitas votaram em maioria em partidos que
defendem a existência de um Estado Palestiniano, que viva em paz com
Israel.


- Ocultar que os Palestinianos votaram em maioria num partido que
defende a guerra com Israel até à sua aniquilação e o genocídio dos
Judeus.


- Tentar passar a imagem de superioridade moral, aproveitando os
crescentes conflitos com os árabes para acusar quem defende Israel
racismo e islamofobia.


- Usar o facto de não haver uma verdadeira democracia em Gaza para
desculpabilizar os Palestinianos dos actos do Hamas, quando na verdade
os Palestinianos escolheram o Hamas nas últimas eleições


- E nunca permitir que alguém recorde que o Presidente Abbas
legitimamente destitui o Hamas, e que o Hamas chacinou os seus
oponentes políticos.


- Utilizar boatos e informações não confirmada emitidas por partes
interessadas, e não as desmentir quando se provam que são falsas.


- Comparar mortos com mortos e feridos com feridos, equacionando superioridade militar com inferioridade moral.


- Acusar israel de apartheid quando dá cidadania e igualdade de
direitos aos palestinianos israelitas, ao mesmo tempo que se oculta que
os palestinianos têm cláusulas legais específicas que lhes vedam a
cidadania em muitos países árabes, os quais os mantêm em guetos e
campos de refugiados.


- Manipular as palavras: um ataque do Hamas é um “acto de resistência”, um ataque de Israel é “um crime”.


- Pôr num plano moral equivalente mortes civis não intencionais com mortes de civis como objectivo.


- Impor a ideia de que o objectivo de Israel é matar civis. Ocultar
que o objectivo assumido do Hamas é matar judeus, mesmo os que não
sejam israelitas.


- Fingir que Israel controla todas as fronteiras de Gaza, ocultando que a fronteira com o Egipto é controlada pelos egípcios


- Tratar todos os combatentes do Hamas como civis.


- Ocultar que os responsáveis do Hamas se escondem em hospitais


- Fazer esquecer todos os precedentes e todo o contexto da guerra
israelo-árabe, em particular o objectivo da grande maioria dos países
na região, já tentado no passado e assumido no presente, em destruir
Israel.


- Ocultar as lavagens cerebrais para instilar ódio aos israelitas nas crianças palestinianas que são feitas pelo Hamas


- Ignorar os momentos em que Israel não ataca e é atacado


- Fingir que as relações de israel com o governo palestiniano na
cisjordânia não têm melhorado, ocultando a paz que se tem vivido, o
crescimento económico na zona e o progressivo desmantelamento de
check-points, tentando ocultar que israel só ataca em resposta a um
ataque.”




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Filme: A Onda (Die Welle)

Ontem assisti a um filme, "A Onda" (Die Welle). O filme é alemão e é baseado em uma experiência real acontecida acontecida em uma escola secundária nos EUA, em 1967. Nela, o professor quis explicar como a experiência nazista pode ter acontecido na Alemanha com a aprovação da maioria da população. Ao invés de explicar, resolveu usar a sua sala de aula para uma demonstração de como as pessoas abandonam suas próprias convicções para fazer parte de um grupo que as faz sentirem-se "especiais", melhores do que as outras pessoas.

O filme é bom por que, ao invés dos EUA, a história desenrola-se na Alemanha. Mas há uma diferença fundamental. O professor, neste filme, ele mesmo é envolvido pelo aparente poder e fidelidade canina que seus alunos o devotam. No original, o professor tem total controle do experimento e sabe exatamente onde quer chegar. O final do filme é trágico.
Recomendo entusiasticamente.

Abaixo reproduzo o trailer do filme e a versão integral de um filme televisivo de 1981, dos Estados Unidos, mostrando como foi a experiência real.

Trailer de Die Welle (2008)



Filme Completo
A Onda (The Wave) - 1981

Parte 1


Parte 2


Parte 3


Parte 4


Parte 5


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The Soviet Story

The Soviet Story
"The Soviet Story" é uma história de uma potência aliada. Ela ajudou os nazistas a lutar contra judeus e massacrar o seu próprio povo numa escala industrial. Assistida pelo Ocidente, este poder triunfou em 9 de Maio de 1945. Os seus crimes tornaram-se tabus, e a história completa do regime mais assassino da Europa nunca foi contado. Até agora..."

O documentário "The Soviet Story" (A História Soviética) é dirigido por Edvins Snore, que passou 10 anos coletando informações e dois anos filmando em vários países. Entre os entrevistados no filme estão historiadores ocidentais e russos como Norman Davies e Boris Sokolov, o escritor russo Viktor Suvorov, o dissidente soviético Vladimir Bukovsky, membros do Parlamento Europeu e também as vítimas de terror soviético.


Enquete de O Estado de S. Paulo

 Responda: - Você já foi questionado em alguma pesquisa sobre apopularidade do presidente Lula da Silva? Se ele faz um bom ou mau governo? Você acha estranho que o resultado de tais pesquisas apontem uma aprovação superior à 70%?

Tem muita gente que duvida desses números.O "Estadão" (O Estado de S. Paulo) lançou uma enquete prá comprovarse o que foi divulgado pelos institutos de pesquisa têm ou não razão de ser.VOTE e divulgue:http://www.estadao.com.br/pages/enquetes/default.htm?id_enquete=361

Eu votei ("não", é claro). Aqui abaixo, o resultado. 


Você aprova o governo do presidente Lula? 

A avaliação positiva de Lula subiu a 80,3% em dezembro e bateu novo recorde, segundo pesquisa CNT/Sensus divulgada nesta segunda-feira, 15. A aprovação ao governo do presidente também atingiu porcentuais recordes e chegou a 71,1%.

  • Sim
     
    24313 votos - 40%
  • Não
     
    36131 votos - 60%
Total: 60444 votos
Obrigado pela participação.

sexta-feira, janeiro 16, 2009

Outra Falsa "Morte" em Vídeo de um Garoto Palestino?

Outra Falsa "Morte" em Vídeo de um Garoto Palestino?

Oito anos atrás, o mundo parou em horror pela visão de um homem e seu filho pegos em meio ao fogo cruzado entre israelenses e palestinos. O homem foi ferido e seu filho foi supostamente morto pelas forças israelenses, em imagens que correram o mundo.
Após algum tempo, um documentário mostrou que este evento foi totalmente encenado pelos combatentes palestinos e seus amigos jornalista militantes, a fim de vender uma distorcida visão do conflito.

Atualmente, a utilização de empresas de mídia esquerdista (CNN, Reuters, etc) como portavozes das redes terroristas são coisas comuns, mas parece que algo conseguiu romper à superfície, afinal de contas.




Boy's death on video is a fake, blog says

Published: Jan. 13, 2009 at 8:27 PM



WASHINGTON, Jan. 13 (UPI) -- A video of a 12-year-old boy allegedly killed in Gaza by an Israeli drone-fired missile, aired on CNN, is a fake, U.S. bloggers claim.

Dramatic video shot by the boy's older brother shows doctors trying to save the boy, his grieving family and the first part of a burial, IsraelNN.com reported. The family said the boy and a 14-year-old cousin were playing on their roof when they were by a missile fired by an Israeli drone supplied by the United States.

But IsraelNN.com said Charles Johnson's U.S. blog Little Green Footballs uncovered several alleged discrepancies:

The family did not say how it knew a drone was involved, and no family member claimed to have witnessed the attack; doctors were massaging the child's stomach lightly, instead of vigorously massaging his chest; the boy was supposedly wounded everywhere by shrapnel, but there were no visible wounds on his head; and the rooftop on which he was purportedly killed showed only a small amount of damage.

CNN is standing by the report, IsraelNN said. The Israeli military said it had no knowledge of the incident.





quarta-feira, janeiro 14, 2009

Sunset at Douro River :: Por-do-sol na Foz do Rio Douro

YouTube - Por-do-Sol na Foz

I made this video from pictures I took at the Lighthouse of the Doyouro River, Porto, Portugal. Music: ELO (Waterfall)
Enjoy!
::

Fiz este vídeo a partir de algumas fotos do por-do-sol no rio Douro, Porto, Portugal.
Música da Electric Light Orchestra (Waterfall .- instrumental)






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terça-feira, janeiro 13, 2009

Yuri Bezmenov Ataca de Novo

Obrigado ao David Carvalho, da comunidade Olavo de Carvalho no Orkut, que colocou estes vídeos com legendas em português.
Yuri Bezmenov, agora ostentando seu nome de exilado, Tomas Schuman (assim como Ladislav Bitmann virou Lawrence Martin-Bittman, aprofunda o assunto da famosa entrevista à Edward griffin em 1984.
Aproveitem.
Para ver as legendas, inicie o vídeo (>), depois, à direita, clique na seta para cima (^). Lá tem a segunda opção que é habilitar as legendas. Desculpa a demora e aproveitem!
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Thanks to David Carvalho, from Olavo de Carvalho community at orkut, here´s another interview from the former KGB agent Yuri Bezmenov aka Tomas Schuman (just like Ladislav Martin-Bittman) with portuguese subtitles.
Enjoy.

Part I




Part II



Part III



Part IV



Part V



Part VI



Part VII

quinta-feira, janeiro 08, 2009

Artigo de João Pereira Coutinho: Inversão de Papéis

Construindo o pensamento: João Pereira Coutinho e a inversão de papéis.
João Pereira Coutinho e a inversão de papéis.
Transcrevo abaixo um artigo de João Pereira Coutinho, publicado na Folha de hoje. O escritor português, dono de raro talento com as palavras e de uma inteligência escassa nestas terras tupiniquins, trata com impressionante desenvoltura da questão em torno do conflito entre Israel e o Hamas.

ISRAEL ESTÁ novamente em guerra com os terroristas do Hamas, e não existe comediante na face da Terra que não tenha opinião a respeito. Engraçado. Faz lembrar a última vez que estive em Israel e ouvi, quase sem acreditar, um colega meu, acadêmico, que em pleno Ministério da Defesa, em Jerusalém, começou a "ensinar" os analistas do sítio sobre a melhor forma de acabarem com o conflito. Israel luta há 60 anos por reconhecimento e paz.
Mas ele, professor em Coimbra, acreditava que tinha a chave do problema. Recordo a cara dos israelenses quando ele começou o seu delírio. Uma mistura de incredulidade e compaixão.
Não vou gastar o meu latim a tentar convencer os leitores desta Folha sobre quem tem, ou não tem, razão na guerra em curso. Prefiro contar uma história.
Imaginem os leitores que, em 1967, o Brasil era atacado por três potências da América Latina. As potências desejavam destruir o país e aniquilar cada um dos brasileiros. O Brasil venceria essa guerra e, por motivos de segurança, ocupava, digamos, o Uruguai, um dos agressores derrotados.
Os anos passavam. A situação no ocupado Uruguai era intolerável: a presença brasileira no país recebia a condenação da esmagadora maioria do mundo e, além disso, a ocupação brasileira fizera despertar um grupo terrorista uruguaio que atacava indiscriminadamente civis brasileiros no Rio de Janeiro ou em São Paulo.
Perante esse cenário, o Brasil chegaria à conclusão de que só existiria verdadeira paz quando os uruguaios tivessem o seu Estado, o que implicava a retirada das tropas e dos colonos brasileiros da região. Dito e feito: em 2005, o Brasil se retira do Uruguai convencido de que essa concessão é o primeiro passo para a existência de dois Estados soberanos: o Brasil e o Uruguai.
Acontece que os uruguaios não pensam da mesma forma e, chamados às urnas, eles resolvem eleger um grupo terrorista ainda mais radical do que o anterior. Um grupo terrorista que não tem como objetivo a existência de dois Estados, mas a existência de um único Estado pela eliminação total do Brasil e do seu povo.
É assim que, nos três anos seguintes à retirada, os terroristas uruguaios lançam mais de 6.000 foguetes contra o Sul do Brasil, atingindo as povoações fronteiriças e matando indiscriminadamente civis brasileiros. A morte dos brasileiros não provoca nenhuma comoção internacional.
Subitamente, surge um período de trégua, mediado por um país da América Latina interessado em promover a paz e regressar ao paradigma dos "dois Estados". O Brasil respeita a trégua de seis meses; mas o grupo terrorista uruguaio decide quebrá-la, lançando 300 mísseis, matando civis brasileiros e aterrorizando as populações do Sul.
Pergunta: o que faz o presidente do Brasil?
Esqueçam o presidente real, que pelos vistos jamais defenderia o seu povo da agressão.
Na minha história imaginária, o presidente brasileiro entenderia que era seu dever proteger os brasileiros e começaria a bombardear as posições dos terroristas uruguaios. Os bombardeios, ao contrário dos foguetes lançados pelos terroristas, não se fazem contra alvos civis -mas contra alvos terroristas. Infelizmente, os terroristas têm por hábito usar as populações civis do Uruguai como escudos humanos, o que provoca baixas civis.
Perante a resposta do Brasil, o mundo inteiro, com a exceção dos Estados Unidos, condena veementemente o Brasil e exige o fim dos ataques ao Uruguai.
Sem sucesso. O Brasil, apostado em neutralizar a estrutura terrorista uruguaia, não atende aos apelos da comunidade internacional por entender que é a sua sobrevivência que está em causa. E invade o Uruguai de forma a terminar, de um vez por todas, com a agressão de que é vítima desde que retirou voluntariamente da região em 2005.
Além disso, o Brasil também sabe que os terroristas uruguaios não estão sós; eles são treinados e financiados por uma grande potência da América Latina (a Argentina, por exemplo). A Argentina, liderada por um genocida, deseja ter capacidade nuclear para "riscar o Brasil do mapa".
Fim da história? Quase, leitores, quase. Agora, por favor, mudem os nomes. Onde está "Brasil", leiam "Israel". Onde está "Uruguai", leiam "Gaza". Onde está "Argentina", leiam "Irã". Onde está "América Latina", leiam "Oriente Médio". E tirem as suas conclusões. A ignorância tem cura. A estupidez é que não.


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domingo, dezembro 07, 2008

Lulla = Mula?

Na verdade, comparar Lula a um asinino, seria uma suprema ofensa aos ultimos (desculpem a falat de acento no ultimo, mas nao consigo configurar meu teclado) ...
Veja a entrevista coletiva do presidente do Brasil.

YouTube - Lula : Crise da diarréia e Sifu !

sexta-feira, dezembro 05, 2008

Clássico de Natal : David Bowie & Bing Crosby (1977)

É um clássico que eu nunca havia ouvido falar. Fui dar conta disso pois está na lista das top no last.fm. Achei que era uma montagem, como foi com Natalie Cole e seu pais Nat King Cole em 1992 (? alguém lembra disso). Mas o vídeo mostra um Bowie muito novinho. Por fim descobri que foi um especial de natal de Bing Crosby den 1977. Crosby faleceu logo depois das gravações.
É um encontro estranho. De um lado Bing Crosby, talvez o intérprete mais famoso de uma música de natal com seu "White Christmas"; de outro David Bowie, o camaleão transformista que brincava de "Ziggy Stardust" e tinha o seu single (pergunte ao seu pai o que era um compacto simples) "Heroes" nas paradas.

Aqui, os detalhes ("pormenores" - como dizem meus amigos portugueses) de como este encontro transformou-se em um clássico de Natal.
 

Bing and Bowie: An Odd Story of Holiday Harmony - washingtonpost.com
One of the most successful duets in Christmas music history -- and surely the weirdest -- might never have happened if it weren't for some last-minute musical surgery. David Bowie thought "The Little Drummer Boy" was all wrong for him. So when the producers of Bing Crosby's Christmas TV special asked Bowie to sing it in 1977, he refused.

Just hours before he was supposed to go before the cameras, though, a team of composers and writers frantically retooled the song. They added another melody and new lyrics as a counterpoint to all those pah-rumpa-pum-pums and called it "Peace on Earth." Bowie liked it. More important, Bowie sang it.


Bowie Meets Crosby

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Mais Uma Vítima da Guerra Civil Brasileira ou de Tribunal Revolucionário ?

(Dica: por mail - Marcelo Prudente)
É triste, estando tão longe, perceber como - no Brasil - éramos invadidos por notícias como esta e nem dávamos conta disso. Era um fato da vida. "A violência aumenta por causa da diferença entre os mais ricos e os mais pobres" (pelo menos é isso que a maioria da população acredita).
Isto faz com que bandidos de moto, saiam a disparar cinco tiros à queima-roupa à donos de carros último tipo, como um flamante Gol ano 1989.

Ainda por cima, a vítima era vice-presidente do Cremers-RS  (Conselho Regional de Medicina - RS) e se opunha à aprovação automática - sem revalidação pelas universidades brasileiras - de diplomas médicos emitidos em Cuba.

Sim, muitos estudantes, por não conseguir entrar em alguma universidade brasileira (as vagas para medicina são as mais disputadas e, portanto, só os melhor preparados conseguem aprovação), acabam utilizando o recurso de formarem-se em Cuba. Só que estes diplomas, segundo a legislação atual, devem ser revalidados por alguma universidade brasileira para que possam exercer a profissão de médico no Brasil.

Mas existe um atalho: estudantes "cubanos" contratam um advogado que obtém - utilizando-se de uma pretensa necessidade de urgência - a validação SEM que alguma universidade brasileira os avalie.

O vice-presidente do Cremers , Marco Antônio Becker, era contra o "atalho". Foi assassinado a sangue-frio. Por ter sido um ataque tão certeiro, não posso deixar de pensar que foi um crime encomendado. Parece que Marco Antônio foi julgado em algum tribunal revolucionário e "justiçado". Leia aqui a manchete na Zero Hora.

Polícia - Câmeras podem ter registrado imagens do assassinato do vice-presidente do Cremers
O oftalmologista foi morto na noite de quinta-feira com pelo menos cinco tiros, disparados por um homem que estava na carona de uma moto. O crime ocorreu na Rua Ramiro Barcelos, no bairo Floresta, em Porto Alegre.



Leia aqui algumas opiniões de Marco que devem ter enfurecido os Castro-lovers que infestam as redações, bancos universitários e diretórios políticos no Brasil.



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Para conseguir um registro de médico no Brasil vale mentir e
falsificar documentos. Escritórios de advocacia se especializam em
entrar com processos para revalidar diplomas obtidos no exterior para
que seus clientes possam exercer a medicina.

 

As decisões são provisórias e cabem recurso judicial. 'São ações
baseadas numa situação de emergência normalmente forjada pelos
advogados', diz Marco Antônio Becker, presidente do Conselho Regional
de Medicina do Estado (Cremers).


 

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Médicos irregulares "invadem" a América Latina


Com a participação de representantes do Brasil, Argentina, Bolívia,
Panamá, Uruguai e Venezuela, a Assembléia Geral Extraordinária da
Confederação Médica Latino-americana e do Caribe (Confemel), realizada
de 25 a 27 de abril (27/04/07), na sede da AMB, em São Paulo, teve como
tema central a crescente atuação ilegal, nesses países, de médicos
formados no exterior sem diploma revalidado.


Mais grave é que, por não serem registrados nos Conselhos, seu
exercício profissional não pode ser fiscalizado, o que expõe a
população atendida a danos irreversíveis. "É inaceitável que os
pacientes mais pobres, que dependem do sistema público, sejam
assistidos por pessoas inabilitadas, de formação duvidosa", ressalta
Becker.


http://www.amb.org.br/mc_noticias1_abre.php3?w_id=2820


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JAmrigs: E a revalidação do diploma estrangeiro?


Becker: Defendemos que
todo o médico formado no exterior, seja brasileiro ou não, tenha de
revalidar o diploma em universidade pública brasileira, como manda a
lei. Aí fica essa questão de entrar na Justiça. Pergunto: se a medicina
em Cuba é tão boa, como dizem, por que os egressos não fazem o exame
para revalidar o diploma aqui?


 


http://www.amrigs.org.br/entrevistas_detalhe.asp?campo=1736&secao_id=143


 


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Presidente Marco Antônio Becker apresenta denúncias sobre o
exercício da medicina na América Latina à Associação Médica Mundial, na
Alemanha

 

O presidente da Confederação Médica Latino-Americana e do Caribe
(Confemel), o gaúcho Marco Antônio Becker, viaja na próxima semana para
participar da 176ª Reunião do Conselho da Associação Médica Mundial,
que será realizada em Berlim, na Alemanha, entre os dias 10 e 12.
Becker, que preside o Conselho Regional de Medicina/RS, vai denunciar
uma ação organizada de países latino-americanos no sentido de oferecer
atendimento médico precário à população carente. "Alguns países dito
populistas querem tratar o pobre com médicos inabilitados e de formação
médica duvidosa ou insuficiente. Isso eticamente é inaceitável",
enfatiza o dirigente.
Essa denúncia está contida na Declaração de
São Paulo, tirada na Assembléia Extraordinária da Confemel, ocorrida
semana passada em São Paulo. O documento destaca, ainda, que muitos
países estão desviando recursos da saúde para outras finalidades,
prejudicando o atendimento à população e afetando o trabalho médico. A
Confemel denuncia também a ameaça do governo da Venezuela de estatizar
as clínicas privadas, que cobrem o vazio deixado pelo setor público.
Marco
Antônio Becker vai relatar que alguns governos patrocinam ou permitem o
exercício ilegal da medicina, quanto autorizam o ingresso de médicos
formados no exterior sem efetuar a revalidação do título de acordo com
o ordenamento jurídico de cada país. "Está havendo um estímulo
irresponsável na maioria dos países à importação de médicos formados no
exterior, em especial cubanos, em detrimento dos médicos nacionais e em
prejuízo à população", afirma Becker.
Outro problema que será levado
à Associação Médica Mundial é "a proliferação de cursos de medicina sem
necessidade social, sem as mínimas condições de ensino e com único
objetivo do lucro".
Declaração de São Paulo
A
CONFEMEL (Confederação Médica Latino Americana e do Caribe), reunida en
Assembléia Geral Extraordinária, na cidade de São Paulo, durante os
dias 25, 26 e 27 de abril de 2007, resolveu denunciar publicamente:
1)
Que os médicos dos países da América Latina e do Caribe estão sendo
desprestigiados e agredidos na sua atividade profissional, por falta de
reconhecimento dos seus governos no que diz respeito à condições de
trabalho e acesso a uma remuneração digna. Assim sendo, CONFEMEL
defenderá sempre a capacidade científica e ética dos médicos da nossa
região, como mecanismo de proteção de uma atenção adequada às nossas
populações, exigindo aos governos o respeito das leis e o compromisso
em matéria política e prioritária de atender adequadamente os problemas
assistenciais da nossa população.
2) Que alguns governos
patrocinam ou permitem o exercício ilegal da medicina, quanto autorizam
o ingresso de médicos formados no exterior sem efetuar a revalidação do
título em forma legal, de acordo com o ordenamento jurídico de cada
país. Essa situação causa sérios prejuízos à saúde dos pacientes.
Eticamente é inaceitável propôr que a atenção aos pacientes pobres se
realize por profissionais inabilitados e de formação médica duvidosa ou
insuficiente.
3) Que no lugar de trazer médicos de formação
duvidosa de outros países para trabalhar no interior de cada um deles,
culpando aos médicos nacionais pela omissão da atenção nessas regiões,
o correto é implementar políticas de saúde que integrem aos médicos
nacionais, radicando-os nestes lugares.
4) Que a CONFEMEL
impulsiona a existência de revalidações universitárias de diplomas
estrangeiros, baseada em aspectos científicos e éticos, mas não por
interesses políticos, ideológicos e econômicos, como acontece
atualmente.
5) Que países da América Latina e do Caribe
estão desviando recursos destinados à saúde para outras finalidades,
com o consequente decréscimo de atenção à população.
6) Que
faculdades de medicina na América Latina estão proliferando sem a
necessidade social, nem as mínimas condições de ensino e qualidade,
colocando em risco a saúde da população.
7) A falta de
garantias individuais e coletivas para os médicos, em contradição ao
ideário democrático que deve regir os nossos países.
8) Que
os sistemas de saúde na América Latina e no Caribe devem ser
implementados por um acordo conciliador; em um amplo debate entre os
governos, os conselhos e associações médicas; e a população organizada,
em busca de uma política de saúde adequada que melhore a qualidade de
vida do povo.
9) Que a CONFEMEL rechaça a intenção de
estigmatização penal da prática médica, que se pretende incluir nos
códigos penais dos países.


 

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Tendência do governo Lula de reconhecer diploma de brasileiros prestes a se formar no país de Fidel gera resistência

 

"Não somos contra cubanos, mas não pode haver privilégios. Devido
a problemas econômicos, Cuba está ficando para trás. Achamos que deve
haver igualdade de tratamento para todos que estudam no Exterior.
Quando esses alunos foram para Cuba, já conheciam as regras de
validação."

 


 

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terça-feira, dezembro 02, 2008

Resgatando a Verdade

Recebi por e-mail este relato que vale a pena ser divulgado.



Pensando Passado e Presente.

(dica: http://libertador-liberdade.blogspot.com/ , extraído do site http://www.alertatotal.blogspot.com)

Por Arlindo Montenegro


Naquele tempo... Parece até que é um passado muito distante... Mas foi outro dia e tenho guardadas todas as imagens, os sons, os risos e olhos brilhantes. O que sinto falta mesmo é da prática constante da boa educação doméstica: ceder o assento nos transportes urbanos para os mais velhos, para as mulheres e crianças. Era muito fácil fazer amigos no trem, na lotação, na barca: com qualquer pessoa sentada ao lado rolava o papo durante a viagem. As pessoas não eram "estranhas", apenas pessoas como nós mesmos.

Aquelas greves diárias eram mesmo uma pedra no sapato. Era uma novidade contrária aos hábitos e um desrespeito a gente que queria chegar aos locais de trabalho e não podia. O governo, que tinha que acabar com aquilo, parecia fomentar aqueles movimentos sem resolver os muitos problemas postos. Reforma agrária era um deles, pra não faltar mais feijão preto no armazém da esquina ou nas Casas da Banha, antecessora dos modernos supermercados.

A coisa foi apertando. Greve de uma categoria, os comunistas da CGT alinhavando nos bastidores e daí a pouco paravam todos os trabalhadores em "solidariedade". O trabalho parava no Pais inteiro. Negociações, e o governo dava o aumento pedido a ponto de trabalhador braçal das docas chegar a ganhar mais que médico ou engenheiro.

Alguma coisa estava fora do eixo, forçando várias instituições a mobilizar-se para exigir o respeito às Leis e propósitos de construção democrática. Vieram as grandes marchas da família com Deus pela Liberdade – Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e outras manifestações espalhadas pelo Brasil afora.

Os generais tomaram o poder. A ação inicial parecia extremista com muita prisão, invasão de domicílios e polícia numa atividade nunca vista. Jornais, televisão, rádios, advogados, juízes funcionavam a todo vapor, documentando e informando, comemorando o chega pra lá nos comunistas. As embaixadas se encheram com ativistas políticos fugindo à prisão. Começaram a sair para o Chile, Uruguai, França, México, dezenas, centenas de pessoas, comunistas e simpatizantes.

Pouco a pouco tudo foi voltando à rotina. No dia 24 de janeiro de 1967 foi promulgada uma nova Constituição, assegurando todos os direitos e garantias, a normalidade dos processos judiciais, a rotina dos inquéritos policiais militares. As pessoas eram indiciadas por crimes políticos e soltas por habeas corpus.

Muitas viajavam para viver no exterior, esperando melhores dias. Para o povão os dias estavam melhorando. Havia ordem, segurança e a oferta de postos de trabalho que chegou ao pleno emprego. O país saia em poucos anos da condição de economia agrária para a economia industrial, melhorando a vida dos trabalhadores.

Mas eis que, em 1968, estudantes e ex militares ativados por grupos radicais de esquerda começaram a assaltar bancos, seqüestrar pessoas e colocar bombas, como aquela do Aeroporto de Guararapes, endereçada ao Marechal Costa e Silva e que acabou por matar um Almirante e ferir muitas pessoas que nada tinham a ver com política. Aqueles grupos recebiam treinamento de guerrilhas em Cuba. Voltavam clandestinamente ao Brasil. Do Uruguai, Brizola, confinado, orientava um grupo.

Dezenas de outros alinhados com várias siglas – PC do B, PORT, VPR, ALN, MR-8, queriam mobilizar a população para uma guerra civil prolongada para substituir a ditadura militar (que intentava preparar o país para a construção democrática). Todos os documentos indicavam a mesma intenção: tomar o poder e implantar uma ditadura totalitária comunista no Brasil. Até o Partido Comunista ainda era contra a aquela guerra.

Diante da guerra não declarada, o governo engrossou. E editou o Ato Institucional que instalava de fato uma ditadura com plenos poderes para enfrentar a guerra assimétrica, que já estava fazendo vítimas de sangue e provocando perdas materiais e insegurança para empresas e para a população.

A população buscava informar-se e sabia guardar fidelidade aos fatos, sem deturpar os eventos recentes, percebidos como contrários à vontade da nação. Nos anos seguintes morreram centenas de brasileiros: militares, policiais, militantes comunistas brasileiros e estrangeiros. Nos entreveros sobraram balas vitimando cidadãos inocentes.

O saldo de cinco anos de enfrentamento está descrito em farta literatura, ideologicamente tendenciosa em sua quase totalidade, marcando uma revisão histórica em que, os agressores que desejavam implantar a ditadura comunista, figuram como "democratas" e os militares como ditadores contrários aos interesses da Pátria. Como se o interesse legítimo fosse aquele descrito pela Internacional Comunista e não o estado de pleno emprego e progresso material vivido.

Grupos e individualidades, nos dias de hoje, atribuem-se, como militantes, a "resistência", a "luta (armada) contra a "ditadura". Queriam implantar a "ditadura do proletariado" no final de uma guerra fratricida prolongada.

Alguns até reconhecem que erraram. Todos os que intentavam o fratricídio se apresentam hoje como "defensores da democracia e da liberdade". Continuam defendendo como humanistas libertários e democratas os mais infames e sanguinários ditadores comunistas: Castro, Mao, Stalin, Pol Pot, Kim Il Sung...

Isto passa longe de ser fidelidade aos eventos reais. Constitui-se numa falsificação do passado sórdido, que é ensinado como exemplo a ser seguido pelas novas gerações. Renunciar à informação completa, ao conhecimento dos motivos e intenções descritas em documentos é o mesmo que renunciar à liberdade. Isto significa abraçar a ignorância e escolher a escravidão dogmática da ideologia mais brutal que a humanidade experimentou.

Os navios russos já estão navegando em nosso hemisfério a convite da Venezuela. Os russos vão construir um reator nuclear no país vizinho. Será uma nova guerra fria? Por que será que a Rússia que hoje adota a economia capitalista vem em defesa de um país do outro lado do mundo, cujo governante declara querer implantar uma ditadura do proletariado nos velhos moldes? E por que exatamente no instante em que se realinham as reservas e influências da ditadura financeira internacional?

Por que será que os nossos "democratas" mascarados, (que enriqueceram com indenizações milionárias por terem escolhido atuar numa guerra para implantar o "comunismo", "ditadura do proletariado" ou "socialismo", totalmente contrário à cultura e tradições dos brasileiros) negam suas verdadeiras intenções enquanto seguem por debaixo do pano com seus projetos antigos? Por que será que os brasileiros pagam tanto imposto, pagam para manter e alimentar a maior sacanagem, a maior embromação, a maior mentira da nossa história?

Por que será que os jornais da atualidade não têm a dignidade moral do Estadão e do Jornal da Tarde, nos anos do AI-5, quando a ditadura militar censurou a imprensa? Naquele tempo, os editoriais dos jornais citados publicavam versos de Camões e receitas de bolo, que a gente lia pensando: "tem boi na linha". E tinha. Exagero ou não preservavam-se informações que os governantes classificavam como prejudiciais à segurança naquele ambiente de guerra civil em gestação. Aquela imprensa era altaneira e independente.

A ditadura disfarçada de hoje mente. Aos jovens de hoje é negada, roubada a liberdade de informação, a verdadeira história, o significado daqueles anos de guerra fratricida que, por mérito da censura, da ditadura militar, do sacrifício de milhares de soldados e policiais anônimos, ficou circunscrita a uma parcela minoritária (quase que percentualmente insignificante) da população.

Aquele regime duro impediu a guerra fratricida desejada por dona Dilma da VPR, seu Genoino do PC do B, seu Tarso Genro do PC do B, seu Vanucchi da ALN, seu Franklin Martins do MR-8 e outros tantos que estão por aí nas diversas instituições, jornais e universidades. Os rios de sangue, a matança fria que eles desejavam foi impedida pela ação e organização dos agentes da ditadura militar.

Os brasileiros que trabalhavam, construíam, comemoravam seus méritos, torciam por seus times, ansiavam pelo fim dos seqüestros, desvio de aviões da rota comercial, assassinatos, assaltos a bancos e empresas, bombas e atos terroristas que nem de perto alcançavam o terror e medo que as nossas cidades vivem hoje, que as nossas comunidades mais pobres vivem hoje sob o controle de traficantes. Os mesmos que aprenderam a organizar-se no convívio com os guerrilheiros comunistas presos nas mesmas cadeias.

Naqueles dias e anos do AI-5 havia uma oposição democrática presente. Mas era oposição também aos que praticavam atos de terrorismo. Como a população trabalhadora, naquele momento, a maioria aprovou o endurecimento do regime para acabar com a guerra.

O Marechal Costa e Silva, além de ser um militar de carreira exemplar tinha total aprovação. A nossa ditadura era diferente das ditaduras comunistas e nunca limitou o direito de ir e vir, nem o direito à propriedade, nem a iniciativa privada como era na União Soviética, em Cuba, na China e em todas as ditaduras "proletárias".

Também não tivemos execuções sumárias em massa, milhões de prisioneiros, como no Laos, na União Soviética, na China de Mao Tse Tung e em Cuba em menor escala. Nem tivemos os campos de concentração tão conhecidos hoje e que foram copiados até por Hitler. Há uma grande, colossal diferença!

Quem desejar a verdadeira história, vá aos jornais da época. Talvez ali estejam os argumentos para vencer este doentio estado de ressentimentos, de revanchismo. Talvez entendam por que tanta roubalheira. Talvez entendam por que tanta violência. Talvez percebam que as ameaças e a insegurança de hoje é implantada pelas mesmas mentalidades, pela mesma ideologia ultrapassada que embrutece e descaracteriza os ideais humanos, aniquilando a força espiritual.

Convivi com comunistas que ficaram envergonhados quando Nikita Kruchiov denunciou os crimes de Stalin. Ora! Nikita era um dos operadores de Stalin. Os comunistas envergonhados continuaram acreditando na possibilidade de um socialismo light, humanista até.

Muitos acadêmicos de hoje ainda acreditam nisto. Omitem a verdadeira natureza do poder totalitário que descarta e elimina qualquer contrário. E mantém, consolida o medo, a submissão, o terror continuado. Fazendo uma analogia: as populações ficam caladas diante da brutalidade para preservar a vida, como os habitantes das periferias dominadas pelos bandidos traficantes que distribuem benesses e mantêm o controle portando armas de guerra.

A Ditadura Militar arou o terreno para a infra estrutura material e educacional de um Brasil que devia ser diferente, mas foi assaltado e continua sendo roubado e enganado pelos mestres da violência. Junto com o que resta de Forças Armadas, somos todos reféns do mais fantástico esbulho universal. Somos alvos de um Poder impiedoso que transforma a gente em número, estatística, coisa, massa de manobra.

Arlindo Montenegro é Apicultor