segunda-feira, setembro 29, 2008

A Turma do Chavez

No Brasil, um programa de grande sucesso entre as crianças (desde os anos 80) foi o "Chaves" (uma adaptação de um original mexicano chamado "Chavo").
No início, Chavez na Venezuela foi considerado um comediante.
Mas que tipo de comédia seria possível para um ditador sentado sob reservas incomensuráveis de petróleo, com armas russas e que hoje já comanda dois países (Bolívia e Equador) além de ser amigo de terroristas como as Forças Armadas Revolucionárias de Colômbia?
Pois em Portugal, tal líder é recebido como um "amigo" pelo primeiro ministro português, José Sócrates.
Nem mesmo Lula da Silva no Brasil - que é amigo de longa data de Chávez, tendo usado o seu cargo como presidente do Brasil para ajudá-lo durante sua destituição em 2003 - teria coragem de recebê-lo com os rapapés com que foi recebido por aqui.

Muitos portugueses comentam que não se pode levar em conta a ideologia nestes casos. Que é puro pragmatismo político.

Será que o mesmo Sócrates daria a mesma recepção à George W. Bush?
Duvido.
No link abaixo, reportagem da SIC.
SIC Online

E aqui, um sketch do grupo "Gato Fedorento" sobre um encontro anterior da dupla, com participação especial de um conhecido treinador brasileirto..



Gato Fedorento - Sócrates e Hugo Chávez (subtitled)

domingo, setembro 28, 2008

Fwd: Pró-Culpa - J.R. Guzzo - Muito interessante artigo!

No meu post anterior -- sobre minhas férias no Brasil- comentei o clima de "todos X todos" reinante no país, especialmente se fores branco, homem e heterossexual.
Pois este artigo, de J. R. Guzzo, publicado na Veja, chega às mesmíssimas conclusões.
Isto significa que ainda há pessoas que pensam no país. Infelizmente esta inteligência e bom senso não servem mais de guia ao país, mas apenas como contraponto.
A burrice estupificante esquerdista reina absoluta, enquanto à inteligência é dado o papel de simples crítica sem nenhuma aderência a quem define os destinos da nação.

Obrigado à Graça Salgueiro, do NotaLatina, pela dica. 

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Publicado na Veja, edição de 01.10.08


Pró-Culpa

J.R. Guzzo

"O Brasil será um país bem mais arrumado
quando tomar a decisão de concentrar-se na
multiplicação de chances para quem está
pior – e deixar em paz quem está melhor"

É raro passar muito tempo, hoje em dia, sem que o brasileiro comum se veja acusado de alguma coisa. Se algo está errado, se um grupo de pessoas tem um problema ou se alguém sofre um tipo qualquer de injustiça, o cidadão já pode ir se preparando: a culpa provavelmente é dele. A maneira de dizer isso é conhecida: "A culpa é da sociedade". Ou: "A culpa é de todos nós". A culpa também pode ser "das elites", ou "da classe média" – sendo pior, ainda, a situação dos que caem na classificação "elites brancas" e, pior do que tudo, "elites brancas do sul". A hipótese de que as pessoas atingidas por qualquer dificuldade da vida tenham alguma responsabilidade, por menor que seja, em sua situação não é sequer considerada. Os culpados são sempre os outros, e esses outros são sempre os que conseguiram um grau qualquer de sucesso, mesmo modesto, naquilo que fazem ou que são. Pouco importa se obtiveram isso em razão de mérito pessoal – na forma de esforço próprio, talento individual ou simples trabalho duro. Os responsáveis pelas carências alheias, na falta de alguém que possa ser acusado de imediato, são eles. É como acontece em certas rodas de pôquer: se depois de dez minutos de jogo ainda não deu para descobrir quem é o pato da mesa, cuidado – é quase certo que ele seja você. No Brasil de hoje, num leque de problemas que vai dos índios macuxis de Roraima aos meninos de rua de São Paulo, nem é preciso esperar tanto. O culpado não vai aparecer. Prepare-se, então, para ser denunciado.

Tome-se o caso dos índios de Roraima, para quem o governo deu uma reserva com área de 17 000 quilômetros quadrados. Resulta que há, na terra demarcada para os índios, gente que pelos mapas oficiais não deveria estar lá. Quem entra nesse tipo de bola dividida assume riscos; mas, enquanto o Supremo Tribunal Federal delibera a respeito, não apenas os fazendeiros que cultivam áreas na reserva se vêem em julgamento. Vai se formando, ao mesmo tempo, um vago clima de denúncia contra os "brancos" em geral, especialmente os que decidem ir para lugares como Roraima – ou para a Amazônia como um todo. Em outros tempos podiam ser considerados desbravadores, heróis ou patriotas, como o marechal Rondon ou Plácido de Castro. Hoje são freqüentemente vistos como bandoleiros.

O episódio de Roraima é apenas um entre muitos. Avança no Brasil, cada vez mais, um movimento nacional pró-distribuição de culpa – uma espécie de xis-tudo onde qualquer ingrediente pode entrar, desde que sirva para criar algum tipo de réu. O brasileiro é culpado pela pobreza em sua volta, pelas violências que ele mesmo sofre e, 120 anos depois da abolição, pelos problemas da população negra. Também é culpado por não ir para o trabalho em transporte coletivo, de bicicleta ou a pé. Cabe-lhe culpa pela degradação do bioma da Amazônia, do cerrado e da Mata Atlântica, embora muitas vezes nem saiba o que é o bioma. É acusado de não morar nas periferias, não ganhar o salário mínimo e não usar madeira certificada. É criticado por colocar seus filhos em escolas particulares – como se fizesse isso porque gosta de torrar dinheiro pagando mensalidade. É culpa sua, enfim, que o Brasil seja injusto, dentro da idéia pela qual a desigualdade é provocada por quem, individualmente, é melhor – e, como resultado disso, tem uma vida melhor. O problema, nessa maneira de ver o mundo, não é a escassez de maiores oportunidades para todos; é o fato de haver recompensas diferentes para resultados diferentes.

O sujeito oculto de toda essa questão, no fundo, é a hostilidade ao mérito. Ter mérito, para os agentes do Pró-Culpa, é prejudicar alguém. Não é um ativo; é um débito. Em vez de ser razão para incentivo, é algo a ser "compensado" – uma maneira disfarçada de dizer desencorajado, limitado ou punido. É animador, nesse clima, ver um político como o deputado Ciro Gomes observar que o interesse comum só tem a ganhar com o estímulo ao mérito individual – a "desigualdade positiva", diz ele. O deputado gosta de ver a si próprio como um homem de esquerda; mas não acha que isso o obrigue a ser cego. O que ele parece estar perguntando é: "Que culpa um cidadão tem de ser inteligente?". A isso se poderia acrescentar que também não há nada de errado em ser talentoso, eficaz ou em trabalhar mais – e, sobretudo, no fato de haver benefícios maiores para quem produz mais e melhor. O Brasil será um país bem mais arrumado quando tomar a decisão de concentrar-se na multiplicação de chances para quem está pior – e deixar em paz quem está melhor.

 

Publicado na Veja, edição de 01.10.08

segunda-feira, setembro 22, 2008

Uma Triste Repetição: Criminalidade Continua a Aumentar (Brasil)..

Muitas acharam que eu fui muito negativo em minhas avaliações do Brasil.
Infelizmente, a realidade não pode ser relevada ao gosto pessoal ou ao "wishful thinking".

Em Porto Alegre- tida como um recanto mais tranqüilo, continua a barbárie.


Polícia - Assassinatos no final de semana chegam a 23 no RS.




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quinta-feira, setembro 18, 2008

Minhas Férias

Pequena Revisão das Férias


Nas férias (agosto) pude conhecer o sul de Portugal e depois voltei ao Brasil por algumas semanas. Aqui as minhas impressões:


Portugal - Algarve


Fiquei cinco dias no extremo sul de Portugal, a região mais ao sul do país. A diferença entre o norte e o sul deste pequeno país é gritante. Saí do norte (Porto) com 24 graus no máximo. Cheguei ao sul (Albufeira), 400 km depois, sob africanos 37 graus. A paisagem também é radicalmente diferente. Saem o verde do norte e entram os tons amarelados, calcáreos, semi-desérticos do sul.


A paisagem humana também não poderia ser mais diferente, a começar pela língua. Saem portugueses e entram, de sola e Daily Star debaixo do braço, os ingleses. Aí temos vantagem: consegui encontrar minhas adoráveis Guiness e Old Specked Hen nos supermercados mais próximos e a bom preço. E, de quebra, quase nenhum axé music ou similar (com a exceção de Vanessa “tudo o que quer de miiiim”da Matta e Ben Harper, disparado a pior música da estação). No hotel que hospedei-me, os únicos falantes de português eram eu, minha filha e o pessoal do hotel.

Muitos portugueses desdenham dos turistas ingleses que por aqui aportam por que não são ingleses “chiques”. O Algarve não é um destino “cool”, ao contrário, é destino barato para trabalhadores (do tipo blue collar) em férias. Ninguém famoso realmente vem para cá, com exceção do casal McCann, mas estes tornaram-se tragicamente famosos somente após a sua estada no Algarve.


Este desdém pelos ingleses classe-média-baixa que aqui chegam para mim é um pouco contraditório, pois os mesmos portugueses que os criticam com ar de superioridade, tecem loas de admiração quando falam do seu candidato de estimação: Barack Hussein Obama. Ora, Obama é tão “povão” quanto os seus pares ingleses que refestelam-se nas praias portuguesas no verão. Se Obama fosse inglês provavelmente poderia ser visto no Algarve usando os indefectíveis tamancos croc, a beber Guiness e a bisbilhotar a vida dos famosos pelo “Daily Star” ou o “The Sun”.


E as praias? Ótimas. Quase quentes.


Porto Alegre


Passei uma temporada no Brasil, quando levei minha filha de volta. Em Porto Alegre, percebo que é época de eleições municipais. E o que definiu o tom desta campanha foi a candidatura da Manuela, ícone do PC do B. Já escrevi sobre ela. É um rostinho bonito sem nenhuma substância. Passou de vereadora a fenômeno eleitoral como deputada federal nas últimas eleições. Com ela, subitamente todos os partidos investiram em seus mal-ajambrados clones de Manuela. Se o modelo já é intragável, imagina as imitadoras.

Tiraram até o bolor da Luciana Genro (a filha do Tarso), a eterna candidata-poodle: deram um banho (acho que de verdade), tosaram e alisaram as madeixas num trabalho que só pode ter sido obra de algum Pet Shop de pedigree. O problema é que agora as pessoas conseguem ver seu rosto. Nunca ninguém conseguiu ver o rosto de Luciana Genro. Só a cabeleira. Ninguém irá reconhecê-la. Ainda mais que a candidatura foi sabotada com o aporte de doações de odiosos meta-capitalistas como Jorge Gerdau Johanpeter.

Outra que deu o seu retorno dos Mortos Vivos foi Maria do Rosário. Tudo na onda Manuelina.

Todas parecendo bonitinhas mas sendo ordinárias. A decadência do debate e das estratégias políticas no estado do Rio Grande do Sul, um estado tido como “altamente” politizado é notável.


Outra surpresa desagradável foi abrir os jornais e deparar-me com notícias como “Milésimo assassinato do ano em Porto Alegre”.

A nota positiva era de que notei menos “sem teto”a vagar a esmo pelas ruas da capital. O que não é pouco, se compararmos com 16 anos de administração do partido hegemônico.

Em Passo Fundo

Também fiquei alguns dias na cidade onde cresci : Passo Fundo. Terra de Teixerinha (onde há uma estátua em sua homenagem, de gosto duvidoso). Ah, ainda é conhecida como a cidade da “Jornada de Literatura” e do “Festival Internacional do Folclore”. Minha mãe e minhas irmãs moram por lá. Além do mais tive um sério compromisso como padrinho de crisma de meu sobrinho de 13 anos.

Aproveitei para atualizar-me com o maior jornal da cidade, “O Nacional”.

Pois na primeira página já tenho a notícia que Passo Fundo enfrenta o 40 assassinato no ano.. Que coisa horrível. Obviamente, os crimes são todos ligados ao tráfico de drogas. Em todo o lugar, a mesma notícia.

Lendo o jornal, algo chamou-me a atenção: Num anúncio de duas páginas , a coordenadora da “Jornada de Literatura” , Tania Rösing, convidava à leitura de jornais (com um exemplar de “O Nacional” em mãos, obviamente) com a seguinte frase : “A leitura diária do jornal oportuniza o (sic) leitor contato com diferentes gêneros textuais e imagens com informações que difundem o conhecimento e provocam transformações no entorno social”.


É ou não é desanimador?


O Brasil de hoje parece perfeito para encenações do tipo “Ensaio Sobre a Cegueira”. Parece que as pessoas perderam um senso crítico básico, o norte magnético natural que todos recebemos ao nascer e que deve ser aprimorado, com educação e conhecimento, para que possamos avançar na vida. E não digo materialmente, mas como seres humanos que somos - à imagem e semelhança do Criador.


Já disse para muito amigos que o Brasil de hoje é uma imensa arena de lutas cada vez mais encarniçadas entre grupos de interesse que, ainda que minorias, tomaram cultura brasileira como refém. Todo e qualquer diálogo está tomado pela denúncia oca dos politicamente corretos que, finalmente, ao cabo de uma década, fizeram todas as minorias “excluídas” lutarem por seus “direitos”, imaginários ou não, sejam gays, mulheres, índios, negros, sem-terra, sem-teto lutam contra o brasileiro médio, ou aquele indivíduo que ainda considera-se homem, heterossexual, católico e – pior de tudo – conservador.


Aqui encerra-se a minha pequena viagem de Redescobrimento do Brasil.

segunda-feira, setembro 15, 2008

Reiniciando o Blogue

Reiniciando o blogue

Ah, é difícil recomeçar...

Durante os dois últimos meses tive dois tipos de dificuldades em manter o blogue na activa (“ativa”, em bom português BR.. Está cada vez mais difícil não ser influenciado pelo português local, pá!) : A primeira foi de que estive atolado em trabalho nos meses de junho e julho; A outra é que em agosto estive de férias.

Portanto nos três últimos meses a actualização / atualização foi ao passo de tartaruga.

Mas existe um terceiro motivo não declarado: não estava com muita vontade de escrever textos mais extensos.. Portanto, os posts – quando haviam – eram telegráficos, apenas comentários sobre notícias a mim enviadas.

E por quê não estava com vontade de escrever textos mais longos? Por que textos longos tendem a ser mais profundos e mais auto-biográficos por natureza: é como tu mesmo tirar uma foto de si mesmo e entregar a outrem. Não queria passar uma foto sem que eu preparasse-me para ela. Outra coisa é que demandam que sua carga de conhecimentos seja aumentada. Sim, eu sei que tenho alguns leitores que gostam do que escrevo por aqui, mas eu não quero ser como os Rolling Stones do universo blogue, fazendo (escrevendo) sempre as mesmas coisas, como vejo acontecer amiúde na blogosfera brasileira. Além do mais, na minha idade, seria uma temeridade tentar cantar pela enésima vez “I Can't Get No Satisfaction”: iria esquecer a letra em meio ao show...

Falando em blogosfera, analisando as diferenças entre o Brasil e Portugal neste quesito, tenho de admitir que nossos irmãos lusitanos estão à frente... Há muitos blogues pessoais e coletivos que são liberais e conservadores, até. Não sei se há mais blogues de “direita” ou “ esquerda” por aqui pois teria de analisar as duas partes e, definitivamente, a parte esquerdista não me interessa. Uma coisa a notar é que, no ano passado, numa eleição patrocinada por uma rede de televisão para o título de “Maior Português de Sempre” foi escolhido Salazar. Disparado. Mesmo com as tvs tentando induzir o voto em outros candidatos mais politicamente corretos, não houve como suplantá-lo. Voltando ao meio liberal português, há muito mais autores liberais escrevendo nos jornais aqui (para citar dois: José Manuel Moreira e João César das Neves, ambos economistas, liberais e católicos). O Brasil ganharia no quesito de ativismo /“activismo” cibernético: não há nada parecido por cá ao Mídia Sem Máscara e ao Farol da Democracia Participativa (aos quais tenho a honra de participar).

Bueno, desvie-me do assunto, pois não? Mas vá lá. Este era um tipo de prosa que eu gostava quando cometia os meus primeiros posts.. Começava-se de um jeito e terminava-se sabe-lá-como. Um texto cheio de reticências e “ quebradas”.

Mas o que quero dizer é que, bem, mesmo apreciando muito do que já escrevi por aqui, acho que temos que navegar. “Nadar” é preciso. Não agüento ficar dar voltas no mesmo lugar. Não quero escrever sempre o mesmo post, apenas alterando os adjetivos, só para atualizar o blogue de qualquer maneira e enviar o último artigo para a listinha de “ trocentas” mil pessoas mais as 150 comunidades do orkut. Só quem vende mais do mesmo é padaria. E acho que sou um péssimo padeiro..

Minha vida mudou por completo nos últimos dois anos. E é natural que a minha forma de escrever também.

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E o que vai mudar no blogue? Essencialmente nada. Pois ninguém também muda assim de uma hora para outra. O que posso afirmar é que não sinto-me mais em condições de opinar sobre micro-movimentos do Brasil tais como o caso dos grampos, dossiê não sei das quantas da Dilma, nada disso. Daqui, à distância, só consigo distinguir o imenso perfil do Titanic brasileiro adernando por completo em profundas águas. A orquestra continua a tocar a mesma música, desde FHC, só que com a água pelos joelhos.

Com relação à Portugal, peço que perdoem-me mas vou deter-me em assuntos portugueses um “ bocadinho” mais, principalmente no que vejo como similaridades com o processo decadente brasileiro. Sim, aqui também há um processo de decadência cultural, decorrência de tudo aquilo que quem conhece a obra de Olavo de Carvalho, Jacques Barzum, Eric Voegelin, Ortega y Gasset , Xavier Zubiri ou mesmo de René Guenon sabe bem.

Pois saibam que este processo é mundial. A diferença é a velocidade com que cada país entra no processo entrópico. Mesmo os Estados Unidos estão sofrendo com isso, esta decadência.

Quem imaginaria, há alguns anos, que um candidato como Obama - não estou referindo-me à cor da pele, que acho um detalhe totalmente supérfluo numa eleição para presidente -, um senador “ júnior” sem maior experiência executiva ou legislativa, além do vago “organizador comunitário” (acreditem: em Portugal, “community organizer” foi traduzido como “ animador social” na “ autobiogra-fria” do dito – aliás autobiogra-fria parece ser o maior feito de Obama até aqui - ahahah) , com óbvias ligações com ditos “ ex” terroristas (Alex Ayers), um candidato preferido de todos os inimigos declarados dos Estados Unidos, à Leste e Oeste, pudesse chegar onde chegou tendo atropelado Hillary Clinton pelo caminho?

Bastaram a união explosiva de alguns fatores: um candidato com extrema vaidade e o dom da oratória oca, o deliberado ocultamento das próprias origens deste candidato bem como a sua transmutação em “novo” Martin Luther King. Como ele não pode ter feito este serviço nele mesmo (pois acho que não teria inteligência para tanto) acredito que Obama seja o primeiro candidato de laboratório dos Estados Unidos. “Manchurian Candidate”? Nos filmes, um candidato assim só pode ser obra dos capitalistas malvados enquanto na realidade, os devotos no “novo” Machiavel estão encastelados em ONGs , na ONU e outras entidades menos votadas. É claro que faltou o elemento principal.

Mas, afinal, nada disso teria funcionado se não houvesse um outro aspecto neste fenômeno: Uma multidão de idiotas úteis prontos para serem usados como fiéis seguidores, especialmente produzida para tal efeito, conforme descrito por Charlotte Thomson Iserbyt em “The Deliberate Dumbing Down of America”.

Por isso tudo é que Obama é o Lula americano. Lula da Silva foi eleito graças a este mesmo processo de idiotização contínuo da população brasileira. A ocultação das ligações perigosas de Obama nos Estados Unidos é igual ao que aconteceu com Lula, PT e o seu envolvimento no Foro de São Paulo com terroristas das FARC, FLMN, MIR e outros. A mesma coisa.

Espero que nos Estados Unidos, o desfecho seja outro. Não estava muito esperançoso disso, até que surgiu Sara Palin... Mas bem, isso já é outro assunto.

Até mais!



sexta-feira, julho 25, 2008

Novo Site e Novo Livro: Heitor de Paola


Meu amigo Heitor De Paola finalmente entregou o que os admiradores de seus textos no MSM sempre esperavam: um site próprio. O endereço é www.heitordepaola.com.

Lá os leitores irão encontrar as marcas registradas de Heitor, que são um profundo gosto pela pesquisa detalhada nos temas que desenvolve e a opinião qualificada - que explica e dá sentido às extensa lista das fontes.

Outra surpresa é encontrar lá a notícia do lançamento de seu livro "O Eixo do Mal Latino- Americano e a Nova Ordem Mundial", com prefácio de Olavo de Carvalho (leiam o prefácio aqui!).

Infelizmente, pelo site da é realizações, não consegui solicitar a entrega em Portugal.Mais um que terei de comprar no Brasil..

Falando no Heitor, lembrei-me também de uma ótima entrevista sua para o site Comentário Conservador, onde eu e meu amigo André Frantz o indagamos sobre muitos assuntos, especialmente sobre a sua experiência como militante de esquerda nos anos 60/70. Foi há dois anos, mas ainda vale a pena.

Aqui o link: http://conservador.wordpress.com/category/heitor-de-paola/



domingo, julho 13, 2008

A Felicidade das Nações

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Como bem reportado na última semana por vários veículos de comunicação, saiu uma pesquisa do National Science Foundation sobre o grau de felicidade de uma lista de 98 nações pelo mundo.

Sempre que uma destas listas é publicada muitas e muitas análises são publicadas. Aqui, vai mais uma..

Para resumir o meu ponto, um país é mais ou menos infeliz não somente pela quantidade de dinheiro que sobra no bolso de cada cidadão no final do mês ou se há ou não empregos, mas fundamentalmente pela percepção de que se está (ou não) indo pela direção certa. Quanto maior a percepção da direção certa, maior a “ felicidade”.

Falando do Brasil:

Estamos, obviamente, indo na direção errada. Pelos comentários que leio, o que mais chama a atenção é pelo fato (facto) de que meu país é listado na 30 posição, abaixo de países em posição econômica muito piores como Nigéria, Chipre ou Trinidad e Tobago.

Como no ótimo artigo de Olavo de Carvalho, concordo que este tipo de análise serve, mais uma vez, para firmar uma verdade que é quase blasfema no Brasil: a de que a felicidade não é resultado único e exclusivo de políticas econômicas.

A visão de que a pobreza leva à infelicidade e ao crime não passa de uma cenário de papelão cuidadosamente pintado, tal qual aqueles filmes alemães do século passado (aliás, meus favoritos), como o “Gabinete do Doutor Caligari”. Ou para falar de coisa mais recente, como o monstro digital que aterroriza Nova Iorque em “ Cloverfield” (outro filme que eu gosto): não passam de fakes.

A lista serve então, para desmontar o discurso economicista imperante no Brasil. Pena que um pouco tarde, pois toda a estrutura de poder do país está entregue a duas facções: uma, de militantes esquerdistas empanhados em formar, com seus colegas do Foro de São Paulo, uma nova URSS na América Latina; Outra, de socialistas fabianos que querem transformar a sociedade por meio de leis absurdas e cretinas. Ambos concedem o capitalismo como um mal necessário.

Colômbia:

Nos primeiros lugares da lista estão a Dinamarca, Porto Rico e Colômbia.

Enquanto os dois primeiros são resultados de esquemas culturais e políticos mais ou menos longevos, o terceiro lugar para a Colômbia tem um nome e sobre-nome: Álvaro Uribe. E talvez aí resida o seu calcanhar de Aquiles, pois uma vez que Uribe saia do poder e aconteça à Colômbia o mesmo que abateu-se sobre os seus vizinhos, isto é, ter no poder alguém ligado ao Foro de São Paulo, o “reino da felicidade” colombiana terá os seus dias contados. Nem Shakira, com todo o poder e sedução de seus quadris, poderá tirar a Colômbia do caminho do inferno. Por isso eu considero Álvaro Uribe o único estadista do Hemisfério Ocidental (sorry, GWB).

Portugal:

Aqui em Portugal, esta pesquisa foi muito comentada, com toda a mídia dando conta da “infelicidade” portuguesa. Portugal está na 47a posição, abaixo da Espanha (44) (fato gravíssimo, pela rivalidade local).

Conversando com os portugueses, muitos disseram que esta percepção de infelicidade se dá pela inevitável comparação com o passado. Portugal de hoje nunca será tão grandioso quanto foi no passado e isso faz a toda a diferença. Mesmo a adesão ao Euro em 1992 não tornou a realidade mais feliz, muito pelo contrário: encontro muitos portugueses saudosos dos tempos do escudo, como tudo ficou mais caro com o euro e coisas do gênero.

Deve haver um fundo de verdade em tudo isso, pois analisando-se a situação de outras grandes nações do passado como Egito ou Grécia, vemos o mesmo cenário: a realidade atual não tem condições de reviver seus grandes feitos. Prestando contas à história, ficam à dever.

Outro elemento à adicionar é a própria “alma” portuguesa, que o fado materializou: a tristeza, o fatalismo...

A Região Mais Feliz do Mundo: América do Norte!

Fiz um análise cruzando os dados da pesquisa por país, associando-o à sua respectiva região. Calculei um média por cada região. O resultado foi o de que a América do Norte, formada por apenas três países (EUA, Canadá e México) é a região mais feliz do mundo!

A Europa fica num triste (sic) antepenúltimo lugar, a sinalizar que a direção está errada...



terça-feira, junho 10, 2008

Nova denúncia de assassinato envolve o PT

Nova denúncia de assassinato envolve o PT
"Vocês lembram do assassinato do prefeito Celso Daniel, do PT de Santo André ? Pois Celso Daniel foi morto pouco depois de ser escolhido por Lula para ser coordenador de campanha da eleição que o levou à vitória. A família do prefeito denunciou que ele foi assassinado por companheiros seus do PT. Uma história escabrosa que nunca teve fim.
Pois novamente o PT se vê envolvido num crime político. Desta vez é o caso do ex-presidente da Bancoop, a cooperativa habitacional dos bancários de São Paulo. Luiz Eduardo Malheiro, segundo seu irmão, Hélio Malheiro, repassava grande quantidade de dinheiro para as campanhas do PT. O Ministério Público decidiu investigar o que houve. Hélio Malheiro foi ameaçado de morte por causa das denúncias. A Band tem repetidamente denunciado o uso do dinheiro da Bancoop pelo PT. A Band denunciou que muito dinheiro foi para a campanha de Lula. O fundador da Bancoop e seu presidente durante muitos anos é o atual presidente do PT, Ricardo Berzoini. O PT, como nos casos do Mensalão, da Varig, do dossê contra Serra e agora contra FHC, nega tudo".

Tiphat /fonte: www.polibiobraga.com.br

domingo, junho 08, 2008

Comentário Conservador em Portugal

Em Portugal não é incomum encontrar economistas que não são relativistas. Até mesmo conservadores. João César das Neves é um deles.
Este artigo foi publicado no Diário de Notícias.

DN Online: A FRAGILIDADE DE UMA CRENÇA
A FRAGILIDADE DE UMA CRENÇA

João César das Neves
professor universitário
naohaalmocosgratis@fcee.ucp.pt
A vida pública é hoje ateia ou agnóstica. Ouve-se muito criticar a tolice e o delírio das religiões, mas raramente se refere a fragilidade intelectual da própria atitude ateísta que, com todo o respeito, é muito inconsistente.

Recusar Deus é uma crença como as outras. No fundo trata-se de ter fé na ausência divina. Mas esta crença considera-se a si mesma lógica e natural. A Antropologia e Sociologia sérias mostram o oposto: a religiosidade é o normal em todas as culturas e épocas. O ateísmo é uma construção tardia e artificial de elites, sobretudo desde o Iluminismo. Mantido em ínfima minoria, agora está em clara decadência. Vendo- -lhe a lógica interna, percebe-se porquê.

O agnosticismo, hoje variante dominante, justificar-se-ia se a existência de Deus fosse inconsequente e negligenciável. Mas ignorar a possibilidade de Deus é como desinteressar-se da existência do pai, benfeitor ou patrão, senhorio ou polícia. E se Ele aparece? Os verdadeiros agnósticos, com reais dúvidas, são poucos porque a maioria assume a resposta negativa implícita, vivendo um ateísmo disfarçado. O disfarce evita as dificuldades conceptuais e empíricas do ateísmo aberto, superiores a qualquer religião ou ideologia.

A dificuldade mais visível vem da existência da realidade. Porque há algo em vez de nada? Porque existe ordem, não caos? A resposta ateia era recusar a questão, porque o universo sempre existira assim, mas a teoria do Big Bang explodiu essa certeza e deu solidez científica ao facto da Criação.

Eu e o mundo, as coisas, pessoas e outros seres não existiam e passaram a existir. E existem de forma harmónica e coerente. A realidade é um infinito mosaico de minúcia e complexidade incompreensíveis. A ciência demonstrou que variações infinitesimais de parâmetros fundamentais, das forças do núcleo atómico à densidade do universo, torná-lo-iam impossível. Uma obra supõe um autor. Falar em leis da natureza apenas recua a questão para a origem dessas leis. Seria supina tolice supor um relógio surgindo perfeito das forças fortuitas da geologia e erosão. Um cérebro, muito mais complexo, quem o fez?

A resposta ateia tem de ser que o acaso de milhões de anos conduziu de uma explosão ao sorriso da minha filha. Ou o acaso é Deus, e o ateísmo nega-se, ou essa explicação é muito mais frágil que supor um Autor para a cosmos. Não tem certamente motivos científicos, ou até razoáveis, a recusa da hipótese plausível de um Criador inteligente. Muito inteligente.

Uma segunda dificuldade vem de dentro. Todos os humanos sentem em si uma ânsia de justiça e verdade, um sentido de bem e mal. Os actuais direitos universais apenas corporizam essa herança original e nela se justificam. Alguns valores são comuns, na enorme variedade de culturas e hábitos. Essa mesma variedade confirma que tal não pode vir de construções históricas e sociais, porque subjaz a todas.

A violação da lei moral apenas confirma a sua existência. Muitos conseguem suprimir em si esta busca da justiça (embora a sintam quando vítimas), mas o trabalho que dá apagá-la revela a inscrição na própria identidade da raça. Uma lei implica um legislador. Como podem meros atómos de carbono, aglomerados em aminoácidos e evoluindo pela selecção natural, gritar que salário digno é valor universal?

O terceiro e pior obstáculo do ateísmo é a ausência de finalidade. Para o ateu este universo, sem origem nem orientação, também não tem propósito. Bons e maus têm o mesmo destino vazio. Saber que vivemos num mundo que se dirige à morte e ao nada faz de nós os mais infelizes dos seres. Se Deus não existe não existem o bem, a moral, a própria razão. Esta crueldade ontológica é tão avassaladora que poucos que a afirmam a enfrentam com honestidade.

A fragilidade lógica do ateísmo é pouco relevante por ser um fenómeno elitista ocidental contemporâneo que, exportado à força pelo marxismo, está em extinção. A única questão interessante é saber porque coisas tão simples foram escondidas aos sábios e inteligentes e reveladas aos pequeninos.

quinta-feira, maio 29, 2008

Música: Hit Capitalista em Portugal

Esta música é hit em Portugal. Atentem à letra: O cara sonha que o mundo vai acabar e então resolve "virar a vida de pernas para o ar" e fazer o que falta ser feito: ter um apartamento de dois quartos (um T2) e um carrinho de "tecto de abrir"... ahahah

É claro, já virou jingle de empréstimo bancário...

Se fosse no Brasil.. Bem, acredito que na mesma situação o "Rappa" iria fazer um hip-hop de protesto, Rappa não , o Gabriel, o "pensador" (pensa-dor) faria uma ode às causas sociais e etc e tal...

Aviso: música é grudenta...


YouTube - Ricardo Azevedo - Pequeno T2


Ricardo Azevedo - Pequeno T2

quinta-feira, maio 22, 2008

Entrevista do Gen. Leônidas

O General e ex-ministro do Exército Leônidas Pires Gonçalves (87) concedeu uma entrevista ao Terra Magazine.
O tema, como sempre, "a ditadura militar". Este assunto, como eu já disse outra vez, é uma fixação infantil das esquerda que hoje governa o país. Recebem rios de dinheiro público por "danos morais" mas esquecem-se a sua ativa participação e causa do regime autoritário de 1964.
A entrevista é elucidativa também pelo tom das perguntas. O repórter parece ter sido informado do que aconteceu ao país por algum panfleto distribuído pelo PCdoB ou PCB..

Outra coisa óbvia é que o exército, criando a Lei da Anistia, parece ter sido os únicos a acreditarem nela. E a agir segundo os seus princípios. Já os ex-terroristas (existe isso? acho que não..) continuam a tentar vencer a contra-revolução da 64. O revanchismo é evidente. Falam em "mortes" e "torturas" sendo que todos os protagonistas importantes daquela época estão no poder. Deveriam agradecer à Lei da Anistia, que permitiu à sua volta ao país.

Acho que o Exército tem que abrir os olhos e entender que o gesto que a Lei da Anistia sinalizou (perdão para os dois lados) não passou de uma encenação dos derrotados. Até que eles estivessem novamente no poder para "dar o troco".
O mais realista seria que as lideranças do Exército parassem com estes patéticos apelos de "vamos esquecer o passado", pois eles, certamente não vão esquecer. É revanchismo puro. Não "acreditar" que um sujeito covarde como Tarso Genro "possa" fazer isso é pura ingenuidade. Fizeram nos 60. Irão fazer novamente.

Minha sugestão é: acabem com a Lei da Anistia! Que TODOS os que tiveram as mãos sujas de sangue no período militar sejam presos, julgados e condenados de acordo com a tipificação dos seus crimes. Não esquecendo de impugnar seus direitos políticos. Dos dois lados. Mostrando tudo.

Esta seria a única forma de, ao mesmo tempo mostrar, enfim, a verdade ao país e retirar dos cargos públicos esta malta de agentes disfarçados.

Leia abaixo, trechos da entrevista.


General Leônidas: "Revanchismo tem que acabar" - Terra - Política
O ministro Tarso Genro disse que a Lei de Anistia não protege torturadores.
Ora, pergunta se pegar um embaixador, raptar um embaixador, botar dentro de um automóvel a bordoada... Um homem acostumado a ser reverenciado, botar num quartinho de 2 por 3, e todo dia dizer que vão matar... Isso não é tortura?

O seqüestro do embaixador americano Charles Elbrick, em 1969?
De todos eles! É muito engraçado. Só se vê as coisas de um lado. A anistia tem um dom: nós todos temos que esquecer essas coisas e cuidar do Brasil. Pra mim, essas coisas, lamentavelmente, têm gosto de revanchismo. Acho uma coisa imperdoável pra um homem da estatura funcional do ministro Tarso Genro.

Defende uma conciliação?
Total. Nós das Forças Armadas já anistiamos. E essa gente não quer nos anistiar.

------
O senhor acha que o governo Lula tem motivação ideológica pra resgatar essa questão?

Você sabe de uma coisa? O presidente Lula não está muito engajado
nisso. É essa periferia que se esquece de uma coisa fantástica: deviam
agradecer de joelhos, todo dia, nós termos feito a Revolução que
permitiu voltar a democracia, que nós sempre quisemos. E evitar que a
ditadura comunista, altamente violenta e assassina, estivesse vigente.
Por que eu digo isso? Porque se eles tivessem chegado ao poder pela
linha deles, e não pela nossa - porque chegaram por via democrática -,
todos eles já estavam mortos, na típica autofagia dos comandos
comunistas. Quantas pessoas que subiram com ele o Stálin matou?

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Há comparação entre Ernesto Geisel e Pinochet?

Que é isso! Vou te fazer uma pergunta, vou te fazer uma pergunta.
Quantos habitantes tinha o Brasil em 1964? Cem milhões. Quantos mortos
são atribuídos à Revolução? 224. E nós perdemos outros tantos. Pra 100
milhões, morreram 224. Agora, qual é a população do Chile?

Links:
Primeira parte
Segunda Parte

quarta-feira, maio 21, 2008

Israel, O País Mais Feliz do Mundo! (Ex-Comunistas, Os Mais Infelizes...)

O Asia Times traz uma interessante visão para os 60 anos do Estado de Israel. Bem diferente daquilo que a "imprensa livre" ocidental (na maioria contrários ao Estado de Israel).
Os invés de combinar Israel com "Nakba", o autor da coluna, Sprengler, combina Israel com os dois indicadores de felicidade: a (baixa) taxa de suicídios com a (alta) taxa de natalidade. A combinação destes dois indicadores define o grau de valor à vida que uma sociedade mantém. Israel está na frente dos dois. 
Não há foguetes Qassam, Ajmajinehad, Hezbollah, Al-Qaeda que possam estragar o moral deste povo!
Por comparação, o país onde vivo, Portugal - um país sem guerras - é muito menos feliz do que os israelenses. Enquanto por aqui a taxa de suicídio é de dois dígitos (11 por 100.000), a taxa de fertilidade é 1,49, bem distantes das taxas de Israel (6,2 e 2,77, respectivamente). Veja a lista ao final do post.
O Brasil (e a América Latina) não são citados na estatística.

 
Outro dado interessante a notar é que os países ex-comunistas têm o pior desempenho  nos dois indicadores. Tanto em altas taxas de suicídios como em menor taxa de fertilidade. Apesar do "término" (eu duvido que tenha terminado) do experimento comunista em toda a Europa parece que as populações destes países não recuperaram-se. Ex-comunistas suicidam-se como kamikazes (ah, o Japão é o pior país em número de suicidas) e não querem ter filhos, ou seja, a valorização da vida é muito baixa nestes países.
Parece que a "estampagem" behaviorista comunista continua calando fundo na psique das populações destes países.
O "materialismo dialético" implantado à força durante os mais de 84 anos de experiência comunista "real" - que tinha como meta extirpar da vida das pessoas qualquer traço de religiosidade ou transcedência - ainda cobra o seu preço.


Israel, com milênios de história, continua a nos ensinar muitas lições.
Hat tip: Dissecting Leftism 
Cliquem no link para ler a matéria original.
Asia Times Online :: Middle East News, Iraq, Iran current affairs

Middle East
May 13, 2008
Why Israel is the world's happiest country
By Spengler
Envy surrounds no country on Earth like the state of Israel, and with good reason: by objective measures, Israel is the happiest nation on Earth at the 60th anniversary of its founding. It is one of the wealthiest, freest and best-educated; and it enjoys a higher life expectancy than Germany or the Netherlands. But most remarkable is that Israelis appear to love life and hate death more than any other nation. If history is made not by rational design but by the demands of the human heart, as I argued last week , the light heart of the Israelis in face of continuous danger is a singularity worthy of a closer look. (continua ..)

 

Country

Suicide Rate (per 100,000)

Fertility Rate

Israel

6.2

2.77

United States

11

2.1

France

18

1.98

Iceland

12

1.91

Ireland

9.7

1.85

Denmark

13.6

1.74

Finland

20.3

1.73

Serbia

19.3

1.69

Sweden

13.2

1.67

Netherlands

9.3

1.66

United Kingdom

7

1.66

Canada

11.6

1.57

Portugal

11

1.49

Switzerland

17.4

1.44

Estonia

20.3

1.42

Croatia

19.6

1.41

Germany

13

1.41

Bulgaria

13

1.4

Russia

34.3

1.4

Austria

16.9

1.38

Greece

3.2

1.36

Hungary

27.7

1.3

Slovakia

13.3

1.34

Italy

7.1

1.3

Spain

8.2

1.3

Poland

15.9

1.27

Slovenia

25.6

1.27

Ukraine

23.8

1.25

Bosnia

11.8

1.24

Belarus

35.1

1.23

Czech Republic

15.5

1.23

Japan

24

1.22

Lithuania

40.2

1.22

Singapore

10.1

1.08

Hong Kong

18.6

1

sábado, maio 17, 2008

Universidade Gaúcha Chama MST Para dar Aula

A Unisinos , universidade de São Leopoldo, perto de Porto Alegre convida o MST para dar aula sobre comunicação a alunos de jornalismo.
É o que foi noticiado no site do jornalista Políbio Braga.
Em qualquer país civilizado, dar abrigo a terroristas e sabotadores é crime. No Brasil não. É bonito. "Alternativo" e "Não Convencional".
Bem, se alguém quer prova maior que o jornalismo brasileiro é o pior do mundo...

Mas o pior é de que ao invés do diretor desta universidadezinha ser chamado à prestar contas à população, a universidade se acha no direito... de resposta.

É piada. Isso é Brasil...

Aqui a notícia:

"A Unisinos vai comemorar os 35 anos do seu curso de Comunicação com uma Semana da Comunicação.

. No segundo dia do evento, o MST abrirá o coração para dizer quão amplo é o mercado da bandidagem política para jornalistas, relações públicas e publicitários graduados pela Unisinos. O título da palestra: “Comunicação e Mobilização Popular, uma conversa com o MST”.

. A programação não inclui nenhuma fala do PCC, embora o mercado da bandidagem comum também seja bastante amplo.

. Cada aluno da Unisinos paga até R$ 1.200,00 por mês para os jesuítas enfiarem esse tipo de trampa ideológica nas suas cabeças."


E aqui, o direito de resposta.. (grifos meus)
"Direito de Resposta

A Unisinos repudia os comentários feitos pela coluna a respeito da inclusão do tema "A comunicação do MST" na programação da semana que irá marcar os 35 anos das Ciências da Comunicação de nossa instituição. A Unisinos, como verdadeira universidade (ahahah) , orgulha-se de ser um ambiente de discussão e pluralidade, onde não há espaço para preconceitos (sim, só para criminosos). O fato de o MST vir aqui apresentar suas estratégias de comunicação, não significa, por parte da Unisinos, a promoção ou defesa das idéias do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra, (se o fato de publicitar o nome do MST na programação de 35 anos não ser uma promoção, não sei o que seria.) eu mas sim a oferta a nossos alunos a possibilidade de ouvir, analisar e questionar um conceito de comunicação não-convencional ("comunicação"? Seria melhor dizer organização criminosa!!!). Angela Rahde, gerente de Comunicação Institucional da Unisinos, São Leopoldo, RS.

Nota do editor – O editor sustenta que convidar o MST para mostrar como tem mercado para os jornalistas da Unisinos, equivale a convidar o PCC para fazer o mesmo. Ao fazer o convite, a Unisinos faz, sim, a apologia da bandidagem do MST. Os jesuítas continuam alimentando a velha crise de identidade dos padres em geral."

Nota minha -
Esta tal de Angle Rahde "gerente de comunicação" (o título é inversamente proporcional à capacidade) é de um descaramento e dissimulação à toda prova. O tom de "ofendida" é de uma teatralidade atroz. Quem está ofendido, na verdade, são todos aqueles que pagam os estudos dos seus filhos numa pocilga como essa. Esta é uma (mais uma) daquelas coisas que acontecem no Brasil e que te fazem sentir como um palhaço.
Se a tal de Angela, que tanta questão de "não ter preconceitos" faz, poderia, para tirar a má impressão, convidar também o Deputado Bolsonaro para o mesmo evento. Seria o maior exemplo de "não ter preconceitos" e de que a Unisinos não "promove" o estilo de vida MST...Aí um exemplo de comunicação do Bolsonaro...



Jair Bolsonaro mete pau no MST

"Branqueamento" do Foro de São Paulo

A notícia de que a Interpol declara como verdadeiro os dados no computador do Raul Reyes das FARC deve ter deixado o pessoal assustado.
No próximo dia 22 começa outro encontro do FSP em Montevidéu.
Para limpar pistas que possam levar Chávez, FARC ao Foro de São Paulo e, claro, a Lula e outros, "foram retirados TODOS, absolutamente TODOS os bandos reconhecidamente terroristas como as FARC e o ELN colombianos, o MIR chileno e até mesmo o PSUV de Chávez. Confiram aqui como a organização está singela: "Lista de membros atualizada".

Não lhes parece sintomático que tenham realizado agora uma nova lista de membros sem esses bandos terroristas e que, concomitantemente, o site das FARC encontre-se "indisponível"? Não podendo admitir o óbvio, eles põem o lixo para baixo do tapete e passam a se ocupar e ocupar as páginas de jornais, sites e tv com coisas de menor importância para que público continue na ignorância, como continua até hoje sobre "o quê" é o Foro de São Paulo."


Dica da Graça Salgueiro (Nota Latina)

sexta-feira, maio 16, 2008

"Nakba"? Israel, Uma Catástrofe?

Israel, aos 60 anos.. Merece nosso reconhecimento? Muitos dirão que não.

Eu penso o contrário. E por isso mantenho no meu blog o banner "I am a proud friend of Israel".

Por quê?



Para ser mais didático, responderei a um comentário postado recentemente por aqui.


"...não consigo entender como um conservador pode se dizer "proud friend of Israel".
R.: Israel é a fonte da cultura ocidental. O "Ocidente" que nos acostumamos a citar quase automaticamente - como a cultura predominante à oeste da Europa e que estendeu-se pela América - não nasceu exatamente no Ocidente. Foi criada no Médio Oriente, levada à Roma, que a espalhou. Na Idade Média, o Renascimento Carolíngio a recuperou e deu à luz, pela primeira vez, um foco cultural que não seria limitado pelo poder político. A cultura cristã, unindo algo que
só depois teria organização política (a Europa) criou uma unidade cultural única. Esta unidade cultural foi levada ao Novo Mundo (nem tão una, mas partilhando os mesmos valores básicos, enfim).

A origem de tudo isso foram os Hebreus e Israel é o seu herdeiro natural. Nada mais conservador do que conservar os valores da judaico-cristã da civilização ocidental.

Não vejo nenhuma contradição nisso.



O Estado foi criado artificialmente,
R.: Foi criado artificialmente? Israel não existia como país muito antes dos países do Oriente Médio? Onde deveriam seguir os judeus, sistematicamente expulsos da quase a totalidade dos países para onde buscaram refúgio?

Muito antes dos Palestinos, os judeus é que eram os expatriados por natureza. Muitos países apoiaram a criação do Estado Judeu para justamente livrarem-se deles. A solução do Estado Judeu foi como a concretização da solução pensada (e parcialmente concretizada) pelo o
Presidente dos Estados Unidos, Abraham Lincoln para a questão dos escravos: criou um Estado artificial na África, chamado Libéria, para onde tencionava mandar de volta todos os negros, "limpando" o país. Pois Israel significou isso mesmo.



o país não é laico,
R.: Errado. Se fosse, por que há tantos palestinos e árabes vivendo pacificamente dentro de Israel? (Sim, existem aqueles que acham que vivem melhor sob o governo israelense do que atirando pedras ou misseis feitos em casa sobre israelenses).



não há democracia em diversos setores da vida comum (por exemplo, há escolas separadas para judeus seculares, ortodoxos, cristãos e muçulmanos)
R.: Democracia define-se pelo sistema de governo, não pelo sistema de ensino. Em Israel há eleições. Há troca de poder. Isto é democracia. Quanto ao sistema de ensino, isso prova que todos podem conviver dentro de suas fronteiras sem renunciar à sua religião. O que
confronta a sua primeira afirmação, de que o país não é "laico". É laico na velha acepção, a de respeitar todas as religiões e não na "nova", que significa destruir a todas.


e o governo ainda combate o terrorismo com assassinatos seletivos (que também são uma forma de terror, ou não?) e limitações aos direitos de reunião e locomoção.
R.: Durante a última Guerra do Líbano (2006) quando Israel atacou posições de terroristas palestinos protegidos pelo governo libanês, a mídia internacional publicou centenas de fotos sobre as vítimas civis. Algum tempo depois, muitas das fotos publicadas pela mídia foram denunciadas como falsas, ou modificadas por computador para aumentar os danos. Aqui mesmo no blog, muitas destas histórias foram publicadas.

Mas é claro que existem vítimas civis. A culpa é dos israelenses. Sim, pode ser. Mas não podemos esquecer que os terrroristas lançam seus mísseis usando a população civil como escudo humano. Se Israel contra-ataca, haverá baixas civis, o que provocará uma onde de
indignação calculada matematicamente. Isso tudo representa a "humanidade" dos ideais palestinos. Para ter uma idéia disso sugiro ver um documentário chamado "Pallywood - fake news "according to Palestinian Sources", que publiquei no swimming.

Ainda há os assentamentos judaicos, fundados com clara inspiração no socialismo. Parece o avesso de todo o resto que se pode encontrar no seu excelente blog."R.: Sim, como as cooperativas que os agricultores usam no
Brasil. As cooperativas tinham e tem clara inspiração socialista. E o que isso tem a ver?


Para terminar, um bom blog aqui citado traz uma boa reprodução de uma artigo publicado no "Jewish World Review" sobre o significado da Nabka..




Nakba and the Palestinian Lie « TMQ2
The nakba of the late 1940’s and 1950’s that befell large numbers of Jews living in Arab countries who were suddenly expelled, persecuted, and stripped of their property does not interest such people. Those Jewish refugees made new homes in Israel and actually outnumbered the Palestinians who fled.

Meanwhile, an urban legend has been fabricated about the origin of the term “nakba” — a fairy tale that claims the word was a banner waved by Palestinians starting in 1948, and that its very use shows how deep the roots of “Palestinian
nationality” go.

quarta-feira, maio 14, 2008

Fórum de Liberdade: Aquecimento Global

Meu amigo Bertrand Kolesza escreveu no seu blog ( e em seu jornal "Folha do Porto", considerado o mais liberal jornal da capital gaúcha) algumas observações sobre o Fórum da Liberdade, acontecido em Porto Alegre, em Abril.

Folha do Porto
Estão a vir três décadas de frio
As verbas para pesquisas voltadas a provar o aquecimento global, nos EUA, “aumentaram de 300 milhões para 4 bilhões de dólares nos últimos anos. Quem discorda da tese do aquecimento causado pelo homem fica de boca fechada, com medo de perder o emprego; eu não, sou funcionário federal, concursado, posso falar o que eu penso”, encerrou sua palestra, na tarde de 08/04, sob vibrantes aplausos, o meteorologista Luiz Carlos Molion, um figuraço, exímio palestrante, bem humorado, um cientista, que trouxe fatos e não postulados ideológicos ao debate no 21° Fórum da Liberdade, no qual dividiu um painel com o também cientista Philip Fearnside, de grosso bigodes de truta, porém não morenos, que apresentou cenários catastróficos de aquecimento e as conseqüências sobre a amazônia. Os argumentos pró aquecimento global já são de domínio público. De quem pensa o contrário, não. Então, ao que disse o Luiz Carlos Molion, uma seleta de 23 minutos de sua palestra brilhante.

terça-feira, maio 06, 2008

Recebi um Prêmio...

Katya, do blog http://resistenciacatiacaracas.blogspot.com/ citou-me como um dos blogs de resistência na América Latina.
Agradeço à citação.
Abaixo, a mensagem recebida.
À Katya, que siga na luta pela democracia na Venezuela.

Que saibam que a luta na Venezuela é a mesma no Brasil, Bolívia, Nicarágua, Cuba.

--------

Hola, Luis Alfonso:

Sí, sé que está en Europa y haces una buena labor a través de tu blog. El premio "11 DE ABRIL" es un premio internacional que puede ser concedido a cualquier blog que esté a favor de la libertad y la democracia, no importa el país en que se encuentre su autor.

Te agradezco si puedes enlazar mi blog. Es necesario estar unidos en la lucha con el comunismo y la barbaria que conlleva esa ideología.

Gracias por aceptar el premio, es un reconocimiento que significa mucho para nosotros por todo lo que implica esa fecha, 11 de abril de 2002, cuando el presidente Hugo Chavez ordenó masacrar al pueblo demócrata de Venezuela.

Saludos. Recibe un fuerte abrazo democrático y libertario.


Os Livros que F** o Mundo!!!

Os Livros Que F** o Mundo!!!

Acabei de receber esta mensagem do Human Events... Este livro parece ser imperdível.



TV, vídeo games, a Internet—muitas pessoas culpam a tecnologia pela violência, nasricismo e secularismo na sociedade atual. Mas o Professor Benjamin Wiker argumenta que não devemos culpar a tecnologia por isso – mas a filosofia. Em seu novo e controverso livro, 10 Books That Screwed Up the World (And 5 Others That Didn't Help) , (“10 Livros Que Estragaram o Mundo (e cinco outros que não ajudaram muito) ) Wiker prova que alguns dos livros mais respeitados da civilização ocidental são, na verdade, a raiz de muitas das destrutivas idéias e vícios culturais modernos.

Mirando em livros como “ O Príncipe ” de Maquiavel e “ Minha Luta ” de, Wiker mostra como a perversa ideologia destes autores não somente levou à atrocidades passadas como guerras e genocídios, mas também como estas filosofias ainda são populares e ainda causam danos hoje em dia. Estas idéias podem influenciar o pensamento de muitos, sem que estes dêm-se conta disso! Nesta intrigante e provocativa exposição você saberá

  • Como Leviathan de Hobbes promove a crença de que nós todos temos o “ direito” de obter qualquer coisa que queiramos.

  • Como Além do Bem e do Mal Beyond the Good and Evil de Nietzsche promove ateísmo e pavimenta o caminho para ateístas populares como Richard Dawkins e Christopher Hitchens.

  • Como Coming of Age in Samoa de Margareth Mead promove a promiscuidade e o divórcio..

Inteligente, chocante e instrutivo, o trabalho de Wiker agarra o cerne de cada um destes livros malignos e os expõe à luz do dia, oferecendo um aprendizado rápido das piores idéias na história da humanidade – e como nós podemos combat^-las no futuro.”



Na página da Amazon, sobre o livro, podemos encontrar mais pistas acerca de quais seriam os tais livros...

  1. ComoO Príncipe,deMaquiavel foi a inspiração de uma longa lista de tiranos (era um dos livros de cabeceira de Stálin)

  2. Como Discurso do MétododeDescartes "provou" a existência de Deus por fazê-Lo uma criação de seu próprio ego.

  3. ComoLeviathandeHobbes levou à crença de que temos o “direito” de possuir quaisquer coisas que desejemos.

  4. ComoManifesto ComunistadeMarx e Engels poderia receber o título como o mais malicioso livro jamais escrito.

  5. Como The Descent of MandeDarwin prova que tencionava que sua teoria da “sobrevivência do mais apto” fosse aplicada à sociedade humana.

  6. Como Para Além do Bem e do MaldeNietzsche lançou um apelo para que o mundo fosse unicamente governado pela “vontade de poder”.

  7. Como Minha LutadeHitler era um tipo de “Darwinistmo espiritualizado” que influenciou seu anti-semitismo genocida.

  8. Como o paraíso pansexual descrito por Margaret MeademAdolescência, Sexo e Cultura em Samoa revelou-se numa ficção criada por suas próprias aspirações e confusões sexuais.

  9. Por quê Sexual Behaviorin the Human MaledeAlfred Kinsey foi um simples caso de autobiografia mascarado de ciência”


Para adicionar mais interesse pelo livro, é de notar que uma das notas de contra-capa foi escrita por Thomas Woods Jr, autor de “ How Catholic Church Built Western Civilization” .




segunda-feira, maio 05, 2008

Encontro Improvável: The Doors e Blondie...

Achei esta pérola, zapeando pela internet: "Rapture Riders", que é uma montagem / remix de "Riders of The Storm" (Doors) com as bases de "Rapture" (Blondie). O resultado é bom...
O que acham???

quinta-feira, maio 01, 2008

Existem Ateus Que Não São Anti-Cristãos!

Parece que Dinesh D'Souza encontrou um ateísta de outro nível, bem diferente dos representantes do "ateísmo cru" como Dawkins e Sam Harris: Sinnot-Armstrong. Leia por que.

http://news.aol.com/newsbloggers/2008/04/27/atheist-bashing-week/

"Sinnott-Armstrong offered a more dignified atheism that he said recognizes the accomplishments of Christianity. In one revealing moment he event said schools and colleges should teach students that the crimes of Christianity, like the Inquisition and the Salem witch trials, pale before the crimes of atheist regimes like those of Mao, Stalin and Pol Pot. Overall this was an elevated debate, one of the more high-toned ones I've participated in."