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segunda-feira, abril 19, 2010

Presidente da Polônia foi assassinado pela FSB (ex-Kgb)

Lech Kaczynski - World Economic Forum Annual M...Image by World Economic Forum via Flickr

Conforme eu havia suspeitado (aqui, do meu blog em inglês); Confome J. R. Nyquist havia desconfiado também, fica cada vez mais claro que o presidente Lech Kaczynki e toda cúpula do governo polonês foram assassinados em um atentado perpetrado pela FSB (ex-KGB).

Eu havia dito que era muito útil ao governo russo que um governo claramente anti-comunista (que já havia rompido com Lech Walesa por descobrir as estranhas relações deste com o Partido Comunista -- leia Golytsin, por favor -- ), conservador (ou seja, contra casamento gay e toda a política cor-de-rosa de nossos tempos, além de católico), cético das decisões da União Européia (aborto, etc..), desaparecesse do mapa político da Europa.
De uma só vez a sua morte facilita a que todas estas outras frentes de ataque possam agir livremente.
No caso da Rússia, dá condições de uma "segunda invasão" russa, colocando lá um governo pró-Rússia.

Pois agora, a versão divulgada pelo governo russo, de que o piloto insistiu em aterrissar, mesmo sob condições adversas, está sendo contestada. O Estadão, jornal brasileiro reproduz esta versão:
Segundo a investigação preliminar, não houve falha técnica no avião. As conversas registradas pelas caixas-pretas indicariam ainda que o piloto teria tomado decisões equivocadas na aproximação da aeronave da pista militar de Smolensk.

"O piloto foi informado das condições meteorológicas complicadas, mas tomou a decisão de aterrissar", afirmou o chefe do Comitê de Investigação, o promotor russo Alexandre Bastrykine.

Graças ao "Once Upon a Time in The West" descobri que a Bielo-Russia contesta esta versão. A Segundo a mídia local (via google translate), que reproduzo abaixo, esclarece:

Bielo-Rússia Nega a Versão Russa da Morte de Kaczynski

10/04/2010 15:39 10/04/2010 15:39

Belarus negou declarações da Rússia sobre a morte do Presidente da Polónia. O representante do Ministério da Bielo-Rússia dos Transportes e Comunicações disse aos jornalistas que "nunca a tripulação do avião fez qualquer pedido para o lado da Bielo-Rússia a respeito de uma" aterragem e de trânsito durante a passagem de aeronaves com Lech Kaczynski a bordo no espaço aéreo de Belarus "comentários foram feitos, o avião estava voando a uma altura adequada e de acordo com rota estabelecida "

Antes disso, a Administração do Smolensk região da Rússia, Andrei EVSEENKO disse que o avião com Lech Kaczynski foi "tentar pousar três ou quatro vezes em condições de neblina pesada", e que "um controlador de tráfego aéreo oferecido a tripulação de terras em Minsk, mas a tripulação decidiu desembarcar no aeroporto de Smolensk ".


Infelizmente, apesar das acusações de paranóia anti-comunista para comigo e muitos outros que acreditam - baseado em Golitsyn - que o fim do comunismo foi um golpe teatral premeditado, parece estas conclusões se confirmam. Mais uma. Quando o mundo livre vai prestar atenção ao aviso feito por Anatolyi Golitstyn nos seus livros "New Lies For Old" e "Perestroika Deception", quando já foi provado que suas previsões foram certeiras em mais de 94% dos casos?.










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segunda-feira, maio 07, 2007

Criando Inimigos Dentro de Casa: Ex-Agente da KGB Explica como criar "Alienados" e "Idiotas Úteis"

O ex-agente da KGB Yuru Bezmenov explica, em entrevista concedida em 1984, as técnicas da KGB em "medidas ativas", "influência" e propaganda.

Nada é novidade para quem já leu as memórias de outros ex-agentes como Ladislav Bitmann ( de quem obtive um lacônico contato por e-mail há dois anos) e Anatolyi Golitsyn, mas uma entrevista tem um fator multiplicador incalculável nesta era da informação.

Para quem não sabe inglês, um resumo:

A KGB só trabalhava em "espionagem" tradicional (como a CIA, por exemplo) usando 40% dos seus esforços. O restante era de um outro tipo de ação, de implementação muito mais lenta e de resultados idem. Era chamado de "medidas ativas" e de "influência": um processo de desmoralização e lavagem cerebral feito de forma tão gradual e ininterrupta que, ao fim do processo, as pessoas submetidas a ela agiam como se fossem agentes anti-capitalistas ou ao menos anti-americanos.

O processo levava no mínimo três gerações para dar resultado. O "dar resultado" significava cooptar um número tão grande de simpatizantes (conscientes ou não do processo) que, quando esta geração galgasse posições de poder e controle dentro da sociedade, o processo se auto-alimentava a si mesmo, criando mais e mais "simpatizantes".

A profundidade da "estampagem mental" obtida era tal que , usando as palavras de Besmenov, "argumentos, nem mesmo a verdade serviria para abrir os olhos destes indivíduos. Mesmo que se mostrasse um campo de concentração em pleno funcionamento a toda esta gente, eles nem assim iriam finalmente acreditar".



É o "modus operandi" de como se criar "idiotas úteis".

Pelo que vemos no mundo de hoje, a tal máquina continua a fabricar mais e mais idiotas (alguém aí vai dizer que o comunismo acabou?), especialmente na América do Sul. Aqui na Europa acho ainda pode haver um jeito de reverter, se a vitória de Sarkozy significar uma guinada de volta à realidade.









YouTube - Yuri Bezmenov on demoralization



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