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sábado, janeiro 31, 2009

Benicio del Toro & Che

YouTube - Benicio del Toro se queda sin respuestas

Benicio del Toro: sem respostas / No answers
(video em espanhol / video in spanish)


" El actor Benicio del Toro se queda sin respuestas en entrevista ofrecida a Marlen Gonzalez de Noticias 41 por el reciente estreno de la controversial película Che Por Americateve.com/ Noticias 41"


quinta-feira, novembro 08, 2007

Jesus Cristo pode ser comparado à Che?

Antigamente, comparar um carniceiro como Che Guevara – um assassino ideológico, daquele mesmo tipo descrito por Dostoiveski em “Crime e Castigo”( Raskolnikov) – com Jesus Cristo seria além de absurdo, uma ofensa à Cristo.

O seu predecessor literário, Raskolnikov , depois de matar a senhoria de seu quarto por absoluta certeza que ele tinha este direito, por ser completamente superior àquele ser mesquinho que só tinha uma serventia na vida: lhe apoquentar a paciência com seus insistentes pedidos para pagar os aluguéis atrasados e com isso atrapalhar a sua brilhante trajetória.

É nisso que os assassinos ideológicos, como Che, Stalin, Lenin, Hitler, Mao acreditavam: no seu “divino” direito de eliminar a quem lhes opõem. Neste estágio de “pseudo-divindade” acreditam ser superiores e infalíveis, enquanto os “outros” são apenas uma raça de subhumanos que servem para serem re-educados ou simplesmente eliminados sem maiores escrúpulos, se a primeira tentativa falhar. Dêem-se o nome que quiserem, “burguês”, “judeu”, “capitalista”, “ reacionário”, o outro é sempre um ser odioso a quem nenhum outro sentimento é possível. Para estes, o ódio e o genocídio não são crimes, mas no fundo a suprema caridade merecida.

Tão distante estão estas figuras de Cristo que é impossível classificar. Eles sabem disso. Criaram toda uma falsa aura “cristã” em torno das fotos do carniceiro Guevara morto pelo exército boliviano como se fosse uma versão satânica da Pietá.

Agora temos uma novidade digna de nota. Segundo o blog “Babalu” , as centenas de vítimas de Guevara terão uma lembrança à altura.

A Young America’s Foundation criou um novo poster do carniceiro da La Cabaña Che Guevara que vale a pena. Nele , a famosa imagem Korda-queana de Guevara é formada de pequenos retratos de suas vítimas.

Nele há a inscrição: “ Che Guevara era um terrorista internacional e um genocida. Durante as suas viciosas campanhas para impor o comunismo em vários países pela América Latina, Che Guevara treinou e motivou os pelotões de fuzilamento de Fidel que executaram milhares de homens, mulheres e crianças.


































































sexta-feira, outubro 26, 2007

Guevara e Seus Aduladores Patéticos: Mais Um.


A capacidade brasileira de dar a uma trupe de idealistas a “voz” oficial da imprensa nacional nunca chegou a um nível tão baixo.


Se fosse algum decano do jornalismo nacional, que tivesse participado da “luta revolucionária” nos anos sessenta, um romântico nostálgico de seu passado, ainda vá lá. Mas o gajo é um jovem. O seu nome é David Coimbra e é um dos colunistas do jornal Zero Hora.


É mais um daqueles casos em que cronistas esportivos escapam das páginas onde seus achismos são tão inócuos quanto o horóscopo do dia e invadem os espaços até então ocupados pelos cronistas “profissionais”. Coimbra até substitui Luiz Fernando Verissimo.. Agora sabemos por que.


O fato de cronistas esportivos transformarem-se em cronistas do quotidiano é um fato notável. Notável do modo de funcionamento do brasileiro, sobre o qual o futebol ajuda a explicar. Não consigo deixar de pensar que a mania do brasileiro ter opinião sobre tudo o que não conhece – e ter opiniões quase dogmáticas quanto mais o assunto lhe escape aos sentidos – é obra de nossa adoração ao futebol e a sua legião de opinadores-profissionais, que enchem horas e horas de programação diária em nossa rádios, quilômetros em nossos jornais.


O opinador de futebol pode tudo sem ter que nunca prestar contas à realidade. O Brasil tem comentaristas esportivos demais. Fora do seu ambiente.


Faustão foi comentarista esportivo. Galvão Bueno pensa que é um. Paulo Santana acha que é cronista, e assim por diante. E David Coimbra é o mais novo da tropa.


Seu artigo de hoje na Zero Hora (“ As Vejas que eu Vi”) é um monumento à patetice-esquerdista nacional. David deve ter bebido algo (“Às Cervejas que eu Bebi”???) para cometer tal estultice. Pretende com ele fazer o seu “J´accuse” contra Veja, como se fosse o Pedro Collor denunciando seu irmão presidente. De “J´accuse” para “Jacuzzi”: Para isso se vale de uma edição de 1997 de Veja que retrata a o por quê de o mito Guevara estar ressurgindo na década passada. Coimbra explica que prefere aquela realidade a esta, referindo-se à reportagem de capa de Veja desfazendo o mito Guevariano, publicada há semanas.


Que David é alguém que prefira outras realidades, isto é patente. Mas o pior é tentar impingir o seu próprio estrabismo sensorial à revista. À Coimbra parece que “Veja” publicou esta reportagem apenas para mostrar a SUA opinião “editorial” sobre o mito, nada tendo a ver com a “ realidade” que é o “fato” de Che ser um exemplo contra o imperialismo na América Latina.


Que um brasileiro diga isso por aqui e ainda seja impresso em um jornal de grande tiragem como a ZH é sinal de como nossa percepção da história é uma completa piada. A História se repete como farsa? Também, se até mesmo livros didáticos nacionais são forrados de propaganda ideológica, como espantar-se com uma coluna como esta? É óbvio que Coimbra representa o presente. O presente estado do jornalismo brasileiro, formado em instituições em que a norma é a propaganda, não o conhecimento.


Em qualquer outro país seria muito fácil fazer tal opinião cair no ridículo. Fora do Brasil há toneladas de relatos reais sobre o comunismo, Cuba e Che Guevara. Um deles é um documentário com algumas vítimas sobreviventes que contam como era o Che na realidade (“ Che, Anatomia de Un Mito”). Mais dezenas de artigos/livros escritos por pessoas como Álvaro Vargas Llosa, Armando Valladares mostram a verdadeira face do Che.


Mas como o Brasil é o país do carnaval e do futebol vivemos na fantasia temos um séquito de comentaristas de futebol a opinar sobre a “realidade”...



Para terminar reproduzo trecho de entrevista de Álvaro Vargas Llosa para o site da Globo.com:


G1- Ele é visto politicamente ora como um libertador do continente, ora como um assassino. Existe embasamento para assumir alguma dessas visões?
Vargas Llosa –
A afirmação de ele ser um assassino não é uma questão de opinião, mas de fato. Tanto antes da Revolução, em Sierra Maestra, quanto após a conquista de Cuba, Che Guevara participou pessoalmente de várias execuções, e isso está muito bem documentado. Particularmente, apontaria a época em que ele era chefe da fortaleza de La Cabaña, usada como prisão, em Havana. Ele foi responsável por esta prisão por seis meses em 1959, e neste período aconteceu a maior parte das execuções em Cuba. Ele era o presidente da banca judicial de fazia as decisões finais sobre as execuções. Estou falando em centenas de mortes, muito bem documentadas e com a participação dele.

Isso não é algo que ele negasse. Pelo contrário, ele defendia essas ações com o argumento de que a justiça revolucionária deveria seguir um código draconiano, drástico, como única forma de eliminar a possibilidade de contra-revolução. Ele se orgulhava de participar do que chamava de “limpeza” de Cuba. Não há questão de que ele estava envolvido em execuções por motivos políticos, o que só pode ser considerado assassinato.

G1 – O principal biógrafo dele, Jon Lee Anderson, defende essas ações como atos de guerra. O sr. concorda?
Vargas Llosa –
Se aceitarmos este argumento, vamos ter que aceitar que as vítimas de Pinochet também foram vítimas de guerra. O argumento da guerra serve para legitimar a violência da ditadura argentina, quando cerca de 30 mil pessoas desapareceram. Não sei de nenhuma ditadura, de direita ou de esquerda, que não tenha usado o argumento de estar em guerra como desculpa para eliminar seus inimigos políticos.”

domingo, outubro 07, 2007

Córdoba, Argentina: Relatório Viagem

Relatório de Viagem: Córdoba, Argentina


Passei as duas últimas semanas em Córdoba, Argentina, por motivos profissionais.Foi minha segunda estada por lá.


Primeiríssimas impressões: esqueçam tudo o que sabem sobre a Argentina e, principalmente, sobre os argentinos. Por quê?


Em Córdoba, a língua falada não tem nada a ver com aquele sotaque carregado de Buenos Aires, o Portenho (também conhecido por “Soy Xô”). É até inteligível. Vou dizer que para um brasileiro (e sulista como eu) , até mais inteligível que o português falado em Portugal.

Esqueça a arrogância porteña: o povo cordobês é muito simpático e inacreditavelmente hospitaleiro. Conheci pessoas fantásticas.

Se fores do sexo masculino, irá notar outra especialidade local: a beleza feminina. Córdoba é uma cidade de lindas mulheres.

Comida: come-se bem (especialidade: muita carne “parrillada”& cozinha italiana) e barato.

A cidade nunca dorme: pelo fato de ter uma população estudantil elevadíssima (12% da população) existem “ barrios” onde a animação é non-stop. Nueva Córdoba é um deles. O hotel onde eu estava hospedado era muito perto portanto pude fazer diversas incursões noturnas e confirmar que mesmo às duas da manhã era possível encontrar muitos lugares abertos, além – é claro – de barzinhos e danceterias.

Arquitetura: há muitas igrejas, museus e até uma redução jesuítica do século 16/17 intactas. A igreja dos Capuchinhos me chamou a atenção por ser uma construção do século XX em estilo gótico.


Mas é claro que também há o lado mais escuro.


Córdoba foi a cidade onde Che Guevara passou boa parte de sua vida. Conta-se que ele largou uma bela e rica herdeira local para correr a América de motocicleta. A casa onde Che morou foi transformada em museu. Che é ídolo total, donde parece óbvio que a maior parte de seus adolescentes-adoradores conhece quase nada de sua série de mais de 200 execuções à sangue frio.

Abandono: apesar da bonita arquitetura, Córdoba parece ser uma cidade que merece mais atenção do poder público. Espero que melhore, pois a cidade merece.

Parece mesmo que a mulher de Kirchner, Cristina vai ganhar as eleições para presidente... Apesar de ser senadora na Argentina, será uma marionete do marido que é uma marionete do Foro de São Paulo...

Aqui, algumas fotos...


Aqui podemos ver os Andes (sim, minha viagem foi até Santiago do Chile para retornar à Cordoba).









Eu, em frente ao Hotel onde ficamos em Córdoba.






Feira de Artesanato("Artesania") de Córdoba






Gardel, símbolo da Argentina





Igreja dos Capuchinhos, em estilo gótico, construída em 1930.









Encontros cordobeses: con Raquel Consigli y Horacio Martínez Paz (colunistas de “ La Historia Paralela”)





Paisagem da janela do meu quarto no Windsor & Tree (Buenos Aires y Entre Ríos)








Mais fotos no meu Álbum no Picasa:

Córdoba na Wikipedia



terça-feira, agosto 07, 2007

Video Blog: Che Anatomia de Um Mito



Em nosso esforço para popularizar material virtualmente inédito aqui está o vídeo completo do documentário "Che Anatomia de um Mito". Este vídeo me foi apresentado pela Graça Salgueiro em seu blog Nota Latina, mas o download era meio lento. Coloquei no Video Goggle.

O mito de "Che" também é forte aqui na Europa. Ontem mesmo vi um gurizinh de uns dez anos passeando com a mãe todo faceiro em sua camiseta (aqui é "camisola") "fashion" ou melhor fa-Che-on. O que diriam os seus fãs ao ouvir as frases iniciais deste documentário?


"Fusilamientos? Si, hemos fusilado, fusilamos e seguiremos fusilando mientras sea necesario. Nuestra lucha es una lucha a muerte"

domingo, julho 01, 2007

A Perfeita Moldura para Che Guevara

Se Stalin dizia que o nacionalismo tinha que ir para a "lata de lixo da História", Erik Svane me enviou esta imagem com o lugar perfeito para Che Guevara...
Posted by Picasa


Agradecimentos ao Erik Svane do No-Pasaran!!